Jeremias 51
Almeida Revista e Corrigida 1969 (RC69) vs NTLH
1 ASSIM diz o Senhor: Eis que levantarei um vento destruidor contra Babilônia, e contra os que habitam no coração dos que se levantam contra mim.
1 O Senhor Deus diz: — Eu farei com que venha um vento destruidor contra a Babilônia e o seu povo.
2 E enviarei padejadores contra Babilônia, que a padejarão, e despejarão a sua terra: porque virão contra ela em redor no dia da calamidade.
2 Mandarei estrangeiros para destruírem o país como o vento que joga longe a palha. Quando chegar esse dia de destruição, eles atacarão de todos os lados e deixarão a terra deserta.
3 O frecheiro arme o seu arco contra o que arma o seu arco , e contra o que presume da sua couraça; e não perdoeis a seus mancebos: destruí a todo o seu exército.
3 Não permitam que os soldados da Babilônia atirem as suas flechas ou vistam as suas couraças . Não deixem de matar os jovens! Destruam todo o exército!
4 E mortos cairão na terra dos caldeus, e atravessados pelas ruas.
4 Eles serão feridos e morrerão nas ruas das suas cidades.
5 Porque Israel e Judá não foram abandonados do seu Deus, do Senhor dos Exércitos, ainda que a sua terra esteja cheia de culpas perante o Santo de Israel.
5 Eu, o Senhor Todo-Poderoso, não abandonei Israel e Judá. Mas o povo da Babilônia tem pecado contra mim, o Santo Deus de Israel.
6 Fugi do meio de Babilônia, e livre cada um a sua alma; não vos destruais a vós na sua maldade: porque este é o tempo da vingança do Senhor; ele lhe dará a sua recompensa.
6 Fujam da Babilônia! Salve-se quem puder! Não sejam mortos por causa do pecado da Babilônia. Agora, eu me vingarei dela e lhe darei o castigo que merece.
7 Babilônia era um copo de ouro na mão do Senhor, o qual embriagava a toda a terra: do seu vinho beberam as nações; por isso as nações enlouqueceram.
7 A Babilônia era na minha mão como um copo de ouro que fazia o mundo inteiro ficar bêbado. As nações beberam o vinho que havia nela e ficaram loucas.
8 Num momento caiu Babilônia, e ficou arruinada: gemei sobre ela, tomai bálsamo para a sua dor, porventura sarará.
8 De repente, a Babilônia caiu e ficou arrasada. Chorem por ela! Arranjem remédio para as suas feridas, e assim talvez ela seja curada.
9 Queríamos sarar Babilônia, mas ela não sarou; deixai-a, e vá cada um para a sua terra: porque o seu juízo chegou até ao céu, e se elevou até às mais altas nuvens.
9 Os estrangeiros que moravam lá disseram: “Quisemos ajudar a Babilônia, mas já era tarde demais. Vamos sair e voltar cada um para a sua pátria. Deus castigou com toda a sua força a Babilônia e a destruiu completamente.”
10 O Senhor trouxe a nossa justiça à luz: vinde e contemos em Sião a obra do Senhor, nosso Deus.
10 O Senhor Deus diz: — O meu povo grita assim: “O
11 Alimpai as frechas, preparai perfeitamente os escudos: o Senhor despertou o espírito dos reis da Média; porque o seu intento contra Babilônia é para a destruir; pois esta é a vingança do Senhor, a vingança do seu templo.
11 O Senhor despertou o ânimo dos reis da Média porque ele quer destruir a Babilônia. É assim que ele vingará a destruição do seu Templo. Os oficiais ordenam: — Afiem as suas flechas! Aprontem os seus
12 Arvorai um estandarte sobre os muros de Babilônia, reforçai a guarda, colocai sentinelas, preparai as ciladas; porque o Senhor intentou e fez o que tinha dito acerca dos moradores de Babilônia.
12 Deem o sinal para atacar as muralhas de Babilônia! Reforcem a guarda! Coloquem sentinelas! Ponham homens de tocaia! O
13 Ó tu, que habitas sobre muitas águas, rica de tesouros! chegou o teu fim, a medida da tua avareza.
