Deuteronômio 2

Almeida Revista e Corrigida 1969 (RC69) vs NVI

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NVI Nova Versão Internacional
1 DEPOIS viramo-nos, e caminhamos ao deserto, caminho do Mar Vermelho, como o Senhor me tinha dito, e muitos dias rodeamos a montanha de Seir.
1 Então demos meia-volta e partimos para o deserto pelo caminho do mar Vermelho, como o Senhor me havia ordenado. E por muitos anos caminhamos em redor dos montes de Seir.
2 Então o Senhor me falou, dizendo:
2 Então o Senhor me disse:
3 Assaz tendes rodeado esta montanha: virai-vos para o norte.
3 "Vocês já caminharam bastante tempo ao redor destas montanhas; agora andem para o norte.
4 E dá ordem ao povo, dizendo: Passareis pelos termos de vossos irmãos, os filhos de Esaú, que habitam em Seir: e eles terão medo de vós; porém guardai-vos bem.
4 E diga ao povo: Vocês estão passando pelo território de seus irmãos, os descendentes de Esaú, que vivem em Seir. Eles terão medo de vocês, mas tenham muito cuidado.
5 Não vos entremetais com eles, porque vos não darei da sua terra nem ainda a pisada da planta de um pé: porquanto a Esaú tenho dado a montanha de Seir por herança.
5 Não os provoquem, pois não darei a vocês parte alguma da terra deles, nem mesmo o espaço de um pé. Já dei a Esaú a posse dos montes de Seir.
6 Comprareis deles, por dinheiro, comida para comerdes: e também água para beber deles comprareis por dinheiro.
6 Vocês lhes pagarão com prata a comida que comerem e a água que beberem".
7 Pois o Senhor teu Deus te abençoou em toda a obra das tuas mãos; ele sabe que andas por este grande deserto: estes quarenta anos o Senhor teu Deus esteve contigo, cousa nenhuma te faltou.
7 Pois o Senhor, o seu Deus, os tem abençoado em tudo o que vocês têm feito. Ele cuidou de vocês em sua jornada por este grande deserto. Nestes quarenta anos o Senhor, o seu Deus, tem estado com vocês, e não lhes tem faltado coisa alguma.
8 Passando pois por nossos irmãos, os filhos de Esaú, que habitavam em Seir, desde o caminho da planície de Elate e de Eziom-Geber, nos viramos e passamos o caminho do deserto de Moabe.
8 Assim, passamos ao largo de nossos irmãos, os descendentes de Esaú, que habitam em Seir. Saímos da rota da Arabá, de Elate e de Eziom-Geber. Voltamos e fomos pela rota do deserto de Moabe.
9 Então o Senhor me disse: Não molestes a Moabe, e não contendas com eles em peleja, porque te não darei herança da sua terra; porquanto tenho dado Ar aos filhos de Ló por herança.
9 Então o Senhor me disse: "Não perturbem os moabitas nem os provoquem à guerra, pois não darei a vocês parte alguma da terra deles, pois já entreguei a região de Ar aos descendentes de Ló".
10 (Os emeus dantes habitaram nela: um povo grande e numeroso, e alto como os gigantes;
10 ( Antigamente os emins habitavam nessa terra; era um povo forte e numeroso, alto como os enaquins.
11 Também estes foram contados por gigantes como os enaquins: e os moabitas lhes chamavam emeus.
11 Como os enaquins, eles também eram considerados refains, mas os moabitas os chamavam emins.
12 Dantes os horeus também habitaram em Seir: porém os filhos de Esaú os lançaram fora, e os destruíram de diante de si, e habitaram no seu lugar, assim como Israel fez à terra da sua herança, que o Senhor lhes tinha dado.)
12 Também em Seir antigamente habitavam os horeus. Mas os descendentes de Esaú os expulsaram e os exterminaram e se estabeleceram no seu lugar, tal como Israel fez com a terra que o Senhor lhe deu. )
13 Levantai-vos agora, e passai o ribeiro de Zerede: assim passamos o ribeiro de Zerede.
13 "Agora levantem-se! Atravessem o vale de Zerede". Assim atravessamos o vale.
14 E os dias que caminhamos, desde Cades-Barneia até que passamos o ribeiro de Zerede, foram trinta e oito anos, até que toda aquela geração dos homens de guerra se consumiu do meio do arraial, como o Senhor lhes jurara.
14 Passaram-se trinta e oito anos entre a época em que partimos de Cades-Barnéia, até quando atravessamos o vale de Zerede, até que pereceu do acampamento toda aquela geração de homens de guerra, conforme o Senhor lhes havia jurado.
15 Assim também foi contra eles a mão do Senhor, para os destruir do meio do arraial até os haver consumido.
15 A mão do Senhor caiu sobre eles e por fim os eliminou completamente do acampamento.
16 E sucedeu que, sendo já consumidos todos os homens de guerra, pela morte, do meio do arraial.
16 Depois que todos os guerreiros do povo tinham morrido,
17 O Senhor me falou, dizendo:
17 o Senhor me disse:
18 Hoje passarás por Ar, pelos termos de Moabe;
18 "Vocês estão prestes a passar pelo território de Moabe, pela região de Ar,
19 E chegarás até defronte dos filhos de Amom: não os molestes, e com eles não contendas: porque da terra dos filhos de Amom te não darei herança, porquanto aos filhos de Ló a tenho dado por herança.
19 e vão chegar perto da fronteira dos amonitas. Não sejam hostis a eles, pois não darei a vocês parte alguma da terra dos amonitas, pois eu a entreguei aos descendentes de Ló".
20 (Também esta foi contada por terra de gigantes; dantes nela habitavam gigantes, e os amonitas lhes chamavam zanzumeus:
