Marcos 6

A Bíblia Sagrada, Tradução para Tradutores (POR_TFT) vs NTLH

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NTLH Nova Tradução na Linguagem de Hoje 2000
1 Jesus saiu daquela região da cidade de Cafarnaum e foi à sua vila natal de Nazaré. E seus discípulos foram com ele.
1 Jesus voltou com os seus discípulos para a cidade de Nazaré, onde ele tinha morado.
2 No dia de sábado, ele entrou na sinagoga e ensinou o povo. Muitas das pessoas que o ouviram ficaram admiradas. Especificamente, alguns dos ouvintes diziam, -Dificilmente vamos acreditar que este homem possa nos ensinar sobre estas coisas, que Deus o tenha feito muito sábio e que ele esteja praticando tais milagres;
2 No sábado começou a ensinar na sinagoga . Muitos que o estavam escutando ficaram admirados e perguntaram: — De onde é que este homem consegue tudo isso? De onde vem a sabedoria dele? Como é que faz esses milagres?
3 este homem não passa de uma pessoa comum, como nós. Quer dizer, ele é somente um carpinteiro comum. Ele é o filho da Maria e o irmão maior de Tiago, José, Judas e Simão; suas irmãs menores moram aqui entre nós. Assim, eles ficaram ofendidos com ele.
3 Por acaso ele não é o carpinteiro, filho de Maria? Não é irmão de Tiago, José, Judas e Simão? As suas irmãs não moram aqui? Por isso ficaram desiludidos com ele.
4 Jesus disse a eles: -Os profetas são honrados em muitos lugares; mas as pessoas que moram nas vilas natais deles – seus parentes e vizinhos nas suas próprias casas – não os honram. Está acontecendo assim comigo.
4 Mas Jesus disse:
5 Mesmo curando uns poucos doentes naquele lugar, tocando-os, ele não pôde fazer muitos milagres ali porque as pessoas não acreditavam nele.
5 Ele não pôde fazer milagres em Nazaré, a não ser curar alguns doentes, pondo as mãos sobre eles.
6 E ele ficou admirado da falta de fé dessas pessoas.
6 E ficou admirado com a falta de fé que havia ali. Jesus ensinava nos povoados que havia perto dali.
7 Enquanto ele assim fazia, chamou os doze discípulos e começou a mandá-los dois a dois a diversas vilas. Especificamente, antes de mandá-los, ele os capacitou para expulsar espíritos maus das pessoas.
7 Ele chamou os doze discípulos e os enviou dois a dois, dando-lhes autoridade para expulsar espíritos maus.
8 Também os mandou levar consigo somente uma bengala para a viagem. Deu ordens para não levarem comida, nem sacola de bagagem nem dinheiro, pois as pessoas a quem eles iam ministrar deviam fornecer o necessário para eles.
8 Deu ordem para não levarem nada na viagem, somente uma bengala para se apoiar. Não deviam levar comida, nem sacola, nem dinheiro.
9 Ele permitiu que calçassem sandálias, mas mandou que não levassem mais roupas.
9 Deviam calçar sandálias e não levar nem uma túnica a mais.
10 Também disse a eles: -Depois de entrarem numa vila e receberem convite para se hospedar na casa de alguém, fiquem naquela casa até saírem do povoado, para não ofenderem o dono da casa.
10 Disse ainda:
11 Nos lugares onde as pessoas não derem as boas-vindas para vocês ou não ouvirem a sua mensagem, sacudam o pó das suas sandálias na hora da saída, para mostrar às pessoas que elas ficam com a culpa como ficam com a poeira.
11 Mas, se em algum lugar as pessoas não quiserem recebê-los, nem ouvi-los, vão embora. E na saída sacudam o pó das suas sandálias, como sinal de protesto contra aquela gente.
12 Depois de saírem os discípulos para todos esses povoados, eles iam pregando que as pessoas deviam se arrepender;
12 Então os discípulos foram e anunciaram que todos deviam se arrepender dos seus pecados.
13 expulsavam muitos espíritos maus das pessoas, e curavam muitos doentes, pondo azeite na cabeça deles.
13 Eles expulsavam muitos demônios e curavam muitos doentes, pondo azeite na cabeça deles.
14 O Rei Herodes ouviu todas estas coisas, pois muitas pessoas falavam sobre aquilo que Jesus fazia e ensinava. Especificamente, algumas pessoas diziam sobre Jesus: -João, o batizador, foi ressuscitado milagrosamente dos mortos por Deus. Por isso, ele consegue fazer esses milagres.
