Juízes 11
Nova Tradução na Linguagem de Hoje (NTLH, 2000) vs VC
1 Jefté, da região de Gileade, era um soldado valente. O seu pai se chamava Gileade, e a sua mãe era uma prostituta.
1 Jefté, o galaadita, era. um valente guerreiro, filho de Galaad e duma meretriz.
2 A esposa de Gileade também teve filhos. Quando cresceram, eles expulsaram Jefté, dizendo: — Você não vai herdar nada do nosso pai porque é filho de outra mulher.
2 A mulher de Galaad deu-lhe filhos, e estes, tendo crescido, expulsaram Jefté, dizendo: Tu não herdarás nada na casa de nosso pai, porque és um bastardo.
3 Jefté fugiu dos seus irmãos e foi morar na terra de Tobe. Lá alguns homens ordinários se juntaram a ele, e andavam juntos.
3 Jefté afastou-se de seus irmãos e fixou-se na terra de Tob. Alguns homens miseráveis reuniram-se a ele e tomaram parte em suas incursões.
4 Algum tempo depois os amonitas foram guerrear contra o povo de Israel.
4 Algum tempo depois, os amonitas entraram em luta contra Israel.
5 Quando isso aconteceu, os chefes de Gileade foram buscar Jefté na terra de Tobe
5 Os habitantes de Galaad, vendo-se assim atacados, foram em busca de Jefté na terra de Tob
6 e disseram: — Venha com a gente e seja o nosso chefe na guerra contra os amonitas.
6 e disseram-lhe: Vem: serás o nosso chefe, e combateremos os amonitas.
7 Jefté respondeu: — Eu sei que vocês me odeiam; e odeiam tanto, que me fizeram sair da casa do meu pai. Como é que vocês vêm me pedir ajuda, agora que estão em dificuldade?
7 Jefté, porém, respondeu: Vós, que sois meus inimigos, tendo-me expulsado da casa de meu pai, por que vindes a mim agora que estais em aperto?
8 — Nós viemos falar com você porque queremos que comande todo o povo de Gileade na luta contra os amonitas! — responderam eles.
8 Os anciãos de Galaad disseram-lhe: Foi {precisamente} por isso que viemos agora ter contigo, para que venhas conosco e combatas contra os filhos de Amon, e sejas o nosso chefe, o chefe de todo o povo de Galaad.
9 Jefté disse: — Se me levarem de volta para casa a fim de lutar contra os amonitas, e se o
9 Jefté disse-lhes: Se vós me conduzirdes para lutar contra os amonitas, e o Senhor mos entregar nas mãos, serei o vosso chefe.
10 Eles responderam: — Sim. Nós faremos como você diz. O
10 Os anciãos responderam-lhe: O Senhor seja testemunha entre nós de que faremos tudo o que disseste!
11 Aí Jefté foi com os chefes de Gileade, e o povo o colocou como governador e chefe. E em Mispa, na presença do Senhor , Jefté fez o povo jurar que faria tudo o que havia sido dito.
11 E Jefté partiu com os anciãos de Galaad. O povo proclamou-o seu chefe e general, e Jefté repetiu diante do Senhor, em Masfa, tudo o que acabara de dizer.
12 Então Jefté enviou mensageiros ao rei dos amonitas. Os mensageiros disseram: — O que é que vocês têm contra mim? Por que invadiram o meu país?
12 Jefté enviou mensageiros ao rei dos amonitas para lhe dizer: Que tens tu contra mim para que me venhas combater em minha terra?
13 O rei dos amonitas respondeu: — Quando os israelitas saíram do Egito, tomaram a minha terra, desde o rio Arnom até os rios Jaboque e Jordão. Agora, sem luta, vocês devem devolver a minha terra.
13 O rei respondeu-lhes: Israel, vindo do Egito, tomou a minha terra desde o Arnon até Jaboc e até o Jordão. Devolve-mo agora, pois, pacificamente.
14 Jefté mandou outros mensageiros ao rei dos amonitas
14 Jefté mandou nova embaixada ao rei dos amonitas,
15 com a seguinte resposta: — O povo de Israel não tomou a terra de Moabe nem a terra de Amom.
15 dizendo-lhe: Assim fala Jefté: Israel não se apoderou nem do território de Moab, nem da terra dos filhos de Amon.
