Lucas 8

PorNVA: Bíblia Nova Versão de Acesso Livre (SM_PORNVA) vs NAA

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NAA Nova Almeida Atualizada 2017
1 E aconteceu que, depois disso, Jesus começou a andar por diferentes cidades e vilas, pregando e proclamando as boas novas do reino de Deus. E os doze foram com Ele,
1 Aconteceu, depois disso, que Jesus andava de cidade em cidade e de aldeia em aldeia, pregando e anunciando o evangelho do Reino de Deus. Iam com ele os doze discípulos,
2 assim como algumas mulheres que foram curadas de espíritos malignos e doenças. Eram elas: Maria, chamada Madalena, da qual sete demônios foram expulsos;
2 e também algumas mulheres que haviam sido curadas de espíritos malignos e de enfermidades: Maria, chamada Madalena, da qual saíram sete demônios;
3 Joana, mulher de Cuza, administrador de Herodes, Suzana e muitas outras mulheres que lhes traziam provisão com seus próprios recursos materiais.
3 Joana, mulher de Cuza, procurador de Herodes; Suzana e muitas outras, as quais, com os seus bens, ajudavam Jesus e os seus discípulos.
4 E reunindo-se uma grande multidão, incluindo pessoas que vinham de outras cidades para encontrá-Lo, Jesus lhes falou por meio de uma parábola:
4 Quando uma grande multidão se reuniu e pessoas de todas as cidades vieram até Jesus, ele disse por parábola:
5 “Um semeador saiu para semear algumas sementes. Enquanto ele semeava, algumas sementes caíram à beira do caminho, elas foram pisoteadas, e os pássaros do céu comeram todas elas.
5 — Um semeador saiu a semear. E, ao semear, uma parte caiu à beira do caminho, foi pisada, e as aves do céu a comeram.
6 Outras sementes caíram em solo rochoso e assim que elas cresceram, secaram por falta de umidade.
6 Outra parte caiu sobre a pedra e, tendo crescido, secou por falta de umidade.
7 Ainda outras sementes caíram entre plantas espinhosas e elas cresceram juntamente com os espinhos, e eles as sufocaram.
7 Outra caiu no meio dos espinhos; e os espinhos, ao crescerem com ela, a sufocaram.
8 Mas algumas sementes caíram em solo bom, e cresceram saudáveis, e produziram uma colheita cem vezes maior”. Após Jesus dizer estas coisas, Ele exclamou em alta voz: “Aquele que tem ouvidos para ouvir, ouça”.
8 Outra, enfim, caiu em boa terra; cresceu e produziu a cem por um. Dizendo isto, Jesus clamou:
9 Então os discípulos perguntaram a Ele o que esta parábola queria dizer.
9 Então os discípulos de Jesus lhe perguntaram o que significava essa parábola.
10 Jesus disse-lhes: “Vós recebestes o privilégio de entender os mistérios do reino de Deus, mas os demais serão ensinados apenas por parábolas, desta forma 'embora vendo, eles não possam enxergar, e ouvindo não entendam'.
10 Jesus respondeu:
11 Este é o significado da parábola: a semente é a Palavra de Deus.
11 — Este é o significado da parábola: a semente é a palavra de Deus.
12 As sementes que caíram à beira do caminho são aqueles que ouvem, mas o diabo vem e arranca a Palavra de seus corações para que não creiam, e assim, não sejam salvos.
12 Os que estão à beira do caminho são os que a ouviram; depois vem o diabo e tira-lhes a palavra do coração, para não acontecer que, crendo, sejam salvos.
13 As sementes que caíram no solo rochoso são aqueles que ouvem a Palavra, recebem-na com alegria, mas não criam raízes. Eles acreditam por um tempo e em tempo de provação se desviam.
13 Os que estão sobre a pedra são os que, ouvindo a palavra, a recebem com alegria. Estes não têm raiz, creem apenas por algum tempo e, na hora da provação, se desviam.
14 As sementes que caíram entre os espinhos são como pessoas que ouviram a Palavra, mas a medida que seguem os seus caminhos foram sufocadas pelos cuidados, riquezas e prazeres desta vida, e então não produzem frutos.
