2 Reis 6

Nova Versão Transformadora (NVT, 2016) vs NTLH

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NTLH Nova Tradução na Linguagem de Hoje 2000
1 Certo dia, os membros do grupo de profetas disseram a Eliseu: “Como vê, este lugar onde nos reunimos é pequeno demais.
1 Eliseu dirigia um grupo de profetas . Um dia eles lhe pediram: — O lugar onde moramos com você é muito pequeno.
2 Vamos descer ao rio Jordão, onde há muitos troncos, e construir ali um lugar para nos reunirmos”. “Está bem”, disse Eliseu. “Podem ir.”
2 Dê licença para irmos até o rio Jordão a fim de cortar algumas árvores. Com elas construiremos uma casa para a gente morar. — Podem ir! — respondeu Eliseu.
3 “Venha conosco”, sugeriu um deles. “Eu irei”, disse ele.
3 Um dos profetas insistiu que Eliseu fosse com eles. Eliseu aceitou,
4 E foi com eles. Quando chegaram ao Jordão, começaram a derrubar árvores.
4 e eles saíram juntos. Quando chegaram ao Jordão, começaram a trabalhar.
5 Enquanto um deles cortava um tronco, a parte de ferro do machado caiu no rio. “Ai, meu senhor!”, gritou. “O machado era emprestado!”
5 Um deles estava cortando uma árvore, quando, de repente, o ferro do seu machado escapou do cabo e caiu na água. — O que vou fazer, senhor? — gritou ele para Eliseu. — O machado era emprestado!
6 “Onde caiu?”, perguntou o homem de Deus. Quando mostraram o lugar para Eliseu, ele cortou um galho e o jogou na água, e fez o ferro do machado flutuar.
6 — Onde foi que ele caiu? — perguntou Eliseu. O homem mostrou o lugar. Então Eliseu cortou um pedaço de pau, jogou na água e fez o machado boiar.
7 “Pegue-o”, disse Eliseu. E o homem estendeu a mão e o pegou.
7 — Pegue-o! — mandou ele. E o homem esticou o braço e o pegou.
8 Quando o rei da Síria estava em guerra contra Israel, consultava seus oficiais e dizia: “Posicionaremos nossas tropas em tal lugar”.
8 O rei da Síria estava em guerra contra Israel. Ele pediu conselho aos seus oficiais e escolheu um lugar para armar o seu acampamento.
9 De imediato, o homem de Deus advertia o rei de Israel: “Não se aproxime de tal lugar, pois os sírios planejam posicionar suas tropas ali”.
9 Mas o profeta Eliseu mandou um recado ao rei de Israel, avisando-lhe que não fosse para perto daquele lugar, pois os sírios estavam ali esperando escondidos para atacá-lo.
10 E o rei de Israel mandava um aviso para o lugar indicado pelo homem de Deus. Várias vezes ele advertiu o rei de que ficasse alerta naqueles lugares.
10 Então o rei de Israel avisou os homens que moravam naquele lugar, e eles ficaram alerta. Isso aconteceu várias vezes.
11 Furioso com essa situação, o rei sírio reuniu seus oficiais e perguntou: “Qual de vocês anda informando o rei de Israel sobre meus planos?”.
11 O rei da Síria ficou muito aborrecido; então chamou os seus oficiais e lhes perguntou: — Qual de vocês está do lado do rei de Israel?
12 “Ó meu senhor, o rei, não somos nós”, respondeu um dos oficiais. “Eliseu, o profeta de Israel, revela ao rei de Israel até as palavras que o senhor diz em seus aposentos!”
12 Um deles respondeu: — Nenhum de nós, ó rei. O profeta Eliseu é quem conta ao rei de Israel tudo o que o senhor fala até mesmo dentro do seu próprio quarto.
13 O rei ordenou: “Vão e descubram onde ele está, para que eu mande capturá-lo!”. Então lhe informaram: “Eliseu está em Dotã”.
13 Então o rei ordenou: — Descubram onde ele está, que eu o prenderei. Contaram-lhe que Eliseu estava em Dotã,
14 Assim, certa noite, o rei da Síria mandou um grande exército com muitos carros de guerra e cavalos para cercar a cidade.
14 e ele mandou para lá uma grande tropa de soldados com cavalos e carros de guerra. Eles chegaram de noite à cidade e a cercaram.
15 Na manhã seguinte, o servo do homem de Deus se levantou bem cedo. Ao sair, viu que havia soldados, cavalos e carros de guerra por toda parte. “Ai, meu senhor, o que faremos agora?”, exclamou o servo.
15 No dia seguinte cedinho, o empregado de Eliseu levantou-se e saiu de casa. Aí viu as tropas sírias com os seus cavalos e carros de guerra, cercando a cidade. Então entrou em casa e disse a Eliseu: — Senhor, nós estamos perdidos! O que vamos fazer?
16 “Não tenha medo!”, disse Eliseu. “Pois do nosso lado há muitos mais que do lado deles!”
16 Eliseu disse: — Não tenha medo, pois aqueles que estão conosco são mais numerosos do que os que estão com eles.
17 Então Eliseu orou: “Ó S enhor , abre os olhos dele, para que veja”. O S enhor abriu os olhos do servo, e ele viu as colinas ao redor de Eliseu cheias de cavalos e carruagens de fogo.
17 Então orou assim: — Ó Deus respondeu à oração dele. Aí o empregado de Eliseu olhou para cima e viu que ao redor de Eliseu o morro estava coberto de cavalos e carros de fogo.
18 Quando os sírios avançaram na direção de Eliseu, ele orou: “Ó S enhor , faze que fiquem cegos”. E o S enhor fez que ficassem cegos, conforme Eliseu havia pedido.
18 Quando os sírios atacaram, Eliseu orou assim: — Ó Deus respondeu à oração de Eliseu e fez com que os sírios ficassem cegos.