13 A Babilônia tem muitos rios e muitos tesouros, mas chegou a hora, e o fio da sua vida está cortado.
14 Jurou o Senhor dos Exércitos por si mesmo, dizendo: Certamente te encherei de homens, como de pulgão, e eles cantarão com júbilo sobre ti.
14 O Senhor Todo-Poderoso jurou pela sua própria vida que ia trazer muitos homens para atacarem a Babilônia. Eles chegarão como uma nuvem de gafanhotos e darão o grito de vitória.
15 Ele fez a terra com o seu poder, e ordenou o mundo com a sua sabedoria, e estendeu os céus com o seu entendimento.
15 Pelo seu poder, o Senhor Deus fez a terra; com a sua sabedoria, ele criou o mundo e, com a sua inteligência, estendeu o céu como uma barraca.
16 Fazendo ele ouvir a sua voz, grande estrondo de águas há nos céus, e sobem os vapores desde o fim da terra: faz os relâmpagos com a chuva, e tira o vento dos seus tesouros.
16 Quando o Senhor dá ordem, as águas rugem no céu. Ele manda as nuvens subirem dos fins da terra. Ele faz o raio para a chuva e manda o vento sair dos seus depósitos.
17 Embruteceu-se todo o homem, e não tem ciência; envergonhou-se todo o ourives de imagem de escultura; porque a sua imagem de fundição é mentira, e não há espírito em nenhuma delas.
17 Diante disso, todos os seres humanos são tolos e ignorantes; todos os que fabricam ídolos ficam desapontados porque fazem deuses falsos, que não têm vida.
18 Vaidade são obra de enganos: no tempo em que eu as visitar perecerão.
18 Esses ídolos não valem nada; são uma tapeação. Serão destruídos quando o
19 Não é semelhante a estes a porção de Jacó; porque ele é o criador de todas as cousas; e Israel é a tribo da sua herança: o Senhor dos Exércitos é o seu nome.
19 O Deus de Jacó não é assim; foi ele quem fez todas as coisas e escolheu Israel para ser o seu povo. O seu nome é
20 Tu és meu martelo e minhas armas de guerra, e contigo despedaçarei nações, e contigo destruirei os reis;
20 O Senhor Deus diz: “Babilônia, você foi o meu porrete de guerra, você foi as minhas armas de combate. Por meio de você, eu despedacei nações e acabei com reinos.
21 E contigo despedaçarei o cavalo e o seu cavaleiro; e contigo despedaçarei o carro e o que vai nele;
21 Por meio de você, esmaguei cavalos e cavaleiros e destruí carros de guerra e aqueles que os dirigiam.
22 E contigo despedaçarei o homem e a mulher, e contigo despedaçarei o velho e o moço; e contigo despedaçarei o mancebo e a virgem;
22 Por meio de você, matei homens e mulheres, despedacei velhos e moços e esmaguei homens e moças.
23 E contigo despedaçarei o pastor e o seu rebanho; e contigo despedaçarei o lavrador e a sua junta de bois : e contigo despedaçarei os capitães e os magistrados.
23 Por meio de você, esmigalhei pastores e os seus rebanhos, despedacei lavradores e os seus bois de arado e esmaguei governadores e altas autoridades.”
24 E pagarei a Babilônia, e a todos os moradores da Caldeia, toda a sua maldade, que fizeram em Sião, à vossa vista, diz o Senhor.
24 O Senhor Deus diz: — Vocês verão como vou fazer com que a Babilônia e o seu povo paguem por todo o mal que fizeram a Jerusalém.
25 Eis-me aqui contra ti, ó monte destruidor, diz o Senhor, que destróis toda a terra; e estenderei a minha mão contra ti e te revolverei das rochas, e farei de ti um monte de incêndio.
25 Babilônia, você é como uma montanha que destrói o mundo inteiro; mas eu, o Senhor , sou seu inimigo. Eu a pegarei e arrasarei; eu farei você virar cinza.
26 E não tomarão de ti pedra para esquina, nem pedra para fundamentos, porque te tornarás numa assolação perpétua, diz o Senhor.
26 Nenhuma das suas pedras será usada para uma nova construção. Você vai virar para sempre um deserto. Sou eu, o Senhor , quem está falando.
