Deuteronômio 32

Nova Versão Internacional (NVI, 2000) vs NAA

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NAA Nova Almeida Atualizada 2017
1 Escutem, ó céus, e eu falarei; ouça, ó terra, as palavras da minha boca.
1 Inclinem os ouvidos, ó céus, e falarei; e ouça a terra as palavras da minha boca.
2 Que o meu ensino caia como chuva e as minhas palavras desçam como orvalho, como chuva branda sobre o pasto novo, como garoa sobre tenras plantas.
2 Goteje a minha doutrina como a chuva, destile a minha palavra como o orvalho, como chuvisco sobre a relva e como gotas de água sobre a erva.
3 Proclamarei o nome do Senhor. Louvem a grandeza do nosso Deus!
3 Porque proclamarei o nome do Louvem a grandeza do nosso Deus.
4 Ele é a Rocha, as suas obras são perfeitas, e todos os seus caminhos são justos. É Deus fiel, que não comete erros; justo e reto ele é.
4 Eis a Rocha! Suas obras são perfeitas, porque todos os seus caminhos são juízo. Deus é fidelidade, e nele não há injustiça; é justo e reto.
5 Seus filhos têm agido corruptamente para com ele, e não como filhos; que vergonha! São geração pervertida e transviada.
5 Procederam corruptamente contra ele, já não são seus filhos, e sim suas manchas; é geração perversa e deformada.
6 É assim que retribuem ao Senhor, povo insensato e ignorante? Não é ele o Pai de vocês, o seu Criador, que os fez e os formou?
6 É assim que vocês retribuem ao povo tolo e insensato? Não é ele o Pai de vocês, que os adquiriu, que os fez e estabeleceu?
7 Lembrem-se dos dias do passado; considerem as gerações há muito passadas. Perguntem aos seus pais, e estes lhes contarão, aos seus líderes, e eles lhes explicarão.
7 Lembrem-se dos dias da antiguidade, atentem para os anos de sucessivas gerações. Perguntem aos seus pais, e eles informarão; aos seus anciãos, e eles lhes dirão.
8 Quando o Altíssimo deu às nações a sua herança, quando dividiu toda a humanidade, estabeleceu fronteiras para os povos de acordo com o número dos filhos de Israel.
8 Quando o Altíssimo distribuía as heranças às nações, quando separava os filhos dos homens uns dos outros, fixou as fronteiras dos povos, segundo o número dos filhos de Israel.
9 Pois o povo preferido do Senhor é este povo, Jacó é a herança que lhe coube.
9 Porque a porção do Senhor é o seu povo; Jacó é a parte da sua herança.
10 Numa terra deserta ele o encontrou, numa região árida e de ventos uivantes. Ele o protegeu e dele cuidou; guardou-o como a menina dos seus olhos,
10 Ele o encontrou numa terra deserta e num ermo solitário povoado de uivos; rodeou-o e cuidou dele, guardou-o como a menina dos olhos.
11 como a águia que desperta a sua ninhada, paira sobre os seus filhotes, e depois estende as asas para apanhá-los, levando-os sobre elas.
11 Como a águia desperta a sua ninhada e voeja sobre os seus filhotes, estende as asas e, tomando-os, os leva sobre elas,
12 O Senhor sozinho o levou; nenhum deus estrangeiro o ajudou.
12 assim, só o Senhor guiou o seu povo, e não havia com ele deus estranho.
13 Ele o fez cavalgar nos lugares altos da terra e o alimentou com o fruto dos campos. Ele o nutriu com mel tirado da rocha, e com óleo extraído do penhasco pedregoso,
13 Ele o fez cavalgar sobre os altos da terra, comer o produto do campo, chupar mel da rocha e azeite da pedra dura;
14 com coalhada e leite do gado e do rebanho, e com cordeiros e bodes cevados; com os melhores carneiros de Basã e com as mais excelentes sementes de trigo. Você bebeu o espumoso sangue das uvas.
14 alimentou-o com coalhada de vacas e leite de ovelhas, com a gordura dos cordeiros, dos carneiros que pastam em Basã e dos bodes, com o melhor trigo. E vocês beberam o sangue das uvas, o vinho.
15 Jesurum engordou e deu pontapés; você engordou, tornou-se pesado e farto de alimentos. Abandonou o Deus que o fez e rejeitou a Rocha, que é o seu Salvador.
15 Mas Jesurum engordou e deu coices — vocês engordaram, engrossaram, se estufaram! Ele abandonou a Deus, que o fez, desprezou a Rocha da sua salvação.
16 Eles o deixaram com ciúmes por causa dos deuses estrangeiros, e o provocaram com os seus ídolos abomináveis.
16 Com deuses estranhos eles provocaram ciúmes, com abominações o irritaram.
17 Sacrificaram a demônios que não são Deus, a deuses que não conheceram, a deuses que surgiram recentemente, a deuses que os seus antepassados não adoraram.
