Ester 2

Bíblia Portuguesa Mundial (PORBRBSL) vs VC

Sair da comparação
VC Versão Católica
1 Depois destas coisas, quando a ira do rei Assuero se apaziguou, ele se lembrou de Vasti, do que ela havia feito e do que fora decretado contra ela.
1 Quando, pouco depois, a cólera do rei se acalmou, pensou em Vasti, no que ela tinha feito e na decisão que tomara a respeito dela.
2 Então os servos do rei que o serviam disseram: “Que se busquem belas jovens virgens para o rei.
2 Então as pessoas do séquito do rei disseram:
3 Que o rei nomeie oficiais em todas as províncias do seu reino, para que reúnam todas as belas jovens virgens na cidadela de Susã, na casa das mulheres, sob a custódia de Hegai, o eunuco do rei, guarda das mulheres. Que lhes sejam dados cosméticos;
3 Que se procurem para o rei donzelas virgens, belas de aspecto; que o rei envie pessoas a todas as províncias de seu reino, para reunir todas as jovens virgens de belo aspecto e trazê-las a Susa, sua capital, ao harém, sob a vigilância de Hegai, eunuco do rei e encarregado das mulheres, que providenciará às necessidades de seu toucador.
4 e que a jovem que agradar ao rei seja rainha em lugar de Vasti.” Isso agradou ao rei, e ele assim o fez.
4 A jovem que souber agradar ao rei se tornará rainha em lugar de Vasti. Isso agradou ao rei que seguiu esse conselho.
5 Havia um certo judeu na cidadela de Susã cujo nome era Mardoqueu, filho de Jair, filho de Simei, filho de Quis, um benjamita,
5 Ora, havia em Susa, a capital, um judeu chamado Mardoqueu, filho de Jair, filho de Semei, filho de Cis, da tribo de Benjamim,
6 que havia sido levado de Jerusalém com os cativos que foram exilados com Jeconias, rei de Judá, a quem Nabucodonosor, rei da Babilônia, havia levado.
6 que tinha sido trazido de Jerusalém entre os cativos deportados com Jeconias, rei de Judá, por Nabucodonosor, rei de Babilônia.
7 Ele criou Hadassa, isto é, Ester, filha de seu tio; pois ela não tinha pai nem mãe. A jovem era de bela aparência e formosa; e quando seu pai e sua mãe morreram, Mardoqueu a tomou como sua própria filha.
7 Era o tutor de Edissa - isto é, Ester, - filha de seu tio, órfã de pai e mãe. A moça era de belo porte e agradável de aspecto; na morte de seus pais, Mardoqueu a tinha adotado por filha.
8 Assim, quando o mandamento do rei e o seu decreto foram ouvidos, e quando muitas jovens foram reunidas na cidadela de Susã, sob a custódia de Hegai, Ester foi levada para a casa do rei, sob a custódia de Hegai, guarda das mulheres.
8 Logo que foi publicado o edito do rei, numerosas jovens foram reunidas em Susa, a capital, sob a guarda de Hegai. Ester também foi levada ao palácio e posta sob a guarda de Hegai, o encarregado das mulheres.
9 A jovem lhe agradou, e obteve o seu favor. Ele rapidamente lhe deu cosméticos e suas porções de comida, e as sete jovens escolhidas que lhe deviam ser dadas da casa do rei. Ele a transferiu, junto com suas jovens, para o melhor lugar na casa das mulheres.
9 A jovem lhe agradou e ganhou suas graças; tanto que ele se apressou a lhe proporcionar ungüentos e perfumes para seu toucador e adorno. Deu-lhe sete companheiras, escolhidas na casa do rei, reservando a elas o melhor apartamento do gineceu.
10 Ester não havia revelado o seu povo nem a sua parentela, porque Mardoqueu a havia instruído para que não o revelasse.
10 Ester não tinha revelado sua raça nem sua família, porque Mardoqueu lhe tinha proibido falar disso.
11 Mardoqueu caminhava todos os dias em frente ao pátio da casa das mulheres, para saber como Ester estava e o que seria dela.
11 Cada dia ele passeava diante do pátio do gineceu para ter notícias de Ester e saber o que lhe acontecia.
12 Chegava a vez de cada jovem ir ao rei Assuero após a sua purificação de doze meses (pois assim se cumpriam os dias da purificação delas: seis meses com óleo de mirra, e seis meses com perfumes e com preparações para o embelezamento das mulheres).
12 Toda jovem começava por sujeitar-se, durante doze meses, à lei das mulheres. Nesse período se purificavam seis meses com óleo de mirra, e seis meses com cosméticos e outros bálsamos em uso entre as mulheres.
