Romanos 6

A Bíblia Sagrada, Tradução para Tradutores (POR_TFT) vs ARC

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ARC Almeida Revista e Corrigida 2009
1 Pode alguém dizer em resposta àquilo que escrevi que, já que Deus agiu para conosco de uma maneira que nem merecemos por havermos pecado, talvez devamos continuar pecando para que ele possa continuar agindo ainda mais bondosamente para conosco, perdoando-nos continuamente.ALTERNATIVA: 1 Já que Deus agiu bondosamente para conosco por havermos pecado, alguém pode dizer, em resposta àquilo que escrevi, que talvez devamos continuar pecando para que ele possa continuar agindo ainda mais bondosamente para conosco, perdoando-nos continuamente.
1 Que diremos, pois? Permaneceremos no pecado, para que a graça seja mais abundante?
2 Responderia eu, Não, com certeza não devemos continuar pecando! Não está certo que continuemos a pecar! Devemos considerar-nos incapazes de responder aos desejos pecaminosos, assim como um cadáver não responde nem reage quando algo/alguém tenta estimulá-lo.
2 De modo nenhum! Nós que estamos mortos para o pecado, como viveremos ainda nele?
3 Quero que vocês se lembrem de que, quando pedimos que alguém nos batizasse em sinal de nosso relacionamento com (OU, para ficarmos unidos a) Jesus Cristo, o fato de assim fazermos evidenciou que era como se tivéssemos morrido com ele.
3 Ou não sabeis que todos quantos fomos batizados em Jesus Cristo fomos batizados na sua morte?
4 Portanto, quando alguém nos batizava era como se nos tivesse enterrado com ele. Procedemos assim para indicar que não iríamos responder aos desejos pecaminosos, bem como aqueles que morrem são incapazes de responder, e para que pudéssemos levar continuamente nossas vidas de uma forma nova, assim como Cristo foi ressuscitado para viver novamente de uma nova maneira pelo glorioso poder do seu divino Pai.
4 De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte; para que, como Cristo ressuscitou dos mortos pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida.
5 Fomos unidos com Cristo, separando-nos totalmente da nossa antiga forma de vida, assim como ele se separou, ao morrer, da maneira como tinha vivido anteriormente. Mas Deus com certeza vai capacitar-nos a viver de uma nova maneira, assim como ele capacitou Cristo a viver de novo.
5 Porque, se fomos plantados juntamente com ele na semelhança da sua morte, também o seremos na da sua ressurreição;
6 Devemos lembrar-nos sempre de que é como se nossa antiga natureza pecaminosa deixasse de funcionar quando Cristo foi crucificado. Isto aconteceu para que não fizéssemos mais as coisas pecaminosas que nossos corpos, que desejam pecar, querem que façamos, e para que já não fôssemos obrigados a pecar, como um escravo é obrigado a fazer aquilo que seu patrão deseja.
6 sabendo isto: que o nosso velho homem foi com ele crucificado, para que o corpo do pecado seja desfeito, a fim de que não sirvamos mais ao pecado.
7 Já estamos, por assim dizer, livres do controle dos desejos pecaminosos, assim como os que morreram estão livres do controle dos outros.
7 Porque aquele que está morto está justificado do pecado.
8 Já que é como se tivéssemos morrido com Cristo, cremos que continuaremos a viver com ele.
8 Ora, se já morremos com Cristo, cremos que também com ele viveremos;
9 Sabemos que, já que Deus capacitou Cristo a viver de novo após sua morte, ele nunca mais vai morrer. Ele não está mais sujeito à morte.
9 sabendo que, havendo Cristo ressuscitado dos mortos, já não morre; a morte não mais terá domínio sobre ele.
10 Ao morrer, ele morreu uma só vez em benefício dos seres humanos que tinham pecado, e ele nunca mais vai fazer isso; mas no que diz respeito ao fato de ele viver novamente agora, ele vive para servir/honrar a Deus.
10 Pois, quanto a ter morrido, de uma vez morreu para o pecado; mas, quanto a viver, vive para Deus.
11 Semelhantemente, vocês devem refletir sobre o fato de ser como se tornassem incapazes de responder aos desejos pecaminosos, como um cadáver deixa de responder ou reagir quando algo/alguém o estimula. Vocês também devem pensar que estão vivendo de uma forma distinta para servir/honrar a Deus por causa do seu relacionamento com / por estarem unidos a Cristo Jesus.
11 Assim também vós considerai-vos como mortos para o pecado, mas vivos para Deus, em Cristo Jesus, nosso Senhor.
12 Portanto, não deixem que seu corpo seja controlado pelo desejo de cometer pecado, com o resultado de praticarem as coisas pecaminosas que desejam praticar. Lembrem-se de que seu Espírito nunca vai morrer, mas que seu corpo com certeza vai morrer.
