Ester 7

Nova Versão Transformadora (NVT, 2016) vs VC

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VC Versão Católica
1 O rei e Hamã foram ao banquete da rainha Ester.
1 O rei e Amã vieram, pois, ao banquete de Ester.
2 Mais uma vez, enquanto bebiam vinho, o rei perguntou a Ester: “Diga-me o que deseja, rainha Ester. Qual é seu pedido? Eu atenderei, mesmo que peça metade do reino!”.
2 No segundo dia, bebendo vinho, disse ainda o rei a Ester: Qual é teu pedido, rainha Ester? Será atendido. Que é que desejas? Fosse mesmo a metade de meu reino, tu obterias.
3 A rainha Ester respondeu: “Se conto com o favor do rei, e se lhe parecer bem atender meu pedido, poupe minha vida e a vida de meu povo.
3 A rainha respondeu: Se achei graça a teus olhos, ó rei, e se ao rei lhe parecer bem, concede-me a vida, eis o meu pedido; salva meu povo, eis o meu desejo.
4 Pois eu e meu povo fomos vendidos para sermos destruídos, mortos e aniquilados. Se fosse apenas o caso de termos sido vendidos como escravos, eu teria permanecido calada, pois não teria cabimento perturbar o rei com um assunto de tão pouca importância”.
4 Fomos votados, eu e meu povo, ao extermínio, à morte, ao aniquilamento. Se tivéssemos sido vendidos como escravos, eu me calaria, mas eis que agora o opressor não poderia compensar o prejuízo que causa ao mesmo rei.
5 “Quem faria uma coisa dessas?”, perguntou o rei Xerxes. “Onde está o homem que teria a audácia de fazer isso?”
5 Quem é, replicou o rei, e onde está quem maquina tal projeto em seu coração?
6 Ester respondeu: “Nosso inimigo e adversário é Hamã, este homem perverso”. Hamã ficou apavorado diante do rei e da rainha.
6 O opressor, o inimigo, disse a rainha, é Amã, eis aí o infame!
7 Furioso, o rei se levantou e saiu para o jardim do palácio. Hamã, porém, ficou ali, implorando por sua vida à rainha Ester, pois sabia que o rei certamente o condenaria à morte.
7 Amã ficou tomado de terror diante do rei e da rainha. O rei, aceso em cólera, levantou-se e deixou o banquete, dirigindo-se ao jardim do palácio, ao passo que Amã permanecia ali, para implorar a Ester o perdão de sua vida, porque via bem que no espírito do rei estava decretada sua perda.
8 Em desespero, atirou-se sobre o sofá onde a rainha Ester estava reclinada e, nesse exato momento, o rei voltou do jardim do palácio. O rei exclamou: “Ele se atreve até a violentar a rainha aqui no palácio, diante de meus próprios olhos?”. E, assim que o rei falou, seus servos cobriram o rosto de Hamã.
8 Quando o rei voltou do jardim do palácio para a sala do banquete, viu Amã que se tinha deixado cair sobre o divã em que repousava Ester: Como!, exclamou. Ei-lo que quer fazer violência à rainha em minha casa, em meu palácio! Mal tinha saído essa palavra da boca do rei, quando cobriram a face de Amã.
9 Harbona, um dos eunucos do rei, disse: “Hamã construiu uma forca de mais de vinte metros no pátio da casa dele. Pretendia usá-la para enforcar Mardoqueu, o homem que salvou o rei de ser assassinado”. “Usem-na para enforcar Hamã!”, ordenou o rei.
9 Harbona, um dos eunucos, disse ao rei. A forca preparada por Amã para Mardoqueu, cuja denúncia em favor do rei tinha sido tão salutar, acha-se levantada na casa de Amã, alta de cinqüenta côvados.- Que o suspendam nela!, exclamou o rei.
10 Assim, executaram Hamã na forca que ele havia construído para Mardoqueu; e a ira do rei se acalmou.
10 E suspenderam Amã na forca que tinha preparado para Mardoqueu. Isso acalmou a cólera do rei.

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