Marcos 5

O Livro (OL) vs ARA

Sair da comparação
ARA Almeida Revista e Atualizada 1993
1 Chegados ao outro lado do lago, na terra dos gadarenos, um homem dominado pelo demónio veio a correr dum cemitério, justamente quando Jesus saía do barco.
1 Entrementes, chegaram à outra margem do mar, à terra dos gerasenos.
2 — ausente —
2 Ao desembarcar, logo veio dos sepulcros, ao seu encontro, um homem possesso de espírito imundo,
3 Este homem morava entre os túmulos e a sua força era tal que, quando o prendiam com algemas e correntes, como lhe fizeram muitas vezes, partia as algemas dos pulsos e despedaçava as correntes, conseguindo escapar-se sem que ninguém tivesse força bastante para o dominar.
3 o qual vivia nos sepulcros, e nem mesmo com cadeias alguém podia prendê-lo;
4 — ausente —
4 porque, tendo sido muitas vezes preso com grilhões e cadeias, as cadeias foram quebradas por ele, e os grilhões, despedaçados. E ninguém podia subjugá-lo.
5 Todo o dia, e pela noite dentro, errava entre os túmulos e pelos montes desertos, dando gritos e ferindo-se nas arestas das pedras.
5 Andava sempre, de noite e de dia, clamando por entre os sepulcros e pelos montes, ferindo-se com pedras.
6 O homem tinha visto Jesus quando vinha ainda longe e, correndo ao seu encontro, deitou-se por terra na sua frente. Jesus falou ao demónio que existia dentre dele e disse: Sai, espírito mau. Este deu um grito terrível e clamou: Que vais fazer comigo, Jesus, Filho do Deus altíssimo? Peço-te por Deus que não me atormentes!
6 Quando, de longe, viu Jesus, correu e o adorou,
7 — ausente —
7 exclamando com alta voz: Que tenho eu contigo, Jesus, Filho do Deus Altíssimo? Conjuro-te por Deus que não me atormentes!
8 — ausente —
8 Porque Jesus lhe dissera: Espírito imundo, sai desse homem!
9 Como te chamas?, perguntou Jesus.Exército, porque somos muitos dentro deste homem.-
9 E perguntou-lhe: Qual é o teu nome? Respondeu ele: Legião é o meu nome, porque somos muitos.
10 Então os demónios pediram com insistência que não os expulsasse para qualquer terra distante.
10 E rogou-lhe encarecidamente que os não mandasse para fora do país.
11 Ora, sucedia que, no monte acima do lago, andava uma grande vara de porcos por ali a pastar.
11 Ora, pastava ali pelo monte uma grande manada de porcos.
12 Manda-nos para aqueles porcos, rogaram os demónios.
12 E os espíritos imundos rogaram a Jesus, dizendo: Manda-nos para os porcos, para que entremos neles.
13 Jesus concordou. Então, os espíritos maus saíram do homem e entraram nos animais. A vara inteira de dois mil porcos lançou-se pela encosta íngreme do monte e caiu lá em baixo no lago, onde se afogou.
13 Jesus o permitiu. Então, saindo os espíritos imundos, entraram nos porcos; e a manada, que era cerca de dois mil, precipitou-se despenhadeiro abaixo, para dentro do mar, onde se afogaram.
14 Os porqueiros fugiram para as vilas e campos próximos, espalhando a notícia enquanto corriam. Toda a gente saiu para ver com os seus próprios olhos.
14 Os porqueiros fugiram e o anunciaram na cidade e pelos campos. Então, saiu o povo para ver o que sucedera.
15 Depressa se reuniu uma grande multidão onde Jesus estava, mas, assim que viram o homem ali sentado, completamente vestido e perfeitamente são, ficaram com medo
15 Indo ter com Jesus, viram o endemoninhado, o que tivera a legião, assentado, vestido, em perfeito juízo; e temeram.
16 Aqueles que tinham assistido ao que tinha acontecido contavam aos outros, e a multidão começou a teimar com Jesus para que se fosse embora e os deixasse.
16 Os que haviam presenciado os fatos contaram-lhes o que acontecera ao endemoninhado e acerca dos porcos.
17 — ausente —
17 E entraram a rogar-lhe que se retirasse da terra deles.
18 Assim, voltou para o barco, e o homem que tinha andado possuído dos demónios pediu a Jesus que o deixasse acompanhá-los. Mas Jesus não quis: Volta para a tua família e conta-lhe as maravilhas que Deus te fez, e como foi tão bondoso para ti.
18 Ao entrar Jesus no barco, suplicava-lhe o que fora endemoninhado que o deixasse estar com ele.
19 — ausente —
19 Jesus, porém, não lho permitiu, mas ordenou-lhe: Vai para tua casa, para os teus. Anuncia-lhes tudo o que o Senhor te fez e como teve compaixão de ti.
20 O homem partiu então para percorrer as dez cidades naquela região, e contava a toda a gente as grandes coisas que Jesus lhe tinha feito, e todos ficavam pasmados a ouvi-lo.
20 Então, ele foi e começou a proclamar em Decápolis tudo o que Jesus lhe fizera; e todos se admiravam.
21 Quando Jesus atravessou de barco para a outra margem do lago, enorme multidão juntou-se à sua volta na praia.
21 Tendo Jesus voltado no barco, para o outro lado, afluiu para ele grande multidão; e ele estava junto do mar.
