Marcos 6

Nova Versão Transformadora (NVT, 2016) vs ARC

Sair da comparação
ARC Almeida Revista e Corrigida 2009
1 Jesus deixou essa região e voltou com seus discípulos para Nazaré, cidade onde tinha morado.
1 E, partindo dali, chegou à sua terra, e os seus discípulos o seguiram.
2 No sábado seguinte, começou a ensinar na sinagoga, e muitos dos que o ouviam se admiraram e perguntavam: “De onde vem tanta sabedoria e poder para realizar esses milagres?
2 E, chegando o sábado, começou a ensinar na sinagoga; e muitos, ouvindo- o, se admiravam, dizendo: De onde lhe vêm essas coisas? E que sabedoria é esta que lhe foi dada? E como se fazem tais maravilhas por suas mãos?
3 Não é esse o carpinteiro, filho de Maria e irmão de Tiago, José, Judas e Simão? Suas irmãs moram aqui, entre nós”. E sentiam-se muito ofendidos.
3 Não é este o carpinteiro, filho de Maria e irmão de Tiago, e de José, e de Judas, e de Simão? E não estão aqui conosco suas irmãs? E escandalizavam-se nele.
4 Então Jesus lhes disse: “Um profeta recebe honra em toda parte, menos em sua cidade e entre seus parentes e sua própria família”.
4 E Jesus lhes dizia: Não há profeta sem honra, senão na sua terra, entre os seus parentes e na sua casa.
5 Por isso, não pôde realizar milagres ali, exceto pôr as mãos sobre alguns enfermos e curá-los.
5 E não podia fazer ali obras maravilhosas; somente curou alguns poucos enfermos, impondo-lhes as mãos.
6 E ficou admirado com a incredulidade daquele povo. Então Jesus percorreu diversos povoados, ensinando a seus moradores.
6 E estava admirado da incredulidade deles. E percorreu as aldeias vizinhas, ensinando.
7 Reuniu os Doze e começou a enviá-los de dois em dois, dando-lhes autoridade para expulsar espíritos impuros.
7 Chamou a si os doze, e começou a enviá-los de dois a dois, e deu-lhes poder sobre os espíritos imundos,
8 Instruiu-os a não levar coisa alguma na viagem, exceto um cajado. Não poderiam levar alimento, nem bolsa de viagem, nem dinheiro.
8 e ordenou-lhes que nada tomassem para o caminho, senão um bordão; nem alforje, nem pão, nem dinheiro no cinto;
9 Poderiam calçar sandálias, mas não levar uma muda de roupa extra.
9 mas que calçassem sandálias e que não vestissem duas túnicas.
10 Disse ele: “Onde quer que forem, fiquem na mesma casa até partirem da cidade.
10 E dizia-lhes: Na casa em que entrardes, ficai nela até partirdes dali.
11 Mas, se algum povoado se recusar a recebê-los ou a ouvi-los, ao saírem, sacudam a poeira dos pés como sinal de reprovação”.
11 E, quando alguns vos não receberem, nem vos ouvirem, saindo dali, sacudi o pó que estiver debaixo dos vossos pés, em testemunho contra eles. Em verdade vos digo que haverá mais tolerância no Dia do Juízo para Sodoma e Gomorra do que para os daquela cidade.
12 Então eles partiram, dizendo a todos que encontravam que se arrependessem.
12 E, saindo eles, pregavam ao povo que se arrependesse.
13 Expulsaram muitos demônios e curaram muitos enfermos, ungindo-os com óleo.
13 E expulsavam muitos demônios, e ungiam muitos enfermos com óleo, e os curavam.
14 Logo o rei Herodes ouviu falar de Jesus, pois todos comentavam a seu respeito. Alguns diziam: “João Batista ressuscitou dos mortos. Por isso tem poder para fazer esses milagres”.
14 E ouviu isso o rei Herodes (porque o nome de Jesus se tornara notório) e disse: João, o que batizava, ressuscitou dos mortos, e por isso estas maravilhas operam nele.
15 Outros diziam: “É Elias”. Ainda outros diziam: “É um profeta, como os profetas de antigamente”.
15 Outros diziam: É Elias. E diziam outros: É um profeta ou como um dos profetas.
16 Quando Herodes ouviu falar de Jesus, disse: “João, o homem a quem decapitei, voltou dos mortos!”.
16 Herodes, porém, ouvindo isso, disse: Este é João, que mandei degolar; ressuscitou dos mortos.
17 O rei havia mandado prender e encarcerar João para agradar Herodias. Ela era esposa de seu irmão, Filipe, mas Herodes tinha se casado com ela.
17 Porquanto o mesmo Herodes mandara prender a João e encerrá-lo manietado no cárcere, por causa de Herodias, mulher de Filipe, seu irmão, porquanto tinha casado com ela.
18 João dizia a Herodes: “É contra a lei que o senhor viva com a esposa de seu irmão”.
18 Pois João dizia a Herodes: Não te é lícito possuir a mulher de teu irmão.
19 Por isso Herodias guardava rancor de João e queria matá-lo, mas não podia fazê-lo,
