Romanos 9

Nova Versão Transformadora (NVT, 2016) vs NAA

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NAA Nova Almeida Atualizada 2017
1 Digo-lhes a verdade, tendo Cristo como testemunha, e minha consciência e o Espírito Santo a confirmam.
1 Digo a verdade em Cristo, não minto, e a minha consciência confirma isso por meio do Espírito Santo:
2 Meu coração está cheio de amarga tristeza e angústia sem fim
2 sinto grande tristeza e tenho incessante dor no coração.
3 por meu povo, meus irmãos judeus. Eu estaria disposto a ser amaldiçoado para sempre, separado de Cristo, se isso pudesse salvá-los.
3 Porque eu mesmo desejaria ser amaldiçoado, separado de Cristo, por amor de meus irmãos, meus compatriotas segundo a carne.
4 Eles são o povo de Israel, escolhidos para serem filhos adotivos de Deus. Ele lhes revelou sua glória, fez uma aliança com eles e lhes deu sua lei e o privilégio de adorá-lo e receber suas promessas.
4 São israelitas. A eles pertence a adoção, assim como a glória, as alianças, a promulgação da Lei, o culto e as promessas.
5 Do povo de Israel vêm os patriarcas, e o próprio Cristo, quanto à sua natureza humana, era israelita. E ele é Deus, aquele que governa sobre todas as coisas e é digno de louvor eterno! Amém.
5 Deles são os patriarcas, e também deles descende o Cristo, segundo a carne, o qual é sobre todos, Deus bendito para sempre. Amém!
6 Acaso Deus deixou de cumprir sua promessa a Israel? Não, pois nem todos os descendentes de Israel pertencem, de fato, ao povo de Deus.
6 E não pensemos que a palavra de Deus falhou. Porque nem todos os de Israel são, de fato, israelitas,
7 Só porque são descendentes de Abraão não significa que são, verdadeiramente, filhos de Abraão. Pois as Escrituras dizem: “Isaque é o filho de quem depende a sua descendência”.
7 nem por serem descendentes de Abraão são todos filhos. Pelo contrário: “Por meio de Isaque será chamada a sua descendência.”
8 Isso significa que os descendentes físicos de Abraão não são, necessariamente, filhos de Deus. Apenas os filhos da promessa são considerados filhos de Abraão.
8 Isto é, não são os filhos da carne que são filhos de Deus, mas os filhos da promessa é que são contados como descendência.
9 Pois Deus havia prometido: “Voltarei por esta época, e Sara terá um filho”.
9 Porque a palavra da promessa é esta: “Por esse tempo voltarei, e Sara terá um filho.”
10 Esse fato não é único. Também Rebeca ficou grávida de nosso antepassado Isaque e deu à luz gêmeos.
10 E isto não aconteceu somente com ela, mas também com Rebeca, ao conceber de um só, de Isaque, nosso pai.
11 Antes de eles nascerem, porém, antes mesmo de terem feito qualquer coisa boa ou má, ela recebeu uma mensagem de Deus. (Essa mensagem mostra que Deus escolhe as pessoas conforme os propósitos dele
11 E os gêmeos ainda não eram nascidos, nem tinham feito o bem ou o mal — para que o propósito de Deus, quanto à eleição, prevalecesse, não por obras, mas por aquele que chama —,
12 e as chama sem levar em conta as obras que praticam.) Foi dito a Rebeca: “Seu filho mais velho servirá a seu filho mais novo”.
12 quando foi dito a Rebeca: “O mais velho será servo do mais moço.”
13 Nas palavras das Escrituras: “Amei Jacó, mas rejeitei Esaú”.
13 Como está escrito: “Amei Jacó, porém desprezei Esaú.”
14 Estamos dizendo, então, que Deus foi injusto? Claro que não!
14 Que diremos, então? Que Deus é injusto? De modo nenhum!
15 Pois Deus disse a Moisés: “Terei misericórdia de quem eu quiser, e mostrarei compaixão a quem eu quiser”.
15 Pois ele diz a Moisés: “Terei misericórdia de quem eu tiver misericórdia e terei compaixão de quem eu tiver compaixão.”
16 Portanto, a misericórdia depende apenas de Deus, e não de nosso desejo nem de nossos esforços.
16 Assim, pois, isto não depende de quem quer ou de quem corre, mas de Deus, que tem misericórdia.
17 Pois as Escrituras afirmam que Deus disse ao faraó: “Eu o coloquei em posição de autoridade com o propósito de mostrar em você meu poder e propagar meu nome por toda a terra”.
17 Porque a Escritura diz a Faraó: “Foi para isto mesmo que eu o levantei, para mostrar em você o meu poder e para que o meu nome seja anunciado em toda a terra.”
