Salmos 74
Nova Tradução na Linguagem de Hoje (NTLH, 2000) vs ARIB
1 Ó Deus, por que nos abandonaste para sempre? Por que estás com as ovelhas do teu rebanho?
1 Ó Deus, por que nos rejeitaste para sempre? Por que se acende a tua ira contra o rebanho do teu pasto?
2 Lembra do teu povo, que há tanto tempo escolheste para ser teu e que livraste da escravidão para ser a tua própria gente. Lembra do
2 Lembra-te da tua congregação, que compraste desde a antigüidade, que remiste para ser a tribo da tua herança, e do monte Sião, em que tens habitado.
3 Vem e anda sobre estas ruínas sem fim; os nossos inimigos destruíram tudo o que estava no Templo.
3 Dirige os teus passos para as perpétuas ruínas, para todo o mal que o inimigo tem feito no santuário.
4 No teu Templo os teus inimigos gritaram de alegria e ali puseram as suas bandeiras como sinal de vitória.
4 Os teus inimigos bramam no meio da tua assembléia; põem nela as suas insígnias por sinais.
5 Eles pareciam lenhadores cortando árvores com os seus machados.
5 A entrada superior cortaram com machados a grade de madeira.
6 Com os seus machados e marretas, destruíram todos os enfeites de madeira.
6 Eis que toda obra entalhada, eles a despedaçaram a machados e martelos.
7 Arrasaram e incendiaram o teu Templo;
7 Lançaram fogo ao teu santuário; profanaram, derrubando-a até o chão, a morada do teu nome.
8 Eles resolveram nos esmagar completamente; queimaram todos os lugares santos da terra de Israel.
8 Disseram no seu coração: Despojemo-la duma vez. Queimaram todas as sinagogas de Deus na terra.
9 Já não temos os milagres que esperávamos, não há mais e ninguém sabe quanto tempo isso vai durar.
9 Não vemos mais as nossas insígnias, não há mais profeta; nem há entre nós alguém que saiba até quando isto durará.
10 Ó Deus, até quando os nossos inimigos vão zombar de nós? Será que eles vão te insultar para sempre?
10 Até quando, ó Deus, o adversário afrontará? O inimigo ultrajará o teu nome para sempre?
11 Por que não quiseste nos ajudar? Por que ficas de braços cruzados?
11 Por que reténs a tua mão, sim, a tua destra? Tira-a do teu seio, e consome-os.
12 Mas tu, ó Deus, tens sido o nosso Rei desde o princípio e nos salvaste muitas vezes.
12 Todavia, Deus é o meu Rei desde a antigüidade, operando a salvação no meio da terra.
13 Com o teu grande poder, dividiste o Mar e esmagaste as cabeças dos monstros marinhos.
13 Tu dividiste o mar pela tua força; esmigalhaste a cabeça dos monstros marinhos sobre as águas.
14 Esmagaste as cabeças do monstro Leviatã e deste o seu corpo para os animais do deserto comerem.
14 Tu esmagaste as cabeças do leviatã, e o deste por mantimento aos habitantes do deserto.
15 Fizeste com que corressem fontes e riachos e secaste grandes rios.
15 Tu abriste fontes e ribeiros; tu secaste os rios perenes.
16 Criaste o dia e a noite, puseste o sol, a lua e as estrelas nos seus lugares.
16 Teu é o dia e tua é a noite: tu preparaste a luz e o sol.
17 Marcaste os limites da terra e fizeste o verão e o inverno.
17 Tu estabeleceste todos os limites da terra; verão e inverno, tu os fizeste.
18 Ó Senhor Deus, lembra que os teus inimigos zombam de ti! Lembra que eles não têm juízo e xingam o teu nome.
18 Lembra-te disto: que o inimigo te afrontou, ó Senhor, e que um povo insensato ultrajou o teu nome.
19 Não entregues o teu povo explorado aos seus inimigos cruéis. Não esqueças para sempre do teu povo perseguido.
19 Não entregues às feras a alma da tua rola; não te esqueça para sempre da vida dos teus aflitos.
20 Lembra da aliança que fizeste, pois há violência em cada canto escuro do país.
20 Atenta para o teu pacto, pois os lugares tenebrosos da terra estão cheios das moradas de violência.
21 Não deixes que os perseguidos sejam humilhados, mas permite que os pobres e os necessitados te louvem.
21 Não volte envergonhado o oprimido; louvem o teu nome o aflito e o necessitado.
22 Levanta-te, ó Deus, e defende a tua causa! Lembra que gente sem juízo zomba de ti o dia todo.
22 Levanta-te, ó Deus, pleiteia a tua própria causa; lembra-te da afronta que o insensato te faz continuamente.
23 Não esqueças os gritos de raiva dos teus inimigos nem do barulho constante dos teus adversários.
23 Não te esqueças da gritaria dos teus adversários; o tumulto daqueles que se levantam contra ti sobe continuamente.
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