João 18

A Bíblia Sagrada, Tradução para Tradutores (POR_TFT) vs NAA

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NAA Nova Almeida Atualizada 2017
1 Depois de completar sua oração, Jesus atravessou o riacho de Cedrom conosco, seus discípulos. Havia do outro lado do riacho um olival, e foi para lá que nos dirigimos.
1 Depois de dizer isso, Jesus saiu juntamente com os seus discípulos para o outro lado do ribeiro de Cedrom, onde havia um jardim; e aí entrou com eles.
2 Judas, que estava para capacitar seus inimigos a prendê-lo, sabia que Jesus provavelmente estaria lá. Ele sabia isso porque Jesus costumava reunir-se ali conosco.
2 Judas, o traidor, também conhecia aquele lugar, porque Jesus muitas vezes havia se reunido ali com os seus discípulos.
3 Por isso Judas se dirigiu àquele olival. Ele guiava uma tropa de soldados romanos e alguns guardas do templo, mandados pelos fariseus e os principais sacerdotes. Eles levavam tochas, lâmpadas e armas.
3 Tendo, pois, Judas recebido a escolta e alguns guardas da parte dos principais sacerdotes e fariseus, chegou a esse lugar com lanternas, tochas e armas.
4 Jesus sabia de tudo que iria acontecer a Ele. Por isso Ele se adiantou e lhes perguntou, “Quem é que vocês estão procurando?”
4 Então Jesus, sabendo de tudo o que ia acontecer com ele, adiantou-se e perguntou-lhes:
5 Eles responderam a Ele, “Jesus, o homem de Nazaré”. Ele respondeu, “Sou Jesus”. Acompanhava-os Judas, aquele que capacitava seus inimigos a prendê-lo.
5 Eles responderam: — A Jesus, o Nazareno. Então Jesus lhes disse: Ora, Judas, o traidor, também estava com eles.
6 Quando Jesus lhes disse, “Sou eu que vocês estão procurando”, eles recuaram e caíram no chão por causa do poder dele.
6 Quando Jesus lhes disse: “Sou eu”, recuaram e caíram por terra.
7 Ele lhes perguntou de novo, “Quem é que vocês estão procurando?” Eles disseram, “Jesus, o homem de Nazaré”.
7 Jesus, de novo, lhes perguntou: Responderam: — A Jesus, o Nazareno.
8 Respondeu Jesus, “Já lhes disse que sou Jesus. Já que sou eu que vocês estão procurando, deixem que estes —outros homens/discípulos meus— vão embora.
8 Então Jesus disse:
9 Isto aconteceu para que, ao fazerem o que Ele pediu para eles fazerem, fosse cumprido o que {cumprisse as palavras que} Ele tinha orado, “Nunca vou perder nenhum daqueles que Deus me concedeu/trouxe”.
9 Ele disse isso para se cumprir a palavra que tinha dito anteriormente: “Não perdi nenhum dos que me deste.”
10 Simão Pedro tinha uma espada. Por isso ele a tirou e tentou matar o servo do sumo sacerdote, mas só conseguiu cortar a orelha direita do homem. O servo se chamava Malco.
10 Então Simão Pedro puxou da espada que trazia e feriu o servo do sumo sacerdote, cortando-lhe a orelha direita. E o nome do servo era Malco.
11 Jesus disse a Pedro, “Coloque a espada na bainha! —Preciso/Você não acha que devo— [RHQ] suportar o que meu Pai quer que eu padeça [MET]!?”
11 Mas Jesus disse a Pedro:
12 Então os soldados da tropa, acompanhados por seu comandante e os guardas do templo judaico, prenderam Jesus. Amarraram as mãos dele atrás das costas.
12 Assim, a escolta, o comandante e os guardas dos judeus prenderam Jesus e o amarraram.
13 Logo em seguida o levaram a Anás, o sumo sacerdote anterior. Ele era sogro de Caifás, o sumo sacerdote judaico aquele ano.
13 Então o levaram primeiramente a Anás, sogro de Caifás, sumo sacerdote naquele ano.
14 Foi ele que anteriormente tinha avisado o Conselho Judaico de que seria preferível que um homem morresse em benefício do povo, em vez de morrerem todos os membros da nação judaica.
14 Ora, Caifás era quem havia declarado aos judeus ser conveniente morrer um homem pelo povo.
15 Simão Pedro e eu fomos seguindo Jesus. Já que o sumo sacerdote me conhecia pessoalmente, ele me deixou entrar no seu pátio.
