Salmos 88
Nova Versão Transformadora (NVT, 2016) vs ARA
1 Ó S enhor , Deus de minha salvação, clamo a ti de dia, venho a ti de noite.
1 Ó Senhor , Deus da minha salvação, dia e noite clamo diante de ti.
2 Agora, ouve minha oração; escuta meu clamor.
2 Chegue à tua presença a minha oração, inclina os ouvidos ao meu clamor.
3 Pois minha vida está cheia de problemas, e a morte
3 Pois a minha alma está farta de males, e a minha vida já se abeira da morte.
4 Fui considerado morto, alguém que já não tem forças.
4 Sou contado com os que baixam à cova; sou como um homem sem força,
5 Deixaram-me entre os mortos, estendido como um cadáver no túmulo. Caí no esquecimento e estou separado do teu cuidado.
5 atirado entre os mortos; como os feridos de morte que jazem na sepultura, dos quais já não te lembras; são desamparados de tuas mãos.
6 Tu me lançaste na cova mais funda, nas profundezas mais escuras.
6 Puseste-me na mais profunda cova, nos lugares tenebrosos, nos abismos.
7 Tua ira pesa sobre mim; uma após a outra, tuas ondas me encobrem. Interlúdio
7 Sobre mim pesa a tua ira; tu me abates com todas as tuas ondas.
8 Afastaste de mim os meus amigos e para eles me tornaste repulsivo; estou preso numa armadilha, e não há como escapar.
8 Apartaste de mim os meus conhecidos e me fizeste objeto de abominação para com eles; estou preso e não vejo como sair.
9 As lágrimas de aflição me cegaram os olhos; todos os dias, clamo por ti, S e a ti levanto as mãos.
9 Os meus olhos desfalecem de aflição; dia após dia, venho clamando a ti, e te levanto as minhas mãos.
10 Será que tuas maravilhas têm algum uso para os mortos? Acaso os mortos se levantam e te louvam? Interlúdio
10 Mostrarás tu prodígios aos mortos ou os finados se levantarão para te louvar?
11 Podem os que estão no túmulo anunciar teu amor? Podem proclamar tua fidelidade no lugar de destruição?
11 Será referida a tua bondade na sepultura? A tua fidelidade, nos abismos?
12 Acaso as trevas falam de tuas maravilhas? Pode alguém na terra do esquecimento contar de tua justiça?
12 Acaso, nas trevas se manifestam as tuas maravilhas? E a tua justiça, na terra do esquecimento?
13 A ti, S enhor , eu clamo; dia após dia, continuarei a suplicar.
13 Mas eu, Senhor , clamo a ti por socorro, e antemanhã já se antecipa diante de ti a minha oração.
14 Ó S enhor , por que me rejeitas? Por que escondes de mim o rosto?
14 Por que rejeitas, Senhor , a minha alma e ocultas de mim o rosto?
15 Desde a juventude estive doente e à beira da morte; teus terrores me deixaram indefeso e desesperado.
15 Ando aflito e prestes a expirar desde moço; sob o peso dos teus terrores, estou desorientado.
16 Sim, tua ira intensa me esmagou, teus terrores acabaram comigo.
16 Por sobre mim passaram as tuas iras, os teus terrores deram cabo de mim.
17 O dia todo, agitam-se ao meu redor como uma inundação e me encobrem por completo.
17 Eles me rodeiam como água, de contínuo; a um tempo me circundam.
18 Tiraste de mim meus companheiros e pessoas queridas; a escuridão é a minha amiga mais chegada.
18 Para longe de mim afastaste amigo e companheiro; os meus conhecidos são trevas.
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