Salmos 104

Almeida Revista e Corrigida 1969 (RC69) vs NAA

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NAA Nova Almeida Atualizada 2017
1 BENDIZE, ó minha alma ao Senhor: Senhor Deus meu, tu és magnificentíssimo, estás vestido de glória e de majestade.
1 Bendiga, minha alma, o Senhor ! como tu és grandioso! Estás revestido de glória e majestade,
2 Ele cobre-se de luz como de um vestido, estende os céus como uma cortina.
2 coberto de luz como de um manto. Tu estendes o céu como uma cortina,
3 Põe nas águas os vigamentos das suas câmaras; faz das nuvens o seu carro, anda sobre as asas do vento.
3 pões nas águas o vigamento da tua morada, tomas as nuvens por carruagem e voas nas asas do vento.
4 Faz dos ventos seus mensageiros, dos seus ministros um fogo abrasador.
4 Fazes a teus anjos ventos e a teus ministros, labaredas de fogo.
5 Lançou os fundamentos da terra, para que não vacile em tempo algum.
5 Lançaste os fundamentos da terra, para que ela não se abale em tempo nenhum.
6 Tu a cobres com o abismo, como com um vestido: as águas estavam sobre os montes;
6 Tomaste o abismo por vestuário e a cobriste; as águas ficaram acima das montanhas.
7 À tua repreensão fugiram, à voz do teu trovão se apressaram.
7 Com a tua repreensão, as águas fugiram, com a voz do teu trovão, bateram em retirada.
8 Sobem aos montes, descem aos vales, até ao lugar que para elas fundaste.
8 Elevaram-se os montes, desceram os vales, até o lugar que lhes havias preparado.
9 Limite lhes traçaste, que não ultrapassarão, para que não tornem mais a cobrir a terra.
9 Puseste às águas divisa que não ultrapassarão, para que não voltem a cobrir a terra.
10 Tu, que nos vales fazes rebentar nascentes, que correm entre os montes.
10 Tu fazes rebentar fontes no vale, cujas águas correm entre os montes;
11 Dão de beber a todos os animais do campo; os jumentos monteses matam com ela a sua sede.
11 dão de beber a todos os animais do campo; os jumentos selvagens matam a sua sede.
12 Junto delas habitam as aves do céu, cantando entre os ramos.
12 Junto delas as aves do céu têm o seu pouso e, por entre a ramagem, elas se põem a cantar.
13 Ele rega os montes desde as suas câmaras: a terra farta-se do fruto das suas obras.
13 Do alto de tua morada, regas os montes; a terra farta-se do fruto de tuas obras.
14 Faz crescer a erva para os animais, e a verdura para o serviço do homem, para que tire da terra o alimento,
14 Fazes crescer a relva para os animais e as plantas que o ser humano cultiva, para que da terra tire o seu alimento:
15 E o vinho que alegra o coração do homem, e faz reluzir o seu rosto como azeite, e o pão que fortalece o seu coração.
15 o vinho, que alegra o coração, o azeite, que lhe dá brilho ao rosto, e o pão, que lhe sustém as forças.
16 Satisfazem-se as árvores do Senhor; os cedros do Líbano que ele plantou.
16 São saciadas as árvores do e os cedros do Líbano que ele plantou,
17 Onde as aves se aninham: quanto à cegonha, a sua casa é nas faias.
17 em que as aves fazem os seus ninhos; quanto à cegonha, a sua casa é nos ciprestes.
18 Os altos montes são um refúgio para as cabras monteses, e as rochas para os coelhos.
18 Os altos montes são das cabras-monteses, e as rochas, o refúgio dos arganazes.
19 Designou a lua para as estações: o sol conhece o seu ocaso.
19 Fez a lua para marcar o tempo; o sol conhece a hora de se pôr.
20 Ordenas a escuridão, e faz-se noite, na qual saem todos os animais da selva.
20 Envias as trevas e vem a noite, na qual vagueiam os animais da selva.
21 Os leõezinhos bramam pela presa, e de Deus buscam o seu sustento.
21 Os leõezinhos rugem pela presa e buscam de Deus o sustento;
22 Nasce o sol e logo se recolhem, e se deitam nos seus covis.
22 em vindo o sol, eles se recolhem e se acomodam nos seus covis.
23 Então sai o homem para a sua lida e para o seu trabalho, até à tarde.
23 Então as pessoas saem para o seu trabalho e para o seu serviço até a tarde.
24 Ó Senhor, quão variadas são as tuas obras! todas as cousas fizeste com sabedoria; cheia está a terra das tuas riquezas.
24 Que variedade, Senhor , nas tuas obras! Fizeste todas elas com sabedoria; a terra está cheia das tuas riquezas.
25 Tal é este vasto e espaçoso mar onde se movem seres inumeráveis, animais pequenos e grandes.
25 Eis o mar vasto, imenso, no qual se movem seres sem conta, animais pequenos e grandes.
26 Ali passam os navios; e o leviatã que formaste para nele folgar.
26 Por ele transitam os navios e o Leviatã que formaste para nele brincar.
27 Todos esperam de ti que lhes dês o seu sustento em tempo oportuno.
27 Todos esperam de ti que lhes dês de comer a seu tempo.
28 Dando-lho tu, eles o recolhem; abres a tua mão, e enchem-se de bens.
28 Se lhes dás, eles o recolhem; se abres a mão, eles se fartam de bens.
29 Escondes o teu rosto, e ficam perturbados: se lhes tiras a respiração, morrem, e voltam para o seu pó.
29 Se escondes o rosto, eles se perturbam; se lhes cortas a respiração, morrem e voltam ao pó.
30 Envias o teu Espírito, e são criados, e assim renovas a face da terra.
30 Envias o teu Espírito, eles são criados, e assim renovas a face da terra.
31 A glória do Senhor seja para sempre! Alegre-se o Senhor em suas obras!
31 Que a glória do Senhor dure para sempre! Exulte o
32 Olhando ele para a terra, ela treme; tocando nos montes, logo fumegam.
32 Com só olhar para a terra, ele a faz tremer; toca as montanhas, e elas fumegam.
33 Cantarei ao Senhor enquanto eu viver; cantarei louvores ao meu Deus, enquanto existir.
33 Cantarei ao Senhor enquanto eu viver; cantarei louvores ao meu Deus durante a minha vida.
34 A minha meditação a seu respeito será suave: eu me alegrarei no Senhor.
34 Seja-lhe agradável a minha meditação; eu me alegrarei no
35 Desapareçam da terra os pecadores, e os ímpios não sejam mais. Bendize, ó minha alma, ao Senhor. Louvai ao Senhor.
35 Desapareçam da terra os pecadores, e que os perversos deixem de existir. Bendiga, minha alma, o Aleluia!

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