2 Reis 5

O Livro (OL) vs NTLH

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NTLH Nova Tradução na Linguagem de Hoje 2000
1 O rei da Síria tinha uma grande admiração por Naamã, chefe do seu exército. Tinha conduzido as suas tropas a muitas e gloriosas vitórias. Por isso era considerado um grande herói e muito respeitado. No entanto, havia um lado negativo - era leproso.
1 Naamã, o comandante do exército da Síria, era muito respeitado e estimado pelo rei do seu país porque, por meio de Naamã, o Senhor Deus tinha dado a vitória ao exército dos sírios. Ele era um soldado valente, mas sofria de uma terrível doença da pele.
2 As tropas da Síria tinham invadido, certa vez, a terra de Israel; entre os cativos que levaram, encontrava-se uma menina que ficou ao serviço da mulher de Naamã.
2 Num dos seus ataques contra Israel, os sírios haviam levado como prisioneira uma menina israelita, que ficou sendo escrava da mulher de Naamã.
3 Um dia a menina disse à sua senhora: Bem gostaria que o meu senhor fosse ver o profeta, na Samaria. Havia de curá-lo da lepra!
3 Um dia a menina disse à patroa: — Eu gostaria que o meu patrão fosse falar com o
4 Naamã contou ao rei o que a menina dissera.
4 Então Naamã foi falar com o rei e contou o que a menina tinha dito.
5 Sim, vai lá ver esse profeta, disse-lhe o rei. Escreverei uma carta de credencial para apresentares ao rei de Israel. Naamã partiu, levando consigo seiscentos quilos de prata, seis mil moedas de ouro e dez mudas de roupa. A carta para o rei de Israel dizia assim: O homem que é portador desta carta é o meu súbdito Naamã; o que eu pretendo é que trates da sua cura da lepra.
5 E o rei ordenou: — Vá falar com o rei de Israel e entregue esta carta a ele. Então Naamã saiu, levando uns trezentos e cinquenta quilos de prata, e uns setenta quilos de ouro, e dez mudas de roupas finas.
6 — ausente —
6 A carta que ele levava dizia assim: “Esta carta é para apresentar Naamã, que é meu oficial. Eu quero que você o cure.”
7 Quando o rei de Israel leu a missiva, rasgou a roupa que trazia vestida e disse: Este homem manda-me um leproso para que eu o cure! Sou eu Deus, para poder dar vida ou matar? O que ele está é a arranjar uma desculpa para nos invadir de novo.
7 Quando o rei de Israel leu a carta, rasgou as suas roupas em sinal de medo e exclamou: — Como é que o rei da Síria quer que eu cure este homem? Será que ele pensa que eu sou Deus e que tenho o poder de dar a vida e de tirá-la? Ele está querendo briga!
8 Mas quando o profeta Eliseu soube do aperto em que o rei se encontrava, mandou-lhe uma mensagem: Porque é que estás tão preocupado? Manda Naamã vir ter comigo; ele ficará a saber que há um verdadeiro profeta de Deus aqui, na terra de Israel.
8 O profeta Eliseu soube do que havia acontecido e mandou dizer ao rei: — Por que o senhor está tão preocupado? Mande que esse homem venha falar comigo, e eu mostrarei a ele que há um profeta em Israel!
9 Naamã chegou com os seus carros e cavalos à frente da casa de Eliseu. Este mandou-lhe um mensageiro que lhe dissesse para ir lavar-se sete vezes no rio Jordão, e que ficaria sarado de qualquer vestígio de lepra!
9 Então Naamã foi com os seus cavalos e carros e parou na porta da casa de Eliseu.
10 — ausente —
10 Eliseu mandou que um empregado saísse e dissesse a ele que fosse se lavar sete vezes no rio Jordão, pois assim ficaria completamente curado da sua doença.
11 No entanto Naamã, muito irritado, resolveu ir-se embora. Vejam bem, disse ele, eu sempre pensei que, pelo menos, ele viria, falaria comigo, poria a mão sobre as partes leprosas, invocaria o nome do Senhor seu Deus e eu ficaria curado!
11 Mas Naamã ficou muito zangado e disse: — Eu pensava que pelo menos o profeta ia sair e falar comigo e que oraria ao
12 Não são os rios Abana e Farpar, de Damasco, muito melhores do que todos os rios de Israel juntos? Se a questão é lavar-me num rio, posso muito bem fazê-lo na minha terra e curar-me. E retirou-se indignado.
12 Além disso, por acaso, os rios Abana e Farpar, em Damasco, não são melhores do que qualquer rio da terra de Israel? Será que eu não poderia me lavar neles e ficar curado? E foi embora muito bravo.
13 Mas os seus ajudantes tentaram fazê-lo reconsiderar: Se o profeta te tivesse pedido para fazer uma coisa muito difícil, não a terias feito? Então porque é que não fazes isso, que é lavares-te e ficares curado?
13 Então os seus empregados foram até o lugar onde ele estava e disseram: — Se o profeta mandasse o senhor fazer alguma coisa difícil, por acaso, o senhor não faria? Por que é que o senhor não pode ir se lavar, como ele disse, e ficar curado?
14 Naamã sempre aceitou descer até ao rio Jordão; mergulhou sete vezes, como Eliseu lhe dissera, e a sua carne ficou como a de um menino - curou-se. Voltou então mais a sua comitiva toda para ir falar de novo ao profeta; puseram-se repeitosamente na sua frente e Naamã disse: Agora sei que em todo o mundo não há um verdadeiro Deus senão em Israel. Peço-te que aceites estes presentes.
