Deuteronômio 32

Open Scriptures Morphological Hebrew Bible (OSMHB) vs NAA

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NAA Nova Almeida Atualizada 2017
1 — ausente —
1 Inclinem os ouvidos, ó céus, e falarei; e ouça a terra as palavras da minha boca.
2 — ausente —
2 Goteje a minha doutrina como a chuva, destile a minha palavra como o orvalho, como chuvisco sobre a relva e como gotas de água sobre a erva.
3 — ausente —
3 Porque proclamarei o nome do Louvem a grandeza do nosso Deus.
4 — ausente —
4 Eis a Rocha! Suas obras são perfeitas, porque todos os seus caminhos são juízo. Deus é fidelidade, e nele não há injustiça; é justo e reto.
5 — ausente —
5 Procederam corruptamente contra ele, já não são seus filhos, e sim suas manchas; é geração perversa e deformada.
6 — ausente —
6 É assim que vocês retribuem ao povo tolo e insensato? Não é ele o Pai de vocês, que os adquiriu, que os fez e estabeleceu?
7 — ausente —
7 Lembrem-se dos dias da antiguidade, atentem para os anos de sucessivas gerações. Perguntem aos seus pais, e eles informarão; aos seus anciãos, e eles lhes dirão.
8 — ausente —
8 Quando o Altíssimo distribuía as heranças às nações, quando separava os filhos dos homens uns dos outros, fixou as fronteiras dos povos, segundo o número dos filhos de Israel.
9 — ausente —
9 Porque a porção do Senhor é o seu povo; Jacó é a parte da sua herança.
10 — ausente —
10 Ele o encontrou numa terra deserta e num ermo solitário povoado de uivos; rodeou-o e cuidou dele, guardou-o como a menina dos olhos.
11 — ausente —
11 Como a águia desperta a sua ninhada e voeja sobre os seus filhotes, estende as asas e, tomando-os, os leva sobre elas,
12 — ausente —
12 assim, só o Senhor guiou o seu povo, e não havia com ele deus estranho.
13 — ausente —
13 Ele o fez cavalgar sobre os altos da terra, comer o produto do campo, chupar mel da rocha e azeite da pedra dura;
14 — ausente —
14 alimentou-o com coalhada de vacas e leite de ovelhas, com a gordura dos cordeiros, dos carneiros que pastam em Basã e dos bodes, com o melhor trigo. E vocês beberam o sangue das uvas, o vinho.
15 — ausente —
15 Mas Jesurum engordou e deu coices — vocês engordaram, engrossaram, se estufaram! Ele abandonou a Deus, que o fez, desprezou a Rocha da sua salvação.
16 — ausente —
16 Com deuses estranhos eles provocaram ciúmes, com abominações o irritaram.
17 — ausente —
17 Ofereceram sacrifícios aos demônios, não a Deus; sacrificaram a deuses que não conheceram, novos deuses que vieram há pouco, diante dos quais os seus pais não tremeram.
18 — ausente —
18 Não se lembraram da Rocha que os gerou; e se esqueceram do Deus que os fez nascer.
19 — ausente —
19 O Senhor viu isso e os desprezou, por causa da provocação de seus filhos e suas filhas.
20 — ausente —
20 Ele disse: “Esconderei deles o rosto, verei qual será o seu fim; porque são uma geração perversa, filhos em quem não há lealdade.
21 — ausente —
21 Provocaram ciúmes em mim com aquilo que não é Deus; com seus ídolos me provocaram à ira. Portanto, provocarei ciúmes neles com aquele que não é povo; com uma nação tola os despertarei à ira.
22 — ausente —
22 Porque um fogo se acendeu no meu furor e queimará até o mais profundo do inferno, consumirá a terra e as suas colheitas e incendiará os fundamentos dos montes.
23 — ausente —
23 Amontoarei males sobre eles; esgotarei as minhas flechas contra eles.
24 — ausente —
24 Consumidos serão pela fome, devorados pela febre e peste violenta. Contra eles enviarei animais selvagens e veneno de criaturas que se arrastam no pó.
25 — ausente —
25 Do lado de fora, a espada causará devastação; em casa, o pavor, tanto ao jovem como à virgem, tanto à criança de peito como ao homem de cabelos brancos.
26 — ausente —
