Cânticos 7

Nova Vulgata (NVLA) vs ARA

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ARA Almeida Revista e Atualizada 1993
1 Convertere, convertere, Sula mitis;convertere, convertere, ut intueamur te.Quid aspicitis in Sulamitem,cum saltat inter binos choros?
1 Que formosos são os teus passos dados de sandálias, ó filha do príncipe! Os meneios dos teus quadris são como colares trabalhados por mãos de artista.
2 Quam pulchri sunt pedes tui in calceamentis,filia principis!Flexurae femorum tuorum sicut monilia,quae fabricata sunt manu artificis.
2 O teu umbigo é taça redonda, a que não falta bebida; o teu ventre é monte de trigo, cercado de lírios.
3 Gremium tuum crater tornatilis:numquam indigeat vino mixto;venter tuus sicut acervus triticivallatus liliis.
3 Os teus dois seios, como duas crias, gêmeas de uma gazela.
4 Duo ubera tua sicut duo hinnuli,gemelli capreae,
4 O teu pescoço, como torre de marfim; os teus olhos são as piscinas de Hesbom, junto à porta de Bate-Rabim; o teu nariz, como a torre do Líbano, que olha para Damasco.
5 collum tuum sicut turris eburnea.Oculi tui sicut piscinae in Hesebon,quae sunt ad portam Bathrabbim;nasus tuus sicut turris Libani,quae respicit contra Damascum.
5 A tua cabeça é como o monte Carmelo, a tua cabeleira, como a púrpura; um rei está preso nas tuas tranças.
6 Caput tuum ut Carmelus,et comae capitis tui sicut purpura;rex vincitur cincinnis.
6 Quão formosa e quão aprazível és, ó amor em delícias!
7 Quam pulchra es et quam decora,carissima, in deliciis!
7 Esse teu porte é semelhante à palmeira, e os teus seios, a seus cachos.
8 Statura tua assimilata est palmae,et ubera tua botris.
8 Dizia eu: subirei à palmeira, pegarei em seus ramos. Sejam os teus seios como os cachos da vide, e o aroma da tua respiração, como o das maçãs.
9 Dixi: " Ascendam in palmamet apprehendam fructus eius ".Et erunt ubera tua sicut botri vineae,et odor oris tui sicut malorum.
9 Os teus beijos são como o bom vinho, Esposa vinho que se escoa suavemente para o meu amado, deslizando entre seus lábios e dentes.
10 Guttur tuum sicut vinum optimum,dignum dilecto meo ad potandum,labiisque et dentibus illius ad ruminandum.
10 Eu sou do meu amado, e ele tem saudades de mim.
11 Ego dilecto meo,et ad me appetitus eius.
11 Vem, ó meu amado, saiamos ao campo, passemos as noites nas aldeias.
12 Veni, dilecte mi, egrediamur in agrum,commoremur in villis;
12 Levantemo-nos cedo de manhã para ir às vinhas; vejamos se florescem as vides, se se abre a flor, se já brotam as romeiras; dar-te-ei ali o meu amor.
13 mane properabimus ad vineas,videbimus; si floruit vinea,si flores aperiuntur,si floruerunt mala punica;ibi dabo tibi amores meos.
13 As mandrágoras exalam o seu perfume, e às nossas portas há toda sorte de excelentes frutos, novos e velhos; eu tos reservei, ó meu amado.
14 Mandragorae dederunt odorem;in portis nostris omnia poma optima,nova et vetera,dilecte mi, servavi tibi.
14 — ausente —

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