Marcos 6

New Testament in Sanskrit Language; printed in Cologne Script (SAN_COL) vs NAA

Sair da comparação
NAA Nova Almeida Atualizada 2017
1 anantaraM sa tatsthAnAt prasthAya svapradEzamAgataH ziSyAzca tatpazcAd gatAH|
1 Tendo saído dali, Jesus foi para a sua terra, e os seus discípulos o acompanharam.
2 atha vizrAmavArE sati sa bhajanagRhE upadESTumArabdhavAn tatO'nEkE lOkAstatkathAM zrutvA vismitya jagaduH, asya manujasya IdRzI AzcaryyakriyA kasmAj jAtA? tathA svakarAbhyAm itthamadbhutaM karmma karttAुm Etasmai kathaM jnjAnaM dattam?
2 Chegando o sábado, começou a ensinar na sinagoga, e muitos, ouvindo-o, se maravilhavam, dizendo: — De onde lhe vem tudo isso? Que sabedoria é esta que lhe foi dada? E como se fazem tais maravilhas por suas mãos?
3 kimayaM mariyamaH putrastajnjA nO? kimayaM yAkUb-yOsi-yihudA-zimOnAM bhrAtA nO? asya bhaginyaH kimihAsmAbhiH saha nO? itthaM tE tadarthE pratyUhaM gatAH|
3 Não é este o carpinteiro, o filho de Maria e irmão de Tiago, José, Judas e Simão? As suas irmãs não vivem aqui entre nós? E escandalizavam-se por causa dele.
4 tadA yIzustEbhyO'kathayat svadEzaM svakuTumbAn svaparijanAMzca vinA kutrApi bhaviSyadvAdI asatkRtO na bhavati|
4 Jesus, porém, lhes disse:
5 aparanjca tESAmapratyayAt sa vismitaH kiyatAM rOgiNAM vapuHSu hastam arpayitvA kEvalaM tESAmArOgyakaraNAd anyat kimapi citrakAryyaM karttAM na zaktaH|
5 Não pôde fazer ali nenhum milagre, a não ser curar uns poucos doentes, impondo-lhes as mãos.
6 atha sa caturdikstha grAmAn bhramitvA upadiSTavAn
6 E admirava-se da incredulidade deles. Jesus percorria as aldeias vizinhas, ensinando.
7 dvAdazaziSyAn AhUya amEdhyabhUtAn vazIkarttAM zaktiM dattvA tESAM dvau dvau janO prESitavAn|
7 Chamou os doze e passou a enviá-los de dois em dois, dando-lhes autoridade sobre os espíritos imundos.
8 punarityAdizad yUyam EkaikAM yaSTiM vinA vastrasaMpuTaH pUpaH kaTibandhE tAmrakhaNPanjca ESAM kimapi mA grahlIta,
8 Ordenou-lhes que não levassem nada para o caminho, exceto um bordão; nem pão, nem sacola, nem dinheiro;
9 mArgayAtrAyai pAdESUpAnahau dattvA dvE uttarIyE mA paridhadvvaM|
9 e que fossem calçados de sandálias e não usassem duas túnicas.
10 aparamapyuktaM tEna yUyaM yasyAM puryyAM yasya nivEzanaM pravEkSyatha tAM purIM yAvanna tyakSyatha tAvat tannivEzanE sthAsyatha|
10 E recomendou-lhes:
11 tatra yadi kEpi yuSmAkamAtithyaM na vidadhati yuSmAkaM kathAzca na zRNvanti tarhi tatsthAnAt prasthAnasamayE tESAM viruddhaM sAkSyaM dAtuM svapAdAnAsphAlya rajaH sampAtayata; ahaM yuSmAn yathArthaM vacmi vicAradinE tannagarasyAvasthAtaH sidOmAmOrayO rnagarayOravasthA sahyatarA bhaviSyati|
11 Se em algum lugar não quiserem recebê-los nem ouvi-los, ao saírem dali sacudam o pó dos pés, em testemunho contra eles.
