Atos 19

Bíblia Portuguesa Mundial (PORBRBSL) vs NAA

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NAA Nova Almeida Atualizada 2017
1 Enquanto Apolo estava em Corinto, Paulo, tendo passado pelas regiões do interior, chegou a Éfeso e encontrou certos discípulos.
1 Aconteceu que, enquanto Apolo estava em Corinto, Paulo, tendo passado pelas regiões mais altas, chegou a Éfeso. Encontrando ali alguns discípulos,
2 Ele lhes disse: “Vocês receberam o Espírito Santo quando creram?”
2 perguntou-lhes: — Vocês receberam o Espírito Santo quando creram? Ao que eles responderam: — Pelo contrário, nem mesmo ouvimos que existe o Espírito Santo.
3 Ele disse: “Em que, então, vocês foram batizados?”
3 Paulo perguntou: — Então que batismo vocês receberam? Eles responderam: — O batismo de João.
4 Paulo disse: “João, de fato, batizou com o batismo de arrependimento, dizendo ao povo que eles deviam crer naquele que viria depois dele, isto é, em Cristo Jesus.”
4 Paulo explicou: — João realizou batismo de arrependimento, dizendo ao povo que cresse naquele que viria depois dele, a saber, em Jesus.
5 Quando ouviram isso, foram batizados no nome do Senhor Jesus.
5 Eles, tendo ouvido isto, foram batizados no nome do Senhor Jesus.
6 Quando Paulo lhes impôs as mãos, o Espírito Santo veio sobre eles, e falaram em outras línguas e profetizaram.
6 E, quando Paulo lhes impôs as mãos, o Espírito Santo veio sobre eles, e tanto falavam em línguas como profetizavam.
7 Eram ao todo cerca de doze homens.
7 Eram, ao todo, uns doze homens.
8 Ele entrou na sinagoga e falou ousadamente por um período de três meses, argumentando e persuadindo sobre as coisas concernentes ao Reino de Deus.
8 Durante três meses, Paulo frequentou a sinagoga, onde falava ousadamente, discutindo e persuadindo a respeito do Reino de Deus.
9 Mas quando alguns se endureceram e foram desobedientes, falando mal do Caminho diante da multidão, ele se retirou deles e separou os discípulos, argumentando diariamente na escola de Tirano.
9 Mas como alguns deles se mostravam teimosos e descrentes, falando mal do Caminho diante da multidão, Paulo se afastou deles. E, levando consigo os discípulos, passou a falar diariamente na escola de Tirano.
10 Isso continuou por dois anos, de modo que todos os que habitavam na Ásia ouviram a palavra do Senhor Jesus, tanto judeus como gregos.
10 Paulo fez isso durante dois anos, de modo que todos os habitantes da província da Ásia ouviram a palavra do Senhor, tanto judeus como gregos.
11 Deus operava milagres extraordinários pelas mãos de Paulo,
11 Deus, pelas mãos de Paulo, fazia milagres extraordinários,
12 de modo que até lenços ou aventais eram levados do seu corpo aos enfermos, e as doenças os deixavam, e os espíritos malignos saíam.
12 a ponto de levarem aos enfermos lenços e aventais do seu uso pessoal, diante dos quais as enfermidades fugiam das suas vítimas, e os espíritos malignos se retiravam.
13 Mas alguns dos judeus itinerantes, exorcistas, tomaram sobre si invocar sobre os que tinham espíritos malignos o nome do Senhor Jesus, dizendo: “Nós vos conjuramos por Jesus, a quem Paulo prega.”
13 E alguns judeus, exorcistas ambulantes, tentaram invocar o nome do Senhor Jesus sobre pessoas possuídas de espíritos malignos, dizendo: — Ordeno que saiam pelo poder de Jesus, a quem Paulo prega.