27 Arvorai um estandarte na terra, tocai a buzina entre as nações, santificai as nações contra ela, convocai contra ela os reinos de Arará, Mini, e Asquenaz: ordenai contra ela um capitão, fazei subir cavalos, como pulgão agitado.
27 — Deem o sinal de ataque! Toquem as cornetas para que os povos escutem! Preparem as nações para lutarem contra Babilônia! Digam aos reinos de Ararate, Mini e Asquenaz que ataquem. Indiquem um oficial para comandar o ataque. Tragam um grande número de cavalos, como se fossem uma nuvem de gafanhotos.
28 Santificai contra ela as nações, os reis da Média, os seus capitães, e todos os seus magistrados, e toda a terra do seu domínio.
28 Preparem os reis da Média, as suas autoridades, os seus oficiais e todos os países que eles controlam, para que eles guerreiem contra Babilônia.
29 Então tremerá a terra, e doer-se-á porque cada um dos desígnios do Senhor está firme contra Babilônia, para fazer da terra de Babilônia uma assolação, sem habitantes.
29 A terra treme e se abala porque o Senhor está fazendo o que planejou. Ele fará Babilônia virar um deserto onde não mora ninguém.
30 Os valentes de Babilônia cessaram de pelejar, ficaram nas fortalezas, desfaleceu a sua força, tornaram-se como mulheres: incendiaram as suas moradas, quebrados foram os seus ferrolhos.
30 Os soldados babilônios pararam de lutar e ficam nas suas fortalezas. Perderam toda a coragem; parecem mulheres. Os portões da cidade estão quebrados, e as casas pegaram fogo.
31 Um correio correrá ao encontro de outro correio, e um mensageiro ao encontro de outro mensageiro, para anunciar ao rei de Babilônia que a sua cidade foi tomada de todos os lados.
31 Saem correndo mensageiros, um depois do outro, para contar ao rei da Babilônia que a cidade foi invadida de todos os lados.
32 E os vaus estão ocupados, e os canaviais queimados a fogo; e os homens de guerra ficaram assombrados.
32 O inimigo tomou as passagens do rio e pôs fogo nas fortalezas. Os soldados babilônios ficaram apavorados.
33 Porque assim diz o Senhor dos Exércitos, o Deus de Israel: A filha de Babilônia é como uma eira no tempo da debulha: ainda um pouco, e o tempo da sega lhe virá.
33 Dentro de pouco tempo, o inimigo os cortará e pisará como trigo no terreiro. O Senhor Todo-Poderoso, o Deus de Israel, está falando.
34 Nabucodonosor, rei de Babilônia, me devorou, pisou-me, fez de mim um vaso vazio, como dragão me tragou, encheu o seu ventre das minhas delicadezas; lançou-me fora.
34 O rei da Babilônia cortou Jerusalém em pedaços e a devorou. Ele esvaziou a cidade como um jarro; como um monstro, ele a engoliu. Ele tirou o que queria e jogou o resto fora.
35 A violência que se me fez a mim e à minha carne venha sobre Babilônia, diga a moradora de Sião; e o meu sangue caia sobre os moradores da Caldeia, diga Jerusalém.
35 Diga o povo de Sião : “Que a Babilônia receba de volta a violência que nos fez!” E diga ainda o povo de Jerusalém: “Que a Babilônia seja castigada pelo que sofremos!”
36 Pelo que assim diz o Senhor: Eis que pleitearei a tua causa, e te vingarei da vingança que se tomou contra ti; e secarei o seu mar, e farei que se esgote o seu manancial.
36 Assim diz o Senhor Deus ao povo de Jerusalém: — Defenderei a causa de vocês e os vingarei. Secarei a fonte de água da Babilônia e farei com que os seus rios sequem.
37 E Babilônia se tornará em montões, morada de dragões, espanto e assobio, sem um só habitante.
37 Então Babilônia se tornará um montão de pedras, onde vivem animais ferozes. Será um espetáculo horrível. Ninguém vai morar lá, e todos os que olharem para Babilônia ficarão horrorizados por causa do que aconteceu com ela.
38 Juntamente rugirão como filhos dos leões: bramarão como cachorros de leões.
38 Todos os babilônios rugem como leões e rosnam como leõezinhos.
39 Estando eles excitados, lhes darei a sua bebida, e os embriagarei, para que andem saltando; mas dormirão um perpétuo sono, e não acordarão, diz o Senhor.
