Provérbios 26

Nova Versão Transformadora (NVT, 2016) vs ARC

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ARC Almeida Revista e Corrigida 2009
1 Como neve no verão e chuva na colheita, assim a honra é imprópria para o tolo.
1 Como a neve no verão e como a chuva na sega, assim não é conveniente ao louco a honra.
2 Como o pardal que alça voo e a andorinha que atravessa o céu, a maldição imerecida não pousa sobre quem ela é dirigida.
2 Como o pássaro no seu vaguear, e como a andorinha no seu voo, assim a maldição sem causa não virá.
3 Conduza o cavalo com o chicote, o jumento com o freio e o tolo com a vara nas costas.
3 O açoite é para o cavalo, o freio, para o jumento, e a vara, para as costas dos tolos.
4 Não responda aos argumentos insensatos do tolo, para que não se torne tolo como ele.
4 Não respondas ao tolo segundo a sua estultícia, para que também te não faças semelhante a ele.
5 Responda aos argumentos insensatos do tolo, para que ele não se considere sábio.
5 Responde ao tolo segundo a sua estultícia, para que não seja sábio aos seus olhos.
6 Confiar ao tolo a responsabilidade de transmitir uma mensagem é como cortar o próprio pé ou beber veneno.
6 Os pés corta e o dano bebe quem manda mensagens pelas mãos de um tolo.
7 Um provérbio na boca do tolo é tão inútil quanto uma perna paralisada.
7 Como as pernas do coxo, que pendem frouxas, assim é o provérbio na boca dos tolos.
8 Honrar o tolo é tão insensato quanto amarrar a pedra à atiradeira.
8 Como o que prende a pedra preciosa na funda, assim é aquele que dá honra ao tolo.
9 Um provérbio na boca do tolo é como um ramo cheio de espinhos na mão de um bêbado.
9 Como o espinho que entra na mão do ébrio, assim é o provérbio na boca dos tolos.
10 Quem contrata um tolo ou o primeiro que passa é como o arqueiro que atira ao acaso.
10 Como um besteiro que a todos espanta, assim é o que assalaria os tolos e os transgressores.
11 Como o cão volta a seu vômito, assim o tolo repete sua insensatez.
11 Como o cão que torna ao seu vômito, assim é o tolo que reitera a sua estultícia.
12 Há mais esperança para o tolo que para aquele que se considera sábio.
12 Tens visto um homem que é sábio a seus próprios olhos? Maior esperança há no tolo do que nele.
13 O preguiçoso diz: “Há um leão no caminho! Tenho certeza de que há um leão lá fora!”.
13 Diz o preguiçoso: Um leão está no caminho; um leão está nas ruas.
14 Como a porta gira nas dobradiças, assim o preguiçoso se revira na cama.
14 Como a porta se revolve nos seus gonzos, assim o preguiçoso, na sua cama.
15 O preguiçoso pega a comida na mão, mas não se dá o trabalho de levá-la à boca.
15 O preguiçoso esconde a mão no seio; enfada-se de a levar à sua boca.
16 O preguiçoso se considera mais esperto que sete conselheiros sábios.
16 Mais sábio é o preguiçoso a seus olhos do que sete homens que bem respondem.
17 Meter-se em discussão alheia é como puxar um cachorro pelas orelhas.
17 O que, passando, se mete em questão alheia é como aquele que toma um cão pelas orelhas.
18 O louco que atira com arma mortal causa tanto estrago
18 Como o louco que lança de si faíscas, flechas e mortandades,
19 quanto quem mente para um amigo e depois diz: “Estava só brincando!”.
19 assim é o homem que engana o seu próximo e diz: Fiz isso por brincadeira.
20 Sem lenha, o fogo apaga; sem intrigas, as brigas cessam.
20 Sem lenha, o fogo se apagará; e, não havendo maldizente, cessará a contenda.
21 Como as brasas acendem o carvão e o fogo acende a lenha, assim o briguento provoca conflitos.
21 Como o carvão é para o borralho, e a lenha, para o fogo, assim é o homem contencioso para acender rixas.
22 Calúnias são como petiscos saborosos que descem até o íntimo de quem ouve.
22 As palavras do maldizente são como deliciosos bocados, que descem ao íntimo do ventre.
23 Palavras suaves podem esconder um coração perverso, como uma camada de esmalte cobre o vaso de barro.
23 Como o caco coberto de escórias de prata, assim são os lábios ardentes e o coração maligno.
24 As pessoas podem encobrir o ódio com palavras agradáveis, mas isso não passa de engano.
24 Aquele que aborrece dissimula com os seus lábios, mas no seu interior encobre o engano.
25 Ainda que pareçam amáveis, não acredite nelas; seu coração está cheio de maldade.
25 Quando te suplicar com a sua voz, não te fies nele, porque sete abominações há no seu coração.
26 Mesmo que escondam o ódio dissimuladamente, sua maldade será exposta em público.
26 Ainda que o seu ódio se encobre com engano, a sua malícia se descobrirá na congregação.
27 Quem prepara uma armadilha para outros nela cairá; quem rola uma pedra sobre outros por ela será esmagado.
27 O que faz uma cova nela cairá; e o que revolve a pedra, esta sobre ele rolará.
28 A língua mentirosa odeia suas vítimas; palavras bajuladoras causam ruína.
28 A língua falsa aborrece aquele a quem ela tem maravilhado, e a boca lisonjeira opera a ruína.

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