Provérbios 26

Almeida Revista e Corrigida 1969 (RC69) vs ARC

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ARC Almeida Revista e Corrigida 2009
1 COMO a neve no verão, e como a chuva na sega, assim não é conveniente ao louco a honra.
1 Como a neve no verão e como a chuva na sega, assim não é conveniente ao louco a honra.
2 Como o pássaro no seu vaguear, como a andorinha no seu voo, assim a maldição sem causa não virá.
2 Como o pássaro no seu vaguear, e como a andorinha no seu voo, assim a maldição sem causa não virá.
3 O açoite é para o cavalo, o freio para o jumento, e a vara para as costas dos tolos.
3 O açoite é para o cavalo, o freio, para o jumento, e a vara, para as costas dos tolos.
4 Não respondas ao tolo segundo a sua estultícia; para que também te não faças semelhante a ele.
4 Não respondas ao tolo segundo a sua estultícia, para que também te não faças semelhante a ele.
5 Responde ao tolo segundo a sua estultícia, para que não seja sábio aos seus olhos.
5 Responde ao tolo segundo a sua estultícia, para que não seja sábio aos seus olhos.
6 Os pés corta, e o dano bebe, quem manda mensagens pelas mãos dum tolo.
6 Os pés corta e o dano bebe quem manda mensagens pelas mãos de um tolo.
7 Como as pernas do coxo, que pendem frouxas, assim é o provérbio na boca dos tolos.
7 Como as pernas do coxo, que pendem frouxas, assim é o provérbio na boca dos tolos.
8 Como o que prende a pedra preciosa na funda, assim é aquele que dá honra ao tolo.
8 Como o que prende a pedra preciosa na funda, assim é aquele que dá honra ao tolo.
9 Como o espinho que entra na mão do ébrio, assim é o provérbio na boca dos tolos.
9 Como o espinho que entra na mão do ébrio, assim é o provérbio na boca dos tolos.
10 Como um besteiro que a todos espanta, assim é o que assalaria os tolos e os transgressores.
10 Como um besteiro que a todos espanta, assim é o que assalaria os tolos e os transgressores.
11 Como o cão que torna ao seu vômito, assim é o tolo que reitera a sua estultícia.
11 Como o cão que torna ao seu vômito, assim é o tolo que reitera a sua estultícia.
12 Tens visto a um homem que é sábio a seus próprios olhos? maior esperança há no tolo do que nele.
12 Tens visto um homem que é sábio a seus próprios olhos? Maior esperança há no tolo do que nele.
13 Diz o preguiçoso: Um leão está no caminho; um leão está nas ruas.
13 Diz o preguiçoso: Um leão está no caminho; um leão está nas ruas.
14 Como a porta se revolve nos seus gonzos, assim o preguiçoso na sua cama.
14 Como a porta se revolve nos seus gonzos, assim o preguiçoso, na sua cama.
15 O preguiçoso esconde a sua mão no seio: enfada-se de a levar à sua boca.
15 O preguiçoso esconde a mão no seio; enfada-se de a levar à sua boca.
16 Mais sábio é o preguiçoso a seus olhos do que sete homens que bem respondem.
16 Mais sábio é o preguiçoso a seus olhos do que sete homens que bem respondem.
17 O que, passando, se mete em questão alheia é como aquele que toma um cão pelas orelhas.
17 O que, passando, se mete em questão alheia é como aquele que toma um cão pelas orelhas.
18 Como o louco que lança de si faíscas, frechas, e mortandades,
18 Como o louco que lança de si faíscas, flechas e mortandades,
19 Assim é o homem que engana o seu próximo, e diz: Fiz isso por brincadeira.
19 assim é o homem que engana o seu próximo e diz: Fiz isso por brincadeira.
20 Sem lenha, o fogo se apagará; e, não havendo maldizente, cessará a contenda.
20 Sem lenha, o fogo se apagará; e, não havendo maldizente, cessará a contenda.
21 Como o carvão é para o borralho, e a lenha para o fogo, assim é o homem contencioso para acender rixas.
21 Como o carvão é para o borralho, e a lenha, para o fogo, assim é o homem contencioso para acender rixas.
22 As palavras do maldizente são como deliciosos bocados, que descem ao íntimo do ventre.
22 As palavras do maldizente são como deliciosos bocados, que descem ao íntimo do ventre.
23 Como o caco coberto de escórias de prata, assim são os lábios ardentes e o coração maligno.
23 Como o caco coberto de escórias de prata, assim são os lábios ardentes e o coração maligno.
24 Aquele que aborrece dissimula com os seus beiços, mas no seu interior encobre o engano.
24 Aquele que aborrece dissimula com os seus lábios, mas no seu interior encobre o engano.
25 Quando te suplicar com a sua voz, não te fies nele, porque sete abominações há no seu coração.
25 Quando te suplicar com a sua voz, não te fies nele, porque sete abominações há no seu coração.
26 Ainda que o seu ódio se encobre com engano, a sua malícia se descobrirá na congregação.
26 Ainda que o seu ódio se encobre com engano, a sua malícia se descobrirá na congregação.
27 O que faz uma cova nela cairá; e o que revolve a pedra, esta sobre ele rolará.
27 O que faz uma cova nela cairá; e o que revolve a pedra, esta sobre ele rolará.
28 A língua falsa aborrece aquele a quem ela tem maravilhado, e a boca lisonjeira obra a ruína.
28 A língua falsa aborrece aquele a quem ela tem maravilhado, e a boca lisonjeira opera a ruína.

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