39 Será que eles são esganados? Farei uma festa para eles. Eu os embriagarei e alegrarei. Aí eles dormirão e nunca mais acordarão.
40 Fá-los-ei descer como cordeiros ao matadouro, como carneiros com os bodes.
40 Eu os levarei para serem mortos, como se fossem cordeiros, bodes e carneiros. Eu, o Senhor , estou falando.
41 Como foi tomada Sesaque, e apanhada de surpresa a glória de toda a terra! como se tornou Babilônia um espanto entre as nações!
41 O Senhor Deus diz: — Babilônia, a cidade que era admirada em todo o mundo, foi tomada! Que espetáculo horrível ela se tornou para as outras nações!
42 O mar subiu sobre Babilônia, com a multidão das suas ondas se cobriu.
42 O mar rolou sobre Babilônia e a cobriu com ondas violentas.
43 Tornaram-se as suas cidades em assolação, terra seca e deserta, terra em que ninguém habita, nem passa por ela filho de homem.
43 As cidades estão arrasadas; são como um deserto sem água, onde ninguém mora e por onde ninguém passa.
44 E visitarei a Bel em Babilônia, e tirarei da sua boca o que ele tragou, e nunca mais concorrerão a ele as nações: também o muro de Babilônia caiu.
44 Eu castigarei Bel, o deus da Babilônia, e farei com que ele devolva as coisas que roubou. As nações não o adorarão mais. — As muralhas de Babilônia caíram.
45 Saí do meio dela, ó povo meu, e livre cada um a sua alma, por causa do ardor da ira do Senhor.
45 Povo de Israel, fuja de lá. Que cada um salve a sua vida do fogo da minha ira !
46 E não se enterneça o vosso coração, nem temais pelo rumor que se ouvir na terra; porque virá num ano um rumor, e depois noutro ano outro rumor; e haverá violência na terra, dominador contra dominador.
46 Não percam a coragem, nem fiquem com medo das notícias que ouvirem. Cada ano, se espalha uma notícia diferente; são notícias de violência na terra e de um rei lutando contra outro.
47 Portanto, eis que vêm dias, em que visitarei as imagens de escultura de Babilônia, e toda a sua terra será envergonhada, e todos os seus traspassados cairão no meio dela.
47 E assim está chegando a hora em que vou castigar os ídolos da Babilônia. Os moradores da sua terra ficarão com vergonha por causa da derrota, e todos serão mortos.
48 E os céus e a terra, com tudo quanto neles há , jubilarão sobre Babilônia: porque do norte lhe virão os destruidores, diz o Senhor.
48 Quando Babilônia cair e for destruída pelo povo que vem do Norte, então tudo o que existe no céu e na terra cantará de alegria.
49 Como Babilônia fez cair os traspassados de Israel, assim em Babilônia cairão os traspassados de toda a terra.
49 Babilônia matou gente em todo o mundo e agora ela cairá porque matou tantos israelitas. Eu, o Senhor , estou falando.
50 Vós, que escapastes da espada, ide-vos, não pareis; de longe lembrai-vos do Senhor, e suba Jerusalém ao vosso coração.
50 O Senhor diz: — Meu povo que está na Babilônia, vocês escaparam da morte! Agora andem! Não fiquem esperando! Embora estejam longe de casa, pensem em mim, o Deus de vocês, e lembrem de Jerusalém.
51 Direis : Envergonhados estamos, porque ouvimos opróbrio; vergonha cobriu o nosso rosto, porque vieram estrangeiros sobre os santuários da casa do Senhor.
51 Vocês dizem: “Estamos envergonhados porque fomos insultados. Estamos humilhados porque os estrangeiros invadiram os lugares santos do Templo.”
52 Portanto, eis que vêm dias, diz o Senhor, em que visitarei as suas imagens de escultura; e gemerá o traspassado em toda a sua terra.
52 Por isso, digo que está chegando a hora em que vou castigar os ídolos da Babilônia; e os feridos vão gemer, espalhados pelo país inteiro.
53 Ainda que Babilônia subisse aos céus, e ainda que fortificasse a altura da sua fortaleza, de mim viriam destruidores sobre ela, diz o Senhor.
