Jeremias 51

Nova Versão Transformadora (NVT, 2016) vs NAA

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NAA Nova Almeida Atualizada 2017
1 Assim diz o S enhor : “Levantarei um vento destruidor contra a Babilônia e os habitantes daquela terra.
1 Assim diz o Senhor : “Eis que levantarei um vento destruidor contra a Babilônia e os seus habitantes.
2 Estrangeiros virão para peneirá-la e soprá-la para longe, como palha. Virão de todos os lados para atacá-la no dia da calamidade.
2 Enviarei estrangeiros contra a Babilônia, que a lançarão ao vento como quem separa o trigo da palha e deixarão a terra deserta. No dia da calamidade, virão contra ela de todos os lados.
3 Não deem tempo para os arqueiros vestirem suas couraças, nem armarem seus arcos. Não poupem nem mesmo seus melhores soldados; destruam seu exército completamente.
3 Que os flecheiros não tenham tempo de entesar o arco nem de vestir as suas armaduras. Não poupem os seus jovens! Destruam por completo todo o seu exército!
4 Cairão mortos na terra dos babilônios, feridos em suas ruas.
4 Que eles caiam mortos na terra dos caldeus, atravessados pela espada nas ruas das suas cidades!
5 Pois o S enhor dos Exércitos não abandonou Israel nem Judá. Ele ainda é seu Deus, embora a terra em que vivem esteja cheia de pecado contra o Santo de Israel”.
5 Porque Israel e Judá não enviuvaram do seu Deus, do mas a terra dos caldeus está cheia de culpa diante do Santo de Israel.”
6 Fujam da Babilônia! Salvem-se! Não sejam castigados com ela! Chegou o tempo da vingança do S ele dará à Babilônia o castigo merecido.
6 “Fujam da Babilônia! Que cada um salve a sua vida! Não sejam destruídos por causa da maldade dela! Porque é tempo da vingança do ele lhe dará o castigo que ela merece.
7 A Babilônia foi como uma taça de ouro nas mãos do S enhor , uma taça que embriagou o mundo inteiro. As nações beberam do vinho da Babilônia e enlouqueceram.
7 A Babilônia era um copo de ouro na mão do Esse copo embriagava toda a terra, e do seu vinho beberam as nações; por isso, enlouqueceram.
8 Mas, de repente, a Babilônia também caiu; chorem por ela, deem-lhe remédio, talvez ela ainda possa ser curada.
8 Repentinamente, a Babilônia caiu e ficou arruinada. Chorem por ela! Tragam bálsamo para a sua ferida; talvez ela possa ser curada.
9 Tentamos ajudar a Babilônia, mas já era tarde demais. Deixem-na, voltem para sua própria terra. Pois o castigo dela chega até os céus; é tão grande que não pode ser medido.
9 Queríamos curar Babilônia, mas ela não sarou. Deixem-na, e que cada um vá para a sua terra, porque o seu juízo chega até o céu e se eleva até as mais altas nuvens.
10 O S enhor nos fez justiça; venham, vamos anunciar em Sião tudo que o S
10 O Senhor trouxe a nossa justiça à luz. Venham, e anunciemos em Sião a obra do
11 Afiem as flechas! Levantem os escudos! Pois o S a marcharem contra a Babilônia e a destruírem. Essa é sua vingança contra aqueles que profanaram seu templo.
11 “Afiem as flechas! Preparem os escudos!” O
12 Levantem a bandeira de guerra contra a Babilônia, reforcem a guarda e coloquem vigias. Preparem uma emboscada, pois o S
12 “Levantem um estandarte contra as muralhas da Babilônia! Reforcem a guarda! Coloquem sentinelas! Preparem emboscadas! Porque o e fez o que tinha dito a respeito dos moradores da Babilônia.
13 Você fica junto a um grande rio e está repleta de tesouros. Mas seu fim chegou; o fio de sua vida foi cortado.
13 Você que mora sobre muitas águas e está rica de tesouros, o seu fim chegou; o fio da sua vida foi cortado.
14 O S enhor dos Exércitos jurou por seu próprio nome: “Suas cidades se encherão de inimigos, como campos cobertos de gafanhotos, e eles darão gritos de vitória”.
