Salmos 19
Nova Versão Internacional (NVI, 2000) vs NAA
1 Os céus declaram a glória de Deus; o firmamento proclama a obra das suas mãos.
1 Os céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia as obras das suas mãos.
2 Um dia fala disso a outro dia; uma noite o revela a outra noite.
2 Um dia discursa a outro dia, e uma noite revela conhecimento a outra noite.
3 Sem discurso nem palavras, não se ouve a sua voz.
3 Não há linguagem, nem há palavras, e deles não se ouve nenhum som.
4 Mas a sua voz ressoa por toda a terra, e as suas palavras, até os confins do mundo. Nos céus ele armou uma tenda para o sol,
4 No entanto, por toda a terra se faz ouvir a sua voz, e as suas palavras chegam até os confins do mundo. Aí, pôs uma tenda para o sol,
5 que é como um noivo que sai de seu aposento, e se lança em sua carreira com a alegria de um herói.
5 que é como um noivo que sai dos seus aposentos, e se alegra como um herói a percorrer o seu caminho.
6 Sai de uma extremidade dos céus e faz o seu trajeto até a outra; nada escapa ao seu calor.
6 Principia numa extremidade dos céus, e até a outra vai o seu percurso; e nada pode se esconder do seu calor.
7 A lei do Senhor é perfeita, e revigora a alma. Os testemunhos do Senhor são dignos de confiança, e tornam sábios os inexperientes.
7 A lei do Senhor é perfeita e restaura a alma; o testemunho do e dá sabedoria aos simples.
8 Os preceitos do Senhor são justos, e dão alegria ao coração. Os mandamentos do Senhor são límpidos, e trazem luz aos olhos.
8 Os preceitos do Senhor são retos e alegram o coração; o mandamento do e ilumina os olhos.
9 O temor do Senhor é puro, e dura para sempre. As ordenanças do Senhor são verdadeiras, são todas elas justas.
9 O temor do Senhor é límpido e permanece para sempre; os juízos do e todos igualmente, justos.
10 São mais desejáveis do que o ouro, do que muito ouro puro; são mais doces do que o mel, do que as gotas do favo.
10 São mais desejáveis do que ouro, mais do que muito ouro depurado; e são mais doces do que o mel e o destilar dos favos.
11 Por elas o teu servo é advertido; há grande recompensa em obedecer-lhes.
11 Além disso, por eles se admoesta o teu servo; em os guardar há grande recompensa.
12 Quem pode discernir os próprios erros? Absolve-me dos que desconheço!
12 Quem há que possa discernir as suas próprias faltas? Absolve-me das que me são ocultas.
13 Também guarda o teu servo dos pecados intencionais; que eles não me dominem! Então serei íntegro, inocente de grande transgressão.
13 Também da soberba guarda o teu servo; que ela não me domine. Então serei irrepreensível e ficarei livre de grande transgressão.
14 Que as palavras da minha boca e a meditação do meu coração sejam agradáveis a ti, Senhor, minha Rocha e meu Resgatador!
14 As palavras dos meus lábios e o meditar do meu coração sejam agradáveis na tua presença, e redentor meu!
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