Provérbios 24

Almeida Revista e Corrigida 1969 (RC69) vs VC

Sair da comparação
VC Versão Católica
1 NÃO tenhas inveja dos homens malignos, nem desejes estar com eles,
1 Não invejes os maus, nem desejes estar com eles,
2 Porque o seu coração medita a rapina, e os seus lábios falam maliciosamente.
2 porque seus corações maquinam a violência e seus lábios só proclamam a iniqüidade.
3 Com a sabedoria se edifica a casa, e com a inteligência ela se firma:
3 É com sabedoria que se constrói a casa, pela prudência ela se consolida.
4 E pelo conhecimento se encherão as câmaras de todas as substâncias preciosas e deleitáveis.
4 Pela ciência enchem-se os celeiros de todo bem precioso e agradável.
5 Um varão sábio é forte, e o varão de conhecimento consolida a força.
5 O sábio é um homem forte, o douto é cheio de vigor.
6 Porque com conselhos prudentes tu farás a guerra; e há vitória na multidão dos conselheiros.
6 É com a prudência que empreenderás a guerra e a vitória depende de grande número de conselheiros.
7 É demasiadamente alta para o tolo toda a sabedoria; na porta não abrirá a sua boca.
7 A sabedoria é por demais sublime para o tolo; à porta da cidade, ele não abre a boca.
8 Aquele que cuida em fazer mal, mestre de maus intentos o chamarão.
8 Quem medita fazer o mal, é chamado mestre intrigante.
9 O pensamento do tolo é pecado, e é abominável aos homens o escarnecedor.
9 O desígnio da loucura é o pecado; e detrator é terror para os outros.
10 Se te mostrares frouxo no dia da angústia, a tua força será pequena.
10 Se te deixas abater no dia da adversidade, minguada é a tua força.
11 Livra os que estão destinados à morte, e os que são levados para a matança, se os puderes retirar.
11 Livra os que foram entregues à morte, salva os que cambaleiam indo para o massacre.
12 Se disseres: Eis que o não sabemos: porventura aquele que pondera os corações não o considerará? e aquele que atenta para a tua alma não o saberá? não pagará ele ao homem conforme a sua obra?
12 Se disseres: Mas, não o sabia! Aquele que pesa os corações não o verá? Aquele que vigia tua alma não o saberá? E não retribuirá a cada qual segundo seu procedimento?
13 Come mel, meu filho, porque é bom, e o favo de mel, que é doce ao teu paladar.
13 Meu filho, come mel, pois é bom; um favo de mel é doce para teu paladar.
14 Tal será o conhecimento da sabedoria para a tua alma: se a achares, haverá para ti galardão, e não será cortada a tua expectação.
14 Sabe, pois, que assim será a sabedoria para tua alma. Se tu a encontrares, haverá para ti um bom futuro e tua esperança não será frustrada.
15 Não espies a habitação do justo, ó ímpio, nem assoles a sua câmara.
15 Não conspires, ó ímpio, contra a casa do justo, não destruas sua habitação!
16 Porque sete vezes cairá o justo, e se levantará; mas os ímpios tropeçarão no mal.
16 Porque o justo cai sete vezes, mas ergue-se, enquanto os ímpios desfalecem na desgraça.
17 Quando cair o teu inimigo, não te alegres, nem quando tropeçar se regozije o teu coração.
17 Não te alegres, se teu inimigo cair, se tropeçar, que não se rejubile teu coração,
18 Para que o Senhor isso não veja, e seja mau aos seus olhos, e desvie dele a sua ira.
18 para não suceder que o Senhor o veja, e isto lhe desagrade, e tire de cima dele sua ira.
19 Não te aflijas por causa dos malfeitores, nem tenhas inveja dos ímpios.
19 Não te indignes à vista dos maus, não invejes os ímpios,
20 Porque o maligno não terá galardão algum, e a lâmpada dos ímpios se apagará.
20 porque para o mal não há futuro e o luzeiro dos ímpios extinguir-se-á.
21 Teme ao Senhor, filho meu, e ao rei, e não te entremetas com os que buscam mudanças.
21 Meu filho, teme o Senhor e o rei, não te mistures com os sediciosos,
22 Porque de repente se levantará a sua perdição, e a ruína deles quem a conhecerá?
22 porque, de repente, surgirá sua desgraça. Quem conhece a destruição de uns e de outros?
23 Também estes são provérbios dos sábios: Ter respeito a pessoas no juízo não é bom.
23 O que segue é ainda dos sábios: Não é bom mostrar-se parcial no julgamento.
24 O que disser ao ímpio: Justo és : os povos o amaldiçoarão, as nações o detestarão.
24 Ao que diz ao culpado: Tu és inocente, os povos o amaldiçoarão, as nações o abominarão.
25 Mas para os que o repreenderem haverá delícias, e sobre eles virá a bênção do bem.
25 Aqueles que sabem repreender são louvados, sobre eles cai uma chuva de bênçãos.
26 Beija com os lábios o que responde com palavras retas.
26 Dá um beijo nos lábios aquele que responde com sinceridade.
27 Prepara fora a tua obra, e apronta-a no campo, e então edifica a tua casa.
27 Cuida da tua tarefa de fora, aplica-te ao teu campo e depois edificarás tua habitação.
28 Não sejas testemunha sem causa contra o teu próximo; por que enganarias com os teus lábios?
28 Não sejas testemunha inconsiderada contra teu próximo. Queres, acaso, que teus lábios te enganem?
29 Não digas: Como ele me fez a mim, assim lhe farei a ele; pagarei a cada um segundo a sua obra.
29 Não digas: Far-lhe-ei o que me fez, pagarei a este homem segundo seus atos.
30 Passei pelo campo do preguiçoso, e junto à vinha do homem falto de entendimento;
30 Perto da terra do preguiçoso eu passei, junto à vinha de um homem insensato:
31 E eis que toda estava cheia de cardos, e a sua superfície coberta de urtigas, e a sua parede de pedra estava derribada.
31 eis que, por toda a parte, cresciam abrolhos, urtigas cobriam o solo, o muro de pedra estava por terra.
32 O que tendo eu visto, o considerei; e , vendo- o , recebi instrução.
32 Vendo isso, refleti; daquilo que havia visto, tirei esta lição:
33 Um pouco de sono, adormecendo um pouco, encruzando as mãos outro pouco, para estar deitado;
33 um pouco de sono, um pouco de torpor, um pouco cruzando as mãos para descansar
34 Assim sobreviverá a tua pobreza como um ladrão, e a tua necessidade como um homem armado.
34 e virá a indigência como um vagabundo, a miséria como um homem armado!

Ler em outra tradução

Comparar com outra

Estude este capítulo no WhatsApp

Peça à IA da Bíblia Fala para explicar Provérbios 24, comparar traduções ou montar um estudo — tudo direto pelo WhatsApp.