Jeremias 52

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NAA Nova Almeida Atualizada 2017
1 Zedequias tinha vinte e um anos quando se tornou rei, e reinou onze anos em Jerusalém. O nome de sua mãe era Hamutal (filha de Jeremias de Libna). Mas foi um mau rei, tal como tinha sido também Joaquim.
1 Zedequias tinha vinte e um anos de idade quando começou a reinar e reinou onze anos em Jerusalém. A mãe dele se chamava Hamutal e era filha de Jeremias, de Libna.
2 — ausente —
2 Zedequias fez o que era mau aos olhos do Senhor , segundo tudo o que Jeoaquim havia feito.
3 As coisas tornaram-se muito más em Jerusalém e em Judá, por causa da ira do Senhor, e ele os baniu da sua presença edequias revoltou-se contra o rei de Babilónia.
3 Foi por causa da ira do Senhor contra Jerusalém e contra Judá que isto aconteceu, a ponto de os rejeitar da sua presença. Zedequias rebelou-se contra o rei da Babilônia.
4 No dia quinze de Janeiro do nono ano do reinado de Zedequias, Nabucodonozor apareceu com todo o seu exército contra Jerusalém, e construiu fortificações para ataque, em toda a volta, estabelecendo um cerco à cidade, durante dois anos
4 Aconteceu que, no nono ano do reinado de Zedequias, aos dez dias do décimo mês, Nabucodonosor, rei da Babilônia, veio contra Jerusalém, ele e todo o seu exército. Sitiaram a cidade e construíram rampas de ataque ao redor dela.
5 — ausente —
5 A cidade ficou sitiada até o décimo primeiro ano do reinado de Zedequias.
6 Finalmente, em meados de Julho , quando a fome na cidade era já gravíssima, com as reservas de alimento inteiramente esgotadas, os soldados da cidade abriram um buraco na muralha e fugiram, de noite; essa passagem foi feita entre as duas muralhas, perto dos jardins do rei. Eles fizeram isso porque a cidade estava toda cercada pelos caldeus. E assim procuraram fugir através dos campos, em direcção a Arabá.
6 Aos nove dias do quarto mês, quando a cidade se via apertada pela fome, e não havia pão para o povo da terra,
7 — ausente —
7 a cidade foi arrombada. Embora os caldeus estivessem em volta da cidade, todos os homens de guerra fugiram e saíram de noite pelo caminho do portão que fica entre as duas muralhas perto do jardim do rei. Fugiram na direção do vale do Jordão.
8 Mas os caldeus perseguiram-nos e apanharam o rei Zedequias nuns campos perto de Jericó; aliás, todos os seus soldados se tinham dispersado, abandonando-o
8 Mas o exército dos caldeus perseguiu o rei Zedequias e o alcançou nas campinas de Jericó; e todo o exército deste se dispersou e o abandonou.
9 Trouxeram-no então à presença do rei de Babilónia, que se tinha instalado na cidade de Ribla, no reino de Hamate, e foi submetido a um julgamento
9 Então Zedequias foi preso e levado ao rei da Babilônia, em Ribla, na terra de Hamate, o qual lhe pronunciou a sentença.
10 Obrigou-o depois a ver os seus própios filhos e os nobres de Judá serem mortos, ali à sua vista; seguidamente arrancou-lhe os olhos, levando-o depois, em cadeias, para Babilónia, pondo-o numa prisão para o resto da vida.
10 O rei da Babilônia mandou matar os filhos de Zedequias à vista deste; também mandou matar todas as autoridades de Judá, em Ribla.
11 — ausente —
11 Mandou furar os olhos de Zedequias, amarrou-o com correntes de bronze, levou-o à Babilônia e o conservou no cárcere até o dia da sua morte.
12 No dia dezassete de Agosto do décimo nono ano do reinado de Nabucodonozor, rei de Babilónia, Nabuzaradão, comandante da guarda, chegou a Jerusalém. Pôs fogo ao templo e ao palácio real, assim como às casas maiores, e mandou os soldados deitar abaixo as muralhas da cidade.
12 No décimo dia do quinto mês, no décimo nono ano do reinado de Nabucodonosor, rei da Babilônia, Nebuzaradã, chefe da guarda e servidor do rei da Babilônia, veio a Jerusalém.
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13 Ele queimou a Casa do Senhor e o palácio real, bem como todas as casas de Jerusalém. Também entregou às chamas todas as construções importantes.
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14 Todo o exército dos caldeus que estava com o chefe da guarda derrubou todas as muralhas ao redor de Jerusalém.
15 Depois levou para Babilónia como cativos alguns dos mais pobres de entre o povo, com aqueles que tinham sobrevivido à destruição da cidade e os que tinham fugido a Zedequias e se tinham juntado ao exército de Babilónia e ainda os comerciantes
15 Nebuzaradã, o chefe da guarda, levou cativos os mais pobres do povo, o resto do povo que havia ficado na cidade, os desertores que se entregaram ao rei da Babilônia e o restante da população.
16 Mas deixou alguns outros, dos mais miseráveis do povo, para colherem os frutos dos campos, e como vinhateiros e lavradores.
16 Porém Nebuzaradã, o chefe da guarda, deixou alguns dos mais pobres da terra para serem vinhateiros e lavradores.
17 Os babilónios derrubaram os dois grandes pilares de bronze que estavam à entrada do templo assim como as bases sobre as quais se apoiavam, mais o mar de bronze, e carregou tudo para Babilónia. Levaram igualmente todos os recipientes, talheres e utensílios usados no serviço do altar, assim como as bacias, perfumadoras e tudo o que era do serviço do templo. Foram também retirados de lá os incensários, os castiçais de ouro maciço e de prata, mais bacias e taças, tudo de ouro puro e de prata maciça.