18 Como podem ver, ele escolhe ter misericórdia de alguns e endurecer o coração de outros.
18 Logo, Deus tem misericórdia de quem quer e também endurece a quem ele quer.
19 Mas algum de vocês dirá: “Então por que Deus os culpa? Não estão apenas cumprindo a vontade dele?”.
19 Mas você vai me dizer: “Por que Deus ainda se queixa? Pois quem pode resistir à sua vontade?”
20 Ora, quem é você, mero ser humano, para discutir com Deus? Acaso o objeto criado pode dizer àquele que o criou: “Por que você me fez assim?”
20 Mas quem é você, caro amigo, para discutir com Deus? Será que o objeto pode perguntar a quem o fez: “Por que você me fez assim?”
21 O oleiro não tem o direito de usar o mesmo barro para fazer um vaso para uso especial e outro para uso comum?
21 Será que o oleiro não tem direito sobre a massa, para do mesmo barro fazer um vaso para honra e outro para desonra?
22 Da mesma forma, Deus tem o direito de mostrar sua ira e seu poder, suportando com muita paciência aqueles que são objeto de sua ira, preparados para a destruição.
22 Que diremos, se Deus, querendo mostrar a sua ira e dar a conhecer o seu poder, suportou com muita paciência os vasos de ira, preparados para a destruição,
23 Ele age desse modo para que as riquezas de sua glória brilhem com esplendor ainda maior sobre aqueles dos quais ele tem misericórdia, aqueles que ele preparou previamente para a glória.
23 a fim de que também desse a conhecer as riquezas da sua glória nos vasos de misericórdia, que de antemão preparou para glória?
24 E nós estamos entre os que ele chamou, tanto dentre os judeus como dentre os gentios.
24 Estes vasos somos nós, a quem também chamou, não só dentre os judeus, mas também dentre os gentios,
25 A esse respeito, Deus diz na profecia de Oseias: “Chamarei ‘meu povo’ aqueles que não eram meu povo, e amarei aqueles que antes eu não amava”.
25 como também diz em Oseias: “Chamarei de ‘meu povo’ ao que não era meu povo; e de ‘amada’ à que não era amada.
26 E também: “No lugar onde lhes foi dito: ‘Vocês não são meu povo’, eles serão chamados ‘filhos do Deus vivo’”.
26 E no lugar em que lhes foi dito: ‘Vocês não são o meu povo’, ali mesmo serão chamados ‘filhos do Deus vivo’.”
27 E, a respeito de Israel, o profeta Isaías clamou: “Embora o povo de Israel seja numeroso como a areia do mar, apenas um remanescente será salvo.
27 Mas Isaías clama a respeito de Israel: “Ainda que o número dos filhos de Israel seja como a areia do mar, o remanescente é que será salvo.
28 Pois o Senhor executará sua sentença sobre a terra de modo rápido e decisivo”.
28 Porque o Senhor cumprirá a sua palavra sobre a terra, de forma plena e em breve.”
29 E, como Isaías tinha dito em outra passagem: “Se o Senhor dos Exércitos não houvesse poupado alguns de nossos filhos, teríamos sido exterminados como Sodoma e destruídos como Gomorra”.
29 Como Isaías já disse: “Se o Senhor dos Exércitos não nos tivesse deixado descendência, nós nos teríamos tornado como Sodoma e semelhantes a Gomorra.”
30 Que significa tudo isso? Embora os gentios não buscassem seguir as normas de Deus, foram declarados justos, e isso aconteceu pela fé.
30 Que diremos, então? Que os gentios, que não buscavam a justificação, vieram a alcançá-la, a saber, a justificação que decorre da fé,
31 Já o povo de Israel, que se esforçou tanto para cumprir a lei a fim de se tornar justo, nunca teve sucesso.
31 e que Israel, que buscava a lei de justiça, não chegou a atingir essa lei.
32 Por que não? Porque tentaram se tornar justos por meio de suas obras, e não pela fé. Tropeçaram na grande pedra em seu caminho,
32 Por quê? Porque não a buscou pela fé, mas como que por obras. Tropeçaram na pedra de tropeço,
33 e a esse respeito as Escrituras afirmam: “Ponho em Sião uma pedra que os faz tropeçar, uma rocha que os faz cair. Mas quem confiar nele jamais será envergonhado”.
33 como está escrito: “Eis que ponho em Sião uma pedra de tropeço e rocha de ofensa, e aquele que nela crê não será envergonhado.”

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