14 O rei Herodes ouviu falar de tudo isso porque a fama de Jesus se havia espalhado por toda parte. Alguns diziam: — Esse homem é João Batista, que foi ressuscitado! Por isso esse homem tem poder para fazer milagres.
15 E outros diziam sobre Jesus: -Ele é o antigo profeta Elias, que Deus prometeu mandar novamente. Outros diziam sobre Jesus: -Não, ele é um profeta diferente, como um dos profetas de antigamente.
15 Outros diziam que ele era Elias. Mas alguns afirmavam: — Ele é
16 Depois que o Rei Herodes ouviu o que as diversas pessoas diziam, ele afirmava: -Quem faz esses milagres é João, cuja cabeça mandei cortar e que acaba de ressuscitar.
16 Quando Herodes ouviu isso, disse: — Ele é João Batista! Eu mandei cortar a cabeça dele, e agora ele foi ressuscitado!
17 O motivo do Rei Herodes tirar esta conclusão foi o seguinte: Algum tempo antes, ele tinha casado com Herodias, a esposa de Filipe, irmão menor dele.
17 Pois tinha sido Herodes mesmo quem havia mandado prender João, amarrar as suas mãos e jogá-lo na cadeia. Ele havia feito isso por causa de Herodias, com quem havia casado, embora ela fosse esposa do seu irmão Filipe.
18 João dizia sempre a Herodes: -A lei de Deus não permite você se casar com a esposa do seu irmão enquanto ele estiver vivo. Já que Herodias instigava Herodes a colocar João na cadeia, Herodes mesmo mandou homens prenderem o João e botarem no cárcere. Herodias desejava matar o João, mas não conseguiu fazer isso.
18 Por isso João tinha dito muitas vezes a Herodes: “Pela nossa Lei você é proibido de casar com a esposa do seu irmão!”
19 Por querer se vingar dele, Herodias desejava que outra pessoa o matasse. Mas ela não conseguiu nada porque o Rei Herodes protegia o João na prisão.
19 Herodias estava furiosa com João e queria matá-lo. Mas não podia
20 Herodes fazia assim porque ele respeitava e tinha medo do João, por saber que João era um homem justo e santo. Mesmo ficando perplexo por causa das coisas que João pregava, Herodes gostava de ouvi-lo.
20 porque Herodes tinha medo dele, pois sabia que ele era um homem bom e dedicado a Deus. Por isso Herodes protegia João. E, quando o ouvia falar, ficava sem saber o que fazer, mas mesmo assim gostava de escutá-lo.
21 Mas certo dia Herodias conseguiu alguém para matar o João. Foi o aniversário de Herodes e ele convidou os principais oficiais do governo, os principais líderes militares e os grandes cidadãos do distrito de Galileia para um banquete festivo em casa dele.
21 Porém no dia do aniversário de Herodes apareceu a ocasião que Herodias estava esperando. Nesse dia Herodes deu um banquete para as pessoas importantes do seu governo: altos funcionários, chefes militares e autoridades da Galileia.
22 Enquanto eles todos estavam jantando, a filha de Herodias chegou na sala e, pela dança que ela executava, agradava o Rei Herodes e seus convidados. O rei disse a ela: -Peça qualquer coisa que você quiser e eu dou para você.
22 Durante o banquete a filha de Herodias entrou no salão e dançou. Herodes e os seus convidados gostaram muito da dança. Então o rei disse à moça: — Peça o que quiser, e eu lhe darei.
23 Ele também disse a ela: -Dou tudo que você desejar. Vou dar até metade de tudo aquilo que tenho e governo, se você assim quiser. Que Deus me castigue se não cumprir com esta promessa.
23 E jurou: — Prometo que darei o que você pedir, mesmo que seja a metade do meu reino!
24 A moça saiu da sala, foi ter com sua mãe e lhe contou aquilo que Herodes tinha dito; então perguntou: -O que você quer que eu peça a ele? Para obrigar Herodes a matar o João, Herodias respondeu: -Peça ao Rei Herodes a cabeça de João o batizador.
24 Ela foi perguntar à sua mãe o que devia pedir. E a mãe respondeu: — Peça a cabeça de João Batista.
25 A moça voltou depressa para a sala de banquetes, foi ter com o rei e pediu assim: -Quero que você corte a cabeça de João o batizador.