12 atha tE gatvA lOkAnAM manaHparAvarttanIH kathA pracAritavantaH|
12 Então, saindo eles, pregavam ao povo que se arrependesse.
13 EvamanEkAn bhUtAMzca tyAjitavantastathA tailEna marddayitvA bahUn janAnarOgAnakArSuH|
13 Expulsavam muitos demônios e curavam numerosos enfermos, ungindo-os com óleo.
14 itthaM tasya sukhyAtizcaturdizO vyAptA tadA hErOd rAjA tannizamya kathitavAn, yOhan majjakaH zmazAnAd utthita atOhEtOstEna sarvvA EtA adbhutakriyAH prakAzantE|
14 Isto chegou aos ouvidos do rei Herodes, porque o nome de Jesus havia se tornado conhecido. E alguns diziam: “João Batista ressuscitou dentre os mortos e, por isso, forças miraculosas operam nele.”
15 anyE'kathayan ayam EliyaH, kEpi kathitavanta ESa bhaviSyadvAdI yadvA bhaviSyadvAdinAM sadRza EkOyam|
15 Outros diziam: “É Elias.” Ainda outros diziam: “É profeta como um dos antigos profetas.”
16 kintu hErOd ityAkarNya bhASitavAn yasyAhaM zirazchinnavAn sa Eva yOhanayaM sa zmazAnAdudatiSThat|
16 Herodes, porém, ouvindo isto, disse: — É João, a quem eu mandei decapitar, que ressuscitou.
17 pUrvvaM svabhrAtuH philipasya patnyA udvAhaM kRtavantaM hErOdaM yOhanavAdIt svabhAtRvadhU rna vivAhyA|
17 Porque o próprio Herodes havia mandado prender João e amarrá-lo na prisão, por causa de Herodias, mulher do seu irmão Filipe, com a qual Herodes havia casado.
18 ataH kAraNAt hErOd lOkaM prahitya yOhanaM dhRtvA bandhanAlayE baddhavAn|
18 Pois João lhe dizia: “Você não tem o direito de viver com a mulher do seu irmão.”
19 hErOdiyA tasmai yOhanE prakupya taM hantum aicchat kintu na zaktA,
19 Herodias odiava João Batista e queria matá-lo, mas não conseguia fazer isso.
20 yasmAd hErOd taM dhArmmikaM satpuruSanjca jnjAtvA sammanya rakSitavAn; tatkathAM zrutvA tadanusArENa bahUni karmmANi kRtavAn hRSTamanAstadupadEzaM zrutavAMzca|
20 Porque Herodes temia João, sabendo que era homem justo e santo, e o mantinha em segurança. E, quando o ouvia, ficava perplexo, embora gostasse de escutá-lo.
21 kintu hErOd yadA svajanmadinE pradhAnalOkEbhyaH sEnAnIbhyazca gAlIlpradEzIyazrESThalOkEbhyazca rAtrau bhOjyamEkaM kRtavAn
21 Chegando uma ocasião favorável, em que Herodes, no dia do seu aniversário, deu um banquete às autoridades, aos oficiais militares e às pessoas importantes da Galileia,
22 tasmin zubhadinE hErOdiyAyAH kanyA samEtya tESAM samakSaM saMnRtya hErOdastEna sahOpaviSTAnAnjca tOSamajIjanat tatA nRpaH kanyAmAha sma mattO yad yAcasE tadEva tubhyaM dAsyE|
22 a filha de Herodias entrou no salão e, dançando, agradou a Herodes e aos seus convidados. Então o rei disse à jovem: — Peça o que quiser, e eu lhe darei.
23 zapathaM kRtvAkathayat cEd rAjyArddhamapi yAcasE tadapi tubhyaM dAsyE|
23 E fez este juramento: — O que você me pedir eu lhe darei, mesmo que seja a metade do meu reino.
24 tataH sA bahi rgatvA svamAtaraM papraccha kimahaM yAciSyE? tadA sAkathayat yOhanO majjakasya ziraH|
24 Ela saiu e foi perguntar à mãe: — O que pedirei? A mãe respondeu: — A cabeça de João Batista.
25 atha tUrNaM bhUpasamIpam Etya yAcamAnAvadat kSaNEsmin yOhanO majjakasya ziraH pAtrE nidhAya dEhi, Etad yAcE'haM|
25 No mesmo instante, voltando apressadamente para junto do rei, disse: — Quero que, sem demora, o senhor me dê num prato a cabeça de João Batista.
26 tasmAt bhUpO'tiduHkhitaH, tathApi svazapathasya sahabhOjinAnjcAnurOdhAt tadanaggIkarttuM na zaktaH|
26 O rei ficou muito triste, mas, por causa do juramento e dos que estavam com ele à mesa, não quis negar o pedido da jovem.