14 Havia sete filhos de um certo Ceva, um principal sacerdote judeu, que faziam isso.
14 Os que faziam isto eram sete filhos de um judeu chamado Ceva, sumo sacerdote.
15 O espírito maligno respondeu: “A Jesus eu conheço, e a Paulo eu conheço, mas quem são vocês?”
15 Mas o espírito maligno lhes respondeu: — Conheço Jesus e sei quem é Paulo; mas vocês, quem são?
16 O homem em quem estava o espírito maligno saltou sobre eles, dominou-os e prevaleceu contra eles, de modo que fugiram daquela casa nus e feridos.
16 E o possuído do espírito maligno saltou sobre eles, dominando a todos e, de tal modo prevaleceu contra eles, que, nus e feridos, fugiram daquela casa.
17 Isso se tornou conhecido de todos, tanto judeus como gregos, que habitavam em Éfeso. O temor caiu sobre todos eles, e o nome do Senhor Jesus era engrandecido.
17 Este fato chegou ao conhecimento de todos os moradores de Éfeso, tanto judeus como gregos. Veio temor sobre todos eles, e o nome do Senhor Jesus era engrandecido.
18 Muitos também dos que tinham crido vinham, confessando e declarando as suas práticas.
18 Muitos dos que creram vieram confessando e denunciando publicamente as suas próprias obras.
19 Muitos dos que praticavam artes mágicas reuniram os seus livros e os queimaram à vista de todos. Eles calcularam o seu preço, e descobriram que era de cinquenta mil moedas de prata.
19 Também muitos dos que haviam praticado magia, reunindo os seus livros, os queimaram diante de todos. Calculado o valor dos livros, verificaram que chegava a cinquenta mil denários.
20 Assim a palavra do Senhor crescia e se tornava poderosa.
20 Assim, a palavra do Senhor crescia e prevalecia poderosamente.
21 Ora, depois que essas coisas terminaram, Paulo determinou no Espírito, tendo passado pela Macedônia e pela Acaia, ir a Jerusalém, dizendo: “Depois de ter estado lá, devo ver também Roma.”
21 Depois destas coisas, Paulo resolveu, no seu espírito, ir a Jerusalém, passando pela Macedônia e Acaia. Ele dizia: — Depois de passar por Jerusalém, preciso ir também a Roma.
22 Tendo enviado à Macedônia dois dos que o serviam, Timóteo e Erasto, ele mesmo ficou na Ásia por um tempo.
22 Tendo enviado à Macedônia dois daqueles que o ajudavam, a saber, Timóteo e Erasto, permaneceu algum tempo na província da Ásia.
23 Por aquele tempo, houve um alvoroço não pequeno a respeito do Caminho.
23 Por esse tempo, houve grande tumulto em Éfeso por causa do Caminho.
24 Pois um certo homem chamado Demétrio, um ourives que fazia santuários de prata de Ártemis, trazia não pouco negócio aos artífices,
24 Pois um ourives, chamado Demétrio, que fazia modelos de prata do templo de Diana e que dava muito lucro aos artífices,
25 os quais ele reuniu com os trabalhadores de ocupação semelhante, e disse: “Senhores, vocês sabem que deste negócio temos a nossa riqueza.
25 convocando-os juntamente com outros do mesmo ofício, disse-lhes: — Senhores, vocês sabem que a nossa prosperidade vem deste ofício.
26 Vocês veem e ouvem que não somente em Éfeso, mas em quase toda a Ásia, este Paulo tem persuadido e desviado muita gente, dizendo que não são deuses os que são feitos por mãos.
26 E agora vocês estão vendo e ouvindo que não só em Éfeso, mas em quase toda a província da Ásia, este Paulo tem persuadido e desencaminhado muita gente, afirmando que os deuses feitos por mãos humanas não são deuses de verdade.
27 Não somente há o perigo de que este nosso ofício caia em descrédito, mas também de que o templo da grande deusa Ártemis seja considerado como nada e a sua majestade seja destruída, a qual toda a Ásia e o mundo adoram.”
27 Não somente há o perigo de que o nosso negócio caia em descrédito, como também de que o próprio templo da grande deusa Diana seja considerado sem valor, e que até venha a ser destruída a majestade daquela que toda a província da Ásia e o mundo adoram.
