Lucas 23

Nova Versão Transformadora (NVT, 2016) vs NAA

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NAA Nova Almeida Atualizada 2017
1 Então todo o conselho levou Jesus a Pilatos.
1 Levantando-se toda a assembleia, levaram Jesus a Pilatos.
2 Começaram a apresentar o caso: “Este homem corrompe o nosso povo, dizendo que não se deve pagar impostos ao governo romano e afirmando ser ele próprio o Cristo, o rei”.
2 E ali começaram a acusá-lo, dizendo: — Encontramos este homem pervertendo a nossa nação, impedindo que se pague imposto a César e afirmando ser ele o Cristo, o Rei.
3 Então Pilatos lhe perguntou: “Você é o rei dos judeus?”. Jesus respondeu: “É como você diz”.
3 Então Pilatos perguntou a Jesus: — Você é o rei dos judeus? Jesus respondeu:
4 Pilatos se voltou para os principais sacerdotes e para a multidão e disse: “Não vejo crime algum neste homem!”.
4 Então Pilatos disse aos principais sacerdotes e às multidões: — Não vejo neste homem crime algum.
5 Mas eles insistiam: “Ele provoca revoltas em toda a Judeia com seus ensinamentos, começando pela Galileia e agora aqui, em Jerusalém!”.
5 Mas eles insistiam cada vez mais, dizendo: — Ele agita o povo, ensinando por toda a Judeia. Começou na Galileia e agora chegou aqui.
6 “Então ele é galileu?”, perguntou Pilatos.
6 Quando Pilatos ouviu isso, perguntou se o homem era galileu.
7 Quando responderam que sim, Pilatos o enviou a Herodes Antipas, pois a Galileia ficava sob sua jurisdição, e naqueles dias ele estava em Jerusalém.
7 Ao saber que Jesus era da região governada por Herodes, e estando este em Jerusalém naqueles dias, Pilatos enviou Jesus a Herodes.
8 Herodes se animou com a oportunidade de ver Jesus, pois tinha ouvido falar a seu respeito e esperava, havia tempo, vê-lo realizar algum milagre.
8 Quando Herodes viu Jesus, ficou muito contente, pois havia muito queria vê-lo, por ter ouvido falar a respeito dele. Esperava também vê-lo fazer algum sinal.
9 Fez uma série de perguntas a Jesus, mas ele não lhe respondeu.
9 E de muitas maneiras o interrogava, mas Jesus não lhe respondia nada.
10 Enquanto isso, os principais sacerdotes e mestres da lei permaneciam ali, gritando acusações.
10 Os principais sacerdotes e os escribas ali presentes o acusavam com veemência.
11 Então Herodes e seus soldados começaram a zombar de Jesus e ridicularizá-lo. Por fim, vestiram nele um manto real e o mandaram de volta a Pilatos.
11 Mas Herodes, juntamente com os seus soldados, tratou Jesus com desprezo. E, para zombar de Jesus, mandou que o vestissem com um manto luxuoso, e o devolveu a Pilatos.
12 Naquele dia, Herodes e Pilatos, que eram inimigos, tornaram-se amigos.
12 Naquele mesmo dia, Herodes e Pilatos se reconciliaram, pois antes eram inimigos.
13 Então Pilatos reuniu os principais sacerdotes e outros líderes religiosos, juntamente com o povo,
13 Pilatos, então, reuniu os principais sacerdotes, as autoridades e o povo
14 e anunciou seu veredicto: “Vocês me trouxeram este homem acusando-o de liderar uma revolta. Eu o interroguei minuciosamente a esse respeito na presença de vocês e vejo que não há nada que o condene.
14 e lhes disse: — Vocês me apresentaram este homem como sendo um agitador do povo. Mas, tendo-o interrogado na presença de vocês, nada verifiquei contra ele dos crimes de que vocês o acusam.
15 Herodes chegou à mesma conclusão e o enviou de volta a nós. Nada do que ele fez merece a pena de morte.
15 Nem mesmo Herodes, pois o mandou de volta para cá. Assim, é claro que ele não fez nada que mereça a pena de morte.
16 Portanto, ordenarei que seja açoitado e o soltarei”.
16 Portanto, após castigá-lo, ordenarei que seja solto.
17 (Era necessário libertar-lhes um prisioneiro durante a festa da Páscoa.)
17 [E ele era obrigado a soltar-lhes um detento por ocasião da festa.]
