1 Reis 8

Nova Versão Transformadora (NVT, 2016) vs NAA

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NAA Nova Almeida Atualizada 2017
1 Em seguida, Salomão mandou chamar a Jerusalém todas as autoridades de Israel e todos os líderes das tribos, os chefes das famílias israelitas. Eles levariam a arca da aliança do S enhor do lugar onde estava, na Cidade de Davi, também conhecida como Sião, para o templo.
1 Então Salomão congregou os anciãos de Israel, todos os chefes das tribos, os príncipes das famílias dos israelitas, diante de si em Jerusalém, para levarem a arca da aliança do Senhor da Cidade de Davi, que é Sião, para o templo.
2 Todos os homens de Israel se reuniram diante do rei Salomão durante a Festa das Cabanas, celebrada no mês de etanim, o sétimo mês.
2 Todos os homens de Israel se congregaram junto ao rei Salomão na ocasião da festa, no mês de etanim, que é o sétimo.
3 Quando todos os líderes de Israel chegaram, os sacerdotes ergueram a arca.
3 Quando todos os anciãos de Israel chegaram, os sacerdotes pegaram a arca do Senhor
4 Os sacerdotes e os levitas levaram a arca do S enhor , junto com a tenda do encontro e todos os seus utensílios sagrados.
4 e a levaram para cima, com a tenda do encontro e com os utensílios sagrados que nela havia; os sacerdotes e levitas é que levaram tudo isso para o templo.
5 Ali, diante da arca, o rei Salomão e toda a comunidade de Israel ofereceram tantos sacrifícios de ovelhas e bois que não puderam ser contados.
5 O rei Salomão e toda a congregação de Israel, que se havia reunido diante dele, estavam todos diante da arca, sacrificando ovelhas e bois, que, de tão numerosos, não se podiam contar.
6 Então os sacerdotes levaram a arca da aliança do S enhor para o santuário interno do templo, o lugar santíssimo, e a colocaram sob as asas dos querubins.
6 Os sacerdotes puseram a arca da aliança do Senhor no seu lugar, no santuário mais interior do templo, que é o Santo dos Santos, debaixo das asas dos querubins.
7 Os querubins tinham as asas abertas sobre a arca, e elas cobriam a arca e as varas usadas para transportá-la.
7 Pois os querubins estendiam as asas sobre o lugar da arca e, do alto, cobriam a arca e os seus cabos.
8 Essas varas eram tão compridas que suas pontas podiam ser vistas do lugar santo, diante do lugar santíssimo, mas não de fora; e estão ali até hoje.
8 Os cabos sobressaíam tanto, que suas pontas eram vistas do Santo Lugar, diante do Santo dos Santos; porém de fora não podiam ser vistos. E ali estão até o dia de hoje.
9 Na arca havia só as duas tábuas de pedra que Moisés tinha colocado dentro dela no monte Sinai, onde o S enhor fez uma aliança com os israelitas depois que eles saíram da terra do Egito.
9 Nada havia na arca a não ser as duas tábuas de pedra que Moisés havia colocado ali em Horebe, quando o Senhor fez aliança com os filhos de Israel, ao saírem da terra do Egito.
10 Quando os sacerdotes saíram do lugar santo, uma densa nuvem encheu o templo do S enhor .
10 Quando os sacerdotes saíram do santuário, uma nuvem encheu a Casa do Senhor ,
11 Com isso, os sacerdotes não puderam dar continuidade a seus serviços, pois a presença gloriosa do S enhor encheu o templo do S enhor .
11 de maneira que os sacerdotes não puderam permanecer ali para ministrar, por causa da nuvem, porque a glória do Senhor encheu a Casa do Senhor .
12 Então Salomão orou: “Ó S enhor , tu disseste que habitarias numa densa nuvem.
12 Então Salomão disse: — O
13 Agora, construí para ti um templo majestoso, um lugar para habitares para sempre!”.
13 Na verdade, edifiquei uma casa para tua morada, lugar para a tua eterna habitação.
14 Então o rei se voltou para toda a comunidade de Israel que estava em pé diante dele e abençoou o povo.
14 Depois o rei voltou o rosto e abençoou toda a congregação de Israel, que se mantinha toda em pé.
15 Em seguida, orou: “Louvado seja o S enhor , o Deus de Israel, que cumpriu o que prometeu a meu pai, Davi, pois lhe disse:
15 Salomão disse: — Bendito seja o
16 ‘Desde o dia em que tirei Israel, meu povo, do Egito, não escolhi nenhuma cidade das tribos de Israel como lugar onde deveria ser construído um templo em honra ao meu nome. Contudo, escolhi Davi para reinar sobre meu povo, Israel’”.
