Hebreus 7
Nova Versão Transformadora (NVT, 2016) vs BKJ
1 Esse Melquisedeque era rei de Salém e também sacerdote do Deus Altíssimo. Quando Abraão regressava para casa, depois de derrotar os reis, Melquisedeque foi ao seu encontro e o abençoou.
1 Porque este Melquisedeque, rei de Salém, sacerdote do Deus Altíssimo, que encontrou Abraão quando este regressava da matança dos reis, e o abençoou,
2 Então Abraão separou a décima parte de tudo e a entregou a Melquisedeque, cujo nome significa “rei da justiça”, enquanto rei de Salém quer dizer “rei da paz”.
2 a quem também Abraão deu a décima parte de tudo; sendo primeiramente, por interpretação do seu nome, Rei de justiça, e depois disso também Rei de Salém, que é Rei de paz.
3 Não há registro de seu pai nem de sua mãe, nem de nenhum de seus antepassados, nem do começo nem do fim de sua vida. Semelhantemente ao Filho de Deus, ele permanece sacerdote para sempre.
3 Sem pai, sem mãe, sem genealogia, não tendo princípio de dias nem fim de vida, mas feito semelhante ao Filho de Deus, permanece sacerdote para sempre.
4 Considerem, portanto, a importância de Melquisedeque. Até mesmo Abraão, o patriarca, a reconheceu ao entregar a ele um décimo do que havia conquistado na batalha.
4 Considerai agora o quão grande era este homem, a quem até o patriarca Abraão deu o dízimo dos seus despojos.
5 A lei de Moisés exigia que os sacerdotes, os descendentes de Levi, recebessem o dízimo de seus irmãos israelitas, que também são descendentes de Abraão.
5 E verdadeiramente aqueles dentre os filhos de Levi, que recebem o ofício do sacerdócio têm ordem de tomar os dízimos do povo, segundo a lei, isto é, de seus irmãos, ainda que estes também tenham saído dos lombos de Abraão.
6 Melquisedeque, porém, que não era descendente de Levi, recebeu o dízimo e, em seguida, abençoou Abraão, que já havia recebido as promessas.
6 Mas aquele cuja genealogia não é contada entre eles, recebeu os dízimos de Abraão, e abençoou ao que tinha as promessas.
7 Sem dúvida, quem tem poder para abençoar é superior a quem é abençoado.
7 E, sem contradição alguma, o inferior é abençoado pelo superior.
8 Os sacerdotes que recebem os dízimos são homens mortais. A respeito de Melquisedeque, no entanto, é dito que ele continua vivo.
8 E aqui, homens que morrem recebem dízimos; lá, porém, os recebe aquele que pode provar que está vivo.
9 Além disso, pode-se dizer que os levitas, que recebem o dízimo, também o entregaram por meio de Abraão.
9 E, assim como digo, Levi também, que recebe dízimos, pagou-os por meio de Abraão,
10 Embora Levi ainda não tivesse nascido, a semente da qual ele veio já estava no corpo de Abraão, seu antepassado, quando Melquisedeque se encontrou com ele.
10 porque ainda encontrava-se nos lombos de seu pai quando Melquisedeque o encontrou.
11 Portanto, se o sacerdócio de Levi, sob o qual o povo recebeu a lei, pudesse ter alcançado a perfeição, por que seria necessário estabelecer outro sacerdócio, com um sacerdote segundo a ordem de Melquisedeque, em vez da ordem de Arão?
11 De modo que, se a perfeição viesse pelo sacerdócio levítico, (pois o povo recebeu a lei sob este sacerdócio), que necessidade haveria ainda de que outro sacerdote se levantasse, segundo a ordem de Melquisedeque, e que não fosse chamado segundo a ordem de Arão?
12 E, se o sacerdócio muda, também é preciso que a lei mude.
12 Porque ao mudar-se o sacerdócio, uma mudança na lei também se faz necessária.
13 Pois o sacerdote ao qual estamos nos referindo pertence a outra tribo, cujos membros nunca serviram no altar como sacerdotes.
