Salmos 17
LvGluck8: Latvian Glück 8th edition (SM_LVGLUCK8) vs ARC
ARC Almeida Revista e Corrigida 2009
1 Dāvida lūgšana. Kungs, ņem vērā taisnību, klausies uz manu brēkšanu, griez savas ausis uz manu lūgšanu, kas nenāk no viltīgām lūpām.
1 Ouve, Senhor , a justiça e atende ao meu clamor; dá ouvidos à minha oração, que não é feita com lábios enganosos.
2 No tava vaiga lai nāk mana tiesa; tavas acis skatās uz to, kas ir taisnība.
2 Saia a minha sentença de diante do teu rosto; atendam os teus olhos à razão.
3 Tu pārbaudi manu sirdi, Tu piemeklē to naktīs, Tu mani esi kausējis un nekā neatradis; es esmu apņēmies, ka manai mutei nebūs pārkāpt.
3 Provaste o meu coração; visitaste- me de noite; examinaste-me e nada achaste; o que pensei, a minha boca não transgredirá.
4 Pie cilvēku darbiem es sargos caur Tavas mutes vārdu no pārkāpēja pēdām.
4 Quanto ao trato dos homens, pela palavra dos teus lábios me guardei das veredas do destruidor.
5 Uzturi manu gājienu uz Taviem ceļiem, ka mani soļi nešaubās.
5 Dirige os meus passos nos teus caminhos, para que as minhas pegadas não vacilem.
6 Es Tevi piesaucu, jo Tu mani paklausi, ak Dievs! Griez' Savu ausi pie manis, klausi manu valodu.
6 Eu te invoquei, ó Deus, pois me queres ouvir; inclina para mim os teus ouvidos e escuta as minhas palavras.
7 Parādi brīnišķi Savu žēlastību, Tu, kas glābi no pretiniekiem tos, kas tvērās pie Tavas labās rokas.
7 Faze maravilhosas as tuas beneficências, tu que livras aqueles que em ti confiam dos que se levantam contra a tua destra.
8 Pasargi mani kā acs raugu acī, apslēp mani savu spārnu pavēnī
8 Guarda-me como à menina do olho, esconde-me à sombra das tuas asas,
9 No bezdievīgo vaiga, kas mani posta, no maniem nikniem ienaidniekiem, kas ap mani apmetās.
9 dos ímpios que me oprimem, dos meus inimigos mortais que me andam cercando.
10 Savu cieto sirdi tie aizslēguši, ar savu muti tie runā lepni.
10 Na sua gordura se encerram e com a boca falam soberbamente.
11 Tie nu ir visapkārt ap mums mūsu ceļos, ar savām acīm tie glūn, mūs gāzt pie zemes.
11 Andam-nos agora espiando os nossos passos; e fixam os seus olhos em nós para nos derribarem por terra;
12 Viņa ģīmis ir kā lauva, kas tīko saplosīt, un kā jauns lauva, kas sēž paslēpies.
12 parecem-se com o leão que deseja arrebatar a sua presa e com o leãozinho que se põe em esconderijos.
13 Celies, Kungs, steidzies viņam pretī, nogāz viņu, izglāb ar Savu zobenu manu dvēseli no bezdievīgā,
13 Levanta-te, Senhor ! Detém-no, derriba-o, livra a minha alma do ímpio, pela tua espada;
14 No tiem ļaudīm ar Savu roku, ak Kungs! no šās pasaules ļaudīm, kam sava tiesa ir šai dzīvībā, kam vēderu Tu pildi ar Savu mantu, kam dēlu papilnam, un kas savu mantu atstāj saviem bērniem.
14 dos homens, com a tua mão, Senhor , dos homens do mundo, cuja porção está nesta vida e cujo ventre enches do teu tesouro oculto; seus filhos estão fartos, e estes dão os seus sobejos às suas crianças.
15 Bet es skatīšu Tavu vaigu iekš taisnības, uzmodies mielošos no Tava ģīmja.
15 Quanto a mim, contemplarei a tua face na justiça; eu me satisfarei da tua semelhança quando acordar.
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