20 ( Essa região também era considerada terra dos refains, que ali habitaram no passado. Os amonitas os chamavam zanzumins.
21 Um povo grande, e numeroso, e alto, como os gigantes: e o Senhor os destruiu de diante de si, e eles os lançaram fora, e habitaram no seu lugar;
21 Eram fortes, numerosos e altos como os enaquins. O Senhor os exterminou, e os amonitas os expulsaram e se estabeleceram em seu lugar.
22 Assim como fez com os filhos de Esaú, que habitavam em Seir, de diante dos quais destruiu os horeus, e eles os lançaram fora, e habitaram no seu lugar até este dia;
22 O Senhor fez o mesmo com os descendentes de Esaú que vivem em Seir, quando exterminou os horeus diante deles. Os descendentes de Esaú os expulsaram e se estabeleceram em seu lugar até hoje.
23 Também os caftoreus, que saíram de Caftor, destruíram os aveus, que habitavam em Hazerim até Gaza, e habitaram no seu lugar.)
23 Foi o que também aconteceu aos aveus, que viviam em povoados próximos de Gaza; os caftoritas, vindos de Caftor, os destruíram e se estabeleceram em seu lugar. )
24 Levantai-vos, parti e passai o ribeiro de Arnom; eis aqui na tua mão tenho dado a Seom, amorreu, rei de Hesbom, e a sua terra; começa a possuí-la, e contende com eles em peleja.
24 "Vão agora e atravessem o ribeiro do Arnom. Vejam que eu entreguei em suas mãos Seom o amorreu, rei de Hesbom, e a terra dele. Comecem a ocupação, entrem em guerra contra ele.
25 Neste dia começarei a por um terror e um temor de ti diante dos povos que estão debaixo de todo o céu: os que ouvirem a tua fama tremerão diante de ti e se angustiarão.
25 Hoje mesmo começarei a infundir pavor e medo de vocês em todos os povos debaixo do céu. Quando ouvirem da fama de vocês, tremerão e ficarão angustiados".
26 Então mandei mensageiros desde o deserto de Quedemote a Seom, rei de Hesbom, com palavras de paz, dizendo:
26 Do deserto de Quedemote enviei mensageiros a Seom, rei de Hesbom, oferecendo paz e dizendo:
27 Deixa-me passar pela tua terra: somente pela estrada irei; não me desviarei para a direita nem para a esquerda.
27 Deixa-nos passar pela tua terra. Iremos somente pela estrada; não nos desviaremos nem para a direita nem para a esquerda.
28 A comida que eu coma vender-ma-ás por dinheiro, e dar-me-ás por dinheiro a água que beba: tão somente deixa-me passar a pé;
28 Por prata nos venderás tanto a comida que comermos como a água que bebermos. Apenas deixe-nos passar a pé,
29 Como fizeram comigo os filhos de Esaú, que habitam em Seir, e os moabitas que habitam em Ar; até que eu passe o Jordão, a terra que o Senhor nosso Deus nos há de dar.
29 como fizeram os descendentes de Esaú, que habitam em Seir, e os moabitas, que habitam em Ar. Assim chegarei ao Jordão, e, através dele, à terra que o Senhor, o nosso Deus, nos dá.
30 Mas Seom, rei de Hesbom, não nos quis deixar passar por ele, porquanto o Senhor teu Deus endurecera o seu espírito, e fizera obstinado o seu coração, para to dar na tua mão, como neste dia se vê.
30 Mas Seom, rei de Hesbom, não quis deixar-nos passar; pois o Senhor, o Deus de vocês, tornou-lhe obstinado o espírito e endureceu-lhe o coração, para entregá-lo nas mãos de vocês, como hoje se vê.
31 E o Senhor me disse: Eis aqui, tenho começado a dar-te Seom, e a sua terra diante de ti: começa pois a possuí-l a , para que herdes a sua terra.
31 O Senhor me disse: "Estou entregando a você Seom e sua terra. Comece a ocupação, tome posse da terra dele! "
32 E Seom saiu-nos ao encontro, ele e todo o seu povo, à peleja, a Jaaz:
32 Então Seom saiu à batalha contra nós em Jaza, com todo o seu exército.
33 E o Senhor nosso Deus no-lo deu diante de nós, e o ferimos a ele, e a seus filhos, e a todo o seu povo.
33 Mas o Senhor, o nosso Deus, entregou-o a nós, e o derrotamos, a ele, aos seus filhos e a todo o seu exército.
34 E naquele tempo tomamos todas as suas cidades, e destruímos todas as cidades, homens, e mulheres e crianças: não deixamos a ninguém.
34 Naquela ocasião conquistamos todas as suas cidades e as destruímos totalmente, matando homens, mulheres e crianças, sem deixar nenhum sobrevivente.
35 Somente tomamos em presa o gado para nós, e o despojo das cidades que tínhamos tomado.
35 Tomamos como presa somente os animais e o despojo das cidades que conquistamos.
36 Desde Aroer, que está à borda do ribeiro de Arnom, e a cidade que está junto ao ribeiro, até Gileade, nenhuma cidade houve que de nós escapasse: tudo isto o Senhor nosso Deus nos entregou diante de nós.
36 Desde Aroer, junto ao ribeiro do Arnom, e a cidade que fica no mesmo vale, até Gileade, não houve cidade de muros altos demais para nós. O Senhor, o nosso Deus, entregou-nos tudo.
37 Somente à terra dos filhos de Amom não chegaste: nem a toda a borda do ribeiro de Jaboque, nem às cidades da montanha, nem a cousa alguma que nos proibira o Senhor nosso Deus.
37 Somente da terra dos amonitas vocês não se aproximaram, ou seja, toda a extensão do vale do Rio Jaboque, e as cidades da região montanhosa, conforme o Senhor, o nosso Deus, tinha ordenado.

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