19 Então Eliseu saiu e lhes disse: “Vocês tomaram o caminho errado! Esta não é a cidade certa! Sigam-me, e eu os levarei até o homem que procuram”. Então ele os guiou à cidade de Samaria.
19 Então Eliseu foi falar com eles e disse: — Vocês estão no caminho errado; esta cidade não é a que estão procurando. Venham comigo, que eu vou levar vocês até o homem que estão procurando. E os guiou até a cidade de Samaria.
20 Assim que entraram em Samaria, Eliseu orou: “Ó S enhor , agora abre os olhos deles, para que vejam”. O S enhor abriu os olhos deles, e descobriram que estavam no meio de Samaria.
20 Logo que eles entraram na cidade, Eliseu orou assim: — Ó Então Deus fez com que os sírios enxergassem de novo, e eles viram que estavam dentro da cidade de Samaria.
21 Quando o rei de Israel os viu, perguntou a Eliseu: “Devo matá-los, meu senhor? Devo matá-los?”.
21 Quando o rei de Israel viu os sírios, perguntou a Eliseu: — Devo matá-los, senhor? Devo matá-los?
22 “Claro que não!”, respondeu Eliseu. “Eles não são prisioneiros que você capturou na batalha. Dê-lhes comida e bebida e mande-os de volta para casa, para o senhor deles.”
22 — Não! De jeito nenhum! — respondeu ele. — Por acaso, o senhor mata os soldados que são feitos prisioneiros na guerra? Dê de comer e de beber a estes aqui e deixe que voltem para o rei deles.
23 Então o rei lhes ofereceu um grande banquete e os mandou de volta para casa, para o senhor deles. Depois disso, os invasores sírios não invadiram mais a terra de Israel.
23 Então o rei de Israel mandou fazer uma grande festa para aqueles sírios. E, depois que comeram e beberam, ele os mandou de volta para o rei da Síria. Daí em diante os sírios pararam de atacar a terra de Israel.
24 Algum tempo depois, porém, Ben-Hadade, rei da Síria, reuniu todo o seu exército e cercou Samaria.
24 Algum tempo depois, o rei Ben-Hadade, da Síria, levou todo o seu exército para lutar contra Israel e cercou a cidade de Samaria.
25 Como resultado, houve grande fome na cidade. O cerco durou tanto tempo que uma cabeça de jumento era vendida por 960 gramas de prata, e um terço de litro de esterco de pombo, por 60 gramas de prata.
25 Por causa disso, a falta de alimentos naquela cidade foi tão grande, que uma cabeça de jumento custava oitenta barras de prata, e duzentos gramas de esterco de pomba custavam cinco barras de prata.
26 Um dia, quando o rei de Israel caminhava pelos muros da cidade, uma mulher gritou para ele: “Ó meu senhor, o rei! Por favor, ajude-me!”.
26 Certo dia o rei de Israel estava passando por cima da muralha da cidade, quando uma mulher gritou para ele: — Ó rei, meu senhor, me ajude!
27 Ele respondeu: “Se o S enhor não a ajudar, o que poderei fazer? Não tenho alimento na eira, nem vinho na prensa de uvas”.
27 Ele respondeu: — Se o
28 Mas depois o rei perguntou: “Qual é o problema?”. Ela respondeu: “Esta mulher me disse: ‘Vamos comer o seu filho hoje, e amanhã comeremos o meu’.
28 Mas diga qual é o seu problema. Ela respondeu: — Outro dia esta mulher me disse: “Vamos comer o seu filho hoje e amanhã comeremos o meu.”
29 Então cozinhamos meu filho e o comemos. No dia seguinte, eu disse a ela: ‘Mate seu filho para que o comamos’, mas ela o havia escondido”.
29 Então nós cozinhamos o meu filho e o comemos. No dia seguinte eu disse que era a vez de comermos o filho dela, mas ela o escondeu!
30 Quando o rei ouviu isso, rasgou as roupas. E, enquanto ele caminhava pelos muros, o povo viu que, por baixo do manto, ele usava pano de saco junto à pele.
30 Ao ouvir isso, o rei rasgou as suas roupas em sinal de desgosto, e as pessoas que estavam perto da muralha viram que por baixo das suas roupas ele estava vestido com roupa de pano grosseiro.
31 Então o rei jurou: “Que Deus me castigue severamente se eu não separar a cabeça de Eliseu de seus ombros ainda hoje!”.
31 E o rei gritou: — Que Deus me mate se, antes que o dia acabe, eu não mandar cortar a cabeça de Eliseu, filho da Safate!
32 Eliseu estava sentado em sua casa com as autoridades de Israel quando o rei mandou um mensageiro até ele. Antes, porém, que o mensageiro chegasse, Eliseu disse às autoridades: “O filho do assassino enviou um homem para cortar minha cabeça. Quando o mensageiro chegar, fechem a porta e não o deixem entrar. Logo ouviremos os passos de seu senhor atrás dele”.
32 E mandou que um mensageiro fosse buscá-lo. Enquanto isso, Eliseu estava em casa com alguns líderes do povo que haviam ido visitá-lo. Antes que o mensageiro do rei chegasse, Eliseu disse aos líderes: — Aquele assassino está mandando alguém para me matar. Por isso, quando ele chegar, fechem a porta e não deixem que entre. O próprio rei virá logo depois dele.
33 Enquanto Eliseu ainda falava, o mensageiro chegou e comunicou a mensagem do rei: “Toda essa desgraça vem do S enhor ! Por que devo continuar a esperar no S enhor ?”.
33 Eliseu ainda estava falando com eles, quando o rei chegou e disse: — Foi o

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