Êxodo 21

Bíblia Portuguesa Mundial (PORBRBSL) vs NAA

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NAA Nova Almeida Atualizada 2017
1 “Estas são as ordenanças que você colocará diante deles:
1 São estes os estatutos que você apresentará aos filhos de Israel:
2 “Se você comprar um servo hebreu, ele servirá por seis anos, mas no sétimo sairá livre, sem pagar nada.
2 — Se você comprar um escravo hebreu, ele trabalhará para você durante seis anos; mas no sétimo ano será livre, de graça.
3 Se ele vier sozinho, sairá sozinho. Se for casado, então sua mulher sairá com ele.
3 Se chegou solteiro, irá embora sozinho; se era homem casado, a mulher irá com ele.
4 Se o seu senhor lhe der uma mulher e ela lhe der filhos ou filhas, a mulher e seus filhos serão do seu senhor, e ele sairá sozinho.
4 Se o dono lhe der uma mulher, e ela der à luz filhos e filhas, a mulher e seus filhos serão do dono do escravo, e ele irá embora sozinho.
5 Mas se o servo declarar claramente: ‘Eu amo meu senhor, minha mulher e meus filhos; não sairei livre’;
5 Porém, se o escravo expressamente disser: “Eu amo o meu dono, a minha mulher e os meus filhos; não quero ser livre”,
6 então o seu senhor o levará perante Deus, e o levará à porta ou à ombreira da porta, e o seu senhor furará a sua orelha com um furador, e ele o servirá para sempre.
6 então o dono do escravo o levará aos juízes, e o fará chegar à porta ou à ombreira da porta, e o seu dono furará a orelha dele com um furador; e ele será seu escravo para sempre.
7 “Se um homem vender sua filha para ser serva, ela não sairá livre como saem os servos homens.
7 — Se um homem vender a sua filha para ser escrava, esta não ficará livre como ficam livres os escravos homens.
8 Se ela não agradar ao seu senhor, que a havia desposado, então ele permitirá que ela seja resgatada. Ele não terá o direito de vendê-la a um povo estrangeiro, visto que a tratou com engano.
8 Se ela não agradar ao seu senhor, que se comprometeu a casar com ela, ele terá de permitir que ela seja resgatada; não poderá vendê-la a um povo estranho, pois isso será deslealdade para com ela.
9 Se ele a der em casamento ao seu filho, deverá tratá-la como filha.
9 Mas, se a casar com seu filho, deverá tratá-la como se tratam as filhas.
10 Se ele tomar para si outra mulher, não deverá diminuir a alimentação, as roupas e os direitos conjugais da primeira.
10 Se ele der ao filho outra mulher, não diminuirá o mantimento da primeira, nem os seus vestidos, nem os seus direitos conjugais.
11 Se ele não fizer essas três coisas por ela, ela poderá sair livre, sem pagar dinheiro algum.
11 Se não lhe fizer estas três coisas, ela poderá ir embora de graça, sem ter de pagar nada.
12 “Aquele que ferir um homem de modo que ele morra, certamente será morto;
12 — Quem ferir um homem, de modo que este venha a morrer, também será morto.
13 mas se não foi intencional, e Deus permitiu que isso acontecesse, então eu designarei a você um lugar para onde ele poderá fugir.
13 Porém, se não lhe armou ciladas, mas Deus permitiu que ele caísse em suas mãos, então designarei a você um lugar para onde ele fugirá.
14 Se um homem tramar e atacar o seu próximo com presunção para matá-lo, você o tirará até mesmo do meu altar, para que morra.
14 Se alguém vier maliciosamente contra o próximo, matando-o à traição, você deve tirá-lo até mesmo do meu altar, para que seja morto.
15 “Aquele que atacar seu pai ou sua mãe certamente será morto.
15 — Quem ferir seu pai ou sua mãe será morto.
16 “Aquele que sequestrar alguém e o vender, ou se a pessoa for encontrada em seu poder, certamente será morto.
16 — Quem raptar alguém e o vender, ou for achado tendo esse alguém ainda em seu poder, será morto.
17 “Aquele que amaldiçoar seu pai ou sua mãe certamente será morto.
17 — Quem amaldiçoar seu pai ou sua mãe será morto.
18 “Se homens brigarem e um ferir o outro com uma pedra, ou com o punho, e ele não morrer, mas ficar de cama;
18 — Se dois brigarem e um ferir o outro com uma pedra ou com o punho, e o ferido não morrer, mas ficar de cama;
19 se ele se levantar novamente e andar de um lado para o outro apoiado em seu cajado, então aquele que o feriu será absolvido; apenas pagará pela perda do seu tempo e providenciará o seu tratamento até que esteja totalmente curado.
19 se ele se levantar outra vez e andar fora, apoiado no seu bordão, então será absolvido aquele que o feriu; somente lhe pagará o tempo que perdeu e fará com que seja completamente curado.
