Apocalipse 21

New Testament in Sanskrit Language; printed in Cologne Script (SAN_COL) vs ARA

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ARA Almeida Revista e Atualizada 1993
1 anantaraM navInam AkAzamaNPalaM navInA pRthivI ca mayA dRSTE yataH prathamam AkAzamaNPalaM prathamA pRthivI ca lOpaM gatE samudrO 'pi tataH paraM na vidyatE|
1 Vi novo céu e nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe.
2 aparaM svargAd avarOhantI pavitrA nagarI, arthatO navInA yirUzAlamapurI mayA dRSTA, sA varAya vibhUSitA kanyEva susajjitAsIt|
2 Vi também a cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus, ataviada como noiva adornada para o seu esposo.
3 anantaraM svargAd ESa mahAravO mayA zrutaH pazyAyaM mAnavaiH sArddham IzvarasyAvAsaH, sa taiH sArddhaM vatsyati tE ca tasya prajA bhaviSyanti, Izvarazca svayaM tESAm IzvarO bhUtvA taiH sArddhaM sthAsyati|
3 Então, ouvi grande voz vinda do trono, dizendo: Eis o tabernáculo de Deus com os homens. Deus habitará com eles. Eles serão povos de Deus, e Deus mesmo estará com eles.
4 tESAM nEtrEbhyazcAzrUNi sarvvANIzvarENa pramArkSyantE mRtyurapi puna rna bhaviSyati zOkavilApaklEzA api puna rna bhaviSyanti, yataH prathamAni sarvvANi vyatItini|
4 E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram.
5 aparaM siMhAsanOpaviSTO janO'vadat pazyAhaM sarvvANi nUtanIkarOmi| punaravadat likha yata imAni vAkyAni satyAni vizvAsyAni ca santi|
5 E aquele que está assentado no trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E acrescentou: Escreve, porque estas palavras são fiéis e verdadeiras.
6 pana rmAm avadat samAptaM, ahaM kaH kSazca, aham Adirantazca yaH pipAsati tasmA ahaM jIvanadAyiprasravaNasya tOyaM vinAmUlyaM dAsyAmi|
6 Disse-me ainda: Tudo está feito. Eu sou o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim. Eu, a quem tem sede, darei de graça da fonte da água da vida.
7 yO jayati sa sarvvESAm adhikArI bhaviSyati, ahanjca tasyEzvarO bhaviSyAmi sa ca mama putrO bhaviSyati|
7 O vencedor herdará estas coisas, e eu lhe serei Deus, e ele me será filho.
8 kintu bhItAnAm avizvAsinAM ghRNyAnAM narahantRNAM vEzyAgAminAM mOhakAnAM dEvapUjakAnAM sarvvESAm anRtavAdinAnjcAMzO vahnigandhakajvalitahradE bhaviSyati, ESa Eva dvitIyO mRtyuH|
8 Quanto, porém, aos covardes, aos incrédulos, aos abomináveis, aos assassinos, aos impuros, aos feiticeiros, aos idólatras e a todos os mentirosos, a parte que lhes cabe será no lago que arde com fogo e enxofre, a saber, a segunda morte.
9 anantaraM zESasaptadaNPaiH paripUrNAH sapta kaMsA yESAM saptadUtAnAM karESvAsan tESAmEka Agatya mAM sambhASyAvadat, AgacchAhaM tAM kanyAm arthatO mESazAvakasya bhAvibhAryyAM tvAM darzayAmi|
9 Então, veio um dos sete anjos que têm as sete taças cheias dos últimos sete flagelos e falou comigo, dizendo: Vem, mostrar-te-ei a noiva, a esposa do Cordeiro;
10 tataH sa AtmAviSTaM mAm atyuccaM mahAparvvatamEMka nItvEzvarasya sannidhitaH svargAd avarOhantIM yirUzAlamAkhyAM pavitrAM nagarIM darzitavAn|
10 e me transportou, em espírito, até a uma grande e elevada montanha e me mostrou a santa cidade, Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus,
11 sA IzvarIyapratApaviziSTA tasyAstEjO mahArgharatnavad arthataH sUryyakAntamaNitEjastulyaM|
11 a qual tem a glória de Deus. O seu fulgor era semelhante a uma pedra preciosíssima, como pedra de jaspe cristalina.
12 tasyAH prAcIraM bRhad uccanjca tatra dvAdaza gOpurANi santi tadgOpurOpari dvAdaza svargadUtA vidyantE tatra ca dvAdaza nAmAnyarthata isrAyElIyAnAM dvAdazavaMzAnAM nAmAni likhitAni|
12 Tinha grande e alta muralha, doze portas, e, junto às portas, doze anjos, e, sobre elas, nomes inscritos, que são os nomes das doze tribos dos filhos de Israel.
13 pUrvvadizi trINi gOpurANi uttaradizi trINi gOpurANi dakSiNadiSi trINi gOpurANi pazcImadizi ca trINi gOpurANi santi|