13 Porque aquele sobre quem estas coisas são ditas pertence a uma outra tribo, a qual nenhum homem assistiu ao altar,
14 De fato, como todos sabem, nosso Senhor veio da tribo de Judá, e Moisés nunca mencionou que dessa tribo viriam sacerdotes.
14 pois é evidente que o nosso Senhor procedeu de Judá, tribo da qual Moisés nada falou acerca de sacerdotes.
15 Essa mudança se torna ainda mais clara com o surgimento de outro sacerdote, semelhante a Melquisedeque,
15 E isto é ainda mais evidente; pois que após a semelhança de Melquisedeque, se levanta um outro sacerdote,
16 o qual se tornou sacerdote não por cumprir leis e exigências humanas, mas pelo poder de uma vida indestrutível.
16 que não foi feito conforme a lei de um mandamento carnal, mas segundo o poder de uma vida infinita.
17 Pois a respeito dele foi dito: “Você é sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque”.
17 Porque ele testifica: Tu és sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque.
18 Desse modo, o antigo requisito, por ser fraco e inútil, foi cancelado.
18 Porque há, verdadeiramente, uma anulação do mandamento anterior por conta de sua fraqueza e ineficácia.
19 Pois a lei nunca tornou perfeita coisa alguma. Agora, porém, temos certeza de uma esperança superior, pela qual nos aproximamos de Deus.
19 Porque a lei não aperfeiçoou coisa alguma, mas a introdução de uma melhor esperança, pela qual nos aproximamos de Deus.
20 Esse novo sistema foi instituído com um juramento solene. Os outros se tornaram sacerdotes sem esse juramento,
20 Mas não foi na ausência de um juramento que ele foi feito sacerdote.
21 mas a respeito dele houve um juramento, pois Deus lhe disse: “O Senhor jurou e não voltará atrás: ‘Você é sacerdote para sempre’”.
21 (Porque aqueles foram feitos sacerdotes sem juramento, mas este com um juramento daquele que lhe disse: Jurou o Senhor, e não se arrependerá: Tu és um sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque).
22 Por causa desse juramento, Jesus é aquele que garante uma aliança superior.
22 Portanto, Jesus foi feito fiador de um testamento superior.
23 Além disso, havia muitos sacerdotes, pois a morte os impedia de continuar a desempenhar suas funções.
23 E eles realmente eram muitos sacerdotes, porque não podiam permanecer, porque a morte os impedia.
24 Mas, visto que ele vive para sempre, seu sacerdócio é permanente.
24 Mas este homem, porque permanece para sempre, possui um sacerdócio intransferível.
25 Portanto, ele é capaz de salvar de uma vez por todas aqueles que se aproximam de Deus por meio dele. Ele vive sempre para interceder em favor deles.
25 Portanto, ele também é capaz de salvar perfeitamente os que vêm a Deus por ele, pois vive sempre para interceder por eles.
26 É de um Sumo Sacerdote como ele que necessitamos, pois é santo, irrepreensível, sem nenhuma mancha de pecado, separado dos pecadores e colocado no lugar de mais alta honra no céu.
26 Pois tal sumo sacerdote nos convinha, porque é santo, inocente, imaculado, separado dos pecadores, e elevado acima dos céus.
27 Ele não precisa oferecer sacrifícios diariamente, ao contrário dos outros sumos sacerdotes, que os ofereciam primeiro por seus próprios pecados e depois pelos pecados do povo. Ele, porém, o fez de uma vez por todas quando ofereceu a si mesmo como sacrifício.
27 Que não necessita, como aqueles sumos sacerdotes, oferecer diariamente sacrifícios, primeiramente por seus próprios pecados, e depois pelos pecados das pessoas; porque isto ele fez uma vez, quando se ofereceu a si mesmo.
28 A lei nomeava sacerdotes limitados pela fraqueza humana. Mas, depois da lei, Deus nomeou com juramento seu Filho, que se tornou o Sumo Sacerdote perfeito para sempre.
28 Porque a lei constitui como sumos sacerdotes homens que têm fraquezas, mas a palavra do juramento, que veio desde a lei, constitui o Filho, consagrado para sempre.
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