2 Reis 19
Versão Católica (VC, 2024) vs BKJ
1 Ouvindo isso, o rei Ezequias rasgou as vestes, cobriu-se de um saco e foi ao templo do Senhor.
1 E sucedeu, quando o rei Ezequias ouviu isto, que ele rasgou as suas vestes, e se cobriu com pano de saco, e entrou na casa do SENHOR.
2 Mandou o prefeito do palácio, Eliacim, o escriba Sobna e os deães dos sacerdotes, revestidos de sacos, ao profeta Isaías, filho de Amós,
2 E ele enviou Eliaquim, o qual estava a cargo da casa, e Sebna, o escriba, e os anciãos dos sacerdotes, cobertos com pano de saco, a Isaías, o profeta, filho de Amoz.
3 para dizer-lhe: Eis o que diz Ezequias: Hoje é um dia de angústia, de castigo e de opróbrio. Os filhos estão a ponto de nascer, e não há força para dá-los à luz.
3 E eles lhe disseram: Assim diz Ezequias: Este dia é um dia de perturbação, e de repreensão, e blasfêmia; porque os filhos chegarão ao nascimento, e não há força para trazê-los à luz.
4 O Senhor, teu Deus, talvez tenha ouvido as palavras do copeiro-mor, enviado pelo rei da Assíria, seu soberano, para insultar o Deus vivo, e talvez o vá punir pelas palavras que ele ouviu. Roga, pois, por esse resto que ainda subsiste!
4 Pode ser que o SENHOR teu Deus ouça todas as palavras de Rabsaqué, a quem o rei da Assíria, o seu senhor, tem enviado para repreender o Deus vivente; e reprove as palavras que o SENHOR teu Deus tem ouvido; pelo que ergue a tua oração pelo remanescente que subsiste.
5 Os servos do rei Ezequias foram ter com Isaías, e este lhes respondeu: Eis o que diz o Senhor:
5 Assim, os servos do rei Ezequias vieram até Isaías.
6 Não te assustes com as palavras que ouviste e com os ultrajes que proferiram contra mim os servos do rei da Assíria.
6 E Isaías disse-lhes: Assim direis vós ao vosso senhor: Assim diz o SENHOR: Não temais as palavras que tens ouvido, com as quais os servos do rei da Assíria têm me blasfemado.
7 Vou enviar-lhe um espírito que, ao receber uma certa notícia, o fará voltar à sua terra, onde o farei perecer pela espada.
7 Eis que enviarei uma rajada de vento sobre ele, e ele ouvirá um rumor, e retornará para a sua própria terra; e farei com que ele caia pela espada na sua própria terra.
8 O copeiro-mor, sabendo que o rei da Assíria tinha deixado Laquis, voltou para junto do seu soberano, e o encontrou sitiando Lobna.
8 Assim, Rabsaqué retornou e achou o rei da Assíria guerreando contra Libna; porque tinha ouvido que ele havia partido de Laquis.
9 O rei ouviu dizer de Taraca, rei da Etiópia: Ele acaba de sair para combater contra ti. Senaquerib mandou novamente mensageiros a Ezequias para dizer-lhe:
9 E, quando ele ouviu dizer de Tiraca, rei de Cuxe: Eis que ele saiu para lutar contra ti; ele enviou novamente mensageiros até Ezequias, dizendo:
10 Isto direis a Ezequias, rei de Judá: Não te deixes enganar pelo Deus no qual puseste a tua confiança, pensando que Jerusalém não será entregue nas mãos do rei da Assíria.
10 Assim falareis a Ezequias, rei de Judá, dizendo: Não deixes que o teu Deus, no qual tu confias, engane-te, dizendo: Jerusalém não será entregue na mão do rei da Assíria.
11 Ouviste contar como os reis da Assíria trataram todos os países, e como os devastaram: só tu, pois, haverias de escapar?
11 Eis que tu tens ouvido o que os reis da Assíria têm feito a todas as terras, ao destruí-las por completo; e serás tu livrado?
12 As nações que meus antepassados aniquilaram, Gosã, Harã, Esef, e os filhos de Eden, que estavam em Telasar, foram porventura libertados pelos seus deuses?
12 Têm os deuses das nações as livrado aquelas que os meus pais têm destruído; e Gozã, e Harã e Rezefe, e os filhos de Éden, os quais estavam em Telassar?