25 No mesmo instante a moça voltou depressa aonde estava o rei e pediu: — Quero a cabeça de João Batista num prato, agora mesmo!
26 Mesmo ficando muito triste ao ouvir o pedido dela, o rei não podia recusar, pois ele tinha prometido em presença de todos os convidados dar a ela tudo que ela pedisse.
26 Herodes ficou muito triste, mas, por causa do juramento que havia feito na frente dos convidados, não pôde deixar de atender o pedido da moça.
27 Por isso o rei mandou logo ao executor (o homem que executa os presos) que cortasse a cabeça de João e trouxesse a ele. Aquele oficial foi à cadeia e cortou a cabeça de João.
27 Mandou imediatamente um soldado da guarda trazer a cabeça de João. O soldado foi à cadeia, cortou a cabeça de João,
28 Trouxe a cabeça, colocou num prato e entregou à moça. Ela o levou à sua mãe.
28 pôs num prato e deu à moça. E ela a entregou à sua mãe.
29 Depois que os discípulos do João souberam disso, vieram levar o corpo de João para enterrar.
29 Quando os discípulos de João souberam disso, vieram, levaram o corpo dele e o sepultaram.
30 Os apóstolos voltaram a Jesus desde os diversos lugares aonde tinham se espalhado. Eles contaram a ele aquilo que tinham feito e o que tinham ensinado ao povo.
30 Os apóstolos voltaram e contaram a Jesus tudo o que tinham feito e ensinado.
31 Ele disse a eles: -Venham comigo a um lugar onde não há gente, para podermos ficar sozinhos e descansar um pouquinho. Ele disse isso porque havia tantas pessoas chegando e saindo que Jesus e os discípulos nem tinham tempo para comer ou fazer outras coisas.
31 Havia ali tanta gente, chegando e saindo, que Jesus e os apóstolos não tinham tempo nem para comer. Então ele lhes disse:
32 Então eles se foram sozinhos num barco até um lugar onde não morava ninguém.
32 Então foram sozinhos de barco para um lugar deserto.
33 Muitas pessoas viram quando eles saíram e conseguiram identificar Jesus e os discípulos. As pessoas correram adiante deles por terra, de todos os povoados vizinhos, e chegaram lá antes de Jesus e os discípulos.
33 Porém muitas pessoas os viram sair e os reconheceram. De todos os povoados, muitos correram pela margem e chegaram lá antes deles.
34 Quando Jesus e os seus discípulos saíram do barco, Jesus viu essa grande multidão. Ele teve pena das pessoas porque andavam confusas, como ovelhas sem pastor. Por isso, ele passou algum tempo com elas e ensinava muitas coisas a elas.
34 Quando Jesus desceu do barco, viu a multidão e teve pena daquela gente porque pareciam ovelhas sem pastor. E começou a ensinar muitas coisas.
35 Quando já estava caindo a tarde, os discípulos vieram a ele e disseram: -Este é um lugar onde não mora ninguém, e está ficando tarde.
35 De tardinha, os discípulos chegaram perto de Jesus e disseram: — Já é tarde, e este lugar é deserto.
36 Portanto, mande essa gente embora para ir aos lugares da vizinhança e às aldeias comprar comida.
36 Mande esta gente embora, a fim de que vão aos sítios e povoados de perto daqui e comprem alguma coisa para comer.
37 Porém Jesus respondeu a eles: -Deem comida para eles! Eles responderam: -É absurdo pensar que possamos conseguir dinheiro suficiente – o ordenado de 200 dias de trabalho – para comprar pão para tantas pessoas e dar a elas, pois não temos dinheiro para isso e, mesmo assim, não seria suficiente.
37 Mas Jesus respondeu: Os discípulos disseram: — Para comprarmos pão para toda esta gente, nós precisaríamos de duzentas moedas de prata .
38 Porém, ele respondeu a eles: -Quantos pães vocês têm aí? Vão lá ver. Eles foram contar e depois contaram a ele: -Temos somente cinco pães e dois peixes cozidos.
38 Jesus perguntou: Os discípulos foram ver e disseram: — Temos cinco pães e dois peixes.
39 Ele mandou os discípulos fazerem todas as pessoas sentarem em grupos na grama.
39 Então Jesus mandou o povo sentar-se em grupos na grama verde.
40 Todas se sentaram em grupos de 50-100 pessoas.
40 Todos se sentaram em grupos de cem e de cinquenta.
41 Jesus pegou os cinco pães e os dois peixes; olhou para o céu; deu graças a Deus pela comida; partiu os pães em pedacinhos; e depois deu para os discípulos distribuírem ao povo. Depois, partiu da mesma forma os peixes para dar a todos eles.