26 Eu disse que os espalharia por todos os cantos e que faria cessar a sua memória dentre os homens,
27 — ausente —
27 se eu não tivesse receado a provocação do inimigo, para que os seus adversários não se iludam, para que não digam: ‘A nossa mão prevaleceu, e não foi o quem fez tudo isto.’
28 — ausente —
28 Porque o meu povo é gente sem juízo, e neles não há entendimento.
29 — ausente —
29 Quem dera fossem eles sábios! Então entenderiam isto e compreenderiam qual será o seu fim.
30 — ausente —
30 Como poderia um só perseguir mil, e dois fazerem fugir dez mil, se a sua Rocha não os tivesse vendido, se o não os tivesse entregue?
31 — ausente —
31 Porque a rocha deles não é como a nossa Rocha; e os próprios inimigos o atestam.
32 — ausente —
32 Porque a vinha deles é da vinha de Sodoma e dos campos de Gomorra; as suas uvas são uvas de veneno, seus cachos são amargos;
33 — ausente —
33 o vinho deles é veneno de serpentes e peçonha terrível de víboras.
34 — ausente —
34 Não está isto guardado comigo, selado nos meus tesouros?
35 — ausente —
35 A mim pertence a vingança, a retribuição, a seu tempo, quando o pé deles resvalar; porque o dia da sua calamidade está próximo, e o seu destino se apressa em chegar.”
36 — ausente —
36 Porque o Senhor fará justiça ao seu povo e se compadecerá dos seus servos, quando notar que o poder deles se foi, e já não há nem escravo nem livre.
37 — ausente —
37 Então dirá: “Onde estão os seus deuses? E a rocha em quem confiavam?
38 — ausente —
38 Deuses que comiam a gordura de seus sacrifícios e bebiam o vinho de suas libações? Que eles se levantem e os ajudem, para que haja um esconderijo para vocês!
39 — ausente —
39 Vejam, agora, que eu, sim, eu sou Ele, e que não há nenhum deus além de mim; eu mato e eu faço viver; eu firo e eu saro; e não há quem possa livrar alguém da minha mão.
40 — ausente —
40 Levanto a mão aos céus e afirmo por minha vida eterna:
41 — ausente —
41 se eu afiar a minha espada reluzente, e a minha mão exercitar o juízo, tomarei vingança contra os meus adversários e retribuirei aos que me odeiam.
42 — ausente —
42 Embriagarei as minhas setas de sangue — a minha espada comerá carne —, do sangue dos mortos e dos prisioneiros, das cabeças cabeludas do inimigo.”
43 — ausente —
43 Ó nações, louvem com o povo de Deus, porque o o sangue dos seus servos, tomará vingança dos seus adversários e fará expiação pela terra do seu povo.
44 — ausente —
44 Moisés veio e falou todas as palavras deste cântico aos ouvidos do povo, ele e Josué, filho de Num.
45 — ausente —
45 Quando Moisés acabou de falar todas estas palavras a todo o Israel,
46 — ausente —
46 disse-lhes: — Guardem no coração todas as palavras que hoje testifico entre vocês, para que ordenem a seus filhos que tratem de cumprir todas as palavras desta Lei.
47 — ausente —
47 Porque esta palavra não é para vocês coisa vã; pelo contrário, é a sua vida; e, por esta mesma palavra, vocês prolongarão os dias na terra em que, passando o Jordão, vocês vão entrar e da qual tomarão posse. O fim da vida de Moisés
48 — ausente —
48 Naquele mesmo dia, o Senhor falou a Moisés, dizendo:
49 — ausente —
49 — Suba a este monte de Abarim, ao monte Nebo, que está na terra de Moabe, em frente de Jericó, e veja a terra de Canaã, que dou como propriedade aos filhos de Israel.
50 — ausente —
50 Você vai morrer no monte, ao qual terá subido, e será reunido ao seu povo, como Arão, o seu irmão, morreu no monte Hor e foi reunido ao seu povo.
51 — ausente —
51 Porque vocês foram infiéis a mim no meio dos filhos de Israel, nas águas de Meribá de Cades, no deserto de Zim, pois não me santificaram no meio dos filhos de Israel.
52 — ausente —
52 Por isso você verá a terra à sua frente, mas não entrará nela, na terra que dou aos filhos de Israel.

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