17 Ofereceram sacrifícios aos demônios, não a Deus; sacrificaram a deuses que não conheceram, novos deuses que vieram há pouco, diante dos quais os seus pais não tremeram.
18 Vocês abandonaram a Rocha, que os gerou; vocês se esqueceram do Deus que os fez nascer.
18 Não se lembraram da Rocha que os gerou; e se esqueceram do Deus que os fez nascer.
19 O Senhor viu isso e os rejeitou, porque foi provocado pelos seus filhos e suas filhas.
19 O Senhor viu isso e os desprezou, por causa da provocação de seus filhos e suas filhas.
20 "Esconderei o meu rosto deles", disse, "e verei qual o fim que terão; pois são geração perversa, filhos infiéis.
20 Ele disse: “Esconderei deles o rosto, verei qual será o seu fim; porque são uma geração perversa, filhos em quem não há lealdade.
21 Provocaram-me os ciúmes com aquilo que nem deus é e irritaram-me com seus ídolos inúteis. Farei que tenham ciúmes de quem não é meu povo; eu os provocarei à ira por meio de uma nação insensata.
21 Provocaram ciúmes em mim com aquilo que não é Deus; com seus ídolos me provocaram à ira. Portanto, provocarei ciúmes neles com aquele que não é povo; com uma nação tola os despertarei à ira.
22 Pois um fogo foi aceso pela minha ira, fogo que queimará até às profundezas do Sheol. Ele devorará a terra e as suas colheitas e consumirá os alicerces dos montes.
22 Porque um fogo se acendeu no meu furor e queimará até o mais profundo do inferno, consumirá a terra e as suas colheitas e incendiará os fundamentos dos montes.
23 "Amontoarei desgraças sobre eles e contra eles gastarei as minhas flechas.
23 Amontoarei males sobre eles; esgotarei as minhas flechas contra eles.
24 Enviarei dentes de feras, uma fome devastadora, uma peste avassaladora e uma praga mortal; enviarei contra eles dentes de animais selvagens, e veneno de víboras que se arrastam no pó.
24 Consumidos serão pela fome, devorados pela febre e peste violenta. Contra eles enviarei animais selvagens e veneno de criaturas que se arrastam no pó.
25 Nas ruas a espada os deixará sem filhos; em seus lares reinará o terror. Morrerão moços e moças, crianças e homens já grisalhos.
25 Do lado de fora, a espada causará devastação; em casa, o pavor, tanto ao jovem como à virgem, tanto à criança de peito como ao homem de cabelos brancos.
26 Eu disse que os dispersaria e que apagaria da humanidade a lembrança deles.
26 Eu disse que os espalharia por todos os cantos e que faria cessar a sua memória dentre os homens,
27 Mas temi a provocação do inimigo, que o adversário entendesse mal e dissesse: ‘A nossa mão triunfou; o Senhor nada fez’. "
27 se eu não tivesse receado a provocação do inimigo, para que os seus adversários não se iludam, para que não digam: ‘A nossa mão prevaleceu, e não foi o quem fez tudo isto.’
28 É uma nação sem juízo; não têm discernimento.
28 Porque o meu povo é gente sem juízo, e neles não há entendimento.
29 Quem dera fossem sábios e entendessem; e compreendessem qual será o seu fim!
29 Quem dera fossem eles sábios! Então entenderiam isto e compreenderiam qual será o seu fim.
30 Como poderia um só homem perseguir mil, ou dois porem em fuga dez mil, a não ser que a sua Rocha os tivesse vendido, a não ser que o Senhor os tivesse abandonado?
30 Como poderia um só perseguir mil, e dois fazerem fugir dez mil, se a sua Rocha não os tivesse vendido, se o não os tivesse entregue?
31 Pois a rocha deles não é como a nossa Rocha, com o que até mesmo os nossos inimigos concordam.
31 Porque a rocha deles não é como a nossa Rocha; e os próprios inimigos o atestam.
32 A vinha deles é de Sodoma e das lavouras de Gomorra. Suas uvas estão cheias de veneno, e seus cachos, de amargura.
32 Porque a vinha deles é da vinha de Sodoma e dos campos de Gomorra; as suas uvas são uvas de veneno, seus cachos são amargos;
33 O vinho deles é a peçonha das serpentes, o veneno mortal das cobras.
33 o vinho deles é veneno de serpentes e peçonha terrível de víboras.
34 "Acaso não guardei isto em segredo? Não o selei em meus tesouros?
34 Não está isto guardado comigo, selado nos meus tesouros?
35 A mim pertence a vingança e a retribuição. No devido tempo os pés deles escorregarão; o dia da sua desgraça está chegando e o seu próprio destino se apressa sobre eles. "
35 A mim pertence a vingança, a retribuição, a seu tempo, quando o pé deles resvalar; porque o dia da sua calamidade está próximo, e o seu destino se apressa em chegar.”
36 O Senhor julgará o seu povo e terá compaixão dos seus servos, quando vir que a força deles se esvaiu e que ninguém sobrou, nem escravo nem livre.