16 Quando os israelitas saíram do Egito, foram pelo deserto até o golfo de Ácaba e daí até Cades.
16 Quando saiu do Egito, Israel marchou pelo deserto até o mar Vermelho, e chegou a Cades.
17 Eles mandaram mensageiros ao rei dos edomitas, pedindo licença para passar pelas suas terras, mas ele não deixou. Então os israelitas pediram a mesma coisa ao rei de Moabe, porém ele também não deixou. Por isso os israelitas ficaram em Cades.
17 Mandou então mensageiros ao rei de Edom, pedindo-lhe a permissão de passar pela sua terra; mas o rei de Edom não o consentiu. Fez o mesmo pedido ao rei de Moab, que tampouco lhe deu passagem. Israel deteve-se, pois, em Cades.
18 — Eles foram pelo deserto. Rodearam a terra dos edomitas e dos moabitas e chegaram até a parte leste de Moabe, no outro lado do rio Arnom. Acamparam ali, mas não atravessaram o rio porque estava na fronteira de Moabe.
18 Retomou em seguida sua marcha pelo deserto, e contornou as terras de Edom e de Moab; chegando à parte oriental da terra de Moab, acampou na outra banda do Arnon, sem contudo penetrar na terra de Moab, cuja fronteira é o Arnon.
19 Aí os israelitas mandaram mensageiros a Seom, o rei amorreu de Hesbom, e pediram licença para atravessar aquele país a fim de poderem chegar à sua terra.
19 Dali, Israel mandou ainda mensageiros a Seon, rei dos amorreus, em Hesebon pedindo-lhe que os deixasse passar pela sua terra, para que chegassem à deles.
20 Mas Seom não deixou. Levou todo o seu exército, acampou em Jasa e atacou o povo de Israel.
20 Seon, porém, não teve bastante confiança em Israel para deixá-lo atravessar o seu território; antes, ajuntando todas as suas tropas, acampou em Jasa, e atacou Israel.
21 Mas o Senhor , o Deus de Israel, fez com que os israelitas derrotassem Seom e todos os seus homens. E assim os israelitas conquistaram toda a terra que era dos amorreus.
21 O Senhor, Deus de Israel, entregou-o com todo o seu povo nas mãos de Israel, que o derrotou, e conquistou todas as terras dos amorreus que habitavam naquela região;
22 Tomaram toda a terra dos amorreus: desde o rio Arnom, ao Sul, até o rio Jaboque, ao Norte; e, desde o deserto, a Leste, até o rio Jordão, a Oeste.
22 tomou toda a terra dos amorreus, desde o Arnon até Jaboc, e desde o deserto até o Jordão.
23 Assim, foi o Senhor , o Deus de Israel, quem expulsou os amorreus para o seu povo, os israelitas.
23 Agora que o Senhor, Deus de Israel, expulsou os amorreus diante de seu povo de Israel, tu pretendes possuir a sua terra?
24 E agora vocês querem tentar tomar a terra de volta? Podem ficar com tudo o que Quemos, o deus de vocês, lhes deu. — Mas nós vamos ficar com tudo o que o
24 Porventura não tens a posse do que te deu a conquistar o teu deus Camos? E nós, por que não possuiríamos tudo aquilo que o Senhor, nosso Deus, expulsou diante de nós?
25 Você pensa que é melhor do que Balaque, filho de Zipor, que era rei de Moabe? Será que alguma vez ele desafiou Israel? Quando foi que ele guerreou contra nós?
25 Serias tu melhor do que Balac, filho de Sefor, rei de Moab? Porventura disputou ele com os israelitas, ou combateu contra eles?
26 Durante trezentos anos o povo de Israel morou em Hesbom e Aroer. Morou também nas cidades vizinhas e em todas as outras cidades das margens do rio Arnom. Por que foi que vocês não tomaram essas cidades de volta durante todo esse tempo?
26 Eis já trezentos anos que Israel habita em Hesebon e em suas aldeias, em Aroer e em suas aldeias, e em todas as cidades banhadas pelo Arnon. Por que não lhe tiraste estas terras durante todo esse tempo?
27 Não! Eu não fiz nada de errado contra vocês. Vocês é que fazem mal, querendo lutar contra mim. O Senhor é o juiz. Ele decidirá hoje entre os israelitas e os amonitas.
