Juízes 20

O Livro (OL) vs NTLH

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NTLH Nova Tradução na Linguagem de Hoje 2000
1 Assim toda a nação de Israel, através dos seus chefes, conseguiu reunir uma tropa de quatrocentos mil homens, que se juntaram numa só vontade perante o Senhor em Mizpá.
1 Por causa disso todo o povo de Israel, desde Dã, no Norte, até Berseba, no Sul, e Gileade, no Leste, se reuniu em Mispa. Eles se reuniram na presença de Deus, o Senhor , como se fossem uma só pessoa.
2 Vinham de toda a parte, desde Dan até Berseba, e mesmo do outro lado do Jordão da terra de Gileade.
2 Os chefes de todas as tribos de Israel estavam presentes nessa reunião do povo de Deus. Havia quatrocentos mil homens a pé, treinados para a guerra.
3 A notícia daquela mobilização geral em Mizpá depressa chegou aos ouvidos do povo de Benjamim. Entretanto os líderes de Israel mandaram chamar o marido da mulher assassinada e quiseram saber como tinha acontecido.
3 E o povo de Benjamim soube que todos os outros israelitas haviam subido até Mispa e que eles queriam saber como aquele crime havia sido cometido.
4 Chegámos de viagem a Gibeá, na terra de Benjamim, para ali passar a noite, começou ele. Nessa mesma noite, homens de Gibeá chegaram-se à casa onde estávamos, e quiseram matar-me; violaram a minha mulher, que acabou por morrer. Por isso lhe separei o corpo em doze pedaços que mandei por todo o Israel, pois que essa gente cometeu um crime execrável. Agora, filhos de Israel, digam o que pensam; dêem-me um conselho!
4 Então o levita , marido da mulher assassinada, explicou: — Cheguei com a minha
5 — ausente —
5 Os homens de Gibeá vieram de noite e cercaram a casa. Eles queriam me matar. Em vez disso abusaram da minha concubina, e ela morreu.
6 — ausente —
6 Então eu peguei o corpo dela, cortei em pedaços e mandei um pedaço para cada uma das doze tribos de Israel. Aquela gente cometeu um crime horrível no meio do nosso povo.
7 — ausente —
7 Todos vocês que estão aqui são israelitas. Vamos resolver agora o que fazer.
8 Todos, como um só homem, responderam: Nem um só dentre nós regressará a casa antes de termos castigado a povoação de Gibeá. Um décimo do exército será escolhido, tirando à sorte, para nos fornecer mantimentos, e o resto de todos nós iremos destruir Gibeá, vingando esta horrível acção.
8 Todo o povo de Israel se levantou ao mesmo tempo e disse: — Nenhum de nós, nem os que moram em casas, nem os que moram em barracas, voltará para casa.
9 — ausente —
9 Vamos escolher alguns homens para atacar Gibeá.
10 — ausente —
10 A décima parte dos homens de Israel vai arranjar comida para os que vão lutar. Os outros vão castigar os moradores de Gibeá pelo crime horrível que cometeram em Israel.
11 A nação inteira se uniu nesta tarefa.
11 Então todo o povo de Israel se reuniu como se fosse uma só pessoa para atacar a cidade de Gibeá.
12 Foram enviados mensageiros à tribo de Benjamim, perguntando: Vocês estão ao corrente do que aconteceu de terrível no vosso meio? Entreguem-nos essa gente má, da cidade de Gibeá, para que os executemos e expurguemos este mal de Israel.No entanto o povo de Benjamim não quis dar seguimento a esta mensagem. Em vez disso reuniram vinte e seis mil homens armados, que foram juntar-se aos setecentos guardas locais de Gibeá, para os ajudar a defenderem-se do ataque do resto de Israel. (Entre estes havia também uns setecentos homens canhotos, que eram esplêndidos atiradores com a mão esquerda. Eram capazes de acertar num alvo formado por um simples cabelo; e nunca erravam.) O exército de Israel, sem contar com os homens de Benjamim, eram quatrocentos mil.
12 As tribos israelitas mandaram que mensageiros fossem por toda a tribo de Benjamim e dissessem: — Que crime horrível vocês cometeram!
13 — ausente —
13 Exigimos que vocês nos entreguem agora esses homens imorais para que nós os matemos. Assim tiraremos esse mal do meio do povo de Israel. Mas o povo de Benjamim não deu atenção aos outros israelitas.
14 — ausente —
14 Eles saíram de todas as suas cidades e foram para Gibeá a fim de lutar contra o resto do povo de Israel.
15 — ausente —
15 Naquele dia eles convocaram das suas cidades vinte e seis mil soldados. Depois os moradores de Gibeá reuniram mais setecentos homens especialmente escolhidos,
16 — ausente —
16 que eram canhotos. Qualquer um deles podia atirar com funda uma pedra num fio de cabelo, sem nunca errar.
