Salmos 55
Nova Tradução na Linguagem de Hoje (NTLH, 2000) vs NVI
1 Ouve a minha oração, ó Deus! Não deixes de atender o meu pedido.
1 Escuta a minha oração, ó Deus, não ignores a minha súplica;
2 Escuta-me e responde. As minhas aflições me deixam desgastado.
2 ouve-me e responde-me! Os meus pensamentos me perturbam, e estou atordoado
3 Eu tremo quando ouço as ameaças dos meus inimigos; a perseguição dos maus me esmaga. Eles fazem com que desgraças caiam sobre mim; estão com raiva de mim e me odeiam.
3 diante do barulho do inimigo, diante da gritaria dos ímpios; pois aumentam o meu sofrimento e, irados, mostram seu rancor.
4 O meu coração está cheio de medo, e o pavor da morte cai sobre mim.
4 O meu coração está acelerado; os pavores da morte me assaltam.
5 Sinto um medo terrível e estou tremendo; o pavor tomou conta de mim.
5 Temor e tremor me dominam; o medo tomou conta de mim.
6 Ah! Se eu tivesse asas como a pomba, voaria para um lugar de descanso!
6 Então eu disse: "Quem dera eu tivesse asas como a pomba; voaria até encontrar repouso!
7 Fugiria para bem longe e moraria no deserto.
7 Sim, eu fugiria para bem longe, e no deserto eu teria o meu abrigo. Pausa
8 Bem depressa procuraria achar um lugar seguro para me esconder da ventania e da tempestade.
8 Eu me apressaria em achar refúgio longe do vendaval e da tempestade".
9 Ó Senhor, atrapalha e destrói os conchavos dos meus inimigos, pois vejo violência e pancadaria na cidade!
9 Destrói os ímpios, Senhor, confunde a língua deles, pois vejo violência e brigas na cidade.
10 Dia e noite, eles andam em volta dela, nas muralhas, enchendo-a de crimes e de maldade.
10 Dia e noite eles rondam por seus muros; nela permeiam o crime e a maldade.
11 Por toda parte há destruição, e as ruas estão cheias de exploração e desonestidade.
11 A destruição impera na cidade; a opressão e a fraude jamais deixam suas ruas.
12 Não era um inimigo que estava zombando de mim; se fosse, eu poderia suportar; nem era um adversário que me tratava com desprezo, pois eu poderia me esconder dele.
12 Se um inimigo me insultasse, eu poderia suportar; se um adversário se levantasse contra mim, eu poderia defender-me;
13 Porém foi você mesmo, meu companheiro, meu colega e amigo íntimo!
13 mas logo você, meu colega, meu companheiro, meu amigo chegado,
14 Conversávamos com toda a liberdade e íamos juntos adorar com o povo no Templo.
14 você, com quem eu partilhava agradável comunhão enquanto íamos com a multidão festiva para a casa de Deus!
15 Que a morte venha de repente sobre os meus inimigos! Que eles desçam vivos para o pois a maldade está na casa e no coração deles!
15 Que a morte apanhe os meus inimigos de surpresa! Desçam eles vivos para a sepultura, pois entre eles o mal acha guarida.
16 Mas eu chamo a Deus, o Senhor , pedindo ajuda, e ele me salva.
16 Eu, porém, clamo a Deus, e o Senhor me salvará.
17 De manhã, ao meio-dia e de noite, eu choro e me queixo, e ele me ouve.
17 À tarde, pela manhã e ao meio-dia choro angustiado, e ele ouve a minha voz.
18 Ele me traz são e salvo de volta das batalhas em que luto contra os meus muitos inimigos.
18 Ele me guarda ileso na batalha, ainda que muitos estejam contra mim.
19 O Deus que reina desde a eternidade me ouve e os derrota. Pois eles não querem mudar de vida e não
19 Deus, que reina desde a eternidade, me ouvirá e os castigará. Pausa Pois jamais mudam sua conduta e não têm temor de Deus.
20 O meu antigo companheiro atacou os seus próprios amigos e quebrou as promessas que havia feito a eles.
20 Aquele homem se voltou contra os seus aliados, violando o seu acordo.
21 As palavras dele eram mais macias do que a manteiga, mas no seu coração havia ódio. As palavras dele eram mais suaves do que o azeite, mas cortavam como espadas afiadas.
21 Macia como manteiga é a sua fala, mas a guerra está no seu coração; suas palavras são mais suaves que o óleo, mas são afiadas como punhais.
22 Entregue os seus problemas ao ele nunca deixa que fracasse a pessoa que lhe obedece.
22 Entregue suas preocupações ao Senhor, e ele o susterá; jamais permitirá que o justo venha a cair.
23 Mas, quanto àqueles assassinos e traidores, tu, ó Deus, os jogarás no fundo do mundo dos mortos; eles não chegarão até a metade da sua vida. Eu, porém, confiarei em ti.
23 Mas tu, ó Deus, farás descer à cova da destruição aqueles assassinos e traidores, os quais não viverão a metade dos seus dias. Quanto a mim, porém, confio em ti.
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