16 “Desde o dia em que tirei o meu povo de Israel do Egito, não escolhi cidade alguma de todas as tribos de Israel para edificar um templo a fim de ali estabelecer o meu nome. Porém escolhi Davi para governar o meu povo de Israel.”
17 Salomão disse: “Meu pai, Davi, queria construir este templo em honra ao nome do S enhor , o Deus de Israel.
17 — Também Davi, meu pai, havia proposto em seu coração edificar um templo ao nome do Senhor , o Deus de Israel.
18 Mas o S enhor lhe disse: ‘Sua intenção de construir um templo em honra ao meu nome é boa,
18 Porém o Senhor disse a Davi, meu pai: “Você fez bem quando resolveu em seu coração edificar um templo ao meu nome.
19 mas essa tarefa não caberá a você. Um de seus filhos construirá o templo em honra ao meu nome’.
19 Todavia, não será você quem edificará esse templo; o seu filho, que descenderá de você, ele o edificará ao meu nome.”
20 “O S enhor cumpriu sua promessa, pois eu sou o sucessor de meu pai, Davi, e agora ocupo o trono de Israel, como o S enhor havia prometido. Construí este templo em honra ao nome do S enhor , o Deus de Israel,
20 Assim, o Senhor cumpriu a palavra que tinha dito, pois me levantei em lugar de Davi, meu pai, e me assentei no trono de Israel, como o Senhor havia prometido, e edifiquei o templo ao nome do Senhor , o Deus de Israel.
21 e preparei nele um lugar para a arca que contém a aliança que o S enhor fez com nossos antepassados quando os tirou do Egito”.
21 E nele preparei um lugar para a arca, em que estão as tábuas da aliança que o Senhor fez com os nossos pais, quando os tirou da terra do Egito.
22 Então Salomão se pôs diante do altar do S enhor , na presença de toda a comunidade de Israel. Levantou as mãos para o céu
22 Salomão se pôs diante do altar do Senhor , na presença de toda a congregação de Israel, estendeu as mãos para os céus
23 e orou: “Ó S
23 e disse: — Ó
24 Cumpriste tua promessa a teu servo Davi, meu pai. Fizeste essa promessa com a tua própria boca, e hoje a cumpriste com as tuas próprias mãos.
24 Cumpriste para com o teu servo Davi, meu pai, o que lhe prometeste; pessoalmente o disseste e pelo teu poder o cumpriste, como hoje se vê.
25 “Agora, ó S enhor , o Deus de Israel, cumpre a outra promessa que fizeste a teu servo Davi, meu pai, quando lhe disseste: ‘Se seus descendentes viverem como devem e me seguirem fielmente como você fez, sempre haverá um deles no trono de Israel’.
25 Agora, pois, ó Senhor , Deus de Israel, cumpre a outra promessa que fizeste a teu servo Davi, meu pai, quando declaraste, dizendo: “Nunca lhe faltará sucessor diante de mim, que se assente no trono de Israel, contanto que os seus filhos guardem o seu caminho, para andarem diante de mim como você andou.”
26 Agora, ó Deus de Israel, cumpre a promessa que fizeste a teu servo Davi, meu pai.
26 Agora também, ó Deus de Israel, que se cumpra a palavra que disseste a teu servo Davi, meu pai.
27 “Contudo, será possível que Deus habite na terra? Nem mesmo os mais altos céus podem contê-lo, muito menos este templo que construí!
27 — Mas será que, de fato, Deus poderia habitar na terra? Eis que os céus e até o céu dos céus não te podem conter, muito menos este templo que eu edifiquei.
28 Ainda assim, ouve minha oração e minha súplica, ó S enhor , meu Deus. Ouve o clamor e a oração que teu servo te faz hoje.
28 Atenta, pois, para a oração de teu servo e para a sua súplica, ó Senhor , meu Deus, ouvindo o clamor e a oração que faz hoje o teu servo diante de ti.
29 Guarda noite e dia este templo, o lugar do qual disseste: ‘Meu nome estará ali’. Ouve sempre as orações que teu servo fizer voltado para este lugar.