18 Um grande clamor se levantou da multidão, e a uma só voz gritavam: “Mate-o! Solte-nos Barrabás!”.
18 Toda a multidão, porém, gritava: — Fora com este! Solte-nos Barrabás!
19 Esse Barrabás estava preso por ter participado de uma revolta em Jerusalém contra o governo e ter cometido assassinato.
19 Barrabás estava preso por causa de uma revolta na cidade e também por homicídio.
20 Pilatos discutiu com eles, pois desejava soltar Jesus.
20 Pilatos, querendo soltar Jesus, falou outra vez ao povo.
21 Eles, porém, continuaram gritando: “Crucifique-o! Crucifique-o!”.
21 Eles, porém, gritavam mais ainda: — Crucifique! Crucifique-o!
22 Pela terceira vez, ele perguntou: “Por quê? Que crime ele cometeu? Não encontrei motivo para condená-lo à morte. Portanto, ordenarei que seja açoitado e o soltarei”.
22 Então, pela terceira vez, Pilatos lhes perguntou: — Que mal fez este? De fato, não achei nada contra ele para condená-lo à morte. Portanto, depois de o castigar, mandarei soltá-lo.
23 A multidão gritava cada vez mais alto, exigindo que Jesus fosse crucificado, e seu clamor prevaleceu.
23 Mas eles insistiam com grandes gritos, pedindo que fosse crucificado. E o clamor deles prevaleceu.
24 Então Pilatos condenou Jesus à morte, conforme exigiam.
24 Então Pilatos decidiu atender-lhes o pedido.
25 A pedido deles, libertou Barrabás, o homem preso por revolta e assassinato. Depois, entregou-lhes Jesus para fazerem com ele o que quisessem.
25 Soltou aquele que estava encarcerado por causa da revolta e do homicídio, a quem eles pediam; e, quanto a Jesus, entregou-o à vontade deles.
26 Enquanto levavam Jesus, um homem chamado Simão, de Cirene, vinha do campo. Os soldados o agarraram, puseram a cruz sobre ele e o obrigaram a carregá-la atrás de Jesus.
26 E, enquanto o conduziam, eles agarraram um cireneu, chamado Simão, que vinha do campo, e puseram-lhe a cruz sobre os ombros, para que a levasse após Jesus.
27 Uma grande multidão os seguia, incluindo muitas mulheres aflitas que choravam por ele.
27 Uma grande multidão de povo o seguia, e também mulheres que batiam no peito e o lamentavam.
28 Mas Jesus, dirigindo-se a elas, disse: “Filhas de Jerusalém, não chorem por mim; chorem por si mesmas e por seus filhos.
28 Porém Jesus, voltando-se para elas, disse:
29 Pois estão chegando os dias em que dirão: ‘Felizes as mulheres que nunca tiveram filhos e os seios que nunca amamentaram!’.
29 Porque virão dias em que se dirá: “Bem-aventuradas as estéreis, que não geraram, nem amamentaram.”
30 Suplicarão aos montes: ‘Caiam sobre nós!’ e pedirão às colinas: ‘Soterrem-nos!’.
30 Nesses dias, dirão aos montes: “Caiam em cima de nós!” E às colinas: “Cubram-nos!”
31 Pois, se fazem estas coisas com a árvore verde, o que acontecerá com a árvore seca?”.
31 Porque, se isto é feito com a madeira verde, o que será da madeira seca?
32 Dois outros homens, ambos criminosos, foram levados com ele a fim de também serem executados.
32 E também eram levados outros dois, que eram malfeitores, para serem executados com Jesus.
33 Quando chegaram ao lugar chamado Caveira, o pregaram na cruz. Os criminosos também foram crucificados, um à sua direita e outro à sua esquerda.
33 Quando chegaram ao lugar chamado Calvário, ali o crucificaram, bem como aos malfeitores, um à sua direita, outro à sua esquerda.
34 Jesus disse: “Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que fazem”. E os soldados tiraram sortes para dividir entre si as roupas de Jesus.
34 Mas Jesus dizia: Então, para repartir as roupas dele, lançaram sortes.
35 A multidão observava, e os líderes zombavam. “Salvou os outros, salve a si mesmo, se é o Cristo, o escolhido de Deus”, diziam.
35 O povo estava ali e observava tudo. Também as autoridades zombavam e diziam: — Salvou os outros. Que salve a si mesmo, se é, de fato, o Cristo de Deus, o escolhido.