14 O Senhor dos Exércitos jurou por si mesmo, dizendo: Certamente eu a encherei de homens, como se fossem gafanhotos, e eles darão o grito de vitória sobre você.”
15 O S enhor fez a terra com seu poder e a estabeleceu com sua sabedoria. Com seu entendimento, estendeu os céus.
15 Deus fez a terra pelo seu poder. Com a sua sabedoria, estabeleceu o mundo; e, com a sua inteligência, estendeu os céus.
16 Quando fala no meio do trovão, as chuvas rugem nos céus. Eleva as nuvens acima da terra, envia relâmpagos com a chuva e ordena que o vento saia de seus depósitos.
16 Quando ele faz soar a sua voz, logo há tumulto de águas no céu, e nuvens sobem das extremidades da terra. Ele cria os relâmpagos para a chuva e dos seus depósitos faz sair o vento.
17 Todo ser humano é tolo e não tem conhecimento! Os artesãos são envergonhados pelos ídolos que fazem, pois as imagens que esculpiram são uma fraude; não têm fôlego nem poder.
17 Todas as pessoas são tolas e não têm conhecimento. Todo ourives é envergonhado pela imagem que ele mesmo esculpiu, pois as suas imagens são falsas, e nelas não há fôlego de vida.
18 Os ídolos são inúteis, são mentiras ridículas; no dia do acerto de contas, serão todos destruídos.
18 São vaidade, obras ridículas. Quando chegar o tempo do seu castigo, virão a perecer.
19 Mas o Deus de Israel não é como esses ídolos; ele é o Criador de todas as coisas, incluindo Israel, a nação que lhe pertence. Seu nome é S
19 Aquele que é a Porção de Jacó não é semelhante a essas imagens, porque ele é o Criador de todas as coisas, e Israel é a tribo da sua herança. é o seu nome.
20 “Você é meu martelo e minha espada”, diz o S “Com você despedaçarei nações e destruirei muitos reinos.
20 “Babilônia, você era o meu martelo e minhas armas de guerra. Por meio de você, despedacei nações e destruí reinos.
21 Com você destruirei o cavalo, o cavaleiro, o carro de guerra e o condutor.
21 Por meio de você, despedacei o cavalo e o seu cavaleiro; despedacei o carro de guerra e o seu cocheiro.
22 Com você despedaçarei homens e mulheres, velhos e crianças, rapazes e moças.
22 Por meio de você, despedacei homens e mulheres, despedacei velhos e jovens, despedacei rapazes e moças.
23 Com você despedaçarei pastores e rebanhos, lavradores e bois, capitães e oficiais.
23 Por meio de você, despedacei o pastor e o seu rebanho, despedacei o lavrador e a sua junta de bois, despedacei governadores e autoridades.”
24 “Retribuirei à Babilônia e aos habitantes daquela terra por todo o mal que fizeram ao meu povo em Sião”, diz o S
24 — Diante dos olhos de vocês, pagarei à Babilônia e a todos os moradores da Caldeia toda a maldade que fizeram em Sião, diz o Senhor .
25 “Veja, ó montanha poderosa, destruidora da terra! Sou seu inimigo”, diz o S “Levantarei minha mão contra você, e a derrubarei das alturas. Quando eu terminar, você não passará de um monte de escombros queimados.
25 “Eis que sou contra você, ó montanha destruidora, que destrói toda a terra”, diz o “Estenderei a mão contra você, farei com que role do alto das rochas e se transforme em monte queimado.
26 Nem mesmo suas pedras serão reaproveitadas para outras construções. Ficará completamente arruinada”, diz o S
26 De você não será tirada nenhuma pedra para ser pedra angular ou para fazer um alicerce, porque você será uma desolação perpétua”, diz o
27 Levantem uma bandeira para as nações! Façam soar o toque de guerra! Mobilizem-nas contra a Babilônia, convoquem os exércitos de Arate, Mini e Asquenaz. Nomeiem um comandante e tragam muitos cavalos, como um enxame de gafanhotos.
