Cânticos 2
Versão Católica (VC, 2024) vs NVT
1 sou o narciso de Saron, o lírio dos vales.
1 Eu sou a flor que nasce na planície de Sarom, o lírio que cresce no vale. O Amado
2 - Como o lírio entre os espinhos, assim é minha amiga entre as jovens.
2 Como um lírio entre os espinhos, assim é minha querida entre as moças. A Amada
3 - Como a macieira entre as árvores da floresta, assim é o meu amado entre os jovens; gosto de sentar-me à sua sombra, e seu fruto é doce à minha boca.
3 Como uma macieira entre as árvores do bosque, assim é meu amado entre os rapazes. À sua sombra agradável eu me sento e saboreio seus deliciosos frutos.
4 Ele introduziu-me num celeiro, e o estandarte, que levanta sobre mim, é o amor.
4 Ele me trouxe ao salão de banquetes; seu grande amor por mim é evidente.
5 Restaurou-me com tortas de uvas, fortaleceu-me com maçãs, porque estou enferma de amor.
5 Fortaleçam-me com bolos de passas, revigorem-me com maçãs, pois desfaleço de amor.
6 Sua mão esquerda está sob minha cabeça, e sua direita abraça-me.
6 Seu braço esquerdo está sob a minha cabeça, e o direito me abraça.
7 - Conjuro-vos, ó filhas de Jerusalém, pelas gazelas e corças dos campos, que não desperteis nem perturbeis o amor, antes que ele o queira.
7 Prometam, ó mulheres de Jerusalém, pelas gazelas e corças selvagens, que não despertarão o amor antes do tempo.
8 - Oh, esta é a voz do meu amado! Ei-lo que aí vem, saltando sobre os montes, pulando sobre as colinas.
8 Ah, ouço meu amado chegando! Ele salta sobre os montes, pula sobre as colinas.
9 Meu amado é como a gazela e como um cervozinho. Ei-lo atrás de nossa parede. Olho pela janela, espreito pelas grades.
9 Meu amado é como a gazela, como o jovem cervo. Vejam, lá está ele atrás do muro, observando pelas janelas, espiando por entre as grades.
10 Meu bem-amado disse-me: Levanta-te, minha amiga, vem, formosa minha.
10 Meu amado me disse: “Levante-se, minha querida! Venha comigo, minha bela!
11 Eis que o inverno passou, cessaram e desapareceram as chuvas.
11 Veja, o inverno acabou, e as chuvas passaram.
12 Apareceram as flores na nossa terra, voltou o tempo das canções. Em nossas terras já se ouve a voz da rola.
12 As flores estão brotando; chegou a época das canções, e o arrulhar das pombas enche o ar.
13 A figueira já começa a dar os seus figos, e a vinha em flor exala o seu perfume; levanta-te, minha amada, formosa minha, e vem.
13 As figueiras começam a dar frutos, e as videiras perfumadas florescem. Levante-se, minha querida! Venha comigo, minha bela!”. O Amado
14 Minha pomba, oculta nas fendas do rochedo, e nos abrigos das rochas escarpadas, mostra-me o teu rosto, faze-me ouvir a tua voz. Tua voz é tão doce, e delicado teu rosto!
14 Minha pomba está escondida entre as pedras, oculta nas fendas das rochas. Mostre-me seu rosto e deixe-me ouvir sua voz. Pois sua voz é doce, e seu rosto é lindo. As mulheres de Jerusalém
15 - Apanhai-nos as raposas, essas pequenas raposas que devastam nossas vinhas, pois nossas vinhas estão em flor.
15 Peguem todas as raposas, as raposinhas, antes que destruam o vinhedo do amor, pois as videiras estão em flor! A Amada
16 - Meu bem-amado é para mim e eu para ele; ele apascenta entre os lírios.
16 Meu amado é meu, e eu sou dele; ele pastoreia entre os lírios.
17 Antes que sopre a brisa do dia, e se estendam as sombras, volta, ó meu amado, como a gazela, ou o cervozinho sobre os montes escarpados.
17 Antes que soprem as brisas do amanhecer, e fujam as sombras da noite, volte para mim, meu amor, como a gazela, como o jovem cervo nos montes íngremes.
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