Jeremias 50
FreLXX: Traduction de la LXX par P. GIGUET et autres traducteurs, 1872. (SM_FRELXX) vs VC
1 Et quand Jérémie eut fini de répéter au peuple les paroles du Seigneur, pour lesquelles le Seigneur l'avait envoyé à eux,
1 Palavra do Senhor pronunciada contra Babilônia, país dos caldeus, por intermédio do profeta Jeremias.
2 Azarias, fils de Maasie, et Joanan, fils de Carée, et tous les hommes qui avaient parlé à Jérémie, dirent : Tu mens, le Seigneur ne t'a pas envoyé à nous, disant : N'entrez pas en Égypte pour y demeurer.
2 Proclamai o que vos digo e publicai-o entre as nações! Erguei um sinal; anunciai-o! Nada oculteis e exclamai: Babilônia foi tomada! Bel cobriu-se de confusão; Merodac foi destroçado; e seus ídolos foram confundidos, e abatidas suas imundícies.
3 Mais Baruch, fils de Nérias, te donne des conseils contre nous, afin que tu nous livres aux Chaldéens, et qu'ils nous tuent ou nous emmènent à Babylone.
3 Porque um povo vindo do norte avança contra ela, o qual fará de seu território um deserto inabitado, donde animais e homens fugirão e desaparecerão.
4 Ainsi Joanan, les chefs de l'armée et le peuple refusèrent d'écouter la voix du Seigneur, et de demeurer en la terre de Juda.
4 Naqueles dias, naqueles tempos - oráculo do Senhor -, voltarão os israelitas e os judeus, e em lágrimas hão de caminhar, procurando o Senhor, seu Deus;
5 Joanan et les chefs de l'armée prirent tous les restes de Juda, qui étaient revenus demeurer en la terre,
5 pôr-se-ão em procura de Sião, e para lá voltarão seus rostos. Vinde! Unamo-nos ao Senhor por uma eterna aliança que não será jamais esquecida!
6 Les hommes en état de porter les armes, et les femmes, et le reste des enfants, et les filles du roi, et les âmes que Nabuzardan avait laissées avec Godolias, fils d'Achicam, et Jérémie le prophète, et Baruch, fils de Nérias.
6 Era meu povo qual rebanho de ovelhas perdidas. Seus pastores as tinham perdido ao azar das montanhas; caminhavam por montanhas e colinas, esquecendo-se de seu aprisco.
7 Et ils entrèrent en Égypte, parce qu'ils n'avaient pas écouté la voix du Seigneur ; et ils allèrent à Taphnès.
7 Quantos as encontravam, devoravam-nas; e diziam seus inimigos: Nenhum mal existe nisso, porquanto pecaram contra o Senhor, verdadeiro aprisco, e esperança de seus pais.
8 Et la parole du Seigneur vint à Jérémie en Taphnès, disant :
8 Fugi do recinto de Babilônia, abandonai a Caldéia! Sede como os cabritos à frente do rebanho,
9 Prends de grandes pierres et cache-les, sous le portique du palais de Pharaon en Taphnès, aux yeux des hommes de Juda,
9 porque vou suscitar e conduzir contra Babilônia uma coligação de grandes nações vindas do norte. Contra ela se hão de enfileirar e a levarão de vencida. Suas setas são as de hábil guerreiro que não dispara sem atingir o alvo.
10 Et dis-leur : Ainsi parle le Seigneur : Voilà que j'enverrai et conduirai en Égypte Nabuchodonosor, roi de Babylone, et il placera son trône sur ces pierres que tu as cachées, et sur ces pierres il élèvera ses armes.
10 A Caldéia será entregue à pilhagem, e os que a saquearem se fartarão - oráculo do Senhor.
11 Et il entrera par cette porte, et il frappera la terre d'Égypte, et il enverra la peste à qui doit mourir de la peste, la captivité à ceux qui doivent être en captivité, et le glaive à qui doit périr par le glaive.
11 Sim, alegrai-vos! Podeis estar contentes, saqueadores de minha herança! Sim, saltai qual novilha na campina, e relinchai qual garanhão!
12 Et il mettra le feu aux temples de leurs dieux, et il les brûlera ; il fera les hommes captifs, il purgera l'Égypte de la vermine, comme un pâtre purge de la vermine son manteau, et il ira en paix.
12 Ficará coberta de confusão a vossa mãe. Aquela que vos gerou corará de vergonha; ela é colocada no último lugar das nações, porque não é senão deserto, desolado e pantanoso.
13 Et il brisera les colonnes d'Héliopolis, qui sont en On, et il brûlera leurs maisons par le feu.
13 Priva-a de seus habitantes a cólera do Senhor, ficando reduzida a um estado de solidão. Quem passar por Babilônia e lhe contemplar a queda assobiará de pasmo.
14 — ausente —
14 Em marcha para assaltar Babilônia, vós todos, arqueiros! Atirai contra ela sem poupar as flechas, porquanto pecou contra o Senhor.
15 — ausente —
15 De todos os cantos, lançai contra ela o grito de guerra! Ela estende a mão; desmoronam-se-lhe as torres e as muralhas, pois assim é o castigo do Senhor. Vingai-vos dela, fazendo o mesmo que ela fez.
16 — ausente —
16 Exterminai em Babilônia aquele que semeia, e o que maneja a foice no tempo da colheita ante a espada devastadora. Volte cada um para o seu povo, e fuja para a sua terra.
17 — ausente —
17 Israel é qual ovelha desgarrada perseguida por leões. Um a devorou: o rei da Assíria, e outro lhe partiu os ossos: Nabucodonosor, rei de Babilônia.