17 Os caldeus cortaram em pedaços as colunas de bronze que estavam na Casa do Senhor , bem como os suportes e o mar de bronze que estavam na Casa do Senhor ; e levaram todo o bronze para a Babilônia.
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18 Levaram também as panelas, as pás, os apagadores, as bacias, os recipientes de incenso e todos os utensílios de bronze, com que se ministrava.
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19 O chefe da guarda levou também os copos, os braseiros, as bacias, as panelas, os candelabros, os recipientes de incenso e as taças, tudo o que fosse de ouro ou de prata.
20 O peso dos dois enormes pilares e do mar, assim como dos doze touros de base, era qualquer coisa de incalculável. Tinham sido feitos nos tempos do rei Salomão. Esses pilares eram, cada um, de nove metros de altura e seis de envergadura, ocos por dentro, sendo a espessura do metal oito centímetros.
20 Quanto às duas colunas, ao mar de bronze e aos doze touros de bronze que o sustentavam, e que Salomão havia feito para a Casa do Senhor , o peso do bronze de todos esses utensílios era incalculável.
21 — ausente —
21 Quanto às colunas, a altura de uma era de oito metros, e um cordão de cinco metros e trinta e cinco a cercava. Eram ocas, e a grossura do metal era de dez centímetros.
22 No alto de cada uma das colunas havia capitéis de dois metros e meio de altura, com figuras gravadas - uma composição de romãs, também em bronze. Havia como que uma rede formada por 96 romãs, aos lados; e à volta havia mais cem.
22 Sobre ela havia um capitel de bronze; a altura de cada capitel era de dois metros e vinte. A obra de rede e as romãs sobre o capitel ao redor eram de bronze.
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23 Semelhante a esta era a outra coluna com as romãs. Havia noventa e seis romãs aos lados; todas as romãs sobre a obra de rede ao redor eram cem.
24 O comandante da guarda levou também consigo, como prisioneiros, Seraías, o líder dos sacerdotes, Sofonias, seu assistente, os três chefes da guarda do templo, um dos oficiais do exército, sete conselheiros especiais do rei descobertos ainda na cidade, o secretário do comandante do exército judaico (que tinha a seu cargo o recrutamento militar) e ainda sessenta outras individualidades de relevo na vida judaica, que tinham sido encontrados escondidos. Levou-os ao rei de Babilónia, em Ribla, que os matou a todos. Foi assim que o exílio de Judá se completou
24 O chefe da guarda também levou cativos Seraías, sumo sacerdote, Sofonias, segundo sacerdote, e os três guardas da porta.
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25 Da cidade ele levou um oficial, que era comandante das tropas de guerra, e sete conselheiros do rei que ainda estavam na cidade, bem como o escrivão-chefe do exército, que alistava o povo da terra, e sessenta homens do povo do lugar, que estavam na cidade.
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26 Nebuzaradã, o chefe da guarda, levou-os ao rei da Babilônia, em Ribla.
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27 O rei da Babilônia os matou ali mesmo, em Ribla, na terra de Hamate. Assim Judá foi levado cativo para fora de sua terra.
28 O número dos cativos levados para Babilónia no sétimo ano do reinado de Nabucodonozor foi de 3.023. Depois, onze anos mais tarde, levou mais 832; passados ainda mais cinco anos, enviou Nebuzaradão, seu comandante da guarda, e levou mais 745 - no total foram 4.600 os cativos.
28 Este é o povo que Nabucodonosor levou para o exílio: no sétimo ano, três mil e vinte e três judeus;
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29 no décimo oitavo ano de Nabucodonosor, ele levou cativas de Jerusalém oitocentas e trinta e duas pessoas;
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30 no vigésimo terceiro ano de Nabucodonosor, Nebuzaradã, o chefe da guarda, levou cativas, dentre os judeus, setecentas e quarenta e cinco pessoas. Ao todo, foram levadas quatro mil e seiscentas pessoas.
31 Em trinta e um de Março , 37 anos após a prisão em Babilónia de Jeconias, rei de Judá, Evil-Merodaque, que se tornou rei de Babilónia nesse ano, mostrou-se generoso para com o rei Jeconias, tirou-o da prisão, falou-lhe gentilmente, e deu-lhe até a preferência sobre todos os outros reis que estavam em Babilónia, dando-lhes roupa nova, e alimentando-o da própria comida que era feita na cozinha do rei; e isso, todo o resto do tempo da sua vida.
31 No trigésimo sétimo ano do cativeiro de Joaquim, rei de Judá, no dia vinte e cinco do décimo segundo mês, Evil-Merodaque, rei da Babilônia, no ano em que começou a reinar, libertou Joaquim, rei de Judá, e o fez sair do cárcere.
32 — ausente —
32 Falou com ele de modo bondoso e lhe deu um lugar de mais honra do que a dos reis que estavam com ele na Babilônia.
33 — ausente —
33 Permitiu que ele deixasse de usar as roupas de prisioneiro, e Joaquim passou a comer na presença dele todos os dias da sua vida.
34 Deu-lhe mais ainda um subsídio regular, para que pudesse atender às necessidades quotidianas, até ao dia da sua morte.
34 E da parte do rei da Babilônia lhe foi dada subsistência vitalícia, uma pensão diária, até o dia da sua morte, durante todos os dias da sua vida.

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