2 Reis 6

O Livro (OL) vs NAA

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NAA Nova Almeida Atualizada 2017
1 Um dia o grupo dos profetas veio ter com Eliseu: Como estás a ver, as nossas dependências são muito acanhadas. Achas que podemos ir até ao Jordão e construir ali melhores alojamentos? Acho que sim; podem ir.
1 Os discípulos dos profetas disseram a Eliseu: — Eis que o lugar em que moramos com você é pequeno demais para nós.
2 — ausente —
2 Vamos até o Jordão, tomemos de lá cada um de nós uma viga e construamos um lugar para morar. Ele respondeu: — Vão.
3 Por favor, vem connosco, pediu-lhe um deles.Pois sim, respondeu Eliseu.
3 Mas um deles disse: — Tenha a bondade de ir com estes seus servos. Eliseu disse: — Eu irei.
4 Quando chegaram ao Jordão, começaram a cortar madeira; mas a certa altura o ferro de um machado caiu ao rio. Oh, senhor, exclamou ele, era emprestado!
4 E foi com eles. Quando chegaram ao Jordão, cortaram madeira.
5 — ausente —
5 Aconteceu que, enquanto um deles derrubava um tronco, o machado caiu na água. Ele gritou: — Ai! Meu senhor! O machado era emprestado.
6 Onde foi que ele caiu?, perguntou o homem de Deus. O jovem mostrou-lhe o sítio; Eliseu cortou um pedaço de madeira e lançou-o à água; o ferro do machado veio ao de cima e ficou a flutuar!
6 O homem de Deus perguntou: — Onde caiu? Ele mostrou-lhe o lugar. Então Eliseu cortou um galho, jogou-o na água naquele lugar, e fez o ferro flutuar.
7 Vai apanhá-lo, disse-lhe o profeta. E assim o recuperou.
7 Então disse: — Pegue-o. O homem estendeu a mão e o pegou.
8 Numa altura em que o rei da Síria estava em guerra contra Israel, aquele monarca disse para os seus chefes militares: Vamos mobilizar as nossas tropas, e deu-lhes indicações quanto ao processo e ao local de concentração.
8 O rei da Síria estava em guerra contra Israel. E, em conselho com os seus oficiais, disse: — Em tal e tal lugar estará o meu acampamento.
9 Imediatamente Eliseu avisou o rei de Israel: Não te aproximes do sítio de tal - o local de acampamento das tropas sírias - porque os sírios estão a planear mobilizar ali o seu exército!
9 Mas o homem de Deus mandou dizer ao rei de Israel: — Evite passar por tal lugar, porque os sírios estão descendo para ali.
10 O rei mandou uma estafeta espiar se era assim como Eliseu dizia. E era verdade. Ora isto aconteceu não uma só vez, mas em várias ocasiões. O profeta salvou dessa forma, repetidas vezes, o monarca de um desastre militar.
10 O rei de Israel enviou tropas ao lugar de que o homem de Deus lhe havia falado e de que o tinha avisado, e, assim, se salvou mais do que uma ou duas vezes.
11 O soberano sírio estava atónito. Chamou os seus chefes militares e perguntou-lhes: Quem é que nos anda a trair? Quem é que faz saber ao rei de Israel os nossos planos?
11 O rei da Síria ficou angustiado com este incidente. Então chamou os seus servos e perguntou: — Vocês não vão me dizer quem dos nossos está do lado do rei de Israel?
12 Não somos nós, senhor, respondeu um deles. É o profeta Eliseu que comunica ao rei de Israel até aquilo que dizes na intimidade do teu quarto de dormir!
12 Um dos servos respondeu: — Ninguém, ó rei, meu senhor. Mas o profeta Eliseu, que está em Israel, conta ao rei de Israel as palavras que o senhor fala no seu quarto de dormir.
13 Vão já ver onde é que ele se encontra para que mande soldados que o tragam cá, exclamou o rei vieram dizer-lhe: Eliseu está em Dotã.
13 Então o rei disse: — Vão e descubram onde ele está, para que eu mande prendê-lo. E contaram ao rei: — Eis que ele está em Dotã.
14 Então uma noite o rei da Síria enviou um grande exército com muitos carros e cavalos cercar a povoação. Quando o criado do profeta se levantou de manhã cedo no dia seguinte e saiu de casa, havia tropas, cavalos e carros por toda a parte.Ai, meu senhor, que vamos fazer agora? gritou ele para Eliseu.
14 Então o rei enviou para lá cavalos, carros de guerra e um grande exército. Eles chegaram de noite e cercaram a cidade.
15 — ausente —
15 O servo do homem de Deus levantou-se bem cedo e, ao sair, eis que tropas, cavalos e carros de guerra haviam cercado a cidade. Então o moço disse a Eliseu: — Ai, meu senhor! Que faremos?
16 Não tenhas medo, porque os que estão connosco são muito mais numerosos do que todos eles juntos!
16 Ele respondeu: — Não tenha medo, porque são mais os que estão conosco do que os que estão com eles.
17 Eliseu fez então a seguinte oração: Senhor, abre-lhe os olhos para que veja! E o Senhor abriu os olhos do moço, que pôde ver cavalos e carros de fogo por todo o lado na montanha.
17 E Eliseu orou e disse: — O
18 Quando o exército sírio avançou sobre eles, Eliseu orou: Senhor, peço-te que os cegues. E assim foi.
18 E, quando os sírios desceram contra ele, Eliseu orou ao Senhor e disse: — Peço-te que firas esta gente de cegueira. E ele os feriu de cegueira, conforme a palavra de Eliseu.