36 Os soldados também zombavam dele, oferecendo-lhe vinagre para beber.
36 Igualmente os soldados zombavam dele e, aproximando-se, trouxeram-lhe vinagre, dizendo:
37 Diziam: “Se você é o Rei dos judeus, salve a si mesmo!”.
37 — Se você é o rei dos judeus, salve a si mesmo.
38 Uma tabuleta presa acima dele dizia: “Este é o Rei dos Judeus”.
38 Acima de Jesus estava a seguinte inscrição: “ Este é o Rei dos Judeus ”.
39 Um dos criminosos, dependurado ao lado dele, zombava: “Então você é o Cristo? Salve a si mesmo e a nós também!”.
39 Um dos malfeitores crucificados blasfemava contra Jesus, dizendo: — Você não é o Cristo? Salve a si mesmo e a nós também.
40 Mas o outro criminoso o repreendeu: “Você não teme a Deus, nem mesmo ao ser condenado à morte?
40 Porém o outro malfeitor o repreendeu, dizendo: — Você nem ao menos teme a Deus, estando sob igual sentença?
41 Nós merecemos morrer por nossos crimes, mas este homem não cometeu mal algum”.
41 A nossa punição é justa, porque estamos recebendo o castigo que os nossos atos merecem; mas este não fez mal nenhum.
42 Então ele disse: “Jesus, lembre-se de mim quando vier no seu reino”.
42 E acrescentou: — Jesus, lembre-se de mim quando você vier no seu Reino.
43 E Jesus lhe respondeu: “Eu lhe asseguro que hoje você estará comigo no paraíso”.
43 Jesus lhe respondeu:
44 Já era cerca de meio-dia, e a escuridão cobriu toda a terra até as três horas da tarde.
44 Já era quase meio-dia, e, escurecendo-se o sol, houve trevas sobre toda a terra até as três horas da tarde.
45 A luz do sol desapareceu, e a cortina do santuário do templo rasgou-se ao meio.
45 E o véu do santuário se rasgou pelo meio.
46 Então Jesus clamou em alta voz: “Pai, em tuas mãos entrego meu espírito!”. E, com essas palavras, deu o último suspiro.
46 Então Jesus clamou em alta voz: E, dito isto, expirou.
47 Quando o oficial romano que supervisionava a execução viu o que havia acontecido, adorou a Deus e disse: “Sem dúvida este homem era inocente”.
47 O centurião, vendo o que tinha acontecido, deu glória a Deus, dizendo: — Verdadeiramente este homem era justo.
48 E, quando toda a multidão que tinha ido assistir à crucificação viu isso, voltou para casa entristecida e batendo no peito.
48 E todas as multidões reunidas para aquele espetáculo, vendo o que havia acontecido, retiraram-se, batendo no peito.
49 Mas os amigos de Jesus, incluindo as mulheres que o seguiram desde a Galileia, olhavam de longe.
49 Entretanto, todos os conhecidos de Jesus e as mulheres que o tinham seguido desde a Galileia ficaram de longe, contemplando estas coisas.
50 Havia um homem bom e justo chamado José, membro do conselho dos líderes do povo,
50 E eis que havia um homem, chamado José, membro do Sinédrio, homem bom e justo,
51 mas que não tinha concordado com a decisão e os atos dos outros líderes religiosos. Era da cidade de Arimateia, na Judeia, e esperava a vinda do reino de Deus.
51 que não tinha concordado com o plano e a ação dos outros; era natural de Arimateia, cidade dos judeus, e esperava o Reino de Deus.
52 José foi a Pilatos e pediu o corpo de Jesus.
52 Ele foi até Pilatos e lhe pediu o corpo de Jesus.
53 Desceu o corpo da cruz, enrolou-o num lençol de linho e o colocou num túmulo novo, escavado na rocha.
53 E, tirando-o da cruz, envolveu-o num lençol de linho e o depositou num túmulo aberto numa rocha, onde ninguém havia sido sepultado ainda.
54 Isso aconteceu na sexta-feira à tarde, no dia da preparação, quando o sábado estava para começar.
54 Era o dia da preparação, e o sábado estava para começar.
55 As mulheres da Galileia seguiram José e viram o túmulo onde o corpo de Jesus foi colocado.
55 As mulheres que tinham vindo com Jesus desde a Galileia seguiram José e viram o túmulo e como o corpo foi colocado ali.
56 Depois, foram para casa e prepararam especiarias e perfumes para ungir o corpo. No sábado, descansaram, conforme a lei exigia.
56 Então se retiraram para preparar óleos aromáticos e perfumes. E, no sábado, descansaram, segundo o mandamento.

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