15 Simão Pedro e outro discípulo seguiam Jesus. Esse discípulo era conhecido do sumo sacerdote e, por isso, conseguiu entrar no pátio da casa deste com Jesus.
16 Mas Simão Pedro foi obrigado a aguardar do lado de fora do portão. Mas, sendo eu conhecido do sumo sacerdote, eu voltei para a porta e falei com a moça que guardava a entrada. Então ela deixou Pedro entrar.
16 Pedro, porém, ficou de fora, junto à porta. O outro discípulo, que era conhecido do sumo sacerdote, saiu, falou com a encarregada da porta e levou Pedro para dentro.
17 A serva que guardava a entrada disse a Pedro, “Com certeza você não é também discípulo daquele homem que eles prenderam, certo?” Ele disse, “Não sou”.
17 Então a empregada, encarregada da porta, perguntou a Pedro: — Você também não é um dos discípulos desse homem? Ele respondeu: — Não, não sou.
18 Fazia frio, e por isso os escravos do sumo sacerdote e os guardas do templo tinham preparado uma fogueira de carvão e se aqueciam de pé, reunidos em volta dela. Pedro também se instalou lá, para se aquecer.
18 Os servos e os guardas estavam ali, tendo acendido uma fogueira por causa do frio, e se aqueciam. Pedro estava no meio deles, aquecendo-se também.
19 Enquanto ele assim fazia, o sumo sacerdote interrogava Jesus acerca dos seus discípulos e sobre aquilo que Ele ensinava ao povo.
19 Então o sumo sacerdote interrogou Jesus a respeito dos seus discípulos e da sua doutrina.
20 Jesus respondeu, “Tenho falado claramente a todos. Sempre os tenho ensinado nas sinagogas e no templo, e em lugares onde se reuniam todos os judeus. Eu não disse nada em segredo.
20 Jesus lhe respondeu:
21 Por isso —por que o senhor está/o senhor não deve estar— [RHQ] interrogando-me assim, ilegalmente! Pergunte às pessoas que ouviram o que eu ensinava! Elas com certeza sabem o que foi que eu dizia”!
21 Por que o senhor está perguntando para mim? Pergunte aos que ouviram o que lhes falei. Eles sabem muito bem o que eu disse.
22 Depois de Jesus dizer isso, um dos guardas do templo, que ficava perto dele, deu-lhe uma bofetada na cara, dizendo , —“Não é assim/Será assim— [RHQ] que se responde ao sumo sacerdote!?”
22 Quando Jesus disse isto, um dos guardas que estavam ali deu-lhe uma bofetada, dizendo: — É assim que você fala com o sumo sacerdote?
23 Jesus lhe respondeu, “Se eu tivesse dito algo contrário às suas leis, você poderia ter-me dito o que foi exatamente que eu disse que estava errado. Mas, já que eu ensinava apenas coisas certas, —por que você está/você não deve estar— [RHQ] me batendo?”!
23 Jesus lhe respondeu:
24 Então, após amarrarem {amarradas} as mãos de Jesus novamente, Anás o mandou a Caifás, o sumo sacerdote.
24 Então Anás o enviou, amarrado, à presença de Caifás, o sumo sacerdote.
25 Enquanto Simão Pedro ficava perto da fogueira, aquecendo-se, alguém lhe disse, “Será você por acaso é um dos discípulos daquele homem?” Ele o negou, dizendo, “Não sou”.
25 Simão Pedro estava em pé, aquecendo-se. Então lhe perguntaram: — Você também não é um dos discípulos dele? Ele negou e disse: — Não, não sou.
26 Mais tarde, um dos servos do sumo sacerdote, parente do homem cuja orelha Pedro antes tinha cortado, disse a ele, “Vi você com aquele homem no olival, não vi?”
26 Um dos servos do sumo sacerdote, parente daquele a quem Pedro tinha decepado a orelha, perguntou: — Não é verdade que eu vi você no jardim com ele?
27 Pedro o negou novamente. Imediatamente um galo cantou, como Jesus tinha vaticinado.
27 De novo, Pedro negou. E no mesmo instante o galo cantou.
28 Então os líderes [SYN] judaicos conduziram Jesus da casa de Caifás para o palácio de Pilatos, o governador romano. Era de madrugada, antes do levantar do sol. Pilatos era gentio/não-judeu, e eles pensavam que, se entrassem no palácio dele, seriam rejeitados por Deus {Deus iria rejeitá-los}, e que nesse caso não poderiam comer nada durante a festa da Páscoa. Por isso não quiseram entrar no Palácio.