17 — ausente —
17 E os outros israelitas que iam lutar contra a tribo de Benjamim reuniram quatrocentos mil soldados treinados.
18 Antes da batalha a tropa de Israel foi primeiro a Betel para pedir conselho a Deus: Qual a tribo que nos conduzirá contra o povo de Benjamim? O Senhor respondeu-lhes: Judá irá à frente.
18 Os israelitas foram ao lugar de adoração, em Betel, e ali perguntaram a Deus: — Qual das nossas E o — A tribo de Judá.
19 O exército todo iniciou a marcha na manhã seguinte, dirigindo-se a Gibeá para atacar os de Benjamim. Mas o certo é que a tropa que defendia a cidade irrompeu de lá corajosamente e conseguiu matar, só naquele dia, vinte e dois mil israelitas. O exército de Israel lamentou-se perante o Senhor, até à noite, perguntando: Será justo continuarmos a lutar contra os nossos irmãos de Benjamim? O Senhor respondeu-lhes: Sim. Então os soldados israelitas encheram-se de coragem e encetaram um novo ataque no dia seguinte no mesmo lugar. E mais uma vez perderam, nesse dia, dezoito mil homens de guerra, todos experientes soldados.
19 Na manhã seguinte os israelitas subiram e acamparam perto da cidade de Gibeá.
20 — ausente —
20 Saíram para combater contra a tribo de Benjamim e puseram os soldados em posição de ataque, de frente para a cidade.
21 — ausente —
21 Então o exército de Benjamim saiu da cidade. E, antes de terminar o dia, eles mataram vinte e dois mil soldados israelitas. Aí o povo de Israel foi para o lugar de adoração e, na presença do Senhor , chorou até a tarde. E eles perguntaram ao Senhor : — Devemos ir combater outra vez os nossos irmãos da tribo de Benjamim? E Deus respondeu: — Sim. Então o exército israelita se animou de novo. E eles puseram os seus soldados em posição de combate novamente, no mesmo lugar em que haviam lutado no dia anterior.
24 — ausente —
24 Os israelitas marcharam contra a tribo de Benjamim pela segunda vez.
25 — ausente —
25 E pela segunda vez os soldados de Benjamim saíram de Gibeá. E dessa vez mataram dezoito mil soldados israelitas treinados.
26 Toda a nação foi chorar de novo perante o Senhor, em Betel, jejuando até ao anoitecer, oferecendo holocaustos e ofertas de paz. (Naqueles dias, a arca de Deus encontrava-se em Betel, e Finéias, filho de Eleazar, neto de Arão, era o sacerdote.)Os homens de Israel perguntaram ao Senhor: Iremos de novo atacar os nossos irmãos de Benjamim, ou suspendemos a luta? Vão, pois que amanhã serão vocês quem há-de derrotar Benjamim, foi a resposta.
26 Então todo o povo de Israel subiu de novo até Betel para chorar. Ficaram ali na presença de Deus, o Senhor , e não comeram nada até a tarde. E apresentaram ao Senhor ofertas que foram completamente queimadas e sacrifícios de paz.
27 — ausente —
27 Eles fizeram uma pergunta ao Senhor . (Acontece que naqueles dias a arca da aliança estava ali em Betel.
28 — ausente —
28 E Fineias, filho de Eleazar e neto de Arão, estava encarregado de cuidar dela.) A pergunta que eles fizeram foi esta: — Devemos sair mais uma vez para combater os nossos irmãos da tribo de Benjamim ou devemos desistir? O — Combatam porque amanhã eu farei com que vocês os derrotem.
29 Os israelitas puseram emboscadas ao redor da cidade, e atacaram uma terceira vez, formando em ordem de combate, como habitualmente. Quando os de Benjamim sairam da cidade para os enfrentar, a tropa de Israel recuou, com a intenção de afastar os benjamitas da cidade. E tal como antes, estes últimos começaram a matar alguns adversários, ao longo do caminho entre Betel e Gibeá; sempre houve uns trinta homens que morreram, assim.
29 Então os israelitas puseram alguns soldados escondidos em volta de Gibeá.
30 — ausente —
30 No terceiro dia marcharam de novo contra o exército da tribo de Benjamim. Os seus soldados ficaram em posição de batalha, de frente para Gibeá, como tinham feito antes.
31 — ausente —
31 Os soldados de Benjamim saíram para combater e se afastaram da cidade. Como haviam feito antes, começaram a matar algumas pessoas na estrada de Betel, na estrada de Gibeá e em campo aberto. Mataram mais ou menos trinta israelitas.
32 As tropas de Benjamim já gritavam: Estamos a derrotá-los novamente!, mas não percebiam que se tratava de um movimento estratégico, combinado antecipadamente, fazendo com que os benjamitas, ao persegui-los, se afastassem suficientemente da cidade.
32 E diziam: — Nós já os derrotamos, como das outras vezes. Mas os israelitas disseram: — Vamos recuar e fazer com que eles se afastem da cidade e venham para as estradas.
