Jó 24

GerGruenewald: 1924 Grünewaldbibel (SM_GERGRUENEWALD) vs ARC

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ARC Almeida Revista e Corrigida 2009
1 "Warum sind vom Allmächtigen die Zeiten nimmer eingehalten? Denn seine Tage haben seine Gläubigen niemals erlebt.
1 Visto que do Todo-Poderoso se não encobriram os tempos, por que não veem os seus dias os que o conhecem?
2 Man rückt die Grenzen, raubt die Herden und treibt sie offen auf die Weide.
2 Há os que até os limites removem; roubam os rebanhos e os apascentam.
3 Der Waisen Esel treibt man fort und nimmt der Witwe Rind zum Pfande.
3 Levam o jumento do órfão; tomam em penhor o boi da viúva.
4 Die Armen stößt man von dem Wege; die Elenden im Lande müssen sich zumal verstecken.
4 Desviam do caminho os necessitados; e os miseráveis da terra juntos se escondem.
5 Gleich wilden Eseln müssen sie durch jener Schuld die Zehrung in der Steppe suchen und Brot daselbst für ihre Kinder holen.
5 Eis que, como jumentos monteses no deserto, saem à sua obra, madrugando para a presa; o campo raso dá mantimento a eles e aos seus filhos.
6 Auf dem Felde eines Bösewichtes müssen sie als Schnitter schaffen, im Weinberg eines Frevlers Lese halten.
6 No campo, segam o seu pasto e vindimam a vinha do ímpio.
7 Bei Nacht liegen sie nackt, der Kleidung bar, und bar der Hülle in der Kälte.
7 Ao nu fazem passar a noite sem roupa, não tendo ele coberta contra o frio.
8 Vom Regenguß auf Bergen triefen sie und schmiegen obdachlos sich an den Fels.
8 Pelas correntes das montanhas são molhados e, não tendo refúgio, abraçam-se com as rochas.
9 Man raubt die Waise von der Mutter Brust und pfändet des Bedrückten Kinder.
9 Ao orfãozinho arrancam do peito e aceitam o penhor do pobre.
10 Die gehen nackt einher, der Kleider bar, und schleppen hungernd Garben.
10 Fazem com que os nus vão sem veste e aos famintos tiram as espigas.
11 Sie keltern zwischen Gruben Öl und müssen dürsten, wenn sie Keltern treten.
11 Dentro dos seus muros fazem o azeite; pisam os lagares e ainda têm sede.
12 Sie stöhnen unter Sklavenangst; um Hilfe schreien diese Opfer; doch Gott zeigt keine Gunst.
12 Desde as cidades gemem os homens, e a alma dos feridos clama; e, contudo, Deus lho não imputa como loucura.
13 Und jene sind's doch, die das Licht verachten und seine Pfade nimmer kennen noch seine Wege je betreten.
13 Eles estão entre os que se opõem à luz; não conhecem os seus caminhos e não permanecem nas suas veredas.
14 Beim Morgengrauen steht der Mörder auf; er tötet Friedliche und Arme, und in der Nacht schleicht hin der Dieb.
14 De madrugada se levanta o homicida, mata o pobre e necessitado e de noite é como o ladrão.
15 Des Ehebrechers Auge lauert auf die Dämmerung; kein Auge, denkt er, wird mich sehen, und legt sich eine Hülle vors Gesicht.
15 Assim como os olhos do adúltero aguardam o crepúsculo, dizendo: Não me verá olho nenhum, e oculta o rosto,
16 Er dringt im Finstern in die Häuser ein. - Bei Tage fürchten sie sich sehr und wollen von dem Licht nichts wissen;
16 nas trevas minam as casas que de dia assinalaram; não conhecem a luz.
17 denn ihnen allen ist ein Graus der Morgen, der Augenblick ein Höllenschrecken, wo man sie kennen kann.
17 Porque a manhã, para todos eles, é como sombra de morte; porque, sendo conhecidos, sentem os pavores da sombra da morte.
18 Er schwebet leichthin über den Gewässern. 'Verflucht wird ihr Besitz auf Erden.' Er gibt nicht auf den Weg der Sünder acht.
18 São ligeiros sobre a face das águas; maldita é a sua porção sobre a terra; não voltam pelo caminho das vinhas.
19 Die Dürre und die Hitze nehmen Schneegewässer fort, die Unterwelt die, so gesündigt haben.
19 A secura e o calor desfazem as águas da neve; assim desfará a sepultura aos que pecaram.
20 Mitleid vergißt ihn. Gewürm labt sich an ihm, und man gedenkt nicht seiner mehr. Zerschmettert wie ein Baum so wird der Frevler.
20 A madre se esquecerá deles, os vermes os comerão gostosamente; nunca mais haverá lembrança deles, e a iniquidade se quebrará como a árvore.
21 Er gibt der Unfruchtbaren, Kinderlosen Hab und Gut; den Witwen aber tut er nimmer Gutes.
21 Afligem a estéril que não dá à luz e à viúva não fazem bem;
22 Lang leben läßt er Mächtige durch seine Macht. Da gibt es einen, deran den Lebenden nicht glaubt,
22 até aos poderosos arrastam com a sua força; se eles se levantam, não há vida segura.
23 und doch gibt er ihm Sicherheit, auf die er sich verlassen kann. Doch seine Augen wachen über solcher Wege.
23 Se Deus lhes dá descanso, estribam-se nisso; seus olhos, porém, estão nos caminhos deles.
24 Hoch stehn sie da. Nur eine kleine Zeit, sie sind nicht mehr. Sie sinken hin, wie alle anderen sterbend. Gleichwie die besten Ähren, also sind sie voll.
24 Por um pouco se alçam e logo desaparecem; são abatidos, encerrados como todos os outros e cortados como as pontas das espigas.
25 Wenn's nicht so ist, wer straft mich Lügen und macht mein Wort zunichte?"
25 Se agora não é assim, quem me desmentirá e desfará as minhas razões?

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