Marcos 3

O Livro (OL) vs NTLH

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NTLH Nova Tradução na Linguagem de Hoje 2000
1 Jesus foi de novo à sinagoga e aí reparou num homem que tinha uma mão aleijada.
1 Jesus foi outra vez à sinagoga . Estava ali um homem que tinha uma das mãos aleijada.
2 Como era sábado, os inimigos de Jesus vigiavam-no de perto. Iria curar-lhe a mão? Se o fizesse, seria razão de o condenar.
2 Estavam também na sinagoga algumas pessoas que queriam acusar Jesus de desobedecer à Lei ; por isso ficaram espiando Jesus com atenção para ver se ele ia curar o homem no sábado.
3 Jesus pediu ao homem que viesse e se pusesse de pé diante das pessoas que ali estavam.
3 Ele disse para o homem:
4 Então, voltando-se para os que o observavam, perguntou: Estará errado praticar obras de caridade num sábado? Será este um dia em que se deva fazer o mal? É dia para salvar vidas ou para as destruir? Mas não quiseram responder-lhe.
4 E perguntou aos outros: Ninguém respondeu nada.
5 Olhando indignado em torno, e ao mesmo tempo profundamente triste por causa dos seus corações duros, Jesus disse ao homem: Estende a mão. Ele assim fez. E logo a mão ficou curada!
5 Então Jesus olhou zangado e triste para eles porque não queriam entender. E disse para o homem: O homem estendeu a mão, e ela sarou.
6 Os fariseus saíram e tiveram um encontro com os herodianos a fim de combinarem como haviam de o matar.
6 Logo depois os fariseus saíram dali e, junto com as pessoas do partido de Herodes , começaram a fazer planos para matar Jesus.
7 Entretanto, Jesus e os discípulos foram para a beira-mar, seguidos de enorme multidão vinda de toda a Galileia, da Judeia, de Jerusalém, da Idumeia, do outro lado do rio Jordão, e até de lugares tão distantes como Tiro e Sidom. Porque a fama dos seus milagres tinha-se espalhado por toda a parte, e o povo vinha em massa para o ver com os seus próprios olhos.
7 Jesus e os discípulos foram até o lago da Galileia. Junto com ele ia muita gente da Galileia, da Judeia,
8 — ausente —
8 de Jerusalém, da Idumeia, do lado leste do rio Jordão e da região de Tiro e de Sidom. Todos iam ao encontro de Jesus porque ouviam falar a respeito das coisas que ele fazia.
9 Jesus disse aos discípulos que tivessem um bote à mão, pronto para o recolher se a multidão na praia o apertasse, pois tinha feito muitas curas naquele dia e grande número de doentes se comprimia à sua volta, procurando tocar-lhe.
9 Jesus pediu aos discípulos que arranjassem um barco para ele a fim de não ser esmagado pela multidão.
10 — ausente —
10 Pois ele estava curando tanta gente, que todos os doentes se juntavam em volta dele para tocá-lo.
11 E onde quer que os possuídos de demónios o vissem, caíam por terra na sua frente, clamando: És o Filho de Deus! Contudo, avisava-os em termos enérgicos para que não repetissem aquilo.
11 E as pessoas que tinham espíritos maus, ao verem Jesus, caíam aos pés dele e gritavam: — O senhor é o Filho de Deus!
12 — ausente —
12 Mas Jesus proibiu duramente os espíritos de dizerem quem ele era.
13 Depois disto, Jesus subiu a uma montanha e chamou uns quantos que escolheu, convidando-os a subirem também, e a reunirem-se com ele. Eles assim fizeram.
13 Jesus subiu um monte, chamou os que ele quis, e eles foram para perto dele.
14 Nomeou então doze para serem sempre seus companheiros e saírem a pregar e a expulsar demónios.
14 Então escolheu doze homens para ficarem com ele e serem enviados para anunciar o evangelho . A esses doze ele chamou de apóstolos .
15 — ausente —
15 Eles receberam autoridade para expulsar demônios.
16 Assim se chamavam os doze que escolheu: Simão (a quem pôs o nome de Pedro); Tiago e João (filhos de Zebedeu, mas a quem Jesus chamou filhos do Trovão); André; Filipe; Bartolomeu; Mateus; Tomé; Tiago (filho de Alfeu); Tadeu; Simão (o zelote) ; e Judas Iscariotes (que viria a traí-lo).