28 Depois, levaram Jesus da casa de Caifás para o Pretório. Era cedo de manhã. Eles não entraram no Pretório para não se contaminar, pois somente assim poderiam comer a Páscoa.
29 Portanto Pilatos saiu para conversar com eles. Ele disse, “Na opinião de vocês, que lei este homem desobedeceu?”
29 Então Pilatos saiu para falar com eles e perguntou: — Que acusação vocês trazem contra este homem?
30 Eles sabiam que Jesus não tinha desobedecido nenhuma lei romana, por isso não quiseram responder a pergunta dele. Em vez disso, disseram, “Se este homem não fosse criminoso, nós não o teríamos trazido aqui diante do senhor”!
30 Eles responderam: — Se este não fosse malfeitor, não o teríamos entregue ao senhor.
31 Então Pilatos lhes disse, “Levem-no, e julguem-no de acordo com a sua própria lei”! Então os líderes [SYN] judaicos disseram, “Não, queremos que vocês romanos o matem, pois nós judeus não temos direito de matar ninguém”!
31 Então Pilatos disse: — Levem-no daqui e julguem-no segundo a lei de vocês. Ao que os judeus responderam: — Não nos é lícito matar ninguém.
32 Os romanos matavam as pessoas, pregando-as numa cruz. Por isso os líderes judaicos falaram assim, para que fosse cumprido {os romanos cumprissem} aquilo que Jesus tinha dito anteriormente sobre a maneira em que Ele iria morrer.
32 Isso aconteceu para que se cumprisse a palavra de Jesus, significando com que tipo de morte estava para morrer.
33 Logo depois, Pilatos voltou para dentro do palácio. Ele convocou Jesus. Já que os líderes judaicos tinham dito que Jesus se dizia rei, ele lhe disse com desdém, “O Senhor é rei dos judeus?”
33 Pilatos entrou novamente no Pretório, chamou Jesus e lhe perguntou: — Você é o rei dos judeus?
34 Jesus respondeu, “O senhor pergunta isso por realmente querer saber se me considero rei, ou por —outra pessoa/Caifás— ter dito que alego ser rei deles?”
34 Jesus respondeu:
35 Pilatos respondeu, “Eu não sou judeu, portanto —não posso/como poderia e-- [RHQ] entender estes assuntos!? Foram seus correligionários judeus e os principais sacerdotes que o trouxeram para mim! O que O Senhor fez para levá-los a querer matá- lo?”
35 Pilatos respondeu: — Por acaso sou judeu? A sua própria gente e os principais sacerdotes é que o entregaram a mim. Que foi que você fez?
36 Jesus respondeu, “Não são as pessoas deste mundo que me fazem rei. Se fossem os habitantes deste mundo que me faziam rei, meus discípulos/seguidores teriam lutado para que os líderes [SYN] judaicos fossem impedidos {para impedir os líderes [SYN] judaicos} de prender-me. Mas não é ninguém aqui deste mundo que me torna rei”.
36 Jesus respondeu:
37 Então Pilatos lhe disse, “Então O Senhor está dando a entender que é realmente rei?” Jesus respondeu, “Sim, é certo o que o senhor acaba de dizer, que sou rei. Nasci para ser rei, e vim a este mundo para comunicar às pessoas a verdade sobre Deus. Todos os que apoiam a verdade prestam atenção ao que digo”.
37 Pilatos perguntou: — Então você é rei? Jesus respondeu:
38 Pilatos disse, “Como se pode saber o que é a verdade”? Após dizer isso, ele saiu e conversou novamente com os líderes [SYN] judaicos. Ele lhes disse, “Não acho que Ele tenha feito nada pelo qual devo puni-lo.
38 Pilatos perguntou: — O que é a verdade? Depois de dizer isso, Pilatos voltou aos judeus e lhes disse: — Eu não acho nele crime algum.
39 Mas vocês judeus têm o costume de que, todos os anos durante a festa da Páscoa, eu lhes solte algum preso. Por isso, vocês preferem que eu lhes solte o homem que vocês judeus alegam ser seu rei?”
39 Mas é costume entre vocês que eu solte alguém por ocasião da Páscoa. Vocês querem que eu lhes solte o rei dos judeus?
40 Eles gritaram de novo, “Não, não solte esse homem! Em vez dele, solte Barrabás”! Mas Barrabás estava preso por ser revolucionário/terrorista!
40 Então todos gritaram, novamente: — Não este, mas Barrabás! Ora, Barrabás era salteador.

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