27 “Levantem um estandarte na terra, toquem a trombeta entre as nações, preparem as nações para lutarem contra ela. Convoquem contra ela os reinos de Ararate, Mini e Asquenaz. Nomeiem contra ela um comandante. Façam vir cavalos como gafanhotos eriçados.
28 Reúnam contra ela os exércitos das nações comandados pelos reis da Média e todos os seus capitães e oficiais.
28 Preparem as nações para lutarem contra ela, os reis dos medos, os seus governadores, todas as suas autoridades e toda a terra do seu domínio.
29 A terra estremece e se contorce de dor, pois todos os planos do S permanecem inalterados; a Babilônia ficará desolada, sem um só habitante.
29 A terra treme e se contorce em dores, porque os planos do contra a Babilônia estão firmes, para fazer da terra da Babilônia uma desolação, sem que haja quem nela habite.
30 Seus guerreiros valentes pararam de lutar e permanecem em seus quartéis, sem coragem alguma; tornaram-se como mulheres. Os invasores queimaram as casas e quebraram os portões da cidade.
30 Os valentes da Babilônia pararam de lutar e permanecem nas fortalezas. Desfaleceu-lhes a força, tornaram-se como mulheres. As suas casas estão em chamas, os ferrolhos dos portões foram quebrados.
31 Mensageiros correm apressados para contar ao rei que sua cidade foi conquistada.
31 Um arauto sai ao encontro de outro arauto, um mensageiro sai ao encontro de outro mensageiro, para anunciar ao rei da Babilônia que a sua cidade foi invadida de todos os lados,
32 Todas as rotas de fuga estão fechadas; os juncos dos pântanos foram incendiados, e o exército está em pânico.
32 que as passagens do rio estão ocupadas, as fortalezas estão em chamas, e os homens de guerra, amedrontados.
33 Assim diz o S enhor dos Exércitos, o Deus de Israel: “A Babilônia é como o trigo na eira, prestes a ser pisado. Em breve, começará sua colheita”.
33 Porque assim diz o o Deus de Israel: A filha da Babilônia é como a eira quando é aplanada e pisada; ainda um pouco, e chegará para ela o tempo da colheita.”
34 “Nabucodonosor, rei da Babilônia, nos devorou, nos esmagou e nos deixou sem forças. Ele nos engoliu como um monstro; encheu o estômago com nossas riquezas e nos vomitou de nossa terra.
34 “Nabucodonosor, rei da Babilônia, nos devorou, esmagou-nos e fez de nós um objeto inútil. Como monstro marinho, nos engoliu, encheu a sua barriga com as nossas comidas finas e nos jogou fora.
35 Que a Babilônia sofra da mesma forma que nos fez sofrer”, diz o povo de Sião. “Que seus habitantes paguem por terem derramado nosso sangue”, diz Jerusalém.
35 Que a moradora de Sião diga: ‘A violência que se fez a mim e à minha carne caia sobre a Babilônia!’ Que Jerusalém diga: ‘O meu sangue caia sobre os moradores da Caldeia!’”
36 Assim diz o S enhor a Jerusalém: “Defenderei sua causa e os vingarei. Secarei o rio da Babilônia, e também suas fontes,
36 Portanto, assim diz o Senhor : “Eis que defenderei a sua causa e vingarei o mal que lhe fizeram. Secarei as águas da Babilônia e farei com que se esgotem as suas fontes.
37 e ela se tornará um monte de ruínas, morada de chacais. Será objeto de horror e desprezo, um lugar onde ninguém vive.
37 Babilônia se tornará um montão de ruínas, morada de chacais, objeto de espanto e de vaias, e não haverá quem nela habite.
38 Seus habitantes rugirão juntos, como leões fortes; rosnarão como leõezinhos.
38 Os babilônios rugem como leões e rosnam como leõezinhos.
39 E, enquanto estiverem inflamados de tanto beber, prepararei para eles outro tipo de banquete. Eu os farei beber até que caiam no sono, e nunca mais acordarão”, diz o S
39 Estando eles esganados, prepararei um banquete para eles. Eu os deixarei embriagados, para que se alegrem e durmam sono eterno e não acordem”, diz o
40 “Eu os levarei como cordeiros para o matadouro, como carneiros e bodes.
