Ezequiel 1

Almeida Revista e Corrigida 1969 (RC69) vs BKJ

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1 E ACONTECEU no trigésimo ano, no quarto mês , no dia quinto do mês, que estando eu no meio dos cativos junto ao rio Quebar, se abriram os céus, e eu vi visões de Deus.
1 Ora, sucedeu no trigésimo ano, no quarto mês, no quinto dia do mês, enquanto eu estava entre os cativos, junto ao rio Quebar, que os céus se abriram, e eu vi visões de Deus.
2 No quinto dia do mês (no quinto ano do cativeiro do rei Joaquim),
2 No quinto dia do mês, que era o quinto ano do cativeiro do rei Jeoaquim,
3 Veio expressamente a palavra do Senhor a Ezequiel, filho de Buzi, o sacerdote, na terra dos caldeus, junto ao rio Quebar, e ali esteve sobre ele a mão do Senhor.
3 a palavra do SENHOR veio expressamente a Ezequiel, o sacerdote, filho de Buzi, na terra dos caldeus, junto ao rio Quebar, e a mão do SENHOR estava ali sobre ele.
4 Olhei, e eis que um vento tempestuoso vinha do norte, e uma grande nuvem, com um fogo a revolver-se; e um resplendor ao redor dela, e no meio uma cousa como de cor de âmbar, que saía dentre o fogo.
4 E eu olhei, e eis que um redemoinho de vento veio do norte, uma grande nuvem, e um fogo se revolvendo, e um brilho estava sobre ele, e saía do seu meio como cor de âmbar, que saía do meio do fogo.
5 E do meio dela saía a semelhança de quatro animais; e esta era a sua aparência: tinham a semelhança de um homem.
5 Também saído do seu meio veio a semelhança de quatro seres viventes. E esta era a sua aparência: eles tinham a semelhança de um homem.
6 E cada um tinha quatro rostos, como também cada um deles quatro asas.
6 E cada um tinha quatro faces, e cada um tinha quatro asas.
7 E os seus pés eram pés direitos; e as plantas dos seus pés como a planta do pé duma bezerra, e luziam como a cor de cobre polido.
7 E os seus pés eram pés retos; e a sola dos seus pés era como a sola do pé de um bezerro, e eles cintilavam como a cor de bronze polido.
8 E tinham mãos de homem debaixo das suas asas, aos quatro lados; e assim todos quatro tinham seus rostos e suas asas.
8 E tinham as mãos de homem debaixo das suas asas, nos seus quatro lados; e as quatro tinham suas faces e suas asas.
9 Uniam-se as suas asas uma à outra; não se viravam quando andavam; cada qual andava diante do seu rosto.
9 Suas asas estavam unidas uma à outra; elas não se viravam quando iam, e ia cada uma reto para frente.
10 E a semelhança dos seus rostos era como o rosto de homem; e à mão direita todos os quatro tinham rosto de leão, e à mão esquerda todos os quatro tinham rosto de boi; e também rosto de águia todos os quatro.
10 Quanto à semelhança de suas faces, as quatro tinham a face de um homem, e a face de um leão do lado direito; e as quatro tinham a face de um boi do lado esquerdo; e as quatro também tinham a face de uma águia.
11 E os seus rostos e as suas asas eram separados em cima; cada qual tinha duas asas juntas uma à outra, e duas cobriam os corpos deles.
11 Assim eram as suas faces, e suas asas estavam esticadas para cima; as duas asas de cada uma eram unidas uma à outra, e duas cobriam seus corpos.
12 E cada qual andava diante do seu rosto; para onde o espírito havia de ir, iam; não se viravam quando andavam.
12 E elas seguiam reto em frente; para onde o Espírito havia de ir, elas iam; e elas não se viravam quando iam.
13 E, quanto à semelhança dos animais, o seu parecer era como brasas de fogo ardentes, como uma aparência de tochas; o fogo corria por entre os animais, e o fogo resplandecia, e do fogo saíam relâmpagos.
13 Quanto à semelhança das criaturas viventes, sua aparência era como a de carvões em brasas de fogo, e como a aparência de lâmpadas, que ia para cima e para baixo entre as criaturas viventes; e o fogo era brilhante, e do fogo saíam adiante relâmpagos.
14 E os animais corriam, e tornavam, à semelhança dos relâmpagos.
14 E as criaturas viventes corriam, e voltavam, como aparência de um clarão de relâmpago.
15 E vi os animais: e eis que havia uma roda na terra junto aos animais, para cada um dos seus quatro rostos.
15 Agora, enquanto eu contemplava as criaturas viventes; eis uma roda sobre a terra junto às criaturas viventes, com suas quatro faces.
16 O aspecto das rodas, e a obra delas, era como cor de turquesa; e as quatro tinham uma mesma semelhança; e o seu aspecto, e a sua obra, era como se estivera uma roda no meio de outra roda.