19 Eliseu foi ao encontro deles: Vieram por caminho errado; não é esta a povoação que vos interessa. Venham comigo e levar-vos-ei ao homem que procuram. E conduziu-os a Samaria!
19 Então Eliseu lhes disse: — Não é este o caminho, nem esta a cidade; sigam-me, e eu os guiarei ao homem que vocês estão procurando. E os guiou à cidade de Samaria.
20 Assim que chegaram Eliseu orou de novo: Senhor, abre-lhes os olhos agora para que vejam. O Senhor assim fez, e os soldados constataram que estavam em Samaria, a capital de Israel!
20 Quando eles chegaram a Samaria, Eliseu disse: — Ó E o
21 O rei de Israel, ao vê-los, gritou para Eliseu: Oh, senhor, mato-os? Mato-os?
21 Quando o rei de Israel os viu, perguntou a Eliseu: — Meu pai, devo matá-los? Devo matá-los?
22 Eliseu respondeu: De maneira nenhuma! Iríamos matar prisioneiros de guerra? Dá-lhes de comer e de beber, e manda-os embora.
22 Ele respondeu: — Não os mate! Você mataria aqueles que fizesse prisioneiros com a sua espada e o seu arco? Ordena que lhes deem pão e água, para que comam, bebam e voltem para o seu senhor.
23 O rei preparou-lhes uma grande festa, e depois deixou-os irem ter com o seu rei. Após isso, os comandos sírios suspenderam as investidas sobre a terra de Israel.
23 Então o rei ofereceu-lhes um grande banquete, e comeram e beberam. Ele os despediu e eles voltaram para o seu senhor. E da parte da Síria não houve mais investidas na terra de Israel.
24 Mais tarde, contudo, o rei Ben-Hadade da Síria mobilizou todo o seu exército e atacou Samaria. Como resultado houve uma grande fome na cidade, e passado algum tempo a cabeça de um jumento chegou a custar mesmo um quilo de prata, e meio litro de esterco de pomba era vendida por uma moeda de prata!
24 Depois disto, Ben-Hadade, rei da Síria, ajuntou todo o seu exército, foi e sitiou a cidade de Samaria.
25 — ausente —
25 Houve grande fome em Samaria. Eis que a sitiaram, a ponto de se vender a cabeça de um jumento por oitenta moedas de prata e um pouco de esterco de pomba por cinco moedas de prata.
26 Um dia em que o rei de Israel ia andando sobre a muralha da cidade, uma mulher chamou-o: Ajuda-me, ó rei, meu senhor!
26 Quando o rei de Israel vinha passando, andando sobre a muralha, uma mulher gritou: — Ajude-me, ó rei, meu senhor!
27 O rei retorquiu: Se não for o Senhor Deus que te ajude, que poderei eu fazer por ti? Não tenho nada, nem para comer nem para beber, que te possa dar. Mas, afinal, de que é que te queixas? Ela respondeu: Aqui esta mulher propos-me que comêssemos num dia o meu filho e no outro o dela. Então cozinhámos o meu filho e comêmo-lo. Mas no dia seguinte, quando lhe disse: 'Dá cá o teu filho para que o cozinhemos
27 Ele respondeu: Se o
28 — ausente —
28 E o rei acrescentou: — Qual é o seu problema? Ela respondeu: — Esta mulher me disse: “Dê o seu filho, para que hoje o comamos, e amanhã comeremos o meu.”
29 — ausente —
29 Assim, cozinhamos o meu filho e o comemos. Mas no outro dia, quando eu disse a ela: “Dê o seu filho, para que o comamos”, ela o escondeu.
30 Quando o rei ouviu isto, rasgou a roupa que tinha vestida. Aconteceu até que o povo que ali estava, perto da muralha, a ver a cena, reparou que o soberano trazia vestido junto ao corpo roupa interior feita de saco.
30 Ao ouvir as palavras da mulher, o rei rasgou as suas roupas. Como ele estava andando sobre a muralha, o povo olhou e viu que, por baixo, sobre a pele, o rei estava usando pano de saco.
31 Que Deus me tire a mim a vida se não mandar executar Eliseu hoje mesmo!, garantiu o rei.
31 Então o rei disse: — Que Deus me castigue se até o final do dia Eliseu, filho de Safate, ainda estiver com a cabeça sobre os ombros.
32 O profeta estava reunido em casa com os anciãos de Israel quando chegou o recado do rei que o convocava. No entanto, antes mesmo que o mensageiro chegasse, Eliseu disse aos anciãos: Este assassino enviou-me alguém com a intenção de me matar. Quando ele aparecer, fechem-lhe a porta e não o deixem entrar, porque o seu senhor vem, com certeza, atrás dele.
32 Eliseu estava sentado em sua casa, juntamente com os anciãos. O rei enviou um homem à sua frente. Mas, antes que o mensageiro chegasse, Eliseu disse aos anciãos: — Vocês estão vendo como aquele filho de um assassino mandou alguém para cortar a minha cabeça? Quando o mensageiro vier, fechem a porta e empurrem-no com ela. Não é fato que logo depois dele se ouvirá o barulho dos passos de seu senhor?
33 Estava Eliseu ainda a dizer estas coisas quando o mensageiro chegou; e vinha o rei logo atrás dele : Foi o Senhor quem provocou toda esta miséria em que estamos! rouquejou o rei. Por que razão haveria eu de ficar à espera de alguma ajuda da parte dele?
33 Enquanto Eliseu ainda falava com eles, chegou o rei, que disse: — Eis que este mal vem do

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