16 Os doze foram estes: Simão, a quem Jesus deu o nome de Pedro;
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17 Tiago e João, filhos de Zebedeu (a estes ele deu o nome de Boanerges, que quer dizer “Filhos do Trovão”);
18 — ausente —
18 André, Filipe, Bartolomeu, Mateus, Tomé, Tiago, filho de Alfeu; Tadeu, Simão, o nacionalista;
19 — ausente —
19 e Judas Iscariotes, que traiu Jesus.
20 Quando Jesus voltou para a casa onde estava de passagem, o povo começou a juntar-se outra vez, e não tardou que ela ficasse tão cheia de gente que nem Jesus, nem os discípulos, tinham tempo para comer.
20 Quando Jesus foi para casa, uma grande multidão se ajuntou de novo, e era tanta gente, que ele e os discípulos não tinham tempo nem para comer.
21 Quando os seus familiares souberam do que estava a acontecer, tentaram levá-lo embora, e diziam: Está fora de si.
21 Os parentes de Jesus souberam disso e foram buscá-lo porque algumas pessoas estavam dizendo que ele estava louco.
22 Os mestres religiosos que tinham chegado de Jerusalém diziam, porém: Ele está mas é dominado por Satanás, rei dos demónios; por isso é que estes lhe obedecem.
22 Alguns mestres da Lei, que tinham vindo de Jerusalém, diziam: — Ele está dominado por
23 Jesus chamou então estes homens e perguntou-lhes em parábola: Como pode Satanás expulsar Satanás? Um reino dividido contra si mesmo cai por terra. Uma casa cheia de contenda destrói-se a si mesma. E se Satanás luta contra si próprio, como pode ele fazer seja o que for? Não teria subsistido. Assim o homem forte tem de ser amarrado antes da sua casa poder ser ocupada e da sua propriedade tomada.
23 Então Jesus chamou todos e começou a ensiná-los por meio de parábolas. Ele dizia:
24 — ausente —
24 O país que se divide em grupos que lutam entre si certamente será destruído.
25 — ausente —
25 Se uma família se divide, e as pessoas que fazem parte dela começam a lutar entre si, ela será destruída.
26 — ausente —
26 Se o reino de Satanás se dividir em grupos, e esses grupos lutarem entre si, o reino não continuará a existir, mas será destruído.
27 — ausente —
27 — Ninguém pode entrar na casa de um homem forte e roubar os seus bens, sem primeiro amarrá-lo. Somente assim essa pessoa poderá levar o que ele tem em casa.
28 Declaro solenemente que qualquer pecado dos homens pode ser perdoado, incluindo a blasfémia. Mas a ofensa contra o Espírito Santo, essa não pode nunca ser perdoada. É um pecado que fica para sempre.
28 — Eu afirmo a vocês que isto é verdade: os pecados que as pessoas cometem ou as
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29 Mas as blasfêmias contra o Espírito Santo nunca serão perdoadas porque a culpa desse pecado dura para sempre.
30 Disse-lhes isto porque afirmavam que os seus milagres eram feitos pelo poder de Satanás.
30 Jesus falou assim porque diziam que ele estava dominado por um espírito mau.
31 Entretanto, sua mãe e irmãos chegaram à casa cheia de gente, onde ensinava, e mandaram-lhe recado para que saísse e viesse falar-lhes. A tua mãe e irmãos estão lá fora e querem ver-te, disseram-lhe.
31 Em seguida a mãe e os irmãos de Jesus chegaram; eles ficaram do lado de fora e mandaram chamá-lo.
32 — ausente —
32 Muita gente estava sentada em volta dele, e algumas pessoas lhe disseram: — Escute! A sua mãe e os seus irmãos estão lá fora, procurando o senhor.
33 Jesus respondeu: Quem é a minha mãe? Quem são os meus irmãos?
33 Jesus perguntou:
34 E, olhando para os que o rodeavam, acrescentou: Estes é que são a minha mãe e os meus irmãos!+
34 Aí olhou para as pessoas que estavam sentadas em volta dele e disse:
35 Todo aquele que faz a vontade de Deus é meu irmão, e minha irmã, e minha mãe.
35 Pois quem faz a vontade de Deus é meu irmão, minha irmã e minha mãe.

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