41 Aí Jesus pegou os cinco pães e os dois peixes, olhou para o céu e deu graças a Deus. Depois partiu os pães e os entregou aos discípulos para que eles distribuíssem ao povo. E também dividiu os dois peixes com todos.
42 Todos comeram até ficar satisfeitos.
42 Todos comeram e ficaram satisfeitos.
43 Os discípulos recolheram doze cestos cheios de pedaços de pão e peixe que sobravam.
43 E os discípulos ainda recolheram doze cestos cheios de pedaços de pão e de peixe.
44 Uns 5.000 homens comeram do pão e do peixe, sem contar as mulheres e as crianças.
44 Foram cinco mil os homens que comeram os pães.
45 Logo Jesus mandou seus discípulos entrarem num barco e irem adiante dele até a vila de Betsaida, mais adiante, beirando o Lago da Galileia. Ele ia ficar para despedir a multidão que lá estava.
45 Logo depois, Jesus ordenou aos discípulos que subissem no barco e fossem na frente para o povoado de Betsaida, no lado leste do lago, enquanto ele mandava o povo embora.
46 Mais tarde, depois da saída dos discípulos e da despedida da multidão, ele subiu no monte para orar.
46 Depois de se despedir dos discípulos, Jesus subiu um monte a fim de orar ali.
47 Quando já era noite, o barco dos discípulos se encontrava no meio do lago, enquanto Jesus estava sozinho em terra.
47 Quando chegou a noite, o barco estava no meio do lago, e Jesus estava em terra, sozinho.
48 Ele viu que, ao remarem, eles estavam tendo problemas, pois o vento soprava contra eles. Ele se aproximou deles de madrugada, andando em cima da água. Ele quis passar adiante deles.
48 Ele viu que os discípulos estavam remando com dificuldade porque o vento soprava contra eles. Já de madrugada, entre as três e as seis horas, Jesus foi até lá, andando em cima da água, e ia passar adiante deles.
49 Quando eles viram algo que andava em cima da água, achavam que eram um fantasma. Por isso começaram a gritar,
49 Quando viram Jesus andando em cima da água, os discípulos pensaram que ele era um fantasma e começaram a gritar.
50 pois todos viram Jesus e ficaram apavorados. Mas ele falou com eles; especificamente, disse a eles, -Calma! Não tenham medo, pois sou eu.
50 Todos ficaram apavorados com o que viram. Mas logo Jesus falou com eles, dizendo:
51 Ele entrou no barco onde eles estavam, e o vento deixou de soprar. Eles ficaram admirados por causa do tipo de pessoa que ele era;
51 Aí subiu no barco com eles, e o vento se acalmou. Os discípulos estavam completamente apavorados.
52 mesmo tendo observado como Jesus multiplicou os pães e os peixes, eles não entenderam o poder dele, pois não conseguiram pensar claramente sobre isso.
52 É que a mente deles estava fechada, e eles não tinham entendido o milagre dos pães.
53 Depois de atravessarem o Lago da Galileia num barco, eles chegaram a terra perto da vila de Genesaré, onde amarraram o barco na praia.
53 Jesus e os discípulos atravessaram o lago e chegaram à região de Genesaré, onde amarraram o barco na praia.
54 Logo que saíram do barco, as pessoas de lá reconheceram Jesus.
54 Quando desceram do barco, o povo logo reconheceu Jesus.
55 Elas foram correndo pelo distrito inteiro, contando a outros que Jesus estava lá; logo acomodaram os doentes em macas e os levaram aonde ouviram dizer que Jesus estava.
55 Então, eles saíram correndo por toda aquela região, começaram a trazer os doentes em camas e os levavam para o lugar onde sabiam que Jesus estava.
56 Em qualquer aldeia, vila ou lugar onde ele entrava, os moradores levavam os doentes para as praças públicas. Então os doentes rogavam que Jesus os deixasse tocar nele, mesmo na barra da sua roupa, para ficarem curados por ele. Todos aqueles que tocavam nele ou nas suas vestes ficavam curados.
56 Em todos os lugares aonde ele ia, isto é, nos povoados, nas cidades e nas fazendas, punham os doentes nas praças e pediam a Jesus que os deixasse pelo menos tocar na barra da sua roupa. E todos os que tocavam nela ficavam curados.

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