Juízes 9

Open Scriptures Morphological Hebrew Bible (OSMHB) vs NTLH

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NTLH Nova Tradução na Linguagem de Hoje 2000
1 — ausente —
1 Abimeleque, filho de Gideão, foi à cidade de Siquém, onde viviam todos os parentes da sua mãe. Ele pediu
2 — ausente —
2 que eles perguntassem aos homens de Siquém: — O que é que vocês preferem: ser governados pelos setenta filhos de Gideão ou por um só homem? Lembrem que Abimeleque é do mesmo sangue de vocês.
3 — ausente —
3 Então os parentes da sua mãe falaram sobre isso com os homens de Siquém, e eles resolveram seguir Abimeleque porque era parente deles.
4 — ausente —
4 Deram a ele oitocentos gramas de prata tirados do templo de Baal-Berite. Com essa prata Abimeleque contratou alguns homens ordinários para o seguirem.
5 — ausente —
5 Abimeleque foi para a casa do seu pai em Ofra e ali, em cima de uma só pedra, ele matou os seus setenta irmãos, os filhos de Gideão. Mas Jotão, o filho mais moço, se escondeu e por isso não foi assassinado.
6 — ausente —
6 Então todos os homens de Siquém e de Bete-Milo se reuniram na árvore sagrada de Siquém e ali fizeram de Abimeleque o seu rei.
7 — ausente —
7 Quando Jotão soube disso, subiu até o alto do monte Gerizim e gritou para eles: — Homens de Siquém, me escutem, e Deus escutará vocês!
8 — ausente —
8 Aí Jotão disse: — Uma vez as árvores resolveram procurar um rei para elas. Então disseram à oliveira: “Seja o nosso rei.”
9 — ausente —
9 E a oliveira respondeu: “Para governar vocês, eu teria de parar de dar o meu azeite, usado para honrar os deuses e os seres humanos.”
10 — ausente —
10 — Aí as árvores pediram à figueira: “Venha ser o nosso rei.”
11 — ausente —
11 Mas a figueira respondeu: “Para governar vocês, eu teria de parar de dar os meus figos tão doces.”
12 — ausente —
12 — Então as árvores disseram à parreira : “Venha ser o nosso rei.”
13 — ausente —
13 Mas a parreira respondeu: “Para governar vocês, eu teria de parar de dar o meu vinho, que alegra os deuses e os seres humanos.”
14 — ausente —
14 — Aí todas as árvores pediram ao espinheiro: “Venha ser o nosso rei.”
15 — ausente —
15 E o espinheiro respondeu: “Se vocês querem mesmo me fazer o seu rei, venham e fiquem debaixo da minha sombra. Se vocês não fizerem isso, sairá fogo do espinheiro e queimará os cedros do Líbano.”
16 — ausente —
16 E Jotão continuou: — Será que vocês foram sinceros e honestos quando fizeram de Abimeleque um rei? E será que vocês trataram Gideão e a sua família com decência e de acordo com o que ele merecia?
17 — ausente —
17 Lembrem que o meu pai lutou por vocês. Ele arriscou a vida para salvá-los dos midianitas.
18 — ausente —
18 Mas hoje vocês estão contra a família do meu pai. Vocês mataram os seus setenta filhos em cima de uma só pedra! E depois fizeram do seu filho Abimeleque, que é filho de uma escrava, o rei de Siquém. Fizeram isso somente porque ele é parente de vocês.
19 — ausente —
19 Agora, se o que vocês fizeram hoje com Gideão e a sua família foi sincero e honesto, então sejam felizes com Abimeleque, e que ele seja feliz com vocês!
20 — ausente —
20 Mas, se não, que de Abimeleque saia fogo e queime os homens de Siquém e de Bete-Milo! E que saia fogo dos homens de Siquém e de Bete-Milo e queime Abimeleque!
21 — ausente —
21 Aí Jotão fugiu e foi viver em Beer porque estava com medo do seu irmão Abimeleque.
22 — ausente —
22 Abimeleque governou o povo de Israel durante três anos.
23 — ausente —
23 Então Deus fez com que Abimeleque e os homens de Siquém se odiassem. E eles se revoltaram contra Abimeleque.
24 — ausente —
24 Isso aconteceu para que Abimeleque e os homens de Siquém, que o haviam ajudado a matar os setenta filhos de Gideão, pagassem pelo seu crime.
25 — ausente —
25 Os moradores de Siquém puseram homens escondidos no alto das montanhas para matar Abimeleque. Eles assaltavam todos os que passavam por aquele caminho. E Abimeleque soube disso.
26 — ausente —
26 Gaal, filho de Ebede, foi com os seus irmãos para Siquém, e os homens dali confiaram nele.
27 — ausente —
27 Eles foram até as suas plantações, apanharam uvas e prepararam vinho. Então fizeram uma festa. Depois entraram no templo do seu deus, comeram, beberam e amaldiçoaram Abimeleque.
28 — ausente —
28 Aí Gaal disse: — Por que estamos sendo dominados por Abimeleque? Que tipo de homens somos nós, os homens de Siquém? E quem é ele? É o filho de Gideão. No entanto, Zebul recebe ordens dele. Por que devemos ser dominados por ele? Sejam fiéis ao seu antepassado Hamor, pai de Siquém.