28 Quando ouviram isso, encheram-se de ira e clamaram, dizendo: “Grande é a Ártemis dos efésios!”
28 Ouvindo isto, ficaram furiosos e começaram a gritar: — Grande é a Diana dos efésios!
29 A cidade toda se encheu de confusão, e eles correram de comum acordo para o teatro, tendo agarrado Gaio e Aristarco, homens da Macedônia, companheiros de viagem de Paulo.
29 A confusão se espalhou pela cidade, e todos juntos foram correndo para o teatro, arrastando consigo os macedônios Gaio e Aristarco, companheiros de Paulo.
30 Quando Paulo quis entrar para o meio do povo, os discípulos não o permitiram.
30 Quando Paulo quis apresentar-se ao povo, os discípulos não o permitiram.
31 Alguns também dos asiarcas, sendo seus amigos, mandaram avisá-lo e rogaram-lhe que não se aventurasse no teatro.
31 Também algumas autoridades da província, que eram amigos de Paulo, mandaram um recado, pedindo que ele não se arriscasse indo ao teatro.
32 Uns, portanto, gritavam uma coisa, e outros, outra, pois a assembleia estava em confusão. A maioria deles não sabia por que se haviam reunido.
32 Uns, pois, gritavam de uma forma; outros, de outra; porque a assembleia tinha virado uma confusão. E, na sua maior parte, nem sabiam por que motivo estavam reunidos.
33 Eles tiraram Alexandre do meio da multidão, os judeus o empurrando para a frente. Alexandre acenou com a mão, e queria fazer uma defesa perante o povo.
33 Então tiraram Alexandre do meio da multidão, e os judeus o empurraram para a frente. Este, acenando com a mão, queria falar ao povo.
34 Mas quando perceberam que ele era judeu, todos a uma só voz, por um espaço de cerca de duas horas, clamaram: “Grande é a Ártemis dos efésios!”
34 Quando, porém, reconheceram que ele era judeu, todos, a uma voz, gritaram durante quase duas horas: — Grande é a Diana dos efésios!
35 Quando o escrivão da cidade apaziguou a multidão, ele disse: “Homens de Éfeso, que homem há que não saiba que a cidade dos efésios é a guardiã do templo da grande deusa Ártemis, e da imagem que caiu de Zeus?
35 O escrivão da cidade, tendo apaziguado o povo, disse: — Senhores efésios, quem não sabe que a cidade de Éfeso é a guardiã do templo da grande Diana e da imagem que caiu do céu?
36 Visto, pois, que estas coisas não podem ser negadas, vocês devem ficar calmos e não fazer nada precipitado.
36 Ora, não podendo isto ser contestado, convém que vocês se mantenham calmos e não façam nada de forma precipitada;
37 Pois vocês trouxeram estes homens aqui, os quais não são roubadores de templos nem blasfemadores da sua deusa.
37 porque estes homens que vocês trouxeram para cá não profanaram o templo, nem blasfemam contra a nossa deusa.
38 Se, portanto, Demétrio e os artífices que estão com ele têm uma queixa contra alguém, os tribunais estão abertos e há procônsules. Que eles apresentem acusações uns contra os outros.
38 Portanto, se Demétrio e os artífices que o acompanham têm alguma queixa contra alguém, saibam que existem os tribunais e os procônsules; que se acusem uns aos outros ali.
39 Mas se vocês buscam algo sobre outros assuntos, isso será resolvido na assembleia regular.
39 Mas, se vocês estão pleiteando alguma outra coisa, isso será decidido em assembleia regular.
40 Pois, de fato, corremos o perigo de sermos acusados a respeito do tumulto de hoje, não havendo causa alguma. A respeito disso, não seríamos capazes de prestar contas desta comoção.”
40 Porque também corremos o risco de sermos, hoje, acusados de revolta, não havendo motivo algum que possamos alegar para justificar este ajuntamento.
41 Tendo dito isso, ele dissolveu a assembleia.
41 E, havendo dito isto, dissolveu a assembleia.

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