40 “Farei com que sejam levados como cordeiros ao matadouro, como carneiros e bodes.”
41 “Como caiu a Babilônia, a grande Babilônia, admirada em toda a terra! Tornou-se objeto de horror entre as nações.
41 “Como foi tomada a Babilônia, e apanhada de surpresa a glória de toda a terra! Como é possível? Babilônia se tornou objeto de horror entre as nações.
42 O mar se levantou sobre a Babilônia; está coberta de ondas violentas.
42 O mar invadiu a Babilônia e a cobriu com a multidão das suas ondas.
43 Suas cidades estão em ruínas; é uma terra seca e deserta, onde ninguém vive e por onde ninguém passa.
43 Suas cidades se tornaram em desolação, terra seca e deserta, terra em que ninguém habita e por onde não passa ninguém.
44 Castigarei Bel, o deus dos babilônios, e o farei vomitar tudo que engoliu. As nações não virão mais para adorá-lo; o muro da Babilônia caiu!”
44 Castigarei Bel na Babilônia e farei com que lance de sua boca o que engoliu. As nações nunca mais afluirão a ele. Também a muralha da Babilônia cairá.”
45 “Saia da Babilônia, meu povo! Salvem-se da ira ardente do S
45 “Saia do meio dela, meu povo! Que cada um salve a sua vida do furor da ira do
46 Mas não entrem em pânico; não tenham medo quando ouvirem os primeiros rumores, pois continuarão a chegar rumores ano após ano. Haverá violência na terra, e governantes lutarão uns contra os outros.
46 Não desfaleça o coração de vocês, nem tenham medo do rumor que se há de ouvir na terra. Pois virá num ano um rumor, noutro ano, outro rumor. Haverá violência na terra, dominador contra dominador.”
47 Pois certamente está chegando o dia em que castigarei a Babilônia e todos os seus ídolos. Toda a sua terra será envergonhada, e seus mortos ficarão espalhados pelas ruas.
47 “Portanto, eis que vêm dias em que castigarei as imagens de escultura da Babilônia. Toda a sua terra será envergonhada, e todos os seus feridos cairão no meio dela.
48 Então os céus e a terra se alegrarão, porque do norte virão exércitos destruidores contra a Babilônia”, diz o S
48 Os céus, a terra e tudo o que neles há jubilarão sobre a Babilônia, porque do Norte lhe virão os destruidores”, diz o
49 “Assim como a Babilônia matou o povo de Israel e outros povos de todo o mundo, também seu povo será morto.
49 “Como a Babilônia fez cair os feridos de Israel, assim, na Babilônia, cairão os feridos de toda a terra.”
50 Saiam, todos vocês que escaparam da espada! Não fiquem parados, fujam enquanto podem! Embora estejam numa terra distante, lembrem-se do S e pensem em seu lar em Jerusalém.”
50 “Vocês que escaparam da espada, andem, não parem! De longe, lembrem-se do e pensem em Jerusalém.
51 “Estamos envergonhados”, diz o povo. “Fomos insultados e humilhados, pois estrangeiros profanaram o templo do S
51 Vocês dirão: ‘Estamos envergonhados, porque ouvimos falar da afronta. O nosso rosto se cobre de vergonha, porque vieram estrangeiros e entraram nos santuários da Casa do
52 “Sim”, diz o S enhor , “mas está chegando o dia em que eu destruirei os ídolos da Babilônia. Por toda a terra se ouvirão os gemidos de seu povo ferido.
52 “Portanto, eis que vêm dias”, diz o “em que castigarei as imagens de escultura da Babilônia; e em toda a terra os feridos gemerão.
