Lamentações 2

Pohnpeian Bible with Apocrypha (PON2006A) vs VC

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VC Versão Católica
1 Kaun-o nan sapwellime engieng ketin kipehkidier Saion rotorot.
1 Alef. Como cobriu irritado o Senhor com uma nuvem a filha de Sião? Precipitou do céu à terra a gloria de Israel, e na sua cólera desinteressou-se do escabelo dos seus pés.
2 Kaun-o ketin kamwomwala ni sohte mahk kisin kahnimw koaros en Suda
2 Bet. O Senhor destruiu sem piedade todas as moradias de Jacó. E em seu furor arruinou as fortificações da filha de Judá. Lançou por terra e conspurcou o reino e seus príncipes.
3 Nan sapwellime engieng e ketin kauwehla kehlail en Israel;
3 Guimel. Na violência do seu furor, quebrou todo o poder de Israel. Ao aproximar-se o inimigo, retirou o apoio de sua mão, e provocou um incêndio em Jacó que devora tudo que o cerca.
4 E ketin rasehng imwintihti men me kadarodohng kitail sapwellime arep;
4 Dalet. Retesou o arco, qual inimigo; firmou o braço, qual adversário; e tudo quanto encantava os olhos ele degolou. Na tenda da filha de Sião lançou o fogo do seu furor.
5 Kaun-o ketin kamwomwala Israel, rasehng imwintihti men;
5 He. Semelhante a um inimigo o Senhor destruiu Israel. Demoliu seus edifícios, abateu suas fortalezas; sobre a filha de Sião acumulou dores sobre dores.
6 E ketin kiedpeseng Tehnpas Sarawio wasa me se kin kaudokiong ih ie;
6 Vau. Arrombou-lhe a tenda, como um jardim, e devastou seu santuário. O Senhor aboliu em Sião festas e sábados. E no ardor de sua cólera repeliu rei e sacerdote.
7 Kaun-o ketin soikalahr sapwellime pei sarawio oh kesehla sapwellime Tehnpas Sarawio;
7 Zaim. Desgostou-se do altar e rejeitou seu santuário. Entregou nas mãos dos inimigos as muralhas de seus fortes; elevaram-se gritos no templo, como nos dias de festas.
8 KAUN-O ketin koasoanedier pwe kelen Saion kan en rengkidi;
8 Het. Resolveu o Senhor demolir os muros da filha de Sião. Estendeu o cordel, sem deter-se antes que tudo destruísse, e derrubou o muro e o antemuro que, juntos, desabaram.
9 Ewen kehl kan seridier nanpwel, wenihmw mete kan mwerpesengier.
9 Tet. Jazem sob escombros as suas portas que ele quebrou, partindo as traves. Acham-se no estrangeiro seu rei e príncipes. Não há mais oráculos. Mesmo os profetas não mais recebem as visões do Senhor.
10 Ohl mah kan en Serusalem mwomwohdehr nanpwel solahr mwekid,
10 Iod. Sentados no chão, taciturnos, jazem os anciãos da filha de Sião. Jogaram poeira sobre os cabelos; vestiram-se com sacos; e as virgens de Jerusalém pendem a fronte para a terra.
11 Pwoaren mesei kat medengkilahr ei sengiseng; ngeni tihwolahr.
11 Caf. Ardiam-me os olhos, de tantas lágrimas; fremiam minhas entranhas. Minha bílis se espalhou por terra, ante a ruína da filha de meu povo, quando nas ruas da cidade desfaleciam os meninos e as crianças de peito.
12 Re duhpeklahr oh men nimpildahr, oh kin wie sengisengiong ar nohno kan;
12 Lamed. Onde há pão {e onde há vinho}?!, diziam eles às mães, desfalecendo, quais feridos, nas ruas da cidade, e entregando a alma no regaço materno.
13 Oh Serusalem! Kompoakepahi Serusalem, dahme I kak nda?
13 Mem. Que dizer? A quem te comparar, filha de Jerusalém? Quem irá salvar-te e consolar-te, ó virgem, filha de Sião? É imensa como o mar tua ruína: quem poderá curar-te?
14 Solahr me omw soukohp kan pahn kohpada pwe kokohp likamwte;
14 Nun. Os teus profetas tinham visões apenas extravagantes e balofas. Não manifestaram tua malícia, o que teria poupado teu exílio. Os oráculos que te davam eram apenas mentiras e enganos.
15 Aramas akan me kin keid limwahn kahnimwo kin kangkakil uhk ni mwamwahl.
15 Samec. Todos os transeuntes, ao te verem, batem palmas, e assobiando meneiam a cabeça sobre a filha de Jerusalém. Eis a cidade da qual diziam ser a beleza perfeita, a alegria do universo.
16 Omw imwintihti koaros kin kouruhrkin uhk oh kangkakilkin uhk ar kailok.
16 Pe. Abrem a boca contra ti todos os teus inimigos. Escarnecem e rangem os dentes. Nós destruímos, dizem eles, eis o dia esperado, estamos nele, estamos vendo!
17 KAUN-O ketin kapwaiadahr dahme e kupwuredahr en ketin wia.
17 Ain. Realizou o Senhor o seu desígnio, executando as ameaças que outrora proferira. E destruiu sem piedade. À tua custa contentou o inimigo, exaltando o poder de teus adversários.
18 Oh Serusalem, omw kehl kan en peki sawas rehn Kaun-o!
18 Sade. Seu coração clama ao Senhor. Ó muralha da filha de Sião, transborda dia e noite a torrente de tuas lágrimas! Não te dês descanso, e teus olhos não cessem de chorar!
19 Ke en kin pirida pak tohto nipwong kan, pwe ke en kin pekipeki sawas rehn Kaun-o;
19 Cof. Levanta-te à noite; grita ao início de cada vigília; que se derrame teu coração ante a face do Senhor. Ergue para ele as mãos, pela vida de teus filhos que caem de inanição, em todos os cantos das ruas.
20 Maing KAUN, komwi ketin kupwure irail kan me milahr pahn engieng en kupwuromwi!
20 Res. Olhai, Senhor, e considerai! A quem jamais tratastes assim? Como! Mães a devorar os seus frutos, suas criancinhas de colo! Foram massacrados sacerdotes e profetas no santuário do Senhor!
21 Koaros me mah oh pwulopwul kan wonohnehr mehla nanial akan,
21 Sin. Jazem pelo chão nas ruas o menino e o velho. Virgens e jovens pereceram pelo gládio. Matastes, no dia de vossa cólera, imolastes sem piedade.
22 Komw ketin lukedohr ei imwintihti kan pwe re en kamasak ie sang pali koaros, rasehng omwi pahn ketin lukeiraildohng ni kamadipw ehu.
22 Tau. Convocastes como para uma festa a multidão de terrores. No dia do furor divino ninguém fugiu, nenhum escapou. E aqueles que criei e eduquei meu inimigo os exterminou!

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