13 Três portas se achavam a leste, três, ao norte, três, ao sul, e três, a oeste.
14 nagaryyAH prAcIrasya dvAdaza mUlAni santi tatra mESAzAvAkasya dvAdazaprEritAnAM dvAdaza nAmAni likhitAni|
14 A muralha da cidade tinha doze fundamentos, e estavam sobre estes os doze nomes dos doze apóstolos do Cordeiro.
15 anaraM nagaryyAstadIyagOpurANAM tatprAcIrasya ca mApanArthaM mayA sambhASamANasya dUtasya karE svarNamaya EkaH parimANadaNPa AsIt|
15 Aquele que falava comigo tinha por medida uma vara de ouro para medir a cidade, as suas portas e a sua muralha.
16 nagaryyA AkRtizcaturasrA tasyA dairghyaprasthE samE| tataH paraM sa tEga parimANadaNPEna tAM nagarIM parimitavAn tasyAH parimANaM dvAdazasahasranalvAH| tasyA dairghyaM prastham uccatvanjca samAnAni|
16 A cidade é quadrangular, de comprimento e largura iguais. E mediu a cidade com a vara até doze mil estádios. O seu comprimento, largura e altura são iguais.
17 aparaM sa tasyAH prAcIraM parimitavAn tasya mAnavAsyArthatO dUtasya parimANAnusAratastat catuzcatvAriMzadadhikAzatahastaparimitaM |
17 Mediu também a sua muralha, cento e quarenta e quatro côvados, medida de homem, isto é, de anjo.
18 tasya prAcIrasya nirmmitiH sUryyakAntamaNibhi rnagarI ca nirmmalakAcatulyEna zuddhasuvarNEna nirmmitA|
18 A estrutura da muralha é de jaspe; também a cidade é de ouro puro, semelhante a vidro límpido.
19 nagaryyAH prAcIrasya mUlAni ca sarvvavidhamahArghamaNibhi rbhUSitAni| tESAM prathamaM bhittimUlaM sUryyakAntasya, dvitIyaM nIlasya, tRtIyaM tAmramaNEH, caturthaM marakatasya,
19 Os fundamentos da muralha da cidade estão adornados de toda espécie de pedras preciosas. O primeiro fundamento é de jaspe; o segundo, de safira; o terceiro, de calcedônia; o quarto, de esmeralda;
20 panjcamaM vaidUryyasya, SaSThaM zONaratnasya, saptamaM candrakAntasya,aSTamaM gOmEdasya, navamaM padmarAgasya, dazamaM lazUnIyasya, EkAdazaM SErOjasya, dvAdazaM marTISmaNEzcAsti|
20 o quinto, de sardônio; o sexto, de sárdio; o sétimo, de crisólito; o oitavo, de berilo; o nono, de topázio; o décimo, de crisópraso; o undécimo, de jacinto; e o duodécimo, de ametista.
21 dvAdazagOpurANi dvAdazamuktAbhi rnirmmitAni, EkaikaM gOpuram EkaikayA muktayA kRtaM nagaryyA mahAmArgazcAcchakAcavat nirmmalasuvarNEna nirmmitaM|
21 As doze portas são doze pérolas, e cada uma dessas portas, de uma só pérola. A praça da cidade é de ouro puro, como vidro transparente.
22 tasyA antara Ekamapi mandiraM mayA na dRSTaM sataH sarvvazaktimAn prabhuH paramEzvarO mESazAvakazca svayaM tasya mandiraM|
22 Nela, não vi santuário, porque o seu santuário é o Senhor, o Deus Todo-Poderoso, e o Cordeiro.
23 tasyai nagaryyai dIptidAnArthaM sUryyAcandramasOH prayOjanaM nAsti yata Izvarasya pratApastAM dIpayati mESazAvakazca tasyA jyOtirasti|
23 A cidade não precisa nem do sol, nem da lua, para lhe darem claridade, pois a glória de Deus a iluminou, e o Cordeiro é a sua lâmpada.
24 paritrANaprAptalOkanivahAzca tasyA AlOkE gamanAgamanE kurvvanti pRthivyA rAjAnazca svakIyaM pratApaM gauravanjca tanmadhyam Anayanti|
24 As nações andarão mediante a sua luz, e os reis da terra lhe trazem a sua glória.
25 tasyA dvArANi divA kadApi na rOtsyantE nizApi tatra na bhaviSyati|
25 As suas portas nunca jamais se fecharão de dia, porque, nela, não haverá noite.
26 sarvvajAtInAM gauravapratApau tanmadhyam AnESyEtE|
26 E lhe trarão a glória e a honra das nações.
27 parantvapavitraM ghRNyakRd anRtakRd vA kimapi tanmadhyaM na pravEkSyati mESazAvakasya jIvanapustakE yESAM nAmAni likhitAni kEvalaM ta Eva pravEkSyanti|
27 Nela, nunca jamais penetrará coisa alguma contaminada, nem o que pratica abominação e mentira, mas somente os inscritos no Livro da Vida do Cordeiro.

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