27 Não sou eu, pois, que te faço dano, mas és tu mesmo que te prejudicas, declarando-me guerra. Que o Senhor, o Juiz, se pronuncie hoje entre os israelitas e os amonitas!
28 Mas o rei dos amonitas não quis ouvir a mensagem que Jefté havia mandado.
28 Mas o rei dos amonitas não quis ouvir nada do que Jefté lhe mandara dizer.
29 Então o Espírito do Senhor dominou Jefté, e ele atravessou Gileade e Manassés e voltou para Mispa, em Gileade. Dali foi para Amom
29 O Espírito do Senhor desceu sobre Jefté, e ele, atravessando Galaad e Manassés, passou dali até Masfa de Galaad, de onde marchou contra os amonitas.
30 e prometeu ao Senhor o seguinte: — Se fizeres com que eu vença os amonitas,
30 Jetfé fez ao Senhor este voto:
31 eu queimarei em sacrifício aquele que sair primeiro da minha casa para me encontrar quando eu voltar da guerra. Eu o oferecerei em sacrifício a ti.
31 Se me entregardes nas mãos os amonitas, aquele que sair das portas de minha casa ao meu encontro, quando eu voltar vitorioso dos filhos de Amon, será consagrado ao Senhor, e eu o oferecerei em holocausto.
32 Então Jefté atravessou o rio para lutar contra os amonitas, e o Senhor lhe deu a vitória.
32 Jefté marchou contra os amonitas, e o Senhor lhos entregou.
33 Ele derrotou os amonitas desde Aroer até perto de Minite — vinte cidades ao todo — e continuou até Abel-Queramim. Houve uma grande matança, e os israelitas derrotaram os amonitas.
33 Ele os derrotou desde Aroer até as proximidades de Menit, e até Abel-Queramim, tomando-lhes vinte aldeias. E os amonitas, com este terrível golpe, foram humilhados perante Israel.
34 Quando Jefté voltou para a sua casa, em Mispa, a sua filha saiu ao seu encontro, dançando e tocando pandeiro. Era filha única; ele não tinha mais nenhuma filha ou filho.
34 Ora, voltando Jefté para a sua casa em Masfa, eis que sua filha saiu-lhe ao encontro com tamborins e danças. Era a sua única filha, porque, afora ela, não tinha filho nem filha.
35 Quando Jefté a viu, ficou desesperado, rasgou as suas roupas e disse: — Ah! Minha filha! Você está partindo o meu coração! Por que tem de ser você quem me vai fazer sofrer? Eu fiz uma promessa a Deus, o
35 Quando a viu, rasgou as suas vestes: Ah, minha filha, exclamou ele, tu me acabrunhas de dor, e estás no número daqueles que causam a minha infelicidade! Fiz ao Senhor um voto que não posso revogar.
36 Ela respondeu: — Se o senhor fez uma promessa ao
36 Meu pai, disse ela, se fizeste um voto ao Senhor, trata-me segundo o que prometeste, agora que o Senhor te vingou de teus inimigos, os amonitas.
37 E continuou: — Só peço uma coisa: deixe que eu vá com as minhas amigas pelos montes e chore durante dois meses porque nunca chegarei a ser mãe.
37 E ajuntou: Concede-me somente isto: Deixa-me que vá sobre as colinas durante dois meses, para chorar a minha virgindade com as minhas amigas.
38 E o pai deixou que ela fosse por dois meses. Então ela e as suas amigas saíram pelas montanhas, chorando porque ela nunca chegaria a ser mãe.
38 Vai, disse-lhe ele. E deu-lhe dois meses de liberdade. Ela foi com as suas companheiras, e chorou a sua virgindade sobre as colinas.
39 Depois dos dois meses, ela voltou para o pai. E ele fez o que havia prometido a Deus. Assim ela morreu virgem. Daí veio o costume de as mulheres israelitas
39 Passado o prazo, voltou para seu pai, e ele cumpriu o voto que tinha feito. Ela não tinha conhecido varão.
40 saírem durante quatro dias, todos os anos, para chorar pela filha de Jefté, o gileadita.
40 Daqui veio este costume, em Israel, que todos os anos as jovens israelitas reúnem-se para chorar durante quatro dias a filha de Jefté, o galaadita.
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