27 tatkSaNaM rAjA ghAtakaM prESya tasya zira AnEtumAdiSTavAn|
27 E, enviando logo o executor, mandou que lhe trouxessem a cabeça de João. Ele foi e o decapitou na prisão,
28 tataH sa kArAgAraM gatvA tacchirazchitvA pAtrE nidhAyAnIya tasyai kanyAyai dattavAn kanyA ca svamAtrE dadau|
28 e, trazendo a cabeça num prato, a entregou à jovem, e esta, por sua vez, a entregou à sua mãe.
29 ananataraM yOhanaH ziSyAstadvArttAM prApyAgatya tasya kuNapaM zmazAnE'sthApayan|
29 Os discípulos de João, logo que souberam disto, vieram, levaram o corpo dele e o colocaram num túmulo.
30 atha prESitA yIzOH sannidhau militA yad yac cakruH zikSayAmAsuzca tatsarvvavArttAstasmai kathitavantaH|
30 Os apóstolos voltaram à presença de Jesus e lhe relataram tudo o que tinham feito e ensinado.
31 sa tAnuvAca yUyaM vijanasthAnaM gatvA vizrAmyata yatastatsannidhau bahulOkAnAM samAgamAt tE bhOktuM nAvakAzaM prAptAH|
31 E ele lhes disse: Isto porque eles não tinham tempo nem para comer, visto serem muitos os que iam e vinham.
32 tatastE nAvA vijanasthAnaM guptaM gagmuH|
32 Então foram de barco para um lugar deserto, à parte.
33 tatO lOkanivahastESAM sthAnAntarayAnaM dadarza, anEkE taM paricitya nAnApurEbhyaH padairvrajitvA javEna taiSAmagrE yIzOH samIpa upatasthuH|
33 Muitos, porém, os viram sair e, reconhecendo-os, correram para lá, a pé, de todas as cidades, e chegaram antes deles.
34 tadA yIzu rnAvO bahirgatya lOkAraNyAnIM dRSTvA tESu karuNAM kRtavAn yatastE'rakSakamESA ivAsan tadA sa tAna nAnAprasaggAn upadiSTavAn|
34 Ao desembarcar, Jesus viu uma grande multidão e compadeceu-se dela, porque eram como ovelhas que não têm pastor. E começou a ensinar-lhes muitas coisas.
35 atha divAntE sati ziSyA Etya yIzumUcirE, idaM vijanasthAnaM dinanjcAvasannaM|
35 Como já era bastante tarde, os discípulos se aproximaram de Jesus e disseram: — Este lugar é deserto, e já é bastante tarde.
36 lOkAnAM kimapi khAdyaM nAsti, atazcaturdikSu grAmAn gantuM bhOjyadravyANi krEtunjca bhavAn tAn visRjatu|
36 Mande essas pessoas embora, para que, indo pelos campos ao redor e pelas aldeias, comprem para si o que comer.
37 tadA sa tAnuvAca yUyamEva tAn bhOjayata; tatastE jagadu rvayaM gatvA dvizatasaMkhyakai rmudrApAdaiH pUpAn krItvA kiM tAn bhOjayiSyAmaH?
37 Jesus, porém, lhes disse: Mas eles disseram: — Iremos comprar duzentos denários de pão para lhes dar de comer?
38 tadA sa tAn pRSThavAn yuSmAkaM sannidhau kati pUpA AsatE? gatvA pazyata; tatastE dRSTvA tamavadan panjca pUpA dvau matsyau ca santi|
38 E Jesus lhes disse: Eles foram se informar e responderam: — Cinco pães e dois peixes.
39 tadA sa lOkAn zaspOpari paMktibhirupavEzayitum AdiSTavAn,
39 Então Jesus lhes ordenou que todos se assentassem, em grupos, sobre a relva verde.
40 tatastE zataM zataM janAH panjcAzat panjcAzajjanAzca paMktibhi rbhuvi samupavivizuH|
40 E eles o fizeram, repartindo-se em grupos de cem e de cinquenta.
41 atha sa tAn panjcapUpAn matsyadvayanjca dhRtvA svargaM pazyan IzvaraguNAn anvakIrttayat tAn pUpAn bhaMktvA lOkEbhyaH parivESayituM ziSyEbhyO dattavAn dvA matsyau ca vibhajya sarvvEbhyO dattavAn|
41 Jesus, pegando os cinco pães e os dois peixes, erguendo os olhos para o céu, os abençoou. Depois partiu os pães e os deu aos seus discípulos para que os distribuíssem. E também repartiu os dois peixes entre todos.