36 Porque o Senhor fará justiça ao seu povo e se compadecerá dos seus servos, quando notar que o poder deles se foi, e já não há nem escravo nem livre.
37 Ele dirá: "Agora, onde estão os seus deuses, a rocha em que se refugiaram,
37 Então dirá: “Onde estão os seus deuses? E a rocha em quem confiavam?
38 os deuses que comeram a gordura dos seus sacrifícios e beberam o vinho das suas ofertas derramadas? Que eles se levantem para ajudá-los! Que eles lhes ofereçam abrigo!
38 Deuses que comiam a gordura de seus sacrifícios e bebiam o vinho de suas libações? Que eles se levantem e os ajudem, para que haja um esconderijo para vocês!
39 "Vejam agora que eu sou o único, eu mesmo. Não há deus além de mim. Faço morrer e faço viver, feri e curarei, e ninguém é capaz de livrar-se da minha mão.
39 Vejam, agora, que eu, sim, eu sou Ele, e que não há nenhum deus além de mim; eu mato e eu faço viver; eu firo e eu saro; e não há quem possa livrar alguém da minha mão.
40 Ergo a minha mão para os céus e declaro: Juro pelo meu nome que,
40 Levanto a mão aos céus e afirmo por minha vida eterna:
41 quando eu afiar a minha espada refulgente e a minha mão empunhá-la para julgar, eu me vingarei dos meus adversários e retribuirei àqueles que me odeiam.
41 se eu afiar a minha espada reluzente, e a minha mão exercitar o juízo, tomarei vingança contra os meus adversários e retribuirei aos que me odeiam.
42 Embeberei as minhas flechas em sangue, enquanto a minha espada devorar carne: o sangue dos mortos e dos cativos, as cabeças dos líderes inimigos".
42 Embriagarei as minhas setas de sangue — a minha espada comerá carne —, do sangue dos mortos e dos prisioneiros, das cabeças cabeludas do inimigo.”
43 Cantem de alegria, ó nações, com o povo dele, pois ele vingará o sangue dos seus servos; retribuirá com vingança aos seus adversários e fará propiciação por sua terra e por seu povo.
43 Ó nações, louvem com o povo de Deus, porque o o sangue dos seus servos, tomará vingança dos seus adversários e fará expiação pela terra do seu povo.
44 Moisés veio com Josué, filho de Num, e recitou todas as palavras desta canção na presença do povo.
44 Moisés veio e falou todas as palavras deste cântico aos ouvidos do povo, ele e Josué, filho de Num.
45 Quando Moisés terminou de recitar todas essas palavras a todo o Israel,
45 Quando Moisés acabou de falar todas estas palavras a todo o Israel,
46 disse-lhes: "Guardem no coração todas as palavras que hoje lhes declarei solenemente, para que ordenem aos seus filhos que obedeçam fielmente a todas as palavras desta lei.
46 disse-lhes: — Guardem no coração todas as palavras que hoje testifico entre vocês, para que ordenem a seus filhos que tratem de cumprir todas as palavras desta Lei.
47 Elas não são palavras inúteis. São a sua vida. Por meio delas vocês viverão muito tempo na terra da qual tomarão posse do outro lado do Jordão".
47 Porque esta palavra não é para vocês coisa vã; pelo contrário, é a sua vida; e, por esta mesma palavra, vocês prolongarão os dias na terra em que, passando o Jordão, vocês vão entrar e da qual tomarão posse. O fim da vida de Moisés
48 Naquele mesmo dia o Senhor disse a Moisés:
48 Naquele mesmo dia, o Senhor falou a Moisés, dizendo:
49 "Suba as montanhas de Abarim, até o monte Nebo, em Moabe, em frente de Jericó, e contemple Canaã, a terra que dou aos israelitas como propriedade.
49 — Suba a este monte de Abarim, ao monte Nebo, que está na terra de Moabe, em frente de Jericó, e veja a terra de Canaã, que dou como propriedade aos filhos de Israel.
50 Ali, na montanha que você tiver subido, você morrerá e será reunido aos seus antepassados, assim como o seu irmão Arão morreu no monte Hor e foi reunido aos seus antepassados.
50 Você vai morrer no monte, ao qual terá subido, e será reunido ao seu povo, como Arão, o seu irmão, morreu no monte Hor e foi reunido ao seu povo.
51 Assim será porque vocês dois foram infiéis para comigo na presença dos israelitas, junto às águas de Meribá, em Cades, no deserto de Zim, e porque vocês não sustentaram a minha santidade no meio dos israelitas.
51 Porque vocês foram infiéis a mim no meio dos filhos de Israel, nas águas de Meribá de Cades, no deserto de Zim, pois não me santificaram no meio dos filhos de Israel.
52 Portanto, você verá a terra somente à distância, mas não entrará na terra que estou dando ao povo de Israel".
52 Por isso você verá a terra à sua frente, mas não entrará nela, na terra que dou aos filhos de Israel.

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