29 Que os teus olhos estejam abertos noite e dia sobre este templo, sobre este lugar do qual disseste: “O meu nome estará ali”, para ouvires a oração que o teu servo fizer neste lugar.
30 Ouve as súplicas de teu servo e de Israel, teu povo, quando orarmos voltados para este lugar. Sim, ouve-nos dos céus onde habitas e, quando ouvires, perdoa-nos.
30 Ouve, pois, a súplica do teu servo e do teu povo de Israel, quando orarem neste lugar. Ouve no céu, lugar da tua habitação; ouve e perdoa.
31 “Se alguém pecar contra outra pessoa e se for exigido que faça um juramento de inocência diante do teu altar neste templo,
31 — Se alguém pecar contra o seu próximo, e lhe for exigido que jure, e ele vier jurar diante do teu altar, neste templo,
32 ouve dos céus e julga entre teus servos, entre o acusador e o acusado. Castiga o culpado e declara justo o inocente, cada um conforme merece.
32 ouve tu nos céus, age e julga os teus servos, condenando o ímpio, fazendo com que pague por seus atos, e justificando o justo, para lhe retribuíres segundo a sua justiça.
33 “Se o teu povo, Israel, for derrotado por seus inimigos porque pecou contra ti, e se voltar para ti, invocar o teu nome e orar a ti neste templo,
33 — Quando o teu povo de Israel, por ter pecado contra ti, for derrotado por um inimigo, e se converter a ti, confessar o teu nome, orar e suplicar a ti, neste templo,
34 ouve dos céus, perdoa o pecado de teu povo, Israel, e traze-o de volta a esta terra que deste a seus antepassados.
34 ouve tu nos céus, perdoa o pecado do teu povo de Israel e faze-o voltar à terra que deste aos seus pais.
35 “Se o céu se fechar e não houver chuva porque o povo pecou contra ti, e se eles orarem voltados para este templo, invocarem o teu nome e se afastarem de seus pecados porque tu os castigaste,
35 — Quando o céu se fechar, e não houver chuva, por ter o povo pecado contra ti, e ele orar neste lugar, confessar o teu nome e se converter dos seus pecados, depois de o haveres castigado,
36 ouve dos céus e perdoa os pecados de teus servos, o teu povo, Israel. Ensina-os a seguir o caminho certo e envia chuva à terra que deste por herança a teu povo.
36 ouve tu nos céus, perdoa o pecado de teus servos e do teu povo de Israel, ensinando-lhes o bom caminho em que devem andar, e envia chuva sobre esta tua terra, que deste em herança ao teu povo.
37 “Se houver fome na terra, ou peste, ou praga nas lavouras, ou se elas forem atacadas por gafanhotos ou lagartas, ou se os inimigos do teu povo invadirem a terra e sitiarem suas cidades, seja qual for o desastre ou epidemia que ocorrer,
37 — Quando houver fome na terra ou peste, quando houver crestamento ou ferrugem, gafanhotos e larvas, quando inimigos cercarem as cidades do país ou houver alguma praga ou doença,
38 e se alguém do teu povo, ou toda a nação de Israel, orar a respeito de suas aflições com as mãos levantadas para este templo,
38 toda oração e súplica que qualquer homem ou todo o teu povo de Israel fizer, conhecendo cada um a ferida do seu coração e estendendo as mãos na direção deste templo,
39 ouve dos céus onde habitas e perdoa. Trata o teu povo como ele merece, pois somente tu conheces o coração de cada um.
39 ouve tu nos céus, lugar da tua habitação, perdoa, age e dá a cada um segundo todos os seus caminhos, visto que lhe conheces o coração, porque tu, só tu, és conhecedor do coração de todos os filhos dos homens;
40 Assim eles te temerão enquanto viverem na terra que deste a nossos antepassados.
40 para que te temam todos os dias que viverem na terra que deste aos nossos pais.
41 “No futuro, estrangeiros que não pertencem a teu povo, Israel, ouvirão falar de ti. Virão de terras distantes por causa do teu nome,
41 — Também ao estrangeiro, que não for do teu povo de Israel, porém vier de uma terra distante, por amor do teu nome
42 porque ouvirão falar do teu grande nome, da tua mão forte e do teu braço poderoso. E, quando orarem voltados para este templo,
42 — porque ouvirão do teu grande nome, e da tua mão poderosa, e do teu braço estendido —, e orar, voltado para este templo,
43 ouve dos céus onde habitas e concede o que pedem. Assim, todos os povos da terra conhecerão teu nome e te temerão, como faz teu povo, Israel. Também saberão que neste templo que construí teu nome é honrado.