42 tataH sarvvE bhuktvAtRpyan|
42 Todos comeram e se fartaram,
43 anantaraM ziSyA avaziSTaiH pUpai rmatsyaizca pUrNAn dvadaza PallakAn jagRhuH|
43 e ainda recolheram doze cestos cheios de pedaços de pão e de peixe.
44 tE bhOktAraH prAyaH panjca sahasrANi puruSA Asan|
44 Os que comeram os pães eram cinco mil homens.
45 atha sa lOkAn visRjannEva nAvamArOPhuM svasmAdagrE pArE baitsaidApuraM yAtunjca zSyiाn vAPhamAdiSTavAn|
45 Logo a seguir, Jesus fez com que os seus discípulos entrassem no barco e fossem adiante dele para o outro lado, para Betsaida, enquanto ele despedia a multidão.
46 tadA sa sarvvAn visRjya prArthayituM parvvataM gataH|
46 E, tendo-os despedido, ele subiu ao monte para orar.
47 tataH sandhyAyAM satyAM nauH sindhumadhya upasthitA kintu sa EkAkI sthalE sthitaH|
47 Ao cair da tarde, o barco estava no meio do mar, e Jesus estava sozinho em terra.
48 atha sammukhavAtavahanAt ziSyA nAvaM vAhayitvA parizrAntA iti jnjAtvA sa nizAcaturthayAmE sindhUpari padbhyAM vrajan tESAM samIpamEtya tESAmagrE yAtum udyataH|
48 De madrugada, vendo que os discípulos remavam com dificuldade, porque o vento lhes era contrário, Jesus foi até onde eles estavam, andando sobre o mar; e queria passar adiante deles.
49 kintu ziSyAH sindhUpari taM vrajantaM dRSTvA bhUtamanumAya ruruvuH,
49 Eles, porém, vendo-o andar sobre o mar, pensaram tratar-se de um fantasma e gritaram.
50 yataH sarvvE taM dRSTvA vyAkulitAH| ataEva yIzustatkSaNaM taiH sahAlapya kathitavAn, susthirA bhUta, ayamahaM mA bhaiSTa|
50 Pois todos viram Jesus e ficaram apavorados. Mas Jesus imediatamente falou com eles e disse:
51 atha naukAmAruhya tasmin tESAM sannidhiM gatE vAtO nivRttaH; tasmAttE manaHsu vismitA AzcaryyaM mEnirE|
51 Então subiu no barco para estar com eles, e o vento cessou. Ficaram totalmente perplexos,
52 yatastE manasAM kAThinyAt tat pUpIyam AzcaryyaM karmma na viviktavantaH|
52 porque não haviam compreendido o milagre dos pães, pois o coração deles estava endurecido.
53 atha tE pAraM gatvA ginESaratpradEzamEtya taTa upasthitAH|
53 Estando já no outro lado, chegaram à terra de Genesaré, onde atracaram.
54 tESu naukAtO bahirgatESu tatpradEzIyA lOkAstaM paricitya
54 Saindo eles do barco, o povo logo reconheceu Jesus.
55 caturdikSu dhAvantO yatra yatra rOgiNO narA Asan tAn sarvvAna khaTvOpari nidhAya yatra kutracit tadvArttAM prApuH tat sthAnam AnEtum ArEbhirE|
55 E eles, percorrendo toda aquela região, começaram a trazer em leitos os enfermos e os levavam para onde ouviam que ele estava.
56 tathA yatra yatra grAmE yatra yatra purE yatra yatra pallyAnjca tEna pravEzaH kRtastadvartmamadhyE lOkAH pIPitAn sthApayitvA tasya cElagranthimAtraM spraSTum tESAmarthE tadanujnjAM prArthayantaH yAvantO lOkAH paspRzustAvanta Eva gadAnmuktAH|
56 Onde quer que ele entrasse, nas aldeias, cidades ou campos, punham os enfermos nas praças, pedindo-lhe que os deixasse tocar ao menos na borda da sua roupa. E todos os que tocavam nela ficavam curados.

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