13 Onde estão o rei de Emat, o rei de Arfad, os reis de Sefarvaim, de Ana e de Ava?
13 Onde está o rei de Hamate, e o rei de Arpade, e o rei da cidade de Sefarvaim, de Hena e de Iva?
14 Ezequias tomou a carta das mãos dos mensageiros e leu-a; subiu depois ao templo e abriu-a diante do Senhor,
14 E Ezequias recebeu a carta das mãos dos mensageiros, e a leu; e Ezequias subiu para dentro da casa do SENHOR, e a estendeu diante do SENHOR.
15 rogando-lhe: Senhor, Deus de Israel, que estais sentado sobre querubins, só vós sois o Deus de todos os reinos da terra. Vós fizestes os céus e a terra.
15 E Ezequias orou diante do SENHOR, e disse: Ó SENHOR, Deus de Israel, que habitas no meio dos querubins, tu és o Deus, tão somente tu, de todos os reinos da terra; tu criaste o céu e a terra.
16 Inclinai, Senhor, os vossos ouvidos e ouvi! Abri, Senhor, os vossos olhos e vede! Ouvi a mensagem de Senaquerib, que mandou blasfemar o Deus vivo!
16 SENHOR, abaixa o teu ouvido, e ouve; abre, SENHOR, os teus olhos, e vê; e ouve as palavras de Senaqueribe, as quais ele enviou para repreender o Deus vivente.
17 É verdade, Senhor, que os reis da Assíria destruíram as nações e devastaram os seus territórios,
17 Verdadeiramente, SENHOR, os reis da Assíria têm destruído as nações e as suas terras,
18 atirando ao fogo os seus deuses, mas isso porque não eram deuses, e sim objetos feitos pelas mãos do homem, objetos de madeira e de pedra: por isso foram destruídos.
18 e lançado os seus deuses ao fogo; porque eles não eram deuses, senão obra das mãos de homens, madeira e pedra; por isso eles os destruíram.
19 Mas vós, Senhor, nosso Deus, salvai-nos agora das mãos de Senaquerib, a fim de que todos os povos da terra saibam que vós, o Senhor, sois o único Deus.
19 Agora, portanto, Ó SENHOR nosso Deus, eu te suplico, salva-nos da sua mão, para que todos os reinos da terra possam saber que tu és o SENHOR Deus, tão somente tu.
20 Isaías, filho de Amós, mandou dizer a Ezequias: Eis o que diz o Senhor, Deus de Israel: Ouvi a oração que me fizeste a respeito de Senaquerib, rei da Assíria.
20 Então, Isaías, o filho de Amoz, mandou dizer a Ezequias: Assim diz o SENHOR Deus de Israel: Quanto ao que tens orado a mim contra Senaqueribe, rei da Assíria, eu ouvi.
21 Eis o oráculo do Senhor contra ele: A virgem, filha de Sião, despreza-te e zomba de ti. A filha de Jerusalém meneia a cabeça por trás de ti.
21 Esta é a palavra que o SENHOR tem falado a respeito dele: A virgem, a filha de Sião, tem te desprezado, e riu de ti para zombar-te; a filha de Jerusalém meneou a sua cabeça diante de ti.
22 A quem insultaste e ultrajaste? Contra quem elevaste a voz e olhaste por cima dos ombros? Contra o Santo de Israel!
22 A quem tens repreendido e blasfemado? E contra quem tens exaltado a tua voz, e erguido os teus olhos ao alto? Contra o Santo de Israel.
23 Por meio de teus mensageiros insultaste o Senhor e disseste: Com a multidão dos meus carros subirei ao cimo dos montes, aos cumes longínquos do Líbano. Abaterei os seus cedros mais altos, seus ciprestes mais belos. Penetrarei até os últimos limites do seu bosque mais espesso.
23 Pelos teus mensageiros tu tens repreendido o Senhor, e tens dito: Com a multidão das minhas carruagens eu estou subindo até as alturas dos montes, até as encostas do Líbano, e cortarei os seus altos cedros, e os seus melhores ciprestes; e entrarei nos alojamentos dos seus limites, e na floresta do seu Carmelo.
24 Cavarei e beberei água estrangeira. Com a planta de meus pés ressecarei todos os canais do Egito.
24 Tenho cavado e bebido águas estranhas, e com a sola do meu pé tenho secado todos os rios dos lugares sitiados.
25 Ignoras que desde o princípio preparei o que acontecerá? Desde remotos tempos decidi o que agora realizarei: Reduzirei a ruínas e escombros cidades fortificadas.
