Cânticos 6
Nova Versão Transformadora (NVT, 2016) vs ARA
1 Para onde foi seu amado, ó mulher de beleza incomparável? Diga-nos que caminho ele tomou, e a ajudaremos a encontrá-lo. A Amada
1 Para onde foi o teu amado, ó mais formosa entre as mulheres? Que rumo tomou o teu amado? E o buscaremos contigo. Esposa
2 Meu amado desceu a seu jardim, aos canteiros de especiarias, para pastorear nos jardins e para colher lírios.
2 O meu amado desceu ao seu jardim, aos canteiros de bálsamo, para pastorear nos jardins e para colher os lírios.
3 Eu sou de meu amado, e meu amado é meu; ele pastoreia entre os lírios. O Amado
3 Eu sou do meu amado, e o meu amado é meu; ele pastoreia entre os lírios. Esposo
4 Você é linda, minha querida, como a bela cidade de Tirza. Sim, é linda como Jerusalém, majestosa como um exército com bandeiras ao vento.
4 Formosa és, querida minha, como Tirza, aprazível como Jerusalém, formidável como um exército com bandeiras.
5 Desvie de mim seus olhos, pois eles me dominam. Seu cabelo é como um rebanho de cabras que desce pelas encostas de Gileade.
5 Desvia de mim os olhos, porque eles me perturbam. Os teus cabelos descem ondeantes como o rebanho das cabras de Gileade.
6 Seus dentes são brancos como ovelhas recém-lavadas. Seu sorriso é perfeito; cada dente tem seu par ideal.
6 São os teus dentes como o rebanho de ovelhas que sobem do lavadouro, e das quais todas produzem gêmeos, e nenhuma delas há sem crias.
7 Suas faces por trás do véu são rosadas como romãs.
7 As tuas faces, como romã partida, brilham através do véu.
8 Mesmo entre sessenta rainhas, oitenta concubinas e incontáveis moças,
8 Sessenta são as rainhas, oitenta, as concubinas, e as virgens, sem número.
9 eu ainda escolheria minha pomba, minha perfeita, a predileta de sua mãe, muito amada por aquela que a deu à luz. As moças a veem e dizem que ela é feliz; até mesmo as rainhas e as concubinas do rei a elogiam:
9 Mas uma só é a minha pomba, a minha imaculada, de sua mãe, a única, a predileta daquela que a deu à luz; viram-na as donzelas e lhe chamaram ditosa; viram-na as rainhas e as concubinas e a louvaram. Coro
10 “Quem é essa que se levanta como o amanhecer, bela como a lua, brilhante como o sol, majestosa como um exército com bandeiras ao vento?”. A Amada
10 Quem é esta que aparece como a alva do dia, formosa como a lua, pura como o sol, formidável como um exército com bandeiras? Esposa
11 Desci ao bosque das nogueiras e fui ao vale ver as novas plantas, ver se as videiras tinham brotado e se as romãs tinham florescido.
11 Desci ao jardim das nogueiras, para mirar os renovos do vale, para ver se brotavam as vides, se floresciam as romeiras.
12 Antes que eu me desse conta, meu desejo me levou à carruagem de um nobre. As mulheres de Jerusalém
12 Não sei como, imaginei-me no carro do meu nobre povo! Coro
13 Volte, volte para junto de nós, sulamita! Volte, volte para que a vejamos outra vez! O Amado Por que vocês olham para a sulamita enquanto ela se move com tanta graça entre duas fileiras de dançarinas?
13 Volta, volta, ó sulamita, volta, volta, para que nós te contemplemos. Esposa Por que quereis contemplar a sulamita na dança de Maanaim?
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