16 A aparência das rodas e de sua obra era como a cor de berilo; e as quatro tinham uma semelhança; e a sua aparência, e a sua obra, eram como se houvesse uma roda no meio de uma roda.
17 Andando elas, andavam pelos quatro lados deles; não se viravam quando andavam.
17 Quando elas iam, iam sobre seus quatro lados; e eles não se viravam quando iam.
18 Estas rodas eram tão altas, que metiam medo; e as quatro tinham as suas cambas cheias de olhos ao redor.
18 Quanto aos seus aros, eram tão altos, que eram medonhos; e seus aros eram cheios de olhos ao redor das quatro.
19 E, andando os animais, andavam as rodas ao pé deles: e, elevando-se os animais da terra, elevavam-se também as rodas.
19 E quando as criaturas viventes iam, as rodas iam junto a elas; e quando as criaturas viventes eram levantadas da terra, as rodas eram levantadas.
20 Para onde o espírito queria ir, iam; para onde o espírito tinha de ir; e as rodas se elevavam defronte deles, porque o espírito da criatura vivente estava nas rodas.
20 Onde quer que o Espírito fosse, elas iam; lá estava o seu Espírito para ir, e as rodas eram levantadas defronte delas; porque o Espírito da criatura vivente estava nas rodas.
21 Andando eles, andavam elas , e, parando eles, paravam elas e, elevando-se eles da terra, elevavam-se também as rodas defronte deles porque o espírito dos animais estava nas rodas.
21 Quando aquelas iam, estas iam; e quando aquelas paravam, estas paravam; e quando aquelas eram levantadas da terra, as rodas eram levantadas defronte delas; porque o Espírito da criatura vivente estava nas rodas.
22 E sobre as cabeças dos animais havia uma semelhança de firmamento, como um aspecto de cristal terrível, estendido por cima, sobre as suas cabeças.
22 E a semelhança do firmamento sobre as cabeças da criatura vivente era como a cor de um terrível cristal, estendido por cima, sobre as suas cabeças.
23 E debaixo do firmamento estavam as suas asas direitas, uma em direção à outra; cada um tinha duas que lhe cobriam o corpo de uma banda; e cada um tinha outras duas, que os cobriam da outra banda.
23 E debaixo do firmamento estavam as suas asas retas, uma em direção à outra; cada uma tinha duas, que lhe cobriam deste lado, e cada uma tinha duas, que cobriam daquele lado os seus corpos.
24 E, andando eles, ouvi o ruído das suas asas, como o ruído de muitas águas, como a voz do Onipotente, a voz dum estrondo, como o estrépito de um exército; parando eles, abaixavam as suas asas.
24 E, enquanto elas iam, eu ouvi o barulho das suas asas, como o barulho de grandes águas, como a voz do Todo-Poderoso, uma voz de discurso, como o barulho de um exército; quando elas paravam, elas abaixavam as suas asas.
25 E ouviu-se uma voz por cima do firmamento, que estava por cima das suas cabeças: parando eles, abaixavam as suas asas.
25 E houve uma voz vinda do firmamento, que estava sobre as suas cabeças; quando elas pararam, e abaixaram suas asas.
26 E por cima do firmamento, que estava por cima das suas cabeças, havia uma semelhança de trono como duma safira; e sobre a semelhança do trono havia como que a semelhança dum homem, no alto, sobre ele.
26 E sobre o firmamento, que estava sobre suas cabeças, havia a semelhança de um trono, como a aparência de uma pedra de safira; e sobre a semelhança do trono estava uma semelhança como a aparência de um homem sobre ele.
27 E vi como a cor de âmbar, como o aspecto do fogo pelo interior dele, desde a semelhança dos seus lombos, e daí para cima; e, desde a semelhança dos seus lombos, e daí para baixo, vi como a semelhança de fogo, e um resplendor ao redor dele.
27 E eu vi como a cor de âmbar, como a aparência do fogo por dentro dele ao redor, desde a aparência de seus lombos, para cima; e, desde a aparência de seus lombos, para baixo, eu vi como se fossem uma aparência de fogo, e ela tinha um brilho ao redor.
28 Como o aspecto do arco que aparece na nuvem no dia da chuva, assim era o aspecto do resplendor em redor. Este era o aspecto da semelhança da glória do Senhor; e, vendo isto, caí sobre o meu rosto, e ouvi a voz de quem falava.
28 Como a aparência do arco que há na nuvem no dia da chuva, assim era a aparência do brilho ao redor. Esta era a aparência da semelhança da glória do SENHOR. E quando eu a vi, caí sobre minha face, e ouvi uma voz que falou.

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