53 Ainda que a Babilônia chegue até os céus e construa fortalezas poderosas, enviarei inimigos para destruí-la. Eu, o S
53 Mesmo que a Babilônia subisse aos céus e mesmo que fortificasse no alto a sua fortaleza, ainda assim eu mandaria destruidores contra ela”, diz o
54 “Ouçam os gritos que vêm da Babilônia, o som de grande destruição daquela terra!
54 “Da Babilônia se ouvem gritos, e da terra dos caldeus, o ruído de grande destruição.
55 Pois o S enhor está destruindo a Babilônia; ele calará sua voz estrondosa. Ondas de inimigos a atingem com violência; pela cidade ressoam ruídos da batalha.
55 Porque o Senhor está destruindo a Babilônia e fazendo cessar o barulho que ela faz. As suas ondas bramarão como muitas águas e se ouvirá o tumulto da sua voz.
56 Exércitos destruidores vêm contra a Babilônia; seus homens valentes são capturados, seus arcos se quebram em suas mãos. Pois o S sempre retribui em plena medida.
56 Porque um destruidor vem contra ela, contra a Babilônia; os seus valentes estão presos, já estão quebrados os seus arcos. Porque o que retribui, e ele certamente lhe retribuirá.
57 Deixarei embriagados seus líderes e seus sábios, bem como seus capitães, oficiais e guerreiros. Eles cairão no sono e nunca mais acordarão!”, diz o Rei, cujo nome é S
57 Deixarei embriagados os seus príncipes, os seus sábios, os seus governadores, as suas autoridades e os seus valentes. Dormirão sono eterno e não acordarão”, diz o Rei, cujo nome é
58 Assim diz o S enhor dos Exércitos: “Os largos muros da Babilônia serão arrasados, e seus grandes portões, queimados. Construtores de muitas nações trabalharam em vão, pois sua obra será destruída pelo fogo”.
58 Assim diz o Senhor dos Exércitos: “A grossa muralha da Babilônia será totalmente derrubada, e os seus altos portões serão incendiados. Assim, os povos trabalharam em vão, e o esforço das nações acabou sendo consumido pelo fogo.”
59 O profeta Jeremias transmitiu esta mensagem a Seraías, filho de Nerias e neto de Maaseias, chefe dos assessores do rei, quando Seraías foi à Babilônia com Zedequias, rei de Judá. Isso aconteceu no quarto ano do reinado de Zedequias.
59 Esta é a ordem que o profeta Jeremias deu a Seraías, filho de Nerias, filho de Maaseias, quando este estava de saída para a Babilônia com Zedequias, rei de Judá, no quarto ano do seu reinado. Seraías era o chefe dos camareiros.
60 Jeremias havia registrado num rolo todas as calamidades que viriam em breve sobre a Babilônia, todas as palavras escritas aqui.
60 Jeremias escreveu num livro todo o mal que havia de vir sobre a Babilônia, a saber, todas as palavras já escritas contra a Babilônia.
61 Jeremias disse a Seraías: “Quando chegar à Babilônia, leia em voz alta tudo que está neste rolo.
61 Jeremias disse a Seraías: — Quando você chegar à Babilônia, trate de ler em voz alta todas estas palavras.
62 Depois, diga: ‘S enhor , tu disseste que destruirás a Babilônia, de modo que não restarão aqui nem pessoas nem animais. Ela ficará desolada para sempre’.
62 Depois, diga: “Ó Senhor ! Tu falaste a respeito deste lugar que o exterminarias, a fim de que nada fique nele, nem pessoa nem animal, e que se tornaria em desolação perpétua.”
63 Quando tiver terminado de ler o rolo, amarre-o a uma pedra e jogue-o no rio Eufrates.
63 Quando você acabar de ler o livro, amarre-o numa pedra e jogue-o no meio do Eufrates.
64 Em seguida, diga: ‘Da mesma forma, a Babilônia e seu povo afundarão e nunca mais se levantarão por causa das calamidades que trarei sobre ela’”. Aqui terminam as mensagens de Jeremias.
64 Então diga: “Assim será afundada a Babilônia e não se levantará, por causa do mal que eu hei de trazer sobre ela; e os seus moradores sucumbirão.” Até aqui as palavras de Jeremias.

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