19 E Herodias o espiava e queria matá-lo, mas não podia;
20 pois Herodes o respeitava e o protegia, sabendo que ele era um homem justo e santo. Herodes ficava muito perturbado sempre que falava com João, mas mesmo assim gostava de ouvi-lo.
20 porque Herodes temia a João, sabendo que era varão justo e santo; e guardava-o com segurança e fazia muitas coisas, atendendo-o, e de boa vontade o ouvia.
21 Finalmente, no aniversário de Herodes, Herodias teve a oportunidade que procurava. Ele deu uma festa para os membros do alto escalão do governo, para seus oficiais militares e para os cidadãos mais importantes da Galileia.
21 E, chegando uma ocasião favorável em que Herodes, no dia do seu aniversário, dava uma ceia aos grandes, e tribunos, e príncipes da Galileia,
22 Sua filha, também chamada Herodias, entrou e apresentou uma dança que agradou muito Herodes e seus convidados. “Peça-me qualquer coisa que deseje, e eu lhe darei”, disse o rei à moça.
22 entrou a filha da mesma Herodias, e dançou, e agradou a Herodes e aos que estavam com ele à mesa. Disse, então, o rei à jovem: Pede-me o que quiseres, e eu to darei.
23 E prometeu, sob juramento: “Eu lhe darei o que pedir, até metade do meu reino!”.
23 E jurou-lhe, dizendo: Tudo o que me pedires te darei, até metade do meu reino.
24 Ela saiu e perguntou à mãe: “O que devo pedir?”. A mãe lhe disse: “Peça a cabeça de João Batista!”.
24 E, saindo ela, perguntou à sua mãe: Que pedirei? E ela disse: A cabeça de João Batista.
25 A moça voltou depressa ao rei e disse: “Quero a cabeça de João Batista agora mesmo num prato!”.
25 E, entrando apressadamente, pediu ao rei, dizendo: Quero que, imediatamente, me dês num prato a cabeça de João Batista.
26 O rei muito se entristeceu com isso, mas, por causa do juramento que havia feito na frente dos convidados, não pôde negar o pedido.
26 E o rei entristeceu-se muito; todavia, por causa do juramento e dos que estavam com ele à mesa, não lha quis negar.
27 Assim, enviou no mesmo instante um carrasco com ordens de cortar a cabeça de João e trazê-la. Ele decapitou João na prisão,
27 E, enviando logo o rei o executor, mandou que lhe trouxessem ali a cabeça de João. E ele foi e degolou-o na prisão.
28 trouxe a cabeça num prato e a entregou à moça, que a levou à sua mãe.
28 E trouxe a cabeça num prato e deu-a à jovem, e esta a deu à sua mãe.
29 Quando os discípulos de João souberam o que havia acontecido, foram buscar o corpo e o colocaram numa sepultura.
29 E os seus discípulos, tendo ouvido isso, foram, tomaram o seu corpo e o puseram num sepulcro.
30 Os apóstolos voltaram de sua missão e contaram a Jesus tudo que tinham feito e ensinado.
30 E os apóstolos ajuntaram-se a Jesus e contaram-lhe tudo, tanto o que tinham feito como o que tinham ensinado.
31 Jesus lhes disse: “Vamos sozinhos até um lugar tranquilo para descansar um pouco”, pois tanta gente ia e vinha que eles não tinham tempo nem para comer.
31 E ele disse-lhes: Vinde vós, aqui à parte, a um lugar deserto, e repousai um pouco. Porque havia muitos que iam, e vinham, e não tinham tempo para comer.
32 Então saíram de barco para um lugar isolado, a fim de ficarem a sós.
32 E foram sós num barco para um lugar deserto.
33 Contudo, muitos os reconheceram e os viram partir, e pessoas de várias cidades correram e chegaram antes deles.
33 E a multidão viu-os partir, e muitos os conheceram, e correram para lá, a pé, de todas as cidades, e ali chegaram primeiro do que eles, e aproximavam-se deles.
34 Quando Jesus saiu do barco, viu a grande multidão e teve compaixão dela, pois eram como ovelhas sem pastor. Então começou a lhes ensinar muitas coisas.
34 E Jesus, saindo, viu uma grande multidão, e teve compaixão deles, porque eram como ovelhas que não têm pastor; e começou a ensinar-lhes muitas coisas.
35 Ao entardecer, os discípulos foram até ele e disseram: “Este lugar é isolado, e já está tarde.
35 E, como o dia fosse já muito adiantado, os seus discípulos se aproximaram dele e lhe disseram: O lugar é deserto, e o dia está já muito adiantado;
36 Mande as multidões embora, para que possam ir aos campos e povoados vizinhos e comprar algo para comer”.
36 despede-os, para que vão aos campos e aldeias circunvizinhas e comprem pão para si, porque não têm o que comer.
37 Jesus, porém, disse: “Providenciem vocês mesmos alimento para eles”. “Precisaríamos de muito dinheiro
