Apocalipse 6

Sanskrit Bible (NT) in Harvard-Kyoto Script (SAN_HKS) vs NAA

Sair da comparação
NAA Nova Almeida Atualizada 2017
1 anantaraM mayi nirIkSamANe meSazAvakena tAsAM saptamudrANAm ekA mudrA muktA tatasteSAM caturNAm ekasya prANina Agatya pazyetivAcako meghagarjanatulyo ravo mayA zrutaH|
1 Vi quando o Cordeiro quebrou o primeiro dos sete selos e ouvi um dos quatro seres viventes dizendo, como se fosse som de trovão: — Venha!
2 tataH param ekaH zuklAzco dRSTaH, tadArUDho jano dhanu rdhArayati tasmai ca kirITamekam adAyi tataH sa prabhavan prabhaviSyaMzca nirgatavAn|
2 Vi, então, e eis um cavalo branco. O seu cavaleiro tinha um arco, e foi-lhe dada uma coroa. E ele saiu vencendo e para vencer.
3 aparaM dvitIyamudrAyAM tena mocitAyAM dvitIyasya prANina Agatya pazyeti vAk mayA zrutA|
3 Quando o Cordeiro quebrou o segundo selo, ouvi o segundo ser vivente dizendo: — Venha!
4 tato 'ruNavarNo 'para eko 'zvo nirgatavAn tadArohiNi pRthivItaH zAntyapaharaNasya lokAnAM madhye parasparaM pratighAtotpAdanasya ca sAmarthyaM samarpitam, eko bRhatkhaGgo 'pi tasmA adAyi|
4 E saiu outro cavalo, que era vermelho. E ao seu cavaleiro foi dado poder para tirar a paz da terra e fazer com que os homens matassem uns aos outros. Também lhe foi dada uma grande espada.
5 aparaM tRtIyamudrAyAM tana mocitAyAM tRtIyasya prANina Agatya pazyeti vAk mayA zrutA, tataH kAlavarNa eko 'zvo mayA dRSTaH, tadArohiNo haste tulA tiSThati
5 Quando o Cordeiro quebrou o terceiro selo, ouvi o terceiro ser vivente dizendo: — Venha! Então olhei, e eis um cavalo preto e o seu cavaleiro com uma balança na mão.
6 anantaraM prANicatuSTayasya madhyAd vAgiyaM zrutA godhUmAnAmekaH seTako mudrApAdaikamUlyaH, yavAnAJca seTakatrayaM mudrApAdaikamUlyaM tailadrAkSArasAzca tvayA mA hiMsitavyAH|
6 E ouvi o que parecia uma voz no meio dos quatro seres viventes dizendo: — Uma medida de trigo por um denário; três medidas de cevada por um denário; e não danifique o azeite e o vinho.
7 anantaraM caturthamudrAyAM tena mocitAyAM caturthasya prANina Agatya pazyeti vAk mayA zrutA|
7 Quando o Cordeiro quebrou o quarto selo, ouvi a voz do quarto ser vivente dizendo: — Venha!
8 tataH pANDuravarNa eko 'zvo mayA dRSTaH, tadArohiNo nAma mRtyuriti paralokazca tam anucarati khaGgena durbhikSeNa mahAmAryyA vanyapazubhizca lokAnAM badhAya pRthivyAzcaturthAMzasyAdhipatyaM tasmA adAyi|
8 Vi, então, e eis um cavalo amarelo. O seu cavaleiro se chamava Morte, e o inferno o estava seguindo. E lhes foi dada autoridade sobre a quarta parte da terra para matar à espada, pela fome, com a mortandade e por meio dos animais selvagens da terra.
9 anantaraM paJcamamudrAyAM tena mocitAyAm IzvaravAkyahetostatra sAkSyadAnAcca cheditAnAM lokAnAM dehino vedyA adho mayAdRzyanta|
9 Quando o Cordeiro quebrou o quinto selo, vi, debaixo do altar, as almas daqueles que tinham sido mortos por causa da palavra de Deus e por causa do testemunho que deram.
10 ta uccairidaM gadanti, he pavitra satyamaya prabho asmAkaM raktapAte pRthivInivAsibhi rvivadituM tasya phala dAtuJca kati kAlaM vilambase?
10 Clamaram com voz forte, dizendo: — Até quando, ó Soberano Senhor, santo e verdadeiro, não julgas, nem vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra?
11 tatasteSAm ekaikasmai zubhraH paricchado 'dAyi vAgiyaJcAkathyata yUyamalpakAlam arthato yuSmAkaM ye sahAdAsA bhrAtaro yUyamiva ghAniSyante teSAM saMkhyA yAvat sampUrNatAM na gacchati tAvad viramata|
11 Então a cada um deles foi dada uma veste branca, e lhes foi pedido que repousassem ainda por pouco tempo, até que também se completasse o número dos seus conservos e seus irmãos que iam ser mortos como eles tinham sido.
12 anantaraM yadA sa SaSThamudrAmamocayat tadA mayi nirIkSamANe mahAn bhUkampo 'bhavat sUryyazca uSTralomajavastravat kRSNavarNazcandramAzca raktasaGkAzo 'bhavat
12 Vi quando o Cordeiro quebrou o sexto selo. Houve um grande terremoto, o sol se tornou negro como pano de saco feito de crina, a lua ficou toda vermelha como sangue,
13 gaganasthatArAzca prabalavAyunA cAlitAd uDumbaravRkSAt nipAtitAnyapakkaphalAnIva bhUtale nyapatan|
13 as estrelas do céu caíram sobre a terra, como a figueira deixa cair os seus figos verdes quando sacudida por um vento forte,
14 AkAzamaNDalaJca saGkucyamAnagrantha_ivAntardhAnam agamat giraya upadvIpAzca sarvve sthAnAntaraM cAlitAH
14 e o céu recolheu-se como um pergaminho quando se enrola. Então todos os montes e as ilhas foram movidos do seu lugar.
15 pRthivIsthA bhUpAlA mahAllokAH sahastrapatayo dhaninaH parAkramiNazca lokA dAsA muktAzca sarvve 'pi guhAsu giristhazaileSu ca svAn prAcchAdayan|
15 Os reis da terra, os grandes, os comandantes, os ricos, os poderosos e todo escravo e todo livre se esconderam nas cavernas e nos penhascos dos montes
16 te ca girIn zailAMzca vadanti yUyam asmadupari patitvA siMhAsanopaviSTajanasya dRSTito meSazAvakasya kopAccAsmAn gopAyata;
16 e disseram aos montes e aos rochedos: — Caiam sobre nós e nos escondam da face daquele que está sentado no trono e da ira do Cordeiro!
17 yatastasya krodhasya mahAdinam upasthitaM kaH sthAtuM zaknoti?
17 Porque chegou o grande Dia da ira deles, e quem poderá subsistir?

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