13 A jovem então ia ao rei desta maneira: tudo o que ela desejava lhe era dado para ir com ela da casa das mulheres para a casa do rei.
13 Depois disso, quando chegava a vez de cada uma entrar junto ao rei, podia, ao passar do gineceu ao palácio, tomar consigo tudo o que queria.
14 À tarde ela ia, e no dia seguinte retornava para a segunda casa das mulheres, sob a custódia de Saasgaz, o eunuco do rei, que guardava as concubinas. Ela não ia mais ao rei, a menos que o rei se agradasse dela e ela fosse chamada pelo nome.
14 Admitida à tarde, se retirava pela manhã a um outro palácio das mulheres, sob a guarda de Chaasgaz, o eunuco do rei posto à frente das concubinas. E não voltava mais junto ao rei, se ele não tivesse manifestado o desejo, chamando-a expressamente.
15 Ora, quando chegou a vez de Ester, filha de Abiail, tio de Mardoqueu, que a havia tomado por filha, de ir ao rei, ela não pediu nada além do que Hegai, o eunuco do rei, o guarda das mulheres, aconselhou. Ester obteve favor aos olhos de todos os que olhavam para ela.
15 Chegou a vez de Ester entrar junto ao rei. A filha de Abigail {tio desse Mardoqueu que a tinha adotado por filha}, não pediu nada além do que lhe foi dado por Hegai, eunuco do rei, encarregado das mulheres. Mas ela ganhava as boas graças de todos os que a viam.
16 Assim, Ester foi levada ao rei Assuero, à sua casa real, no décimo mês, que é o mês de tebete, no sétimo ano do seu reinado.
16 Foi levada junto ao rei Assuero, a seu palácio. Era o décimo mês {mês de Tebet}, do ano sétimo do seu reinado.
17 O rei amou Ester mais do que a todas as mulheres, e ela obteve favor e bondade diante dele mais do que todas as virgens; de modo que ele colocou a coroa real na cabeça dela e a fez rainha em lugar de Vasti.
17 O rei amou-a mais que todas as outras mulheres; e ganhou ela as graças e o favor real mais que todas as demais jovens. Tanto que o rei colocou sobre sua cabeça o diadema real e a fez rainha em lugar de Vasti.
18 Então o rei deu um grande banquete para todos os seus príncipes e seus servos, o banquete de Ester; e ele proclamou um feriado nas províncias, e deu presentes de acordo com a generosidade do rei.
18 O rei deu um grande banquete a todos os seus príncipes e a seus servos em honra de Ester; concedeu um dia de descanso a seus Estados e fez benefícios verdadeiramente reais.
19 Quando as virgens foram reunidas pela segunda vez, Mardoqueu estava sentado à porta do rei.
19 Na segunda vez que reuniram as jovens, Mardoqueu se achava sentado à porta do rei.
20 Ester ainda não havia revelado a sua parentela nem o seu povo, como Mardoqueu lhe havia ordenado; pois Ester obedecia a Mardoqueu, como fazia quando era criada por ele.
20 Obedecendo à proibição de seu tutor, Ester não tinha revelado nem sua família, nem sua raça. Obedecia ainda a Mardoqueu, como quando estava sob a sua tutela.
21 Naqueles dias, enquanto Mardoqueu estava sentado à porta do rei, dois dos eunucos do rei, Bigtã e Teres, que eram guardas da porta, ficaram irados e procuraram pôr as mãos no rei Assuero.
21 Naquele tempo, pois, Mardoqueu se sentava à porta do palácio. Ora, dois eunucos do rei, Bigtã e Tares, guardas da entrada, cedendo ao ressentimento, pensaram levantar sua mão contra o rei.
22 Isso chegou ao conhecimento de Mardoqueu, que informou a rainha Ester; e Ester informou o rei em nome de Mardoqueu.
22 Mardoqueu o soube e deu parte à rainha Ester, e esta o referiu ao rei da parte de Mardoqueu.
23 Quando este assunto foi investigado e se descobriu ser verdade, ambos foram pendurados numa forca; e isso foi escrito no livro das crônicas na presença do rei.
23 Examinado o assunto e reconhecido como certo, foram os dois eunucos suspensos numa forca. E se consignou o fato nas Crônicas, em presença do rei.

Ler em outra tradução

Comparar com outra

Estude este capítulo no WhatsApp

Peça à IA da Bíblia Fala para explicar Ester 2, comparar traduções ou montar um estudo — tudo direto pelo WhatsApp.