20 “Se um homem ferir seu servo ou sua serva com um bordão, e o servo morrer sob a sua mão, o homem certamente será punido.
20 — Se alguém ferir o seu escravo ou a sua escrava com um bordão, e o ferido morrer logo, será punido;
21 No entanto, se o servo se levantar após um ou dois dias, ele não será punido, pois o servo é sua propriedade.
21 porém, se ele sobreviver por um ou dois dias, o dono não será punido, porque o escravo é propriedade sua.
22 “Se homens brigarem e ferirem uma mulher grávida, de modo que ela dê à luz prematuramente, mas não houver nenhum dano grave, o ofensor certamente será multado no valor que o marido da mulher exigir e os juízes permitirem.
22 — Se homens brigarem e ferirem uma mulher grávida, e forem causa de que aborte, porém sem maior dano, aquele que feriu será obrigado a indenizar segundo o que lhe exigir o marido da mulher; e pagará como os juízes lhe determinarem.
23 Mas se houver dano grave, então você exigirá vida por vida,
23 Mas, se houver dano grave, então o castigo será vida por vida,
24 olho por olho, dente por dente, mão por mão, pé por pé,
24 olho por olho, dente por dente, mão por mão, pé por pé,
25 queimadura por queimadura, ferida por ferida, e hematoma por hematoma.
25 queimadura por queimadura, ferimento por ferimento, golpe por golpe.
26 “Se um homem ferir o olho do seu servo, ou o olho da sua serva, e o destruir, ele o deixará sair livre por causa do seu olho.
26 — Se alguém ferir o olho do seu escravo ou o olho da sua escrava e inutilizar o olho, deverá deixar o escravo ir livre como pagamento pelo olho.
27 Se ele arrancar o dente do seu servo, ou o dente da sua serva, ele deixará o servo sair livre por causa do seu dente.
27 E, se com violência fizer cair um dente do seu escravo ou da sua escrava, deverá deixar o escravo ir livre como pagamento pelo dente.
28 “Se um touro chifrar um homem ou uma mulher até a morte, o touro certamente será apedrejado, e a sua carne não será comida; mas o dono do touro não será responsabilizado.
28 — Se um boi chifrar um homem ou uma mulher, fazendo com que morra, o boi será apedrejado e a carne dele não será comida; mas o dono do boi será absolvido.
29 Mas se o touro já tinha o hábito de chifrar no passado, e o seu dono foi advertido disso, e não o manteve preso, e o touro matar um homem ou uma mulher, o touro será apedrejado, e o seu dono também será morto.
29 Mas, se o boi já antes costumava chifrar, e o seu dono sabia disso e não o prendeu, e o boi matar um homem ou uma mulher, o boi será apedrejado, e também será morto o seu dono.
30 Se lhe for imposto um resgate, então ele dará para o resgate da sua vida tudo o que lhe for imposto.
30 Se lhe for exigido resgate, dará, então, como resgate da sua vida tudo o que lhe for exigido.
31 Quer tenha chifrado um filho, quer tenha chifrado uma filha, será feito a ele de acordo com este julgamento.
31 Quer tenha chifrado um filho, quer tenha chifrado uma filha, este julgamento lhe será aplicado.
32 Se o touro chifrar um servo ou uma serva, trinta siclos de prata serão dados ao seu senhor, e o boi será apedrejado.
32 Se o boi chifrar um escravo ou uma escrava, o senhor deles receberá um pagamento de trezentos e sessenta gramas de prata, e o boi será apedrejado.
33 “Se um homem abrir uma cova, ou se um homem cavar uma cova e não a cobrir, e um touro ou um jumento cair nela,
33 — Se alguém deixar aberta uma cova ou se alguém cavar uma cova e não a tapar, e nela cair um boi ou um jumento,
34 o dono da cova deverá fazer a reparação. Ele dará dinheiro ao dono do animal, e o animal morto será seu.
34 o dono da cova pagará o valor do animal; pagará dinheiro ao seu dono, mas o animal morto será seu.
35 “Se o touro de um homem ferir o touro de outro, de modo que morra, então eles venderão o touro vivo e dividirão o seu valor; e também dividirão o animal morto.
35 — Se o boi de um homem ferir o boi de outro, e o boi ferido morrer, venderão o boi vivo e repartirão o valor; e dividirão entre si o boi morto.
36 Ou se for sabido que o touro já tinha o hábito de chifrar no passado, e o seu dono não o manteve preso, ele certamente pagará touro por touro, e o animal morto será seu.
36 Mas, se for notório que o boi já antes costumava chifrar, e o seu dono não o prendeu, certamente pagará boi por boi; porém o boi morto será seu.

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