53 Mesmo que a Babilônia pudesse subir até o céu e construir ali uma fortaleza, ainda assim eu mandaria gente para destruí-la. Eu, o Senhor , estou falando.
54 O som de um clamor se ouve de Babilônia, e de grande destruição da terra dos Caldeus;
54 O Senhor Deus diz: “Escutem os gritos em Babilônia, gente chorando por causa da destruição que há no país.
55 Porque o Senhor destrói Babilônia, e fará perecer nela a sua grande voz; e as suas ondas bramirão como muitas águas: ouvir-se-á o arruído da sua voz.
55 Estou destruindo Babilônia e fazendo com que ela fique quieta. Como ondas violentas, os exércitos invadem e atacam com gritos barulhentos.
56 Porque o destruidor vem sobre ela, sobre Babilônia e os seus valentes serão presos, já estão quebrados os seus arcos: porque o Senhor, Deus das recompensas, certamente lhe retribuirá.
56 Vieram para destruir Babilônia; os seus soldados são presos, e os seus arcos e as suas flechas são quebrados. Eu, o eu vou tratar Babilônia do jeito que ela merece.
57 E embriagarei os seus príncipes, e os seus sábios, e os seus capitães, e os seus magistrados, e os seus valentes; e dormirão um sono perpétuo, e não acordarão, diz o Rei, cujo nome é o Senhor dos Exércitos.
57 Farei com que os seus governantes fiquem bêbados e também os seus sábios, as suas autoridades e os seus soldados. Eles vão dormir e nunca mais vão acordar. Sou eu, o Rei, quem está falando. O meu nome é
58 Assim diz o Senhor dos Exércitos: Os largos muros de Babilônia totalmente serão derribados, e as suas portas excelsas serão abrasadas pelo fogo; e trabalharão os povos em vão, e as nações serão para o fogo, e cansar-se-ão.
58 As grossas muralhas de Babilônia serão completamente arrasadas, e os seus altos portões serão destruídos pelo fogo. Todo o trabalho dos povos não vale nada; os esforços das nações se acabam nas chamas.” O
59 A palavra que mandou Jeremias, o profeta, a Seraías, filho de Nérias, filho de Maaseias, indo ele com Zedequias, rei de Judá a Babilônia, no ano quarto do seu reinado; e Seraías era um príncipe pacífico.
59 Seraías, filho de Nerias e neto de Maaseias, era o oficial ajudante do rei Zedequias, de Judá. No quarto ano do reinado de Zedequias em Judá, Seraías estava de saída para a Babilônia, e então eu lhe dei algumas ordens.
60 Escreveu pois Jeremias num livro todo o mal que havia de vir sobre Babilônia: todas estas palavras que estavam escritas contra Babilônia.
60 Escrevi num livro como a Babilônia ia ser destruída e todas as outras coisas que iam acontecer com ela.
61 E disse Jeremias a Seraías: Em tu chegando a Babilônia, verás e lerás todas estas palavras.
61 E disse a Seraías: — Quando você chegar à cidade de Babilônia, faça questão de ler em voz alta tudo o que está escrito aqui.
62 E dirás: Senhor! tu falaste a respeito deste lugar, que o havias de desarraigar, até não ficar nele morador algum, desde o homem até ao animal, mas que se tornaria em perpétuas assolações.
62 Depois, ore assim: “Ó Senhor Deus, tu disseste que vais destruir este lugar, de tal modo que aqui não ficará nenhum ser vivo, nem pessoas nem animais. A cidade será como um deserto para sempre.”
63 E será que, acabando tu de ler este livro, o atarás a uma pedra e o lançarás no meio do Eufrates.
63 Quando você acabar de ler para o povo este livro, amarre uma pedra nele e jogue-o no rio Eufrates.
64 E dirás: Assim será afundada Babilônia, e não se levantará, por causa do mal que eu hei de trazer sobre ela; eles se cansarão. Até aqui as palavras de Jeremias.
64 Então diga: “Isto é o que acontecerá com a Babilônia — ela vai afundar e nunca mais se levantará, por causa da destruição que Deus vai trazer sobre ela.” As palavras de Jeremias terminam aqui.
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