14 A parte que caiu entre espinhos, estes são os que ouviram e, no decorrer dos dias, foram sufocados com as preocupações, as riquezas e os prazeres desta vida; os seus frutos não chegam a amadurecer.
15 Mas as sementes que caíram em solo bom são como pessoas que, com sinceridade e bom coração, ouvem a Palavra, agarram-na com firmeza e produzem frutos com perseverança.
15 A parte que caiu na terra boa, estes são os que, tendo ouvido de bom e reto coração, retêm a palavra; estes frutificam com perseverança.
16 E ninguém acende uma lamparina e a cobre com um vaso ou a coloca embaixo de uma cama. Ao contrário, a coloca em cima de uma mesa e, assim, todos que entrarem podem ver a luz.
16 — Ninguém, depois de acender uma lamparina, a cobre com um vaso ou a põe debaixo de uma cama; pelo contrário, coloca-a num lugar em que ilumina bem, a fim de que os que entram vejam a luz.
17 Pois tudo o que está escondido será revelado, e tudo o que é secreto será conhecido e trazido à luz.
17 Não há nada oculto que não venha a ser manifesto, nem escondido que não venha a ser conhecido e revelado.
18 Então escutai cuidadosamente, pois para aquele que tem, mais lhe será dado, e aquele que não tem, até o que ele pensa ter lhe será tirado.
18 Portanto, vejam como vocês ouvem. Porque ao que tiver, mais será dado; e ao que não tiver, até aquilo que julga ter lhe será tirado.
19 Então a mãe e os irmãos de Jesus vieram até Ele, mas não podiam se aproximar por causa da multidão.
19 A mãe e os irmãos de Jesus chegaram até onde ele estava, mas não podiam aproximar-se por causa da multidão.
20 E disseram-lhe: “Tua mãe e teus irmãos estão do lado de fora esperando para te ver”.
20 E lhe comunicaram: — A sua mãe e os seus irmãos estão lá fora e querem vê-lo.
21 Mas Jesus lhes disse: “Minha mãe e meus irmãos são aqueles que ouvem a Palavra de Deus e a praticam”.
21 Jesus, porém, lhes respondeu:
22 Aconteceu que em um daqueles dias, Jesus e os Seus discípulos entraram em um barco, e Jesus disse-lhes: “Vamos para o outro lado do lago”. Então eles zarparam.
22 Aconteceu que, num daqueles dias, Jesus entrou num barco em companhia dos seus discípulos e lhes disse: E partiram.
23 Mas, enquanto eles navegavam, Jesus dormiu e uma tempestade de ventos fortes atingiu o lago e o barco começou a se encher de água, e eles estavam em grave perigo.
23 Enquanto navegavam, ele adormeceu. E sobreveio uma tempestade de vento no lago, e eles corriam perigo.
24 Os discípulos de Jesus foram até Ele e o acordaram dizendo: “Mestre, Mestre, estamos prestes à morrer!” Ele acordou, repreendeu a tempestade e a fúria das águas, elas cessaram e houve calmaria.
24 Chegando-se a Jesus, os discípulos o despertaram, dizendo: — Mestre, Mestre, estamos perecendo! Levantando-se, Jesus repreendeu o vento e a fúria da água. Tudo cessou e ficou bem calmo.
25 Então Ele lhes disse: “Onde está a vossa fé?” Possuídos de temor e admiração, diziam uns aos outros: “Quem é Este, que comanda os ventos e a água, e estes Lhe obedecem?”
25 Então Jesus lhes perguntou: Eles, possuídos de temor e admiração, diziam uns aos outros: — Quem é este que até manda nos ventos e nas ondas, e lhe obedecem?
26 E eles navegaram para a região dos gerasenos, que fica no outro lado do lago da Galileia.
26 Então rumaram para a terra dos gerasenos, que fica de frente para a Galileia.
27 Quando Jesus pisou em terra, um certo homem da cidade foi ao encontro dEle, e este homem tinha demônios. Há muito tempo ele não vestia roupas e não vivia em casa, mas sim nos sepulcros.