18 — ausente —
18 Eis por que assim fala o Senhor dos exércitos, Deus de Israel: vou castigar o rei de Babilônia e a sua terra, assim como castiguei o rei da Assíria.
19 — ausente —
19 Trarei novamente Israel para as suas pastagens, a fim de que entre nas pastagens do Carmelo e de Basã; e nos montes de Efraim e de Galaad fartar-se-á.
20 — ausente —
20 Naqueles dias e naqueles tempos - oráculo do Senhor - buscar-se-á a iniqüidade de Israel, mas ela terá desaparecido, e também o pecado de Judá, mas não o acharão, porque perdoarei ao resto que tiver poupado.
21 — ausente —
21 Sobe contra a terra de Merataim e contra a população de Pecod. Devasta, extermina - oráculo do Senhor - e executa todas as minhas ordens.
22 — ausente —
22 Tumulto de guerra no país, desastre imenso.
23 — ausente —
23 Como foi feito em pedaços o martelo que feria o mundo inteiro? Como se transformou Babilônia em objeto de pasmo entre as nações?
24 — ausente —
24 Lancei-te a rede e, sem o saberes, foste colhida de improviso, Babilônia. Eis-te apanhada e presa, por haveres provocado o Senhor.
25 — ausente —
25 Abriu o Senhor seu arsenal para dele tirar as armas de sua indignação, porque o Senhor dos exércitos tem algo a fazer contra a terra dos caldeus.
26 — ausente —
26 Vinde contra ela de todos os confins, abri seus celeiros, amontoai em feixes, e tudo exterminai sem que reste coisa alguma.
27 — ausente —
27 Matai todos os seus touros! Que desçam ao matadouro! Ai deles, porque o seu dia chegou, o tempo do seu castigo!
28 — ausente —
28 Ouviram-se os gritos dos fugitivos e daqueles que escaparam da terra de Babilônia, a fim de anunciarem em Sião a vingança do Senhor, nosso Deus, a vingança que toma pelo seu templo.
29 — ausente —
29 Convocai contra Babilônia os arqueiros, quantos retesam o arco, e sitiai-a, a fim de que ninguém possa escapar. Tratai-a segundo a sua conduta, tomai-lhe tudo o que ela fez, porque ela se levantou contra o Santo de Israel.
30 — ausente —
30 Por isso os seus jovens vão cair nas praças e todos os seus guerreiros perecerão nesse dia - oráculo do Senhor.
31 — ausente —
31 É contra ti que me volto, ó insolente - oráculo do Senhor Javé dos exércitos -, chegou o teu dia, o tempo do teu castigo.
32 — ausente —
32 Atordoar-se-á a insolente, e cairá sem que ninguém mais a levante. Lançar-lhe-ei fogo nas suas cidades, e tudo em volta será devorado.
33 — ausente —
33 Eis o que diz o Senhor dos exércitos: andam oprimidos os israelitas, assim como os judeus. Aqueles que os levaram ao cativeiro os detêm, recusando-se a libertá-los.
34 — ausente —
34 É forte, contudo, o seu vingador, cujo nome é Senhor dos exércitos; e defender-lhe-á com ardor a causa, a fim de que volte a calma ao país, e faça tremer os habitantes de Babilônia.
35 — ausente —
35 À espada os caldeus - oráculo do Senhor - e a população de Babilônia, os seus chefes e os seus sábios!
36 — ausente —
36 À espada os seus adivinhos mentirosos, para que enlouqueçam! À espada seus guerreiros, para que deles se aposse o terror!
37 — ausente —
37 À espada os seus cavalos e os seus carros, e toda a massa de povo que nela se encontra, para que se tornem como mulheres! À espada seus tesouros, para que sejam saqueados!
38 — ausente —
38 À espada suas águas, para que se esgotem! Porquanto é uma terra de ídolos, de gente apaixonada por seus espantalhos!
39 — ausente —
39 Por isso as feras aí farão sua morada com os chacais, e os avestruzes aí fixarão sua habitação. Jamais será ela habitada e para sempre ficará deserta.
40 — ausente —
40 Acontecer-lhe-á como no tempo em que Deus destruiu Sodoma, Gomorra e as cidades vizinhas - oráculo do Senhor. Ninguém mais aí habitará, e nenhum ser humano a povoará.
41 — ausente —
41 Eis que do norte acorre um povo: uma grande nação e reis numerosos erguem-se dos confins da terra,
42 — ausente —
42 armados de arcos e de setas. São cruéis e sem piedade; o barulho que fazem assemelha-se ao rugido do mar. Montados em cavalos alinham-se em ordem de batalha contra ti, filha de Babilônia.
43 — ausente —
43 Ao chegar-lhe tal notícia, deixou pender os braços o rei de Babilônia, e a angústia o oprimiu, qual a dor de uma mulher ao dar à luz.
44 — ausente —
44 Qual leão, lança-se o inimigo dos espinheiros do Jordão para uma pastagem perpétua; assim também em um instante eu os farei desaparecer, e aí estabelecerei aquele que escolhi. Porquanto, quem se iguala a mim? Quem poderia citar-me em juízo? Qual o pastor que poderia afrontar-me?
45 — ausente —
45 Escutai, portanto, a decisão do Senhor a propósito de Babilônia e seus desígnios contra a Caldéia: sim, serão arrastadas {à morte} como débeis cordeiros, e seus campos serão devastados.
46 — ausente —
46 Ao estrondo da queda de Babilônia comoveu-se a terra, e até entre as nações chegou seu eco.
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