33 Assim, quando o grosso do exército israelita chegou a Baal-Tamar, resolveu voltar-se e atacar a sério; os dez mil que estavam emboscados a ocidente de Gibeá mostraram-se, e avançaram contra a retaguarda dos benjamitas, os quais nem sequer se davam bem conta do tremendo desastre que lhes ia acontecer. Assim o Senhor ajudou Israel a derrotar Benjamim, matando vinte e cinco mil e cem homens deles nesse dia, tendo ficado apenas um pequeno resto das suas forças militares.(Resumo da batalha:) O exército de Israel recuou perante as tropas de Benjamim a fim de dar aos contingentes que se achavam emboscados mais campo de manobra. Quando os de Benjamim já tinham morto uns trinta israelitas, começaram a pensar que estava segura uma nova matança massiça, à semelhança do que acontecera antes. Mas nessa altura, os soldados emboscados saltaram sobre a cidade, mataram todos os habitantes e incendiaram-na. A grande nuvem de fumo que se levantou para o céu foi o sinal para os israelitas se voltarem e atacarem a sério o exército benjamita, que agora, olhando para trás, ficou apavorado ao verificar que a sua cidade fora incendiada e que ficavam numa situação angustiosa. Assim começaram a fugir para o deserto; os israelitas contudo perseguiram-nos. As tropas que tinham ficado emboscadas, juntaram-se a eles para liquidar a retaguarda dos adversários. Cercaram dessa forma as forças de Benjamim a oriente de Gibeá e mataram muitos deles ali. Dezoito mil soldados de Benjamim morreram nesse dia. O resto fugiu para o deserto em direcção da rocha de Rimom, mas cinco mil ainda foram mortos no caminho para lá e mais dois mil perto de Gidom.
33 Então a maior parte do exército israelita saiu dali e tornou a se juntar em Baal-Tamar. Mas os homens que cercavam a cidade saíram de repente dos lugares onde estavam escondidos na planície de Gibeá.
34 — ausente —
34 Dez mil dos melhores soldados israelitas atacaram Gibeá, e o combate foi duro. Os benjamitas não imaginavam que iam ser destruídos.
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35 O Senhor Deus fez com que os israelitas derrotassem o exército de Benjamim. E naquele dia os israelitas mataram vinte e cinco mil e cem inimigos.
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36 Então os benjamitas compreenderam que estavam vencidos. Os israelitas tinham se retirado durante a luta contra os benjamitas porque confiavam nos homens que haviam colocado escondidos em volta de Gibeá.
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37 Esses homens avançaram depressa na direção de Gibeá, espalharam-se e mataram todas as pessoas da cidade.
38 — ausente —
38 O exército israelita e os homens que estavam escondidos tinham combinado um sinal: quando vissem uma grande nuvem de fumaça subindo da cidade,
39 — ausente —
39 os israelitas que estavam fora, no campo de batalha, deviam dar meia-volta e atacar. Até aquele momento os benjamitas já haviam matado uns trinta israelitas e diziam: — Sim. Já os derrotamos, como das outras vezes.
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40 Então o sinal apareceu: uma nuvem de fumaça começou a subir da cidade. Os benjamitas olharam para trás e ficaram muito espantados quando viram a cidade inteira pegando fogo.
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41 Então os homens de Israel deram meia-volta, e os benjamitas ficaram apavorados porque viram que iam ser destruídos.
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42 Eles fugiram e correram na direção do deserto, mas não puderam escapar. Foram cercados pela maior parte do exército israelita e também pelos soldados que vinham da cidade e foram destruídos.
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43 Os israelitas cercaram os inimigos, e os perseguiram sem parar até um lugar a leste de Gibeá, e os iam matando pelo caminho.
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44 Dezoito mil dos melhores soldados benjamitas foram mortos.
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45 Os outros fugiram na direção do deserto, para a rocha de Rimom. Cinco mil foram mortos nas estradas. Os israelitas perseguiram o resto e assim mataram mais dois mil homens.
46 Desta maneira a tribo de Benjamim perdeu vinte e cinco mil bravos combatentes nesse dia, ficando apenas uns seiscentos que escaparam refugiados no rochedo de Rimom, onde se esconderam durante quatro meses. O exército de Israel voltou e matou toda a população de Benjamim - homens, mulheres, crianças, gado - incendiando todas as cidades e povoações em toda a terra deles.
46 Ao todo vinte e cinco mil benjamitas foram mortos naquele dia, todos eles soldados valentes.
47 — ausente —
47 Porém seiscentos homens fugiram para o deserto, para a rocha de Rimom, e ficaram lá quatro meses.
48 — ausente —
48 Os israelitas atacaram o resto dos benjamitas e os mataram, tanto homens como animais, e destruíram tudo o que encontraram. E queimaram todas as cidades da região.

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