37 Ele, porém, respondendo, lhes disse: Dai-lhes vós de comer. E eles disseram-lhe: Iremos nós e compraremos duzentos dinheiros de pão para lhes darmos de comer?
38 “Quantos pães vocês têm?”, perguntou ele. “Vão verificar.” Eles voltaram e informaram: “Cinco pães e dois peixes”.
38 E ele disse-lhes: Quantos pães tendes? Ide ver. E, sabendo-o eles, disseram: Cinco pães e dois peixes.
39 Então Jesus ordenou que fizessem a multidão sentar-se em grupos na grama verde.
39 E ordenou-lhes que fizessem assentar a todos, em grupos, sobre a erva verde.
40 Assim, eles se sentaram em grupos de cinquenta e de cem.
40 E assentaram-se repartidos de cem em cem e de cinquenta em cinquenta.
41 Jesus tomou os cinco pães e os dois peixes, olhou para o céu e os abençoou. Então, à medida que ia partindo os pães, entregava-os aos discípulos para que os distribuíssem ao povo. Também dividiu os peixes para que todos recebessem uma porção.
41 E, tomando ele os cinco pães e os dois peixes, levantou os olhos ao céu, e abençoou, e partiu os pães, e deu- os aos seus discípulos para que os pusessem diante deles. E repartiu os dois peixes por todos.
42 Todos comeram à vontade,
42 E todos comeram e ficaram fartos,
43 e os discípulos recolheram doze cestos com os pães e peixes que sobraram.
43 e levantaram doze cestos cheios de pedaços de pão e de peixe.
44 Os que comeram foram cinco mil homens.
44 E os que comeram os pães eram quase cinco mil homens.
45 Logo em seguida, Jesus insistiu com seus discípulos que voltassem ao barco e atravessassem o mar até Betsaida, enquanto ele mandava o povo para casa.
45 E logo obrigou os seus discípulos a subir para o barco, e passar adiante, para o outro lado, a Betsaida, enquanto ele despedia a multidão.
46 Depois de se despedir de todos, subiu sozinho ao monte para orar.
46 E, tendo-os despedido, foi ao monte para orar.
47 Durante a noite, os discípulos estavam no barco, no meio do mar, e Jesus, sozinho em terra.
47 E, sobrevindo a tarde, estava o barco no meio do mar, e ele, sozinho em terra.
48 Ele viu que estavam em apuros, remando com força e lutando contra o vento e as ondas. Por volta das três da madrugada, Jesus foi até eles caminhando sobre o mar. Sua intenção era passar por eles,
48 E, vendo que se fatigavam a remar, porque o vento lhes era contrário, perto da quarta vigília da noite, aproximou-se deles, andando sobre o mar, e queria passar adiante deles,
49 mas, quando o avistaram caminhando sobre as águas, gritaram de pavor, pensando que fosse um fantasma.
49 mas, quando eles o viram andar sobre o mar, pensaram que era um fantasma e deram grandes gritos.
50 Ficaram todos aterrorizados ao vê-lo. Imediatamente, porém, Jesus lhes disse: “Não tenham medo! Coragem, sou eu!”.
50 Porque todos o viram e perturbaram-se; mas logo falou com eles e disse-lhes: Tende bom ânimo, sou eu; não temais.
51 Em seguida, subiu no barco e o vento parou. Os discípulos ficaram admirados,
51 E subiu para o barco para estar com eles, e o vento se aquietou; e, entre si, ficaram muito assombrados e maravilhados,
52 pois ainda não tinham entendido o milagre dos pães. O coração deles estava endurecido.
52 pois não tinham compreendido o milagre dos pães; antes, o seu coração estava endurecido.
53 Depois de atravessarem o mar, chegaram a Genesaré. Levaram o barco até a margem
53 E, quando já estavam no outro lado, dirigiram-se à terra de Genesaré e ali atracaram.
54 e desceram. As pessoas reconheceram Jesus assim que o viram.
54 E, saindo eles do barco, logo o reconheceram;
55 Quando ouviam que Jesus estava em algum lugar, corriam por toda a região, levando os enfermos em macas para onde sabiam que ele estava.
55 e, percorrendo toda a terra em redor, começaram a trazer em leitos, onde quer que sabiam que ele estava, os que se achavam enfermos.
56 Aonde quer que ele fosse — aos povoados, às cidades ou aos campos ao redor —, levavam os enfermos para as praças. Suplicavam que ele os deixasse pelo menos tocar na borda de seu manto, e todos que o tocavam eram curados.
56 E, onde quer que entrava, ou em cidade, ou em aldeias, ou no campo, apresentavam os enfermos nas praças e rogavam-lhe que os deixasse tocar ao menos na orla da sua veste, e todos os que lhe tocavam saravam.

Ler em outra tradução

Comparar com outra

Estude este capítulo no WhatsApp

Peça à IA da Bíblia Fala para explicar Marcos 6, comparar traduções ou montar um estudo — tudo direto pelo WhatsApp.