43 ouve tu nos céus, lugar da tua habitação, e faze tudo o que o estrangeiro te pedir, a fim de que todos os povos da terra conheçam o teu nome, para te temerem como o teu povo de Israel e para saberem que este templo, que eu edifiquei, é chamado pelo teu nome.
44 “Se o teu povo sair para onde o enviares a fim de lutar contra seus inimigos, e se orarem ao S enhor voltados para esta cidade que escolheste e para este templo que construí em honra ao teu nome,
44 — Quando o teu povo sair à guerra contra o seu inimigo, pelo caminho por onde os enviares, e orarem ao Senhor , voltados para esta cidade, que tu escolheste, e para este templo que edifiquei ao teu nome,
45 ouve dos céus suas orações e defende sua causa.
45 ouve tu nos céus a sua oração e a sua súplica e faze-lhes justiça.
46 “Quando pecarem contra ti, pois não há quem não peque, tua ira cairá sobre eles e tu permitirás que seus inimigos os conquistem e os levem como escravos para outras terras, próximas ou distantes.
46 — Quando pecarem contra ti — pois não há ninguém que não peque —, e tu te indignares contra eles e os entregares às mãos do inimigo, a fim de que os leve cativos à terra inimiga, longe ou perto daqui;
47 Se caírem em si nessa terra de exílio e se arrependerem, suplicando-te: ‘Pecamos, praticamos o mal e agimos perversamente’,
47 e se, na terra aonde forem levados cativos, caírem em si e se converterem, e, na terra do seu cativeiro, te suplicarem, dizendo: “Pecamos, procedemos mal e cometemos iniquidade”;
48 e se voltarem para ti de todo o coração e de toda a alma na terra de seus inimigos e orarem voltados para a terra que deste a seus antepassados, para esta cidade que escolheste e para este templo que construí em honra ao teu nome,
48 e se eles se converterem a ti de todo o seu coração e de toda a sua alma, na terra de seus inimigos que os levarem cativos, e orarem a ti, voltados para a sua terra, que deste aos seus pais, para esta cidade que escolheste e para o templo que edifiquei ao teu nome,
49 ouve dos céus onde habitas suas orações e súplicas e defende sua causa.
49 ouve tu nos céus, lugar da tua habitação, a sua prece e a sua súplica e faze-lhes justiça;
50 Perdoa teu povo que pecou contra ti. Perdoa todas as ofensas que cometeram contra ti. Faze que seus conquistadores os tratem com misericórdia,
50 perdoa ao teu povo, que houver pecado contra ti, todas as suas transgressões que houverem cometido contra ti; e move tu à compaixão os que os levaram cativos, para que se compadeçam deles.
51 pois são o teu povo, a tua propriedade especial, que libertaste do Egito, uma fornalha de fundir ferro.
51 Porque é o teu povo e a tua herança, que tiraste da terra do Egito, do meio da fornalha de ferro;
52 “Olha atentamente para as súplicas do teu servo e para as súplicas do teu povo, Israel. Ouve e responde sempre que clamarmos a ti.
52 para que os teus olhos estejam abertos à súplica do teu servo e à súplica do teu povo de Israel, a fim de os ouvires em tudo o que clamarem a ti.
53 Pois, quando tiraste nossos antepassados do Egito, ó Soberano S enhor , disseste a teu servo Moisés que separarias Israel de todas as nações da terra para ser tua propriedade especial”.
53 Pois tu, ó Senhor Deus, os separaste dentre todos os povos da terra para serem a tua herança, como falaste por meio do teu servo Moisés, quando tiraste do Egito os nossos pais.
54 Quando Salomão terminou de fazer essas orações e súplicas ao S enhor , levantou-se de diante do altar do S enhor , onde havia se ajoelhado com as mãos estendidas para o céu.
54 Quando Salomão acabou de fazer ao Senhor toda esta oração e súplica, ele se levantou de diante do altar do Senhor , onde tinha se ajoelhado com as mãos estendidas para os céus.
55 Ficou em pé e, em alta voz, abençoou toda a comunidade de Israel:
55 Ele se pôs em pé e abençoou toda a congregação de Israel em alta voz, dizendo:
56 “Louvado seja o S enhor , que deu descanso ao seu povo, Israel, como prometeu. Nenhuma só palavra falhou das maravilhosas promessas que ele fez por meio de seu servo Moisés.