27 Logo que Jesus desembarcou, veio da cidade ao seu encontro um homem possuído de demônios que, havia muito, não se vestia, nem habitava em casa alguma, porém vivia nos túmulos.
28 Quando viu Jesus, ele gritou e se prostrou diante Dele. E em alta voz disse: “O que tenho contigo, Jesus, Filho do Deus Altíssimo? Eu te imploro, que não me atormentes”.
28 Quando ele viu Jesus, prostrou-se diante dele, dizendo com voz forte: — O que você quer comigo, Jesus, Filho do Deus Altíssimo? Peço-lhe que não me atormente.
29 Pois Jesus tinha ordenado ao espírito imundo que saísse do homem que, por muitas vezes, tinha se apoderado dele. Embora ficasse preso por correntes e grilhões, e sob vigilância de guardas, ele quebrava as correntes e era levado ao deserto pelo demônio.
29 Porque Jesus havia ordenado ao espírito imundo que saísse do homem, pois muitas vezes se havia apoderado dele. E, embora procurassem conservá-lo preso com cadeias e correntes, despedaçava tudo e era impelido pelo demônio para o deserto.
30 Então Jesus perguntou a ele: “Qual é o seu nome?” E ele disse: “Legião”, porque muitos demônios haviam entrado nele.
30 Jesus perguntou a ele: Ele respondeu: — Legião. Isto porque muitos demônios tinham entrado nele.
31 Eles imploravam para que Jesus não os mandasse para o abismo.
31 Estes pediram a Jesus que não os mandasse para o abismo.
32 Uma grande manada de porcos estava ali, se alimentando na colina, e os demônios lhe imploraram para entrarem nos porcos. Ele lhes permitiu que fizessem isso.
32 Ora, uma grande manada de porcos estava pastando ali no monte. E os demônios pediram a Jesus que os deixasse entrar naqueles porcos. E Jesus o permitiu.
33 Então os demônios saíram do homem e entraram nos porcos, e a manada correu e se lançou despenhadeiro abaixo para dentro do lago e se afogaram.
33 Tendo os demônios saído do homem, entraram nos porcos, e a manada precipitou-se despenhadeiro abaixo, para dentro do lago, e se afogou.
34 Quando os homens que estavam cuidando dos porcos viram o que aconteceu, eles fugiram e relataram isso na cidade e nos campos.
34 Vendo o que tinha acontecido, os que tratavam dos porcos fugiram e foram anunciá-lo na cidade e pelos campos.
35 As pessoas que ouviram sobre isso foram ver o que aconteceu e, quando se aproximaram de Jesus, elas viram o homem do qual os demônios saíram. O homem estava vestido, em perfeito juízo, sentado aos pés de Jesus, à vista disso ficaram atemorizados.
35 Então o povo saiu para ver o que tinha acontecido. Aproximando-se de Jesus, encontraram o homem de quem tinham saído os demônios, vestido, em perfeito juízo, sentado aos pés de Jesus; e temeram.
36 Aqueles que viram o que aconteceu, contaram a outros como o homem que era controlado por demônios foi salvo.
36 E algumas pessoas que tinham presenciado os fatos contaram-lhes também como o endemoniado tinha sido salvo.
37 Todas as pessoas da região dos gerasenos e aos arredores pediram que Jesus se retirasse do meio deles, pois eles ficaram com muito medo. Então Jesus entrou no barco e retornou.
37 Todo o povo da terra dos gerasenos pediu a Jesus que se retirasse, pois ficaram com muito medo. E Jesus, entrando de novo no barco, voltou.
38 O homem do qual os demônios haviam saído suplicou que Jesus o deixasse ir com ele, mas Jesus o mandou embora, dizendo:
38 O homem de quem tinham saído os demônios lhe pediu que o deixasse estar com ele. Jesus, porém, o despediu, dizendo:
39 “Volta para a tua casa e conta as coisas que Deus fez por ti”. O homem seguiu seu caminho, proclamando por toda a cidade as coisas que Jesus havia feito por ele.
39 — Volte para a sua casa e conte tudo o que Deus fez por você. Então ele foi, proclamando por toda a cidade o que Jesus lhe tinha feito.
