Deuteronômio 15

Almeida Revista e Corrigida 1969 (RC69) vs VC

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VC Versão Católica
1 AO fim dos sete anos farás remissão.
1 De sete em sete anos farás a remissão.
2 Este pois é o modo da remissão: Que todo o credor, que emprestou ao seu próximo uma cousa, o quite: não a exigirá do seu próximo ou do seu irmão, pois a remissão do Senhor é apregoada.
2 Eis no que ela consistirá: todo credor remitirá o empréstimo que tiver feito ao seu próximo. Não exercerá contra o seu próximo ou contra o seu irmão opressão alguma quando for publicada a remissão em honra do Senhor.
3 Do estranho a exigirás: mas o que tiveres em poder de teu irmão a tua mão o quitará:
3 Poderás obrigar ao estrangeiro; mas quanto às dívidas de teu irmão, farás remissão.
4 Somente para que entre ti não haja pobre: pois o Senhor abundantemente te abençoará na terra que o Senhor teu Deus te dará por herança, para possuí-la.
4 Não deverá haver pobres no meio de ti, porque o Senhor, teu Deus, te abençoará certamente na terra que te dá como posse hereditária,
5 Se somente ouvires diligentemente a voz do Senhor teu Deus para cuidares em fazer todos estes mandamentos que hoje te ordeno:
5 contento que obedeças fielmente à voz do Senhor, teu Deus, pondo cuidadosamente em prática os mandamentos que hoje te imponho.
6 Porque o Senhor teu Deus te abençoará, como te tem dito: assim, emprestarás a muitas nações, mas não tomarás empréstimos: e dominarás sobre muitas nações, mas elas não dominarão sobre ti.
6 Sim, o Senhor, teu Deus, abençoar-te-á como ele te disse: emprestarás a numerosas nações e de nenhuma precisarás receber empréstimo; dominarás sobre muitas nações, e elas não dominarão sobre ti.
7 Quando entre ti houver algum pobre de teus irmãos, em alguma das tuas portas, na tua terra que o Senhor teu Deus te dá, não endurecerás o teu coração, nem fecharás a tua mão a teu irmão que for pobre.
7 Se houver no meio de ti um pobre entre os teus irmãos, em uma de tuas cidades, na terra que te dá o Senhor, teu Deus, não endurecerás o teu coração e não fecharás a mão diante de teu irmão pobre;
8 Antes lhe abrirás de todo a tua mão, e livremente lhe emprestarás o que lhe falta, quanto baste para a sua necessidade.
8 mas abrir-lhe-ás a mão e emprestar-lhe-ás segundo as necessidades de sua indigência.
9 Guarda-te, que não haja palavra de Belial no teu coração, dizendo: Vai-se aproximando o sétimo ano, o ano da remissão: e que o teu olho seja maligno para com teu irmão pobre, e não lhe dês nada; e que ele clame contra ti ao Senhor, e que haja em ti pecado.
9 Cuida que não te venha ao coração este ímpio pensamento, eis que se aproxima o sétimo ano, o ano da remissão; guarda-te de olhar o teu irmão pobre com um mau olho, sem nada lhe dar, porque ele clamaria ao Senhor contra ti, e isso se te tornaria um pecado.
10 Livremente lhe darás, e que o teu coração não seja maligno, quando lhe deres: pois por esta causa te abençoará o Senhor teu Deus em toda a tua obra, e em tudo no que puseres a tua mão.
10 Deves dar-lhe, e dar-lhe de bom coração, pois, por causa disso, o Senhor, teu Deus, te abençoará em todas as empresas de tuas mãos.
11 Pois nunca cessará o pobre do meio da terra: pelo que te ordeno, dizendo: Livremente abrirás a tua mão para o teu irmão, para o teu necessitado, e para o teu pobre na tua terra.
11 Nunca faltarão pobres na terra, e por isso dou-te esta ordem: abre tua mão ao teu irmão necessitado ou pobre que vive em tua terra.
12 Quando teu irmão hebreu ou irmã hebreia se vender a ti, seis anos te servirá, mas no sétimo ano o despedirás forro de ti.
12 Quando um teu irmão hebreu, homem ou mulher, se tiver vendido a ti, ele te servirá seis anos, mas no sétimo ano deixá-lo-ás ir livre de tua casa.
13 E, quando o despedires de ti forro, não o despedirás vazio.
13 Não o deixarás partir com as mãos vazias quando o despedires,
14 Liberalmente o fornecerás do teu rebanho, e da tua eira, e do teu lagar: daquilo com que o Senhor teu Deus te tiver abençoado lhe darás.
14 mas dar-lhe-ás alguma coisa dos teus rebanhos, da tua eira e do teu lagar, uma parte dos bens com, que o Senhor, teu Deus, te cumulou.
15 E lembrar-te-ás de que foste servo na terra do Egito, e de que o Senhor teu Deus te resgatou: pelo que te ordeno hoje esta cousa.
15 Lembra-te de que estiveste em servidão no Egito, de onde foste resgatado pelo Senhor, teu Deus; é por isso que hoje te imponho este mandamento.
16 Porém será que, dizendo-te ele: Não sairei de ti; porquanto te ama a ti e a tua casa, por estar bem contigo:
16 Se, porém, teu escravo disser que não quer deixar-te, porque, sentindo-se feliz em tua casa, ele se apegou a ti e à tua família,
17 Então tomarás uma sovela, e lhe furarás a orelha, à porta, e teu servo será para sempre: e também assim farás à tua serva.
17 então, com uma sovela, furar-lhe-ás a orelha contra a porta, e ele será para sempre teu escravo. Procederás do mesmo modo com tua escrava.
18 Não seja aos teus olhos cousa dura, quando o despedires forro de ti; pois seis anos te serviu em dobro do salário do jornaleiro: assim o Senhor teu Deus te abençoará em tudo o que fizeres.
18 Não te seja penoso libertá-lo, porque o serviço que te prestou durante seis anos valeu bem o dobro do salário de um mercenário; e o Senhor, teu Deus, abençoar-te-á em todas as tuas empresas.
19 Todo o primogênito que nascer entre as tuas vacas e entre as tuas ovelhas, o macho santificarás ao Senhor teu Deus: com o primogênito do teu boi não trabalharás, nem tosquiarás o primogênito das tuas ovelhas.
19 Consagrarás ao Senhor, teu Deus, todo primogênito macho que nascer de teu rebanho grande ou miúdo. Não trabalharás com o primogênito de tua vaca, e não tosquiarás o primogênito de tuas ovelhas,
20 Perante o Senhor teu Deus os comerás de ano em ano, no lugar que o Senhor escolher, tu e a tua casa.
20 mas comê-lo-ás cada ano, tu e tua família, em presença do Senhor, teu Deus, no lugar que ele tiver escolhido.
21 Porém, havendo nele algum defeito, se for coxo, ou cego, ou tiver qualquer defeito, não sacrificarás ao Senhor teu Deus.
21 Se ele tiver uma tara, se for coxo ou cego, e se tiver uma deformidade qualquer, tu não o oferecerás em sacrifício ao Senhor, teu Deus.
22 Nas tuas portas o comerás: o imundo e o limpo o comerão juntamente, como da corça ou do veado.
22 Comê-lo-ás em tua cidade: tanto o homem impuro como . o puro poderão comer dele, como se come a gazela ou o veado.
23 Somente o seu sangue não comerás: sobre a terra o derramarás como água.
23 Somente não sorverás o sangue, que derramarás por terra como água.

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