22 O dirigente da sinagoga daquele lugar, cujo nome era Jairo, veio e lançou-se por terra diante dele, suplicando-lhe que lhe curasse a filha, uma criancinha ainda. Está às portas da morte, dizia desesperado. Rogo-te que venhas pôr as mãos sobre ela e a faças viver.
22 Eis que se chegou a ele um dos principais da sinagoga, chamado Jairo, e, vendo-o, prostrou-se a seus pés
23 — ausente —
23 e insistentemente lhe suplicou: Minha filhinha está à morte; vem, impõe as mãos sobre ela, para que seja salva, e viverá.
24 Jesus foi com ele, acompanhado de muito povo.
24 Jesus foi com ele. Grande multidão o seguia, comprimindo-o.
25 Entre aquela massa de povo encontrava-se uma mulher que sofria, havia doze anos, de uma perda de sangue
25 Aconteceu que certa mulher, que, havia doze anos, vinha sofrendo de uma hemorragia
26 Durante todo esse tempo padecera bastante às mãos de muitos médicos, e tinha gasto tanto com eles que ficara pobre, sem ver quaisquer melhoras; antes piorara
26 e muito padecera à mão de vários médicos, tendo despendido tudo quanto possuía, sem, contudo, nada aproveitar, antes, pelo contrário, indo a pior,
27 Ouvira falar tanto nos espantosos milagres feitos por Jesus que, seguindo atrás dele no meio da multidão, lhe tocou na roupa,
27 tendo ouvido a fama de Jesus, vindo por trás dele, por entre a multidão, tocou-lhe a veste.
28 pensando consigo própria: Se ao menos lhe tocar nas vestes, ficarei curada
28 Porque, dizia: Se eu apenas lhe tocar as vestes, ficarei curada.
29 E, de facto, logo que tocou nele, o sangue parou de correr e ela percebeu que estava outra vez sã .
29 E logo se lhe estancou a hemorragia, e sentiu no corpo estar curada do seu flagelo.
30 Mas Jesus sentiu que saíra de si poder curativo e, por isso, olhando para trás, perguntou: Quem foi que me tocou na roupa?
30 Jesus, reconhecendo imediatamente que dele saíra poder, virando-se no meio da multidão, perguntou: Quem me tocou nas vestes?
31 Os discípulos disseram-lhe: Com toda esta gente à tua volta, ainda perguntas quem te tocou?
31 Responderam-lhe seus discípulos: Vês que a multidão te aperta e dizes: Quem me tocou?
32 Ele continuou a olhar em torno para encontrar quem fizera aquilo. Então a mulher, amedrontada com o que lhe havia acontecido, veio, caiu-lhe aos pés e declarou o que tinha feito. Jesus disse-lhe: Filha, a tua fé curou-te; vai em paz, estás livre do teu mal.
32 Ele, porém, olhava ao redor para ver quem fizera isto.
33 — ausente —
33 Então, a mulher, atemorizada e tremendo, cônscia do que nela se operara, veio, prostrou-se diante dele e declarou-lhe toda a verdade.
34 — ausente —
34 E ele lhe disse: Filha, a tua fé te salvou; vai-te em paz e fica livre do teu mal.
35 Ainda Jesus falava com ela, quando chegaram mensageiros da casa de Jairo com a notícia de que era tarde demais - a filha tinha morrido, e já não valia a pena Jesus ir lá.
35 Falava ele ainda, quando chegaram alguns da casa do chefe da sinagoga, a quem disseram: Tua filha já morreu; por que ainda incomodas o Mestre?
36 Jesus contudo, não fez caso do que diziam e falou assim a Jairo: Não tenhas medo, confia em mim.
36 Mas Jesus, sem acudir a tais palavras, disse ao chefe da sinagoga: Não temas, crê somente.
37 Jesus fez a multidão parar e não deixou ninguém acompanhá-lo a não ser Pedro, Tiago e João
37 Contudo, não permitiu que alguém o acompanhasse, senão Pedro e os irmãos Tiago e João.
38 Quando chegaram, viu tudo em grande confusão, ouvindo-se choro e lamentações
38 Chegando à casa do chefe da sinagoga, viu Jesus o alvoroço, os que choravam e os que pranteavam muito.
39 Ele, no entanto, dirigiu-se assim aos que ali estavam: Para que é todo este choro e alvoroço? A criança não está morta, apenas dorme.
39 Ao entrar, lhes disse: Por que estais em alvoroço e chorais? A criança não está morta, mas dorme.
40 E riram-se de troça, mas Jesus mandou todos saírem e, acompanhado do pai, da mãe da criança, e dos três discípulos, entrou no quarto onde ela estava deitada.
40 E riam-se dele. Tendo ele, porém, mandado sair a todos, tomou o pai e a mãe da criança e os que vieram com ele e entrou onde ela estava.
41 Segurando-lhe na mão, disse:ÿMenina, levanta-te!
41 Tomando-a pela mão, disse: Talitá cumi!, que quer dizer: Menina, eu te mando, levanta-te!
42 E a menina, que tinha doze anos de idade, logo saltou e começou a andar. Os pais ficaram pasmados. l
42 Imediatamente, a menina se levantou e pôs-se a andar; pois tinha doze anos. Então, ficaram todos sobremaneira admirados.
43 Jesus recomendou-lhes muito que não contassem aquilo a ninguém, e mandou-lhes que dessem de comer à filha.
43 Mas Jesus ordenou-lhes expressamente que ninguém o soubesse; e mandou que dessem de comer à menina.

Ler em outra tradução

Comparar com outra

Estude este capítulo no WhatsApp

Peça à IA da Bíblia Fala para explicar Marcos 5, comparar traduções ou montar um estudo — tudo direto pelo WhatsApp.