25 Não tens ouvido há muito tempo como eu tenho feito isto, e de tempos antigos que eu o formei? Agora fiz isto suceder, para que tu fosses devastar as cidades fortificadas tornando-as em montes de ruínas.
26 Seus habitantes ficarão sem forças; serão tomados de pavor e confusão, ficarão semelhantes à erva das pastagens, ao capim dos telhados, aos frutos atingidos pela longa estiagem.
26 Portanto, os seus habitantes tinham pouco poder, ficaram atônitos e confusos; eles eram como a erva do campo, e como a erva verde, como a erva no alto das casas, e como o grão ressecado antes de ter crescido.
27 Eu sei quando te sentas, quando sais e quando entras, e conheço teus furores contra mim.
27 Porém, conheço o teu assentar, e o teu sair e o teu entrar, e a tua fúria contra mim.
28 Porque ficaste furioso contra mim. E subiram aos meus ouvidos as tuas insolências, porei argola em teu nariz e freio em tua boca, e te forçarei a voltar pelo caminho por onde vieste.
28 Porque a tua fúria contra mim e o teu tumulto subiu aos meus ouvidos, portanto colocarei o meu gancho no teu nariz, e o meu freio nos teus lábios, e te farei retornar pelo caminho pelo qual vieste.
29 E eis o que te servirá de sinal: Este ano se come restolhos; no ano que vem, aquilo que nascer sozinho; no terceiro ano, porém, semeareis e colhereis, plantareis vinhas e comereis os seus frutos.
29 E este será um sinal para ti: Vós comereis neste ano as coisas que crescem por si mesmas, e no segundo ano aquilo que brotar das mesmas; e no terceiro ano semeareis, e colhereis, e plantareis vinhas, e comereis dos seus frutos.
30 O resto, que subsistir da casa de Judá, lançará novas raízes no solo e produzirá frutos no alto.
30 E o remanescente que tiver escapado da casa de Judá ainda lançará raízes para baixo, e dará o seu fruto para cima.
31 Pois de Jerusalém surgirá um resto e do monte Sião sobreviventes. Eis o que fará o zelo do Senhor dos exércitos.
31 Porque de Jerusalém sairá um remanescente, e aqueles que escaparam do monte Sião; o ciúme do SENHOR dos Exércitos fará isto.
32 Por isso, eis o oráculo do Senhor ao rei da Assíria: Não entrará nesta cidade nem atirará flechas contra ela, não lhe oporá escudo nem a cercará de trincheiras.
32 Portanto, assim diz o SENHOR acerca do rei da Assíria: Ele não entrará nesta cidade, nem atirará uma flecha sequer ali, nem virá diante dela com o escudo, tampouco fará um aterro contra ela.
33 Mas voltará pelo caminho por onde veio, sem entrar na cidade - oráculo do Senhor.
33 Pelo caminho que veio, pelo mesmo caminho ele haverá de voltar, e não entrará nesta cidade, diz o SENHOR.
34 Protegerei esta cidade para salvá-la, por minha causa e de Davi, meu servo.
34 Porque eu defenderei esta cidade, para salvá-la, por causa de mim mesmo, e por causa do meu servo Davi.
35 Ora, nessa mesma noite o anjo do Senhor apareceu no campo dos assírios e feriu cento e oitenta e cinco mil homens. No dia seguinte pela manhã só havia cadáveres.
35 E sucedeu pois, naquela noite, que o anjo do SENHOR saiu, e feriu no acampamento dos assírios cento e oitenta e cinco mil; e quando eles se levantaram de manhã cedo, eis que eles eram todos corpos mortos.
36 Senaquerib, rei da Assíria, retirou-se, tomou o caminho de sua terra e deteve-se em Nínive.
36 Assim, Senaqueribe, rei da Assíria partiu. Retornou e habitou em Nínive.
37 Certo dia, estando ele prostrado no templo de Nesroc, seu deus, seus filhos Adramelec e Sarasar assassinaram-no a golpes de espada e fugiram para a terra de Ararat. Seu filho Assaradon sucedeu-lhe no trono.
37 E sucedeu que, enquanto ele estava adorando na casa de Nisroque, o seu deus, que Adrameleque e Sarezer, seus filhos, o feriram com a espada; e eles escaparam para a terra da Armênia. E Esar-Hadom, o seu filho, reinou no seu lugar.
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