40 Quando Jesus retornou, a multidão o recebeu com alegria, pois eles estavam esperando por Ele.
40 Quando Jesus voltou, a multidão o recebeu com alegria, porque todos o estavam esperando.
41 Lá havia um homem chamado Jairo, que era um dos líderes da sinagoga. Jairo se prostrou aos pés de Jesus e o implorou que Ele fosse até a sua casa,
41 Eis que veio um homem chamado Jairo, que era chefe da sinagoga, e, prostrando-se aos pés de Jesus, suplicou-lhe que fosse até a sua casa.
42 pois sua única filha, de doze anos, estava morrendo. Mas enquanto Jesus ia, as multidões O espremiam.
42 Pois tinha uma filha única de uns doze anos, que estava morrendo. Enquanto Jesus caminhava, as multidões o apertavam.
43 Uma mulher que há doze anos sofria de fluxo de sangue estava na multidão. Ela já havia gastado todo o seu dinheiro com médicos, mas nenhum deles conseguira curá-la.
43 Certa mulher que, havia doze anos, vinha sofrendo de uma hemorragia e que havia gastado todos os seus bens com os médicos, sem que ninguém a pudesse curar,
44 Ela veio por trás de Jesus, tocou a borda de seu manto e imediatamente seu sangramento parou.
44 veio por trás de Jesus e tocou na borda da capa dele. E logo a hemorragia dela estancou.
45 Jesus disse: “Quem me tocou?” Quando todos negaram, Pedro disse: “Mestre, as multidões de pessoas estão te espremendo e te apertando”.
45 Mas Jesus perguntou: Como todos negassem, Pedro disse: — Mestre, é a multidão que o rodeia e aperta!
46 Mas Jesus disse: “Alguém me tocou, pois eu sei que de Mim saiu poder”.
46 Mas Jesus insistiu:
47 Quando a mulher viu que não poderia se esconder do que fez, ela veio tremendo, se prostrou aos pés de Jesus e declarou na presença de todos o motivo de ter tocado Nele e como ela fora curada imediatamente.
47 A mulher, vendo que não podia passar despercebida, aproximou-se trêmula e, prostrando-se diante de Jesus, declarou, à vista de todo o povo, o motivo por que havia tocado nele e como imediatamente tinha sido curada.
48 Então Jesus disse: “Filha, a tua fé te curou. Vá em paz”.
48 Então Jesus lhe disse:
49 Enquanto Jesus ainda falava, alguém veio da casa do líder da sinagoga, dizendo: “Não incomode o Mestre. A tua filha está morta”.
49 Enquanto Jesus ainda falava, veio uma pessoa da casa do chefe da sinagoga, dizendo: — A sua filha já morreu; não incomode mais o Mestre.
50 Mas quando Jesus ouviu isso, disse a Jairo: “Não temas. Apenas acredite e ela será salva”.
50 Mas Jesus, ouvindo isto, lhe disse:
51 Então quando Jesus chegou na casa, não permitiu que ninguém entrasse com Ele, exceto Pedro, João e Tiago, bem como o pai e a mãe da menina.
51 Tendo chegado à casa, Jesus não permitiu que ninguém entrasse com ele, a não ser Pedro, João e Tiago, além do pai e da mãe da menina.
52 Todas as pessoas estavam lamentando e chorando por ela, mas Ele disse: “Não choreis. Ela não está morta, está adormecida".
52 E todos choravam e a pranteavam. Mas Jesus disse:
53 E eles riram Dele com desdém, sabendo que ela estava morta.
53 E riam-se dele, porque sabiam que ela estava morta.
54 Mas Ele segurou a mão da menina e clamou dizendo: "Menina, levanta-te".
54 Mas Jesus, tomando-a pela mão, disse em voz alta:
55 O espírito dela retornou e ela levantou no mesmo momento. E Ele ordenou que dessem algo para ela comer.
55 Voltou-lhe o espírito, ela imediatamente se levantou, e Jesus mandou que lhe dessem de comer.
56 Seus pais estavam espantados, mas Ele ordenou que não contassem a ninguém o que aconteceu.
56 Seus pais ficaram maravilhados, mas ele lhes advertiu que a ninguém contassem o que havia acontecido.

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