56 — Bendito seja o Senhor , que deu repouso ao seu povo de Israel, segundo tudo o que havia prometido! Nem uma só palavra falhou de todas as boas promessas que fez por meio de Moisés, seu servo.
57 Que o S enhor , nosso Deus, seja conosco assim como foi com nossos antepassados; que ele jamais nos deixe nem nos abandone.
57 Que o Senhor , nosso Deus, esteja conosco, assim como esteve com os nossos pais. Que ele não nos deixe nem nos abandone!
58 Que ele nos dê a disposição de fazer sua vontade e obedecer a todos os seus mandamentos, decretos e estatutos que ele deu a nossos antepassados.
58 Que ele faça com que o nosso coração se incline para ele, a fim de andarmos em todos os seus caminhos e guardarmos os seus mandamentos, e os seus estatutos, e os seus juízos, que ordenou aos nossos pais.
59 E que as palavras dessa minha oração na presença do S enhor estejam sempre diante dele, dia e noite, para que o S enhor , nosso Deus, defenda a causa de seu servo e de seu povo, Israel, conforme as necessidades de cada dia.
59 Que estas minhas palavras, com que supliquei diante do Senhor , estejam presentes, diante do Senhor , nosso Deus, de dia e de noite, para que ele faça justiça ao seu servo e ao seu povo de Israel, segundo cada dia o exigir,
60 Então os povos de toda a terra saberão que somente o S enhor é Deus, e que não há nenhum outro.
60 para que todos os povos da terra saibam que o Senhor é Deus e que não há outro.
61 Quanto a vocês, sejam inteiramente fiéis ao S enhor , nosso Deus, e obedeçam sempre a seus decretos e mandamentos, como fazem hoje”.
61 Que o coração de vocês seja fiel para com o Senhor , nosso Deus, para andarem nos seus estatutos e guardarem os seus mandamentos, como vocês estão fazendo hoje.
62 Então o rei e todo o Israel ofereceram sacrifícios ao S enhor .
62 Então o rei e todo o Israel com ele ofereceram sacrifícios ao Senhor .
63 Salomão apresentou ao S enhor uma oferta de paz de 22 mil bois e 120 mil ovelhas. Assim, o rei e todo o povo de Israel fizeram a dedicação do templo do S enhor .
63 Salomão ofereceu em sacrifício pacífico ao Senhor vinte e dois mil bois e cento e vinte mil ovelhas. Assim, o rei e todos os filhos de Israel consagraram a Casa do Senhor .
64 Naquele mesmo dia, o rei consagrou a parte central do pátio em frente ao templo do S enhor . Ali apresentou holocaustos, ofertas de cereal e a gordura das ofertas de paz, pois o altar de bronze, na presença do S enhor , era pequeno demais para tantos holocaustos, ofertas de cereal e gordura das ofertas de paz.
64 No mesmo dia, o rei consagrou o meio do átrio que estava diante da Casa do Senhor , pois ali ofereceu os holocaustos e as ofertas com a gordura dos sacrifícios pacíficos. Ele fez isso porque o altar de bronze que estava diante do Senhor era muito pequeno para nele caberem os holocaustos, as ofertas de cereais e a gordura dos sacrifícios pacíficos.
65 Então Salomão e todo o Israel celebraram a Festa das Cabanas na presença do S enhor , nosso Deus. Uma grande multidão havia se reunido, de lugares distantes como Lebo-Hamate, ao norte, e o ribeiro do Egito, ao sul. A celebração durou, no total, catorze dias: sete dias para a dedicação do altar e sete dias para a Festa das Cabanas.
65 Nesse tempo, Salomão celebrou a festa, e todo o Israel com ele, uma grande congregação, desde a entrada de Hamate até o rio do Egito, diante do Senhor , nosso Deus. Celebraram durante sete dias além dos primeiros sete, a saber, catorze dias.
66 Terminada a festa, Salomão mandou o povo para casa. Eles abençoaram o rei e foram embora alegres e exultantes, pois o S enhor tinha mostrado sua bondade a seu servo Davi e a seu povo, Israel.
66 No oitavo dia desta festa, Salomão despediu o povo, e eles abençoaram o rei. Então voltaram para as suas tendas, alegres e de coração contente por causa de todo o bem que o Senhor tinha feito a Davi, seu servo, e a Israel, seu povo.

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