12 Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, para lhe obedecerdes em suas concupiscências;
13 Não deixem que os membros do seu corpo sejam instrumento de praticar coisas iníquas. Pelo contrário, apresentem-se a Deus para que possam ser pessoas espiritualmente vivas, após ficarem espiritualmente mortas. E apresentem os membros do seu corpo a Deus como se fossem instrumentos de praticar coisas justas e retas.
13 nem tampouco apresenteis os vossos membros ao pecado por instrumentos de iniquidade; mas apresentai-vos a Deus, como vivos dentre mortos, e os vossos membros a Deus, como instrumentos de justiça.
14 Não se deixem controlar por um desejo de cometer pecados. Agora vocês não são obrigados a obedecer a lei que Deus deu a Moisés para serem salvos, mas Deus mesmo controla vocês e bondosamente os capacita a evitar o pecado.
14 Porque o pecado não terá domínio sobre vós, pois não estais debaixo da lei, mas debaixo da graça.
15 Após ponderar o que acabo de dizer, alguém pode inferir, “Em vez de sermos obrigados a obedecer a lei que Deus deu a Moisés para ser salvos, Deus nos salva/ajuda bondosamente. Portanto, pode ser que agora Deus nos deixe cometer pecados.” Não, com certeza não devemos cometer pecados.
15 Pois quê? Pecaremos porque não estamos debaixo da lei, mas debaixo da graça? De modo nenhum!
16 Quero que vocês se lembrem disso: Os escravos são obrigados a obedecer as ordens e exigências do seu patrão. De igual forma, se vocês se apresentarem a alguém para ser obedientes a ele, como os escravos obedecem ao seu patrão, vocês serão escravos daquele que obedecem. Se já se entregaram para praticar as coisas pecaminosas que desejam, ficarão, como resultado, separados eternamente de Deus. Se entregaram obedientes a Deus, como resultado viverão retamente.
16 Não sabeis vós que a quem vos apresentardes por servos para lhe obedecer, sois servos daquele a quem obedeceis, ou do pecado para a morte, ou da obediência para a justiça?
17 Antigamente vocês eram parecidos a escravos, praticando as coisas pecaminosas que desejavam. Mas começaram a obedecer sinceramente o tipo de doutrina que lhes foi ensinada. Dou graças a Deus por isso.
17 Mas graças a Deus que, tendo sido servos do pecado, obedecestes de coração à forma de doutrina a que fostes entregues.
18 Também agradeço a Deus por ele ter livrado vocês do controle do desejo de pecar, tornando-os agora parecidos com escravos da vida reta e justa.
18 E, libertados do pecado, fostes feitos servos da justiça.
19 Dou um exemplo do que digo, referindo-me à escravidão, porque a natureza humana impede vocês de entenderem facilmente a verdade espiritual. Antigamente, vocês praticavam resolutamente as coisas imorais e ilegais que a mente obrigava os membros do seu corpo a fazerem, assim como os escravos fazem o que seu patrão os obriga a fazer. Como resultado, vocês praticavam mais coisas ilegais. Agora, deixem resolutamente sua mente obrigar os membros do seu corpo a agirem retamente para que possam viver de forma santa/pura.
19 Falo como homem, pela fraqueza da vossa carne; pois que, assim como apresentastes os vossos membros para servirem à imundícia e à maldade para a maldade, assim apresentai agora os vossos membros para servirem à justiça para a santificação.
20 Quando ainda eram parecidos com escravos, obrigados a praticar as coisas pecaminosas que desejavam, vocês não tinham obrigação de viver retamente.
20 Porque, quando éreis servos do pecado, estáveis livres da justiça.
21 Contudo, naquela época não lucraram nada de praticarem as coisas de que agora se envergonham, pois a prática dessas coisas fez com que vocês ficassem separados eternamente de Deus.
21 E que fruto tínheis, então, das coisas de que agora vos envergonhais? Porque o fim delas é a morte.
22 Mas Deus já livrou vocês de serem controlados pelos desejo de cometer pecado. Vocês se tornaram, por assim dizer, escravos de Deus. Portanto, o resultado agora é que Deus fez com que vocês pertencessem integralmente a ele, e como resultado vão viver eternamente.
22 Mas, agora, libertados do pecado e feitos servos de Deus, tendes o vosso fruto para santificação, e por fim a vida eterna.
23 O pagamento que alguém recebe por ter pecado é ficar separado eternamente de Deus. Tal pagamento é apenas parecido com o ordenado pago por um patrão. Mas aquilo que Deus nos dá livremente é vivermos eternamente por causa do nosso relacionamento com (OU, por estarmos unidos com) Cristo Jesus nosso Senhor.
23 Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus, nosso Senhor.

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