14 Então Naamã desceu até o rio Jordão e mergulhou sete vezes, como Eliseu tinha dito. E ficou completamente curado. A sua carne ficou firme e sadia como a de uma criança.
15 — ausente —
15 Depois ele voltou com todos os seus homens até o lugar onde Eliseu estava e disse: — Agora eu sei que no mundo inteiro não existe nenhum deus, a não ser o Deus de Israel. Aceite um presente meu, por favor.
16 Juro-te por Jeová, o meu Deus, que não os aceitarei. Naamã insistiu com ele, para que os aceitasse, e ele sempre recusou firmemente.
16 Eliseu respondeu: — Juro pelo Naamã insistiu com ele para que aceitasse, mas ele não quis.
17 Bem, disse Naamã, está certo. Mas peço-te que me dês terra correspondente a dois carregamentos de mula para levar comigo, porque daqui em diante nunca mais oferecerei sacrifícios a outro deus senão ao Senhor . Contudo, que o Senhor me perdoe só isto - quando o meu senhor, o meu rei, entrar no templo do deus Rimom para o adorar e se apoiar no meu braço, que o Senhor me perdoe se eu também me inclinar.
17 Aí Naamã disse: — Já que o senhor não quer aceitar o meu presente, então deixe que eu leve para casa duas mulas carregadas de terra , pois de agora em diante eu não vou oferecer
18 — ausente —
18 Mas eu gostaria que ele me perdoasse uma coisa, que é a seguinte: quando eu tiver de acompanhar o meu rei ao templo de Rimom, o deus da Síria, para ali adorar, eu vou ter de adorá-lo também. Que o Senhor Deus me perdoe por isso!
19 Podes ir em paz, disse Eliseu. Naamã regressou à sua terra.
19 Eliseu disse: — Adeus! Boa viagem! Quando Naamã já estava um pouco longe,
20 Mas Geazi, o ajudante de Eliseu, disse para consigo: O meu senhor não devia ter deixado este indivíduo partir sem ter ficado com alguns dos seus presentes. Quem há-de ir atrás dele para ver se ainda apanho alguma coisa, serei eu.
20 Geazi, o empregado de Eliseu, começou a pensar: — O meu patrão deixou que Naamã fosse embora sem pagar nada. Ele devia ter aceitado o que o sírio estava oferecendo. Juro pelo
21 Geazi partiu atrás de Naamã. Quando este o viu aproximar-se, saltou do carro e foi ao encontro de Geazi. Há alguma novidade? perguntou-lhe.
21 Então Geazi saiu correndo. Quando Naamã viu que um homem vinha correndo atrás dele, desceu do carro e perguntou: — Aconteceu alguma coisa?
22 Não, vai tudo bem, respondeu Geazi. Apenas que o meu senhor me mandou vir ter contigo, porque chegaram dois moços profetas, das montanhas de Efraim, e ele gostaria de lhes dar trinta e quatro quilos de prata e duas mudas de roupa.
22 — Não! — respondeu Geazi. — Mas o meu patrão mandou dizer que agora mesmo chegaram dois membros de um grupo de profetas da região montanhosa de Efraim. Então ele gostaria que o senhor desse a ele uns trinta quilos de prata e duas mudas de roupas finas.
23 Tens aqui já sessenta e oito quilos, respondeu Naamã. Deu-lhe mais dois fatos caros, e pôs o dinheiro em dois sacos, mandando dois servos seus que carregassem com os presentes, na companhia de Geazi. No entanto quando chegaram à colina onde vivia Eliseu , Geazi pegou nos fardos dos presentes, e mandou os servos embora. Depois escondeu o dinheiro na sua casa.
23 Naamã disse: — Por favor, leve sessenta quilos de prata. E insistiu com ele. Então pôs a prata em dois sacos, entregou a prata e as duas mudas de roupas finas a dois dos seus empregados e mandou que eles fossem na frente de Geazi.
24 — ausente —
24 Quando eles chegaram ao morro onde Eliseu morava, Geazi pegou os dois sacos e carregou-os para dentro de casa. Depois mandou embora os empregados de Naamã,
25 Ao apresentar-se novamente na frente do seu senhor, Eliseu perguntou-lhe: Onde é que estiveste, Geazi? Em sítio nenhum!, respondeu-lhe.
25 entrou em casa de novo e foi falar com Eliseu. Este perguntou: — Onde é que você foi? — Eu não fui a lugar nenhum! — respondeu Geazi.
26 Não estás a ver que o meu pensamento te acompanhou, quando Naamã desceu do carro para vir ao teu encontro? Seria esta situação própria para arranjares dinheiro, roupa, olivais, vinhas, cordeiros, bois e servos? Visto que fizeste uma tal coisa, a lepra de Naamã ficará sobre ti e sobre os teus filhos, e sobre os teus descendentes para sempre. Geazi saiu dali leproso, com a pele branca como neve.
26 Mas Eliseu disse: — O meu espírito estava com você quando aquele homem desceu do carro para falar com você. Esta não era ocasião para você aceitar dinheiro e roupas, plantações de oliveiras e de uvas, ovelhas e gado ou empregados e empregadas.
27 — ausente —
27 Portanto, a doença de Naamã vai pegar em você, e os seus descendentes a terão para sempre. Quando saiu dali Geazi tinha pegado a doença, e a sua pele estava branca como a neve.

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