29 — ausente —
29 Ah! Se eu fosse o líder deste povo! Expulsaria Abimeleque e diria: “Já que o seu exército é tão grande, então saia e lute!”
30 — ausente —
30 Zebul, o governador da cidade, ficou com muita raiva quando soube o que Gaal tinha dito.
31 — ausente —
31 E mandou mensageiros a Abimeleque, que estava em Arumá, para dizerem a ele: — Gaal, filho de Ebede, e os seus irmãos vieram a Siquém e estão atiçando o povo da cidade contra você.
32 — ausente —
32 Por isso faça o seguinte: durante a noite você e os seus homens saiam e se escondam nos campos.
33 — ausente —
33 Amanhã levantem-se ao nascer do sol e ataquem de surpresa a cidade. E, quando Gaal e os seus homens saírem para lutar, ataquem com tudo o que vocês tiverem!
34 — ausente —
34 Então Abimeleque e todos os seus homens saíram durante a noite e se esconderam fora de Siquém, divididos em quatro grupos.
35 — ausente —
35 Gaal se levantou e foi para o portão da cidade. Aí Abimeleque e os seus homens saíram de onde estavam escondidos.
36 — ausente —
36 Quando Gaal os viu, disse a Zebul: — Veja! Vem gente descendo do alto das montanhas! Mas Zebul respondeu: — Não são homens. São as sombras das montanhas.
37 — ausente —
37 Porém Gaal disse: — Veja! Vem gente descendo bem na nossa frente, e um grupo vem vindo da árvore sagrada.
38 — ausente —
38 Então Zebul disse: — Onde foi parar toda a sua conversa? Não foi você quem perguntou por que devíamos servir Abimeleque? Pois são estes os homens de quem você estava caçoando. Saia agora e lute contra eles.
39 — ausente —
39 Aí Gaal saiu na frente dos homens de Siquém e lutou contra Abimeleque.
40 — ausente —
40 Abimeleque o atacou, e Gaal fugiu. Muitos homens caíram feridos, até perto do portão da cidade.
41 — ausente —
41 Então Abimeleque voltou para Arumá, e Zebul foi até Siquém e expulsou de lá Gaal e os seus irmãos.
42 — ausente —
42 No dia seguinte o povo de Siquém saiu para os campos. E Abimeleque ficou sabendo disso.
43 — ausente —
43 Então ele dividiu os seus homens em três grupos e os deixou escondidos no campo, esperando. Quando Abimeleque viu o povo saindo da cidade, saiu de onde estava escondido e os matou.
44 — ausente —
44 Abimeleque e o seu grupo atacaram de surpresa e tomaram conta do portão da cidade. Os outros dois grupos atacaram o povo que estava nos campos e mataram todos.
45 — ausente —
45 Abimeleque combateu os homens da cidade o dia todo. Tomou a cidade e matou os seus moradores. Então destruiu a cidade e espalhou sal no chão.
46 — ausente —
46 Quando os chefes de Torre de Siquém souberam disso, foram todos para a fortaleza do templo de Baal-Berite para ficar em segurança.
47 — ausente —
47 Mas Abimeleque soube que eles estavam reunidos lá.
48 — ausente —
48 Aí subiu o monte Salmom com os seus homens. Pegou um machado, cortou um galho de árvore e o pôs no ombro. Disse aos homens para fazerem depressa a mesma coisa.
49 — ausente —
49 E cada um deles cortou um galho de árvore. Depois eles seguiram Abimeleque e fizeram uma pilha de galhos encostados na fortaleza. Em seguida puseram fogo nos galhos e queimaram a fortaleza com toda a gente dentro. Assim morreram todos os moradores de Torre de Siquém, mais ou menos mil homens e mulheres.
50 — ausente —
50 Depois Abimeleque foi a Tebes, cercou a cidade e a conquistou.
51 — ausente —
51 Em Tebes havia uma forte torre. Todos os homens e mulheres e os líderes da cidade correram e entraram nela. Fecharam as portas e foram para o terraço.
52 — ausente —
52 Abimeleque avançou, atacou a torre e chegou até a porta, para pôr fogo nela.
53 — ausente —
53 Mas uma mulher jogou uma pedra de moinho na cabeça dele e quebrou o seu crânio.
54 — ausente —
54 Aí ele chamou depressa o moço que carregava as suas armas e disse: — Tire a sua espada e me mate. Não quero que digam que fui morto por uma mulher. Então o rapaz tirou a espada e o matou.
55 — ausente —
55 Quando os israelitas viram que Abimeleque estava morto, voltaram todos para casa.
56 — ausente —
56 E assim Deus castigou Abimeleque pelo crime que havia cometido contra o seu pai — o crime de matar os seus setenta irmãos.
57 — ausente —
57 E, como castigo pela maldade dos homens de Siquém, Deus fez com que eles sofressem. E assim aconteceu o que Jotão, filho de Gideão, tinha dito que ia acontecer quando os amaldiçoou.

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