Jó 36

Sociedade Bíblica Britânica (TB) vs ARC

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ARC Almeida Revista e Corrigida 2009
1 Prosseguiu ainda Eliú:
1 Prosseguiu ainda Eliú e disse:
2 Espera-me um pouco, e te mostrarei, Porque ainda tenho alguma cousa a dizer a favor de Deus.
2 Espera-me um pouco, e mostrar-te-ei que ainda há razões a favor de Deus.
3 De longe trarei o meu conhecimento, E ao meu Criador atribuirei a justiça.
3 Desde longe repetirei a minha opinião; e ao meu Criador atribuirei a justiça.
4 Pois, na verdade, as minhas palavras não são falsas: Está contigo um que tem perfeito conhecimento.
4 Porque, na verdade, as minhas palavras não serão falsas; contigo está um que é sincero na sua opinião.
5 Eis que Deus é grande, e não despreza a ninguém: É grande no poder do entendimento.
5 Eis que Deus é mui grande; contudo, a ninguém despreza; grande é em força de coração.
6 Ele não preserva a vida do iníquo, Mas faz justiça aos aflitos.
6 Não deixa viver ao ímpio e faz justiça aos aflitos.
7 Dos justos não aparta os seus olhos; Mas juntamente com os reis sobre o trono Fá-los sentar para sempre, e são exaltados.
7 Dos justos não tira os seus olhos; antes, com os reis no trono os assenta para sempre, e assim são exaltados.
8 Se estiverem presos em grilhões, E atados com as cordas da aflição,
8 E, se estão presos em grilhões e amarrados com cordas de aflição,
9 Ele lhes faz ver as suas obras, As suas transgressões e que se têm portado com soberba.
9 então, lhes faz saber a obra deles e as suas transgressões; porquanto prevaleceram nelas.
10 Abre-lhes também o ouvido para receberem a instrução, E ordena que se tornem da iniqüidade.
10 E revela isso aos seus ouvidos, para seu ensino, e lhes diz que se convertam da maldade.
11 Se o ouvirem e o servirem, Passarão os seus dias em prosperidade, E os seus anos em prazeres.
11 Se o ouvirem e o servirem, acabarão seus dias em bem e os seus anos, em delícias.
12 Mas se não ouvirem, perecerão à espada, E morrerão na sua cegueira.
12 Porém, se o não ouvirem, à espada serão passados e expirarão sem conhecimento.
13 Porém os ímpios de coração se entregam à colera; Não clamam a Deus por socorro, quando os põe em grilhões.
13 E os hipócritas de coração amontoam para si a ira; e amarrando-os ele, não clamam por socorro.
14 Perdem a vida na sua mocidade, E morrem como os sodomitas.
14 Eles morrem na mocidade, e a sua vida perece entre os sodomitas.
15 Ele livra o aflito por meio da sua aflição, E na opressão lhe abre o ouvido.
15 Ao aflito livra da sua aflição e, na opressão, se revela aos seus ouvidos.
16 Na verdade te haveria tirado da angústia Para um lugar espaçoso, onde não há estreiteza; E as iguarias da sua mesa seriam cheias de gordura.
16 Assim também te desviará da angústia para um lugar espaçoso, em que não há aperto, e as iguarias da tua mesa serão cheias de gordura.
17 Mas estás de completo acordo com o juízo do iníquo: O juízo e a justiça tomarão conta de ti.
17 Mas tu estás cheio do juízo do ímpio; o juízo e a justiça te alcançam.
18 Não permitas, pois, que a ira te induza a escarnecer; Nem te desvie a grandeza do resgate.
18 Porquanto há furor, guarda-te de que, porventura, não sejas levado pela tua suficiência, nem te desvie a grandeza do resgate.
19 Bastarão, porventura, as tuas riquezas, para que não estejas em aperto, Ou todas as forças da tua fortaleza?
19 Estimaria ele tanto tuas riquezas, ou todos os esforços da tua força, que por isso não estivesses em aperto?
20 Não suspires pela noite, Em que povos são cortados do seu lugar.
20 Não suspires pela noite, em que os povos sejam tomados do seu lugar.
21 Guarda, não declines para a iniqüidade, Pois isso escolhes antes que a aflição.
21 Guarda-te e não te inclines para a iniquidade; porquanto isto escolheste antes que a tua miséria.
22 Eis que Deus em seu poder procede com alteza; Quem ensina como ele?
22 Eis que Deus exalta com a sua força; quem ensina como ele?
23 Quem lhe prescreveu o seu caminho? Ou quem poderá dizer: Praticaste a injustiça?
23 Quem lhe pedirá conta do seu caminho, ou quem lhe disse: Tu cometeste maldade?
24 Lembra-te de magnificares as suas obras, De que têm cantado os homens.
24 Lembra-te de engrandecer a sua obra que os homens contemplam.
25 Todos os homens têm olhado para elas; O homem as comtempla de longe.
25 Todos os homens a veem, e o homem a enxerga de longe.
26 Eis que Deus é grande, e não o conhecemos; O número dos seus anos não se pode esquadrinhar.
26 Eis que Deus é grande, e nós o não compreendemos, e o número dos seus anos não se pode calcular.
27 Pois suga as gotas de água, Que do seu vapor se tornam em chuva,
27 Porque reúne as gotas das águas que derrama em chuva do seu vapor,
28 A qual as nuvens derramam E fazem cair abundantemente sobre o homem.
28 a qual as nuvens destilam e gotejam sobre o homem abundantemente.
29 Também pode alguém, porventura, entender o expandir das nuvens, Os trovões do seu pavilhão?
29 Porventura, também se poderão entender a extensão das nuvens e os trovões da sua tenda?
30 Eis que ao redor de si estende a sua luz, E cobre o fundo do mar.
30 Eis que estende sobre elas a sua luz e encobre os altos do mar.
31 Pois por estas cousas julga o povo; Ele dá alimento em abundância.
31 Porque por estas coisas julga os povos e lhes dá mantimento em abundância.
32 Cobre as mãos com o relâmpago, E dá-lhe ordem contra o agressor.
32 Com as mãos encobre a luz e a proíbe de passar por entre elas.
33 O fragor da tempestade dá notícias a respeito dele, Também o gado o faz a respeito do temporal que vem subindo.
33 O que nos dá a entender o seu pensamento, como também aos gados, acerca do temporal que sobe.

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