Apocalipse 6

Bíblia Portuguesa Mundial (PORBRBSL) vs NAA

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NAA Nova Almeida Atualizada 2017
1 Vi quando o Cordeiro abriu um dos sete selos, e ouvi um dos quatro seres viventes dizendo, como com voz de trovão: “Venha e veja!”
1 Vi quando o Cordeiro quebrou o primeiro dos sete selos e ouvi um dos quatro seres viventes dizendo, como se fosse som de trovão: — Venha!
2 Então apareceu um cavalo branco, e o que estava montado nele tinha um arco. Foi-lhe dada uma coroa, e ele saiu vencendo e para vencer.
2 Vi, então, e eis um cavalo branco. O seu cavaleiro tinha um arco, e foi-lhe dada uma coroa. E ele saiu vencendo e para vencer.
3 Quando ele abriu o segundo selo, ouvi o segundo ser vivente dizendo: “Venha!”
3 Quando o Cordeiro quebrou o segundo selo, ouvi o segundo ser vivente dizendo: — Venha!
4 Saiu outro cavalo, vermelho. Ao que estava montado nele foi dado poder para tirar a paz da terra, e para que matassem uns aos outros. E foi-lhe dada uma grande espada.
4 E saiu outro cavalo, que era vermelho. E ao seu cavaleiro foi dado poder para tirar a paz da terra e fazer com que os homens matassem uns aos outros. Também lhe foi dada uma grande espada.
5 Quando ele abriu o terceiro selo, ouvi o terceiro ser vivente dizendo: “Venha e veja!” E eis um cavalo preto, e o que estava montado nele tinha uma balança na mão.
5 Quando o Cordeiro quebrou o terceiro selo, ouvi o terceiro ser vivente dizendo: — Venha! Então olhei, e eis um cavalo preto e o seu cavaleiro com uma balança na mão.
6 Ouvi uma voz no meio dos quatro seres viventes dizendo: “Um quênice de trigo por um denário, e três quênices de cevada por um denário! E não danifique o azeite e o vinho!”
6 E ouvi o que parecia uma voz no meio dos quatro seres viventes dizendo: — Uma medida de trigo por um denário; três medidas de cevada por um denário; e não danifique o azeite e o vinho.
7 Quando ele abriu o quarto selo, ouvi o quarto ser vivente dizendo: “Venha e veja!”
7 Quando o Cordeiro quebrou o quarto selo, ouvi a voz do quarto ser vivente dizendo: — Venha!
8 E eis um cavalo amarelo, e o nome do que estava montado nele era Morte. O Hades o seguia. Foi-lhe dada autoridade sobre a quarta parte da terra, para matar com a espada, com a fome, com a morte e com os animais selvagens da terra.
8 Vi, então, e eis um cavalo amarelo. O seu cavaleiro se chamava Morte, e o inferno o estava seguindo. E lhes foi dada autoridade sobre a quarta parte da terra para matar à espada, pela fome, com a mortandade e por meio dos animais selvagens da terra.
9 Quando ele abriu o quinto selo, vi debaixo do altar as almas daqueles que haviam sido mortos por causa da Palavra de Deus e do testemunho do Cordeiro que eles mantinham.
9 Quando o Cordeiro quebrou o quinto selo, vi, debaixo do altar, as almas daqueles que tinham sido mortos por causa da palavra de Deus e por causa do testemunho que deram.
10 Eles clamaram com grande voz, dizendo: “Até quando, ó Soberano, santo e verdadeiro, não julgas e vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra?”
10 Clamaram com voz forte, dizendo: — Até quando, ó Soberano Senhor, santo e verdadeiro, não julgas, nem vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra?
11 Uma comprida veste branca foi dada a cada um deles. E foi-lhes dito que descansassem ainda por um pouco de tempo, até que se completasse a jornada de seus conservos e de seus irmãos, que também seriam mortos assim como eles foram.
11 Então a cada um deles foi dada uma veste branca, e lhes foi pedido que repousassem ainda por pouco tempo, até que também se completasse o número dos seus conservos e seus irmãos que iam ser mortos como eles tinham sido.
12 Vi quando ele abriu o sexto selo, e houve um grande terremoto. O sol tornou-se negro como pano de saco de crina, e toda a lua tornou-se como sangue.
12 Vi quando o Cordeiro quebrou o sexto selo. Houve um grande terremoto, o sol se tornou negro como pano de saco feito de crina, a lua ficou toda vermelha como sangue,
13 As estrelas do céu caíram sobre a terra, como a figueira deixa cair os seus figos verdes quando abalada por um vento forte.
13 as estrelas do céu caíram sobre a terra, como a figueira deixa cair os seus figos verdes quando sacudida por um vento forte,
14 O céu foi recolhido como um pergaminho quando se enrola. E cada montanha e ilha foi removida do seu lugar.
14 e o céu recolheu-se como um pergaminho quando se enrola. Então todos os montes e as ilhas foram movidos do seu lugar.
15 Os reis da terra, os príncipes, os comandantes militares, os ricos, os fortes, e todo escravo e pessoa livre, esconderam-se nas cavernas e nas rochas das montanhas.
15 Os reis da terra, os grandes, os comandantes, os ricos, os poderosos e todo escravo e todo livre se esconderam nas cavernas e nos penhascos dos montes
16 E diziam às montanhas e às rochas: “Caiam sobre nós, e escondam-nos do rosto daquele que está sentado no trono, e da ira do Cordeiro,
16 e disseram aos montes e aos rochedos: — Caiam sobre nós e nos escondam da face daquele que está sentado no trono e da ira do Cordeiro!
17 pois chegou o grande dia da sua ira, e quem poderá subsistir?”
